Entediado de ficar tanto tempo em casa, resolvi levar meu notebook para a casa de minha avó. Naquele tempo, para que pudéssemos acessar o Facebook, era preciso girar uma manivela que ficava do lado de seu fogão a lenha. É claro que não era assim que funcionava. Era preciso colocar a lenha no fogão e acendê-las.
Minha avó estava terminando de assar o quibe. Lembro que ela fazia isso todas as vezes que queria nos agradar. Tudo bem que nenhum dos netos gostava de quibe, ainda mais assado, onde já se viu? Mas minha avó sempre se esquecia. Depois de assado, ela pegava cuidadosamente com todo carinho aqueles quibes e os ia colocando um a um na bandeja. Depois os jogava no lixo. Nem os cachorros de rua os comiam.
Depois que cheguei na casa dela, após abrir um colchete e passar por entre os arames farpados – quem morou na roça sabe a dificuldade de se separar dois arames com uma mão só para passar, enquanto a outra equilibra o notebook como um garçom – e depois de pagar dobrado para o Uber que demorou a entender o caminho, me deparo com minha avó assistindo à novela em que seu principal protagonista era também o ídolo da minha velha – Anselmo Duarte.
Após eu ter explicado a ela que, naquela época, ainda não se havia inventado a TV e ela ter jogado o objeto de 32 polegadas, tela de LED, no lixo, escuto minha avó suspirando, enquanto ouvia o rádio:
— Ai, Anselmo, como você é lindo!
Perguntei a ela se vovô era ator pornô. Ela me deu um olhar de desaprovação. Enquanto nos encarávamos por um tempo e eu tirava a remela em seu olho esquerdo, percebi que havia dito besteira. Então, bati a mão na cara (na minha, que fique bem claro) e corrigi a frase:
— Perdão, vó. Eu estava querendo saber se vovô era gogoboy.
— Esse moço bonito da novela não é seu avô — Curiosamente, o velho também se chamava Anselmo — esse é o Anselmo Duarte. Meu ídolo desde que eu era novinha. Eu lhe assistia nas telas do cinema.
Claro que vovó não falava nesse português tão sofisticado. Minha avó não tinha nem quarta série — era o que ela contava em todo almoço — mas para encurtar um pouco a história, vamos apenas dizer que vovó era uma velha rica, fina e vivia passeando com seu poodle de pelúcia.
— E naquele tempo já existia cinema?
— Ih, qualé, mano? Tá me tirando? Tá me chamando de véia? Véia é sua avó!
Vovó me contava sobre sua primeira vez com o vovô. No cinema. Não, não é isso o que você estava pensando, eles não haviam ido para o cinema para… hum… vocês sabem… eles não foram ver o filme. Naquela época, ainda não existia aplicativo do Cinemark para comprar ingresso. Os ingressos eram todos impressos em papel higiênico para que eles pudessem ser reutilizados.
— A primeira vez que fui a um cinema, fui com o povo da Gioconda. Fomos com os meninos, na matinê de domingo, depois da missa. Fomos em Uberlândia, terrinha boa das Minas Gerais. Era mó delicinha — minha avó fecha os dedos da mão em forma de “coxinha”, beija a ponta dos dedos e depois os abre novamente.
Ela também contava que era esperta no ingresso.
— O povo era bobo naquela época. Eu comprava o ingresso e mostrava na entrada, mas eles não pegavam. Então eu guardava bem guardadinho para ir a uma próxima sessão. Uma pena que o ingresso ficava todo amassado.
— Amassado?
— Sim, eles tentavam arrancar da minha mão a força, mas eu puxava com tudo e ainda derrubava o porteiro. Ah, aquele tempo que era bom.
— E você ficou muito assustada com o filme na primeira vez?
— Ah, sim! Quando o trem vinha pra frente da tela, eu sempre pensava que ele ia me atropelar. Eu só via as pessoas correndo desesperadas.
— E o Anselmo? O que ele fazia no filme?
— Seu avô? Ele ficava dormindo na cadeira.
— Não, vó. O Anselmo Duarte.
— Do que você tá falando, menino?
E foi assim que o quibe, que nem estava mais no fogão, havia se queimado.
Depois de inúmeras indicações de amigos, resolvi ver esta semana o filme “Parasita”, filme sul-coreano lançado em 2019 e vencedor do Oscar 2020 nas seguintes categorias: Melhor filme, melhor diretor, melhor filme estrangeiro, melhor roteiro original, melhor direção de arte e melhor montagem.
Caso queiram saber sobre todas as categorias do Oscar 2020, basta clicar aqui
Resenha “Toda a família de Ki-taek está desempregada, vivendo em um porão sujo e apertado, mas uma obra do acaso faz com que ele comece a dar aulas de inglês a uma garota de família rica. Fascinados com a vida luxuosa destas pessoas, pai, mãe e filhos bolam um plano para se infiltrarem também na família burguesa, um a um. No entanto, os segredos e mentiras necessários à ascensão social custam caro a todos”.
O filme mostra a diferença absurda entre classes. Enquanto pobres vivem em uma casa num estilo porão, apertada para muita gente e tendo que vender o almoço para conseguirem sobreviver, a família rica principal vive em uma casa gigante com empregados e comida farta.
O filme também conta sobre a família pobre que consegue uma “oportunidade” para ascender na vida. Primeiro, o filho Ki-Woo que consegue se tornar o professor de inglês de Da-hye, filha do casal rico, falsificando um diploma. A partir daí, ele dá o seu jeitinho para colocar a irmã, Ki-Jung, como professora de artes do filho menor Da-song. Depois, Ki arma um plano para demitir o motorista e colocar o pai Kim Ki-taek. E, por último, é armado um plano para tirar uma governanta que está há anos na casa para colocar o último membro da família, Gook Moon-gwang.
Sim, eles demitiram uma governanta que estava há anos na família porque, supostamente, ela havia pego tuberculose. A família rica confiou cegamente em empregados contratados recentemente sem verificar nada.
Um belo dia, a família rica resolve ir para um acampamento e a família Ki-taek resolve aproveitar os luxos da casa, bebendo, comendo e tomando banho de banheira. Mas, eles não esperavam que a governanta antiga voltaria por conta de um “segredo” que ela esconde no porão. Para piorar, o acampamento não havia dado certo por conta de uma forte chuva. A partir daí, a vida maravilhosa que a família Ki-taek estava levando, vira de cabeça pra baixo (e eu vou parar por aqui, pois é onde a história fica mais emocionante).
Um momento de paz para se livrar de toda a obrigação do mundo. Ao olhar ao redor, sentimos a brisa do vento bater em nossos rostos e as árvores dançarem conforme a música. Deitar-se sob a sombra delas, enquanto o mar bate nas pedras, não é má ideia. Esquentar os pés na areia, enquanto as gaivotas sobrevoam o imenso azul. E se a chuva começar a cair, não tem problema. A água das nuvens vem pra lavar nosso corpo e nossa alma.
Lindas paisagens que se pode ver por aí. A sensação de liberdade e a felicidade de viajar por tantos cantos. Visitar locais inóspitos só com o violão nas costas e acelerar num carrão sem se preocupar em bater em qualquer lugar. Tudo isso, sem precisar sair de casa. Descrevo aqui a minha primeira impressão ao ver o trailer de Forza Horizon 5
Anúncio de lançamento
Com visual e gráficos incríveis e vindo para Xbox, incluindo para Game Pass, e PC (Steam, Windows, Game Pass e Cloud Gaming Beta), Forza Horizon 5 foi anunciado na E3 deste ano (2021). Um jogo de corrida de mundo aberto que será lançado em 9 de novembro de 2021. A corrida se passará em terras mexicanas e terá um mundo mais diversificado do que qualquer outro jogo da série, isso é o que diz a produtora Playground Games.
Preço do jogo
Standard – R$ 249,00 Edição de Luxo por R$ 309,00 – Jogo completo + Car Pass Edição Suprema por R$ 399 – Acesso antecipado e os pacotes Welcome Pack, Car Pass, VIP Membership e duas expansões de jogo quando estiverem disponíveis.
Battle Royale, Horizon Arcade, EventLab, entre outros modos
Alguns modos estarão presentes, como o Battle Royale, onde vários carros tentam se derrotar para chegar vitorioso ao fim da corrida, Horizon Arcade, que oferece pistas malucas com várias atividades, trazendo algo fora da curva quando se trata de modos tradicionais do jogo e EventLab, ferramenta de criação de corridas, desafios manobras e modos de jogos.
Para mais detalhes do jogo, veja a apresentação de Mike Brown, diretor criativo da Playground Games:
Depois de tantos leaks sugerindo que a Nintendo lançaria o Nintendo Switch Pro, eis que hoje ela vem com um anúncio. Finalmente, é revelado o Nintendo Switch… Oled Version.
O atual console da nintendo recebeu um upgrade quanto à memória, tamanho dela, entrada para cabo de rede (finalmente) entre algumas perfumarias.
Veja as especificações completas
Tamanho: 9.5 x 0.55 x 4 polegadas (w x d x h)
Peso: Aproximadamente 0.71 lbs / 0.93 lbs com os Joy-cons acoplados
Armazenamento: 64GB (pode ser expandido usando cartão microSDHC ou microSDXC de até 2TB)
Wireless: WI-Fi (802.11 a/b/g/n/ac compliant)
Video output: Até 1080p via HDMI no modo TV e 720p no modo portátil
Audio output: 5.1 Linear PCM
Auto-falantes: Stereo
Conexão: USB Type-C for charging
3.5mm headphone jack
Tempo de bateria: aproximadamente de 4,5h a 9h
Tempo de carregamento: aproximadamente 3h
O preço anunciado é de US$ 349,99 (US$ 50 a mais do que sua versão anterior) e tem seu lançamento previsto para 08 de outubro deste ano, no mesmo dia do lançamento do Metroid Dread.
Nintendo Switch Lite vem oficialmente para o Brasil
Para completar a notícia, também foi anunciado que o Nintendo Switch Lite virá oficialmente ao Brasil em setembro, por R$ 1899. Como sabemos, encontrar esse modelo por esse valor aqui no Brasil, atualmente, é impossível (contém ironia).
Olha que surpresa! Estamos aqui conversando já algum tempo. Nem vi a hora passar. Entre um gole e outro desse chocolate quente, a gente conta um pouco de nossas vidas, aqueles momentos que perdemos do outro. Você me mostra fotos de sua família e me conta sobre sua bela carreira profissional, eu te conto sobre as viagens e pessoas que passaram por mim.
A gente ri e se diverte como amigos que nunca se separaram. Eu ainda me lembro com carinho de suas manias e de suas distrações. Você fala daquele dia em que tentou me ensinar a patinar no gelo, que eu me desequilibrei e derrubei aquela moça que patinava com cuidado com seu namorado. Que desastre! Quase apanhei. Você não sabia se ria ou se se apavorava.
Um brinde pelas memórias. A gente sabe bem completar as histórias do outro. Nem parece que faz onze anos que fizemos aquela trilha de bike e fomos parar numa linda cachoeira. A água estava fria, mas você nem quis saber. Me fez tomar aquele banho gelado. Eu ainda rio algumas noites me lembrando de como amaldiçoei seu nome naquela tarde. E agora só querendo reviver aquele dia de novo e de novo.
E a confusão naquele dia do shopping? Eu te disse pra você ter um pouco mais de atenção, pois distração sempre foi um de seus defeitos e você me sai da loja com o celular do mostruário no bolso esquerdo do seu paletó. Aquele paletó azul que você comprou porque seu ídolo de futebol americano usava, lembra? Pois é. Até explicarmos que tudo não passou de um mal-entendido. Eu só pensava no que nossos pais diriam se soubessem que poderíamos ter sido presos.
Agora estamos aqui rindo de todas as nossas histórias. E são muitas pra contar e compartilhar. Tantas boas que não me vem à cabeça a razão de termos parado de nos falar. Sei que a gente era meio imaturo. Ou apenas eu? Lembro-me de como éramos apaixonados um pelo outro, mas não me lembro por qual motivo havíamos terminado. Foram as brigas? As indiferenças? Eu não sei, parece que sempre fomos muito felizes para termos vivido longe um do outro por tanto tempo.
Eu nunca te esqueci, juro. Você seguia fazendo parte de muitos de meus momentos. Tentei viver com outras pessoas o que vivi com você, mas a gente sabe que cada um faz parte de nossas vidas de maneiras diferentes. Você foi especial, mas ficou num passado distante. Cada um construiu seu próprio caminho, com algo faltando na mochila. Sua família é linda e meus planos não envolvem mais você. Eu nunca te esqueci, ainda levo um pouco de você.
Vou deixar (Cosmostron – 2003), tema da novela “Dar cor do pecado” (2004) teve seu clip eleito como o melhor videoclipe pop no MTV Video Music Brasil, também em 2004. A música também é o ringtone com o maior número de downloads no país, uma experiência inédita vivida pela banda.
Algo Parecido (Os Três Primeiros – 2018) estreou no Top 200 Spotify, além de aumentar em 28% a quantidade de ouvintes da banda na plataforma. Prova de que não só de velhas músicas a banda sobrevive.
2 – Walk (2011) x The Sky is a Neighborhood(2017) – Foo Fighters
Walk (Wasting Light – 2011) alcançou o primeiro lugar na Billbord, em 20 de julho de 2011.
The Sky is A Neighborhood(Concrete and Gold – 2017) vem para iluminar os céus dos shows noturnos da banda.
— Nintendo of America (@NintendoAmerica) June 2, 2021
Aí começam as apostas de nós, fãs, sobre quais jogos elas anunciarão. Vem um novo Metroid? Donkey Kong? Falarão sobre a sequência de Breath of the Wild?
Bom, enquanto aguardamos a apresentação (e lemos alguns leakers por aí), vamos relembrar mais algumas apresentações dessa empresa na E3 e outras promessas.
1 – Um jogo que está demorando pra ver a luz do dia
2 – E o Bayonetta 3 segue na mesma linha…
3 – Já o Megaman sim voltou a ver a luz do dia! (Primeiramente no Smash)
4 – Pela primeira vez, uma sequência de Mario 3D foi anunciada
Deitado em meu quarto, vejo uma nuvem se formando. Coração bate apertado e os olhos piscam improvisados, enquanto uma névoa, por ali, paira, mesmo nos mais intensos dias de verão. Eu deveria estar lá fora, jogando bola, onde a relva, em descompasso, dança levemente com o sopro do vento, mas não posso. Meus pés congelados me impedem de realizar o simples movimento de chegar à chave e girá-la. Estou em minha própria jaula.
Meus braços seguem envoltos por uma sombra e minhas pernas descem pelo colchão, até o chão, em ritmo lento. Tento me arrastar, mas o piso se liquefaz, me afundando cada vez mais. Emergir não é solução prática quando se mergulha em tão mar profundo, pois me entrego às ondas, formadas de tão poucas lágrimas que escorrem em silêncio. E eu nem me dou ao trabalho de secá-las.
E por que sigo assim se há tanto por aí pra se ver? Não entendo! Seria uma força do além ou eu sem força pra existir? E eu nem sei se me importo mais. O colchão é o que me conforta e me dispensa de qualquer esforço, o que não é difícil, quando nem o corpo se propõe a reagir. Em meu quarto, sou um móvel qualquer, esperando o tempo passar, vendo os ponteiros darem a volta, vendo a alegria sair pela porta.
O canto da natureza é belo, mas, pra mim, não faz qualquer efeito. A luz que me aquece vai perdendo sua força, na mesma intensidade em que a minha deixa de existir. É como a vela que se diminui a cada lampejo de seu brilho. É como eu mesmo, objeto inútil, bradando meus defeitos. E o cansaço, de me levantar todos os dias vai contra os meus mais profundos desejos.
Mas as nuvens se vão e o sol, em meu quarto, insiste em brilhar. Ainda não é hoje que tudo se findará. Mas eu tento, me sento na beirada da cama pra ver os jovens correndo atrás de uma bola vindo me chamar.
Eu não estou sozinho, apenas debilitado por não me levantar. O frio só eu sinto, mas a vida, todos os dias, se dispõe a me chamar.
Corro pela cidade, passando por cada lar. Cada qual em sua própria bolha, fechados, não posso entrar. Há um mistério que nos ronda quando o brasão da confiança surge no ar. Quais dos meus milhões de segredos eu escolho pra poder contar?
Ao longe, vejo um grupo de pessoas se posicionando sob a luz do luar. Sob as estrelas, o céu escuro observa que uma pequena roda começa a se formar. Há uma praça, levemente iluminada, por alguns postes pichados, circundando uma fonte d’água que, há anos, não deixa nenhuma criança se molhar. Talvez ela só não esteja tão seca quanto a minha vontade de entrar naquela roda e participar.
Na roda eu não me encaixo, na roda eu não quero entrar, porque essa roda só roda no ritmo em que eles querem dançar. E essa dança é triste. Ela é preta, branca e, às vezes, uma cor pra enfeitar. Mas eu não tenho uma só cor, pois todas elas são bem-vindas. Eis o meu jeito de dançar.
Aos poucos, me afasto. Um ou outro me para. Querem conversar. Eu não sei o que você quer de mim, se todos os meus atos têm um conselho seu. Parece que alguém te ensinou que todos os meus passos estão errados e que você é o mentor que vai me tirar do buraco. Mas, não me engano, eu também sei. Tenho uns anos bem vividos e, por alguns castigos, também passei. A experiência me faz ser o ser que a experiência do seu ser não consegue ver.
Sou eu o errado por não querer ter nenhum de vocês ao meu lado? Essa vibe de querer me fazer dançar apenas o que eles querem dançar não está em nenhum dos meus contratos. Deixe-me criar minha própria dança, deixe-me ser feliz com minhas próprias escolhas. O seu conselho pode até ser bom em algum momento, mas se você me força, se eu não quero, fica quieto. Cada um em seu caminho, tão simples! Não precisa insistir.
Há uma teoria. Um pouco falha, mas que tenho prestado atenção. Aquele que te aconselha, que tudo crê que em sua vida é um aprendizado, só te fala o que lhe convém. E, quando é hora de ouvir, te ignora, te refuta ou se justifica, pois, em suas palavras, não há agrado.
É. Aquela roda é bonita de se ver. De longe. Aquela roda tem sua própria luz. Mas, agora, sigo o meu caminho, do meu jeitinho. O que eu crio é mais bonito pra mim, claro, pois só eu sei dos passos que a vida tem me ensinado. E a minha dança, mesmo incompleta, é o meu legado.
Depois de muito voar, Aang decide fazer uma parada em uma ilha, que ele descobre depois que eram as Ilhas Kyoshi, terra natal de sua ancestral avatar Kyoshi e lar das guerreiras Kyoshi, combatentes de elite formada apenas por mulheres.
Nota: As guerreiras Kyoshi nada têm a ver com o personagem da NintendoYoshi
Aang tenta impressionar Katara duas vezes, a primeira, quando ele faz uma leve dobra de ar (e no momento ela está costurando a calça de seu irmão Sokka) e a segunda, quando tenta surfar num peixe gigante, mas sua atenção se desvia novamente pois Appa está comendo… é… o que mesmo ele estava comendo?
Pera, o Sokka estava pelado?
E por tentar impressioná-la que Aang acaba ficando em perigo e precisa sair o quanto antes da água. Neste momento, as guerreiras Kyoshi aparecem e os levam para sua aldeia. Então, é revelado a Aang e as outros heróis que eles estão na ilha Kyoshi
Avatar Kyoshi é revelada
Aang revela que a conhece porque é o novo Avatar, mas as pessoas só acreditam quando Aang revela o seu gigantesco poder de dobra do ar. Aí a “Rádio Peão” toca e todo mundo na ilha fica sabendo que o avatar voltou.
Calma, amigo, é só o Avatar
Então, Zuko fica sabendo da localização do menino da seta na cabeça e vai pra sua missão de ódio, enquanto Aang tem um treinamento duro.
Então, a legião de fãs aparece e…
E, depois desse dia, o Avatar sumiu por mais 100 anos…
Enquanto isso, Sokka segue indignado porque, como ele diz, “um bando de garotas o derrotou” e vai ao salão de treinamentos das guerreiras para mostrar-lhes que a força masculina tem mais valor do que a força feminina.
Como você pode ver nesse gif, dá certo
Katara nota que a história de Aang ser o Avatar começa a lhe subir a cabeça, mas Aang jura que não e que ela, na verdade, está com ciúmes por tantas garotas estarem correndo atrás dele. Afinal, ele estava se divertindo e ela apenas preocupada com os suprimentos da viagem.
“Por que o Aanguinho tá demorando tanto?”
Arrependido, Sokka volta a procurar as guerreiras Kyoshi e pede à Suki que o treine. E, aí, trajado como elas, ele mostra que também tem o seu valor.
E ela revida
Aang e Katara acabam brigando. Aang quer muito impressionar Katara, mas como ela demonstra pouco interesse, ele tenta impressionar suas fãs, mas elas acabam ficando entediadas, visto que o peixe do início do episódio não aparece para que ele possa montá-lo. Katara, preocupada, aparece. Eles se desculpam e Unagi acaba aparecendo, atacando o Avatar.
Era dia do banho?
Mas Unagi era só um “peixe pequeno”, pois é neste momento que a embarcação de Zuko, da tribo do fogo, aparece, então, ambos travam sua luta, destruindo parte da aldeia.
E aí, o que será que acontece?
Gostou do episódio? Veja nosso guia de episódios anteriores, clicando abaixo:
Resident Evil lançou em 1995 e praticamente popularizou o gênero “horror de sobrevivência” (survival horror). O foco era em explorar uma mansão misteriosa infestada de zumbis e outras criaturas. Para isso, era necessário resolver diversos puzzles, retornar a diversas salas e ser cuidadoso no uso de munição que era escassa, tudo isso com uma câmera “vista de cima”. O jogo foi um sucesso, e, obviamente, sequências começaram a ser produzidas. Resident Evil 2 (1998) e Resident Evil 3 (1999) expandiram a fórmula de sucesso do primeiro jogo com melhorias de gameplay, novos locais pra explorar, uma história mais aprofundada e gráficos ainda melhores.
Iria demorar até 2005 para termos uma sequência na forma de Resident Evil 4, só que esse jogo marcaria uma mudança radical para a série. A câmera mudou completamente para uma mais próxima do personagem, atrás dos ombros, e o foco do jogo foi mais pro lado da ação com pitadas de horror. Foi uma jogada arriscada, e ainda há quem não tenha gostado, mas o jogo foi um sucesso imenso de crítica e recepção dos fãs no geral, tanto que até hoje ele aparece em várias listas de melhores jogos de todos os tempos, além de ter saído pra inúmeras plataformas de diferentes gerações.
Resident Evil 5 (2009) segue seu foco na ação, mas adiciona o elemento co-op, permitindo você jogar toda a historia e os outros modos com um amigo. O jogo foi bem recebido no geral e vendeu muito bem, o co-op foi muito elogiado e a série passaria a colocar a jogatina cooperativa em mais jogos da série.
Então veio Resident Evil 6 (2012), também permitindo a jogatina em parceria, com várias duplas jogáveis e historias diferentes, porém a execução deixou a desejar. O jogo não foi bem recebido pelos fãs nem pela critica e as pessoas começaram a pedir pra RE voltar a focar no terror e menos na ação. Apesar de tudo, o jogo vendeu muito bem, e, se olhar só por esse lado, pode ser considerado um sucesso.
E em 2017, Resident Evil 7 marcou uma nova mudança para a série. A princípio, o jogo seguiria o rumo de ação dos jogos anteriores, porém a Capcom decidiu trazer a série de volta pras origens de Survival horror, só que dessa vez com uma câmera em primeira pessoa, focando bastante na imersão e gráficos de ponta. Você assume o papel de um novo protagonista, Ethan, e novamente explora uma casa misteriosa e com moradores… um tanto curiosos, digamos.
O jogo foi um sucesso de critica e vendas, e muitos se perguntaram se esse seria o rumo dos próximos jogos da série
E cá estamos nós de volta ao Resident Evil Village, que no novo trailer parece estar seguindo o mesmo caminho do RE7, só que com várias novidades.
Você novamente controlará o protagonista de RE7, Ethan, e, a princípio, o jogo se passará em um castelo localizado numa vila, onde, aparentemente, existe um culto misterioso nessa vila. As principais antagonistas mostradas foram mulheres capazes de virar insetos. Elas são chamadas de “filhas da Lady Dimitrescu”. Inclusive Lady Dimitrescu já se tornou uma favorita dos fãs, com várias artes e memes em sua homenagem. Chris Redfield, protagonista de RE1 e RE5, retorna nesse jogo, mas não se sabe ao certo qual será seu papel na historia, pelo que parece tudo aponta que ele virou um “vilão”, mas o que será que causou essa mudança no personagem?
Outro ponto interessante mostrado, foi a existência de um mercador novamente, fato que não acontecia desde RE4, ele irá permitir você comprar itens, equipamentos e melhorar suas armas. O inventário também parece se inspirar bastante no estilo do RE4, em que você tem que organizar seus itens numa maleta quase num estilo Tetris. Isso me faz perguntar se teremos mais referências ao quarto jogo da série, cultos… se passando numa vila novamente… castelos… só falta o Leon surgir do nada e alguém dizer “un forastero!”, enquanto te dá uma machadada nas costas.
O jogo parece muito promissor e lançará no dia 7 de Maio não só para PS5, Xbox Series e PC, mas também para PS4 e Xbox One, o que deve agradar aos fãs que ainda não possuem os consoles da nova geração.
Eu pessoalmente não vejo a hora de jogá-lo e descobrir qual é o mistério dessa vila.
Natural(Imagine Dragons) Num dia desses, inventei de fazer uma caminhadinha às 6h da manhã. Peguei meu “MP3”, abri um aplicativo de música e, por algum motivo, escolhi o álbum “Origins” (2018) do Imagine Dragons. E lá começou a tocar a primeira música “Natural”. À primeira ouvida, o amor foi tanto que precisei ouvi-la várias vezes.
Sobre a letra, o próprio vocalista Dan Reynolds explica que, às vezes, precisamos endurecer um pouco nossos corações para seguirmos firmes quando as adversidades vêm. Precisamos nos encontrar e saber que nem sempre devemos ser sensíveis o tempo todo, para sobrevivermos neste mundo. Precisamos ser prioridades para nós mesmos. ‘É melhor ser o caçador do que a caça’.
Wasted on You(Evanescence) Depois que o longíquo álbum autointitulado “Evanescence” lançou, ouvir uma música nova na voz da Amy Lee é sempre um prazer. Em 2020, pudemos ouvir uma nova música da banda nos moldes do saudoso Fallen. Wasted on You, lançado em abril de 2020, é o primeiro single do álbum “The Bitter Truth”, que será lançado em março de 2021.
Wasted on you começou a ser escrita no final de 2019 e contava sobre uma relação ruim. Entretanto, com a situação de lockdown que fomos obrigados a passar, a música acabou absorvendo o sentimento que todos nós temos passado, com versos como “estou congelado no tempo” ou “será que serei a mesma algum dia?”. O lançamento da música e do clipe também sofreu alterações, visto que a banda não pode mais se reunir em estúdio, precisando terminar o trabalho por meios digitais.
Welcome Home (Radical Face) Caminhando para o Folk, encontramos a faixa Welcome Home de Radical Face, música premiada como canção do ano pela revista britânica “Which?”.
A música foi lançada no álbum Ghost de 2007, além de aparecer nos seriados The Returned e The Blacklist. Em 2019, ganhou 2 versões, sendo uma remasterizada e a outra orquestrada.
Paint it Black(The Rolling Stones) Esta é, de longe, a música mais antiga da lista (1966). E, também, a primeira vez que uma música dos Rolling Stones entra em uma playlist minha. Tudo graças ao jogo Guitar Hero Live, que me apresentou a canção e me fez apaixonar logo de cara por ela.
Mais uma para a lista de canções deprimidas, onde o personagem quer pintar tudo de preto para combinar com seu sentimento fúnebre, que assim ficou quando seu companheiro ou companheira vem a falecer de forma repentina, ou a menos o que parece. Mick Jagger, quando perguntado sobre a inspiração, disse que ela simplesmente surgiu, não se baseando em ninguém.
Na Tela(Pitty) Mal lançou seu álbum “Matriz”, Pitty escreveu a canção “Na tela”, representando os relacionamentos a distância, onde os envolvidos se encontram apenas por meio de uma tela (seja do computador ou do celular).
Siempre He Estado Aquí(RBD) Quem é fã de RBD desde os primórdios da banda sabe como a ansiedade aumenta quando eles anunciam que uma nova música será lançada 11 anos após o último CD “Para Olvidarte de Mí” (2009), mesmo que a canção não será gravada por todos.
RBD encerrou um ciclo com as canções “Para olvidarte de mí” e “Adiós” refletindo o sentimento de dizer adeus a um grande amor (no caso, banda x fãs) e volta com Siempre He Estado Aquí na mesma pegada (eu sempre estive aqui, eu nunca te esqueci, porque um amor tão grande não se vai…)
Afire Love(Ed Sheeran) No começo do ano, em meio a conflitos pessoais, Afire Love me abraçou com sua melodia, dizendo-me que tudo estava bem e me fez criar um conto em que eu pudesse expor meus sentimentos. E disso, nasceu “Fogo a queimar”.
Esta canção é sobre o falecido avô de Ed Sheeran que sofria do mal de Alzheimer. Sheeran terminou a canção no funeral de seu avô. Na letra, ele relata as consequências da doença, como o fato de ele não se lembrar do rosto do neto, mas também rememora os laços românticos entre ele e sua avó. Uma melodia triste que casa com uma linda homenagem.
Foi Melhor Assim(Br’oz) A música foi lançada em 2016, marcando o reencontro do Br’oz, mas me pegou algum tempo depois, ainda mais por conta de uma pegada pop rock. Pra quem viveu lá nos anos 2000, conhece bem o grupo cujo single principal é “Prometida” (Sim, sim, sim).
Em meio a tantas músicas de sofrência, “Foi melhor assim” dá um passo adiante. Depois do mal causado pelo término do relacionamento, a canção prefere seguir adiante, agradecer pelos momentos e seguir sua vida. Sim, existe vida após o amor (ou após o fim dele, pelo menos).
Take Me Home, Country Roads(John Denver) Lançada há quase 50 anos, a canção do oeste de Virgínia apareceu, pela primeira vez para mim no seriado “The Office”, num episódio em que Andy e Dwight duelam musicalmente pelo coração de Erin. Esta canção acaba tomando o posto de música country da minha playlist.
Apesar de escreverem a canção, Denver e os escritores Bill e Taffy Danoff nunca estiveram em West Virginia.
Avant que L’ombre(Mylène Farmer) Mylène é uma das poucas artistas francesas que eu escuto há algum tempo. Este ano, resolvi dar uma olhada em suas músicas e descobri essa, cuja melodia é maravilhosa.
A letra é mística. Retrata o medo da morte bem como seus últimos momentos de vida, versos que se ilustram com o clipe ao vivo em que mostra a artista subindo uma escada enquanto a banda faz a ponte da música. Ela termina no topo da escadaria, próximo ao que se pode chamar de “luz do fim do túnel” com um gesto de despedida ao seu público.
Tempo(Sandy) Quando Sandy lançou seu primeiro álbum Manuscrito, em 2010, “Tempo” já fazia parte do repertório. Se você lesse a música naquele tempo teria uma interpretação bem diferente.
E aí, o tempo passou, entramos em um período delicado em 2020 e ela retorna a música em seu trabalho “10:39”, com 3 músicas, finalizando com “Tempo”, nos dizendo: “Isso vai passar, também!”. O quão atual e importante uma música de mais de uma década se tornou, não é?
It’s All Her(Sergey Lazarev) Se você achou que música francesa seria a língua mais diferente que você veria nesse post, olha a música russa que eu trouxe pra você. Sim, eu sei, quase não trouxe pop dançante hoje, então vamos começar com essa música que foi sucesso em 2015 (provavelmente não aqui no Brasil).
The Call(Backstreet boys) No último dia do ano, conheço esta pérola dos Backstreet boys, uma música animada lá do início dos anos 2000.
Apesar de ser uma bem dançante, a letra trata de um cara que saiu com os amigos e lá conhece uma garota que quer passar a noite com ele. Então, ele faz uma ligação para sua namorada dizendo que irá demorar e pede pra que ela não o espere acordado. Para seu azar, uma amiga dela descobre e conta à namorada sobre a traição.
Boombayah(Blackpink) E aí a gente finaliza com um k-pop, representado por essas meninas que não são lá muito conhecidas…
É claro que tem mais músicas, mas só de comentar essas 14 já deu muito trabalho. Deixarei abaixo uma playlist para que vocês possam ouvir essas e outras músicas a meu gosto.
Aproveite também para deixar abaixo as músicas que mais tocaram vocês no ano de 2020.
Frente ao mar, sozinho, sigo sentado num banco já deteriorado pelo tempo, enquanto as ondas batem na areia, por conta do vento. Nem o céu nublado pode afastar as pessoas de caminharem de mãos dadas, enquanto as crianças correm, pulam e se divertem na areia, cavando buracos, se enterrando e construindo castelos.
Com um pouco de atenção, vejo os seus sorrisos. Eles seguem felizes aproveitando aquele clima gostoso. Eu poderia estar ali, curtindo como sempre, mas algo em mim me travou hoje. Só o que eu quero é sentir o vento bater em meu silêncio, enquanto tento criar outro final de uma história presa em minhas lembranças.
As risadas me dispersam. A menininha com a cara cheia de protetor solar e boias nos braços corre para o mar. Ela para, olha, coloca seu pezinho e volta correndo dizendo para sua mamãe que a água estava gelada. A mãe sorri e diz que está tudo bem. Seu pai a carrega nos ombros e a leva para o mar, com aquele jeito de herói, para mostrar a ela que não deve temer nada. E, então, joga um pouquinho de água em seus cabelos, fazendo-a gargalhar.
A onda se acalmava, mas não em meu coração. Sei lá, não sou de ficar assim, mas por alguma razão, hoje essa tristeza gritou dentro de mim. Olhar para aquelas pessoas aumentou meu sentimento de querer estar ali, no lugar deles, sentindo sua felicidade. Poderíamos ser apenas nós, com nossas crianças, para que eu não estivesse aqui desejando o que não pude ter.
Olho para trás quando alguém me chama. Era você, me perguntando o que eu estava fazendo. “Nada”, eu respondia. “Estava apenas em meus pensamentos”. Você sorri e nos encontramos com nossos amigos, para zoarmos um pouco pela cidade. Desde que decidimos sermos apenas amigos, contra nossa vontade, nunca mais tocamos no assunto.
Vejo o sorriso que você carrega, mas não me esqueço da lágrima daquela noite. Mesmo após meses num namoro escondido, éramos felizes, mas não livres. E por não poder amar alguém como eu e com receio de confrontar a quem dizia te amar, você me pediu pra te esquecer e eu, respeitando o que sentia por você, apenas te dei um “sim”.
E no último beijo, abraçados no mesmo banco, nos despedimos em silêncio.
Após nosso luto, decidimos cultivar nossa amizade. Nossos corações seguiram por outros rumos, mas ainda não encontramos ninguém que possa refazer nosso mundo. Hoje, seguimos em silêncio, sem saber o que o outro carrega, mas o que eu queria mesmo era gritar que, não importa quanto tempo passe, você será sempre a pessoa especial que meu coração guardará.
Já se passaram seis longos anos de nosso adeus e mesmo que eu não chore mais, é difícil esquecer. Talvez eu ainda não me permita abrir mão do final feliz que um dia, nesta praia, eu não pude ter.
Custando uma bagatela de apenas R$ 3.000,00 (dependendo da loja, você ainda consegue um descontinho), a Nintendo ainda venderá o par de Joy-cons (que no mercado cinza custava R$ 1000 e agora, oficialmente, vem por R$ 500 para menos) nas cores Azul e Vermelho Neon e Rosa e Verde (se dito rápidas essas palavras, fica parecendo “Roosevelt”), o Switch Pró-Controller (melhor e mais barato) e, claro, os jogos físicos que a galera estava esperando.
Oh, wait! Os jogos não?
Exatamente. Mesmo tendo vindo ao Brasil para deixar seus jogos digitais pela Nintendo Store há mais de 2 anos para faturar uma graninha dos tupiniquins, a Nintendo afirma que está dando pequenos passos em relação ao território brasileiro, como diz o diretor da Nintendo para América Latina Bill van Zyll, para o site The Enemy. Por isso, mesmo que os jogos digitais já estejam no Brasil, o mesmo não ocorrerá com os jogos físicos (pelo menos, no momento).
Certo, eu sei que eles vem para o Brasil, mas e os jogos?
Além do console e dos poucos acessórios, chega também ao Switch um novíssimo jogo do Mario. Mario Odyssey 2? Mario Galaxy 3? Claro que não! Para relembrarmos os velhos jogos do Mario, teremos a coletânea Super Mario™ 3D All-Stars, contendo os jogos Super Mario Galaxy, Super Mario 64 e Super Mario Sunshine.
A vontade de mexer com nossa Nostalgia é tão grande que a Nintendo traz os seus jogos sem mexer com remasterizações, trazendo os jogos com poucas melhorias (no caso do SM64 quase 0) para ter a certeza de que ela não estragaria nossos bons momentos que tivemos com o bigodudo na infância.
Mas por que isso agora?
Este ano, o Mario (nada de piadinha velha) comemora 35 anos. Por isso, a Nintendo vai trazer um grande material para o Nintendo Switch, como Super Mario 3D World, Mario Kart Live: Home Circuit, Game and Watch com Mario Bros. e Mario Bros. 2 e por aí vai…
Veja a direct só de Mario que rolou há algum tempo:
Além de Mario, outros jogos foram anunciados para Nintendo Switch e nós vamos citar alguns deles.
Hyrule Warrios: Age of Calamity
Você pediu tanto para o universo que te trouxesse logo a continuação de The Legend of Zelda – Breath of the Wild, mas pediu de qualquer jeito e a Nintendo resolveu te dar um Hyrule Warriors.
Calma! Primeiro que Hyrule Warriors é sim um excelente jogo (ok, minha opinião) e, mesmo que você não curta essa temática Musou (definido por ser um campo aberto com muitíssimos inimigos para serem enfrentados corpo-a-corpo, utilizando armas como espadas, lanças, correntes e machados), o jogo será canônico (faz parte da história oficial de Zelda), relembrando a guerra que ocorreu antes dos acontecimentos de Breath of the Wild. Uma escolha perfeita para contar esse tipo de história (afinal, é uma guerra) e você poderá jogar com, entre outros personagens, os campeões.
Lembrando que, mesmo que seja um Spin-off, vale a pena conferir o primeiro Hyrule Warriors, jogo pelo qual eu fiz uma análise no blog. Veja este post de 2017 e este, edição deluxe de 2020.
Monster Hunter Rise
Não um, mas dois Monster Hunters foram anunciados na direct recente. Vou destacar o Rise aqui. Monster Hunter é uma franquia que tem me cativado aos poucos. A jogabilidade travada e o excesso de informações é algo que MH peca quando se trata de jogadores novatos, o que me fez ficar confuso várias vezes. Só depois de jogar Monster Hunter World que o jogo ficou mais claro para mim, visto ser mais amigável com os novatos. Esse me chamou a atenção por ser bastante parecido com o MHW:
Não tenho dinheiro e agora?
Se você não tem dinheiro, mas assinou o Nintendo Switch On-line, vem umas surpresas também. Destaco aqui o belíssimo jogo do Donkey Kong Country 2, que também ganhou uma análise aqui neste blog.
E é isso, galera. Gostaram das muitas novidades? Comente aqui sua opinião.
Pra mim, o trecho mais bonito do filme “Marley e eu” que conta a história da amizade entre um cão e o homem. Além desse filme (e livro) recomendo “Sempre ao seu lado”, um filme mais triste, mas que passa uma mensagem mais forte.
“Um cachorro não precisa de carrões, de casas grandes ou roupas de marca. Um graveto está ótimo pra ele. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Dê seu coração pra ele e ele lhe dará o dele. De quantas pessoas você pode falar isso?! Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial?! Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?!” – John – Marley e Eu
Vindo de tão distante, Com paisagem tão estranha, Onde todo mundo dança, Mas ninguém encontra no mapa.
O costume aqui é tão louco, Mesmo com luzes tão brilhantes e coloridas Ouço uma canção ao fundo, Mas aqui no centro ninguém dança.
Nem um passinho curto E a pista ali largada O terno preto e a gravata estão intactos A baia do vestido não está amarrotada Tem sapato limpo pra todo canto E eu não vejo nenhuma mesa arrastada.
Que festa é essa que me convidaram, Ninguém nessa terra comum dança Eu não vim de tão longe, de uma terra estranha Pra ficar aqui parado.
Trago a batida O corpo não pode ficar parado Trago meus passos E meu par de pés há, pela manhã, de ficar cansado Trago o movimento Não me olhe como se eu estivesse errado Trago a batida Quero pegadas por todo os lados deste salão lotado.
É fácil continuar se regrando Só pra não ser zoado Por que você fica aí dosando Entre ser feliz e ser criticado?
Estou entrando numa terra em que ninguém faz nada diferente Como se o diferente fosse um crime hediondo Calma aí, meu bom ser humano Seu desejo está brilhando em seus olhos Então, venha, vamos cair na dança.
Trago a batida Danço como se fosse a última vez Trago a batida E o baile me acompanha Trago a batida O sol pode nascer, a hora não termina Trago a batida Felicidade define, felicidade contagia Trago a batida Até o DJ se anima Trago a batida Ou é a batida quem me traz? Trago a batida Para meu novo lar Trago a batida E aqui vou ficar
Pois, qualquer lugar que me deixe por minha felicidade em primeiro lugar Tem um lugar especial reservado dentro de mim.