Quem era ela

A casa nº 1 de Folgate Street é muito peculiar: com sua arquitetura minimalista, com poucos móveis e cômodos que ligam uns aos outros sem portas. Para morar nesse lugar, você não precisa de muita grana, mas é preciso responder a um questionário longo que deve estar de acordo com inúmeras cláusulas, que vão desde a organização do local até estudos do cotidiano do inquilino. A casa tem uma tecnologia incrível, que deixaria qualquer programador boquiaberto. Em “Quem era ela”, conhecemos a história de duas moradoras, em épocas diferentes, semelhantes em sua aparência física, mas distintas na personalidade: Emma e Jane.

O livro

Pra quem gosta de uma história de fácil compreensão, vai amar a escrita de “Quem era ela” – A leitura é fácil, os capítulos são curtos e a história não é maçante. O livro não é grande – com pouco mais de 300 páginas e possui uma linguagem atual (o que não se é de estranhar, já que foi publicado em março de 2017).

Foi minha última leitura do ano e confesso que me prendeu bastante – devorei tudo em 4 (quatro) dias.

O livro é um thriller psicológico (o primeiro que li do gênero) e te induz a acreditar em certos acontecimentos, como quem é o assassino ou porque uma casa tecnologicamente incrível possui tantas falhas.

Quem era o autor – JP Delaney

JP Delaney é o pseudônimo do escritor norte-americano Tony Strong que já publicou, sob outras identidades, diversas obras de ficção. Quem era ela é seu primeiro thriller psicológico. Pelo menos, assim me disse o Google.

Quem era Emma Mathews

Emma, a garota de antes, namorada de Simon, quer se mudar de seu apartamento depois de ter sido assaltada. Ela deseja morar em um local seguro, mas só encontram um lugar assim em Folgate Street. Simon reluta, pois acredita não conseguir viver em local com tantas restrições, mas acaba cedendo devido às maravilhas tecnológicas que ela oferece e, também, devido ao grande amor que sente por sua namorada.

Quem era Jane Cavendish

Anos mais tarde, uma jovem, muito parecida à Emma, porém sem namorados, perde sua filha Isabel antes mesmo do parto. Por conta disso, larga seu emprego de alta remuneração e começa a trabalhar numa instituição de caridades para natimortos ganhando apenas um salário mínimo. Por conta disso, precisa morar num local barato que condiga com sua nova situação financeira. Ela encontra isso em Folgate Street.

Quem era Edward Monkford

Monkford, um arquiteto minimalista, perdeu sua mulher e seu filho antes mesmo de terminar sua casa em Folgate Street. Após tentar recomeçar sua vida no Japão, ele retorna, destrói toda sua casa e a reconstrói como seus sentimentos: uma casa completamente vazia por dentro, ideia que funciona e ganha prêmios, fazendo-o se especializar no ramo – tornando-o o melhor arquiteto minimalista que existe.

Folgate Street

Para morar numa casa como essa, é sabido que o novo morador deve se encaixar em uma lista de restrições, provadas por meio de um questionário e aceitos após uma entrevista. Entretanto, não funciona assim. Monkford é conhecido por ser muito detalhista e severo, exige diversas características de seus moradores, mas aceita apenas mulheres (seu ponto fraco) morando naquela casa (algo não-declarado). Isso é provado em dois momentos no livro: Emma derruba café em seus projetos, durante a entrevista, mas ele continua calmo e a aceita (mesmo sabendo que ela vai morar com Simon). Já Jane, a entrevista tem um período extremamente curto.

Edward Monkford ou Christian Grey?

Após ler o último livro da saga “50 tons”, a última coisa que eu desejava era um livro como tal. Acabei indo ao encontro de Edward Monkford, que pouco difere de Christian Grey: Um cara bonito, extremamente rico, controlador, de hábitos minimamente trabalhados (como quando ele pergunta a Jane se seus temperos são organizados de forma alfabética ou data de validade), além de exigir que suas inquilinas tenham o mesmo hábito de organização. Dificilmente se irrita – sempre se mostra calmo, com palavras bonitas, prontas para seduzir seu alvo (ou seja, mulheres bonitas), mas quando não correspondem aos seus agrados (e isso vale pra qualquer personagem), irrita-se de forma exagerada e desnecessária.

Falando em mulheres, vemos novamente características semelhantes às de Grey – Todas as mulheres que ele se relacionava tinha o mesmo padrão físico. Ele possui um relatório sobre elas (alimentação, exercícios físicos, o que pesquisam na internet) e as controlas de forma que muitas vezes as fazem acreditar que elas é que estão erradas.

Também há conteúdo implícito de sadomasoquismo (na história de Emma).

Nota: a partir daqui, começam os spoilers

Vamos conversar um pouco sobre Emma

Emma é apresentada ao público como a coitadinha que foi assaltada e estuprada por Deon Nelson, que já foi condenado algumas vezes por roubo a residências. Por conta disso, ela começa a se tratar com a psicóloga Carol Younson para se aliviar do trauma. Infelizmente, há muita coisa por trás e Emma vai se revelando mais vilã do que heroína – Com o caso seguinte adiante, percebemos que boa parte de sua história é falsa e isso vai tomando proporções tão grandes que sua confiança se perde.

No princípio, ela namora Simon, um cara louco por ela que só falta beijar o chão que ela pisa. Mesmo ficando um pouco furioso com a história do estupro, ele continua ao lado dela, mas ela decide terminar o relacionamento, após a confissão dele de que no dia do assalto, estava numa boate de Strip com seu amigo Saul, casado com a melhor amiga de Emma, alegando que há muito tempo o relacionamento não estava dando certo.

Após isso, Emma e Monkford iniciam um relacionamento, tido como algo breve e descompromissado por ele.

Vamos conversar um pouco sobre Jane

Apesar de Jane ser fisicamente parecida com Emma, sua personalidade é diferente: Ela se mostra mais ponderada com as coisas e não tem um estilo tão sofisticado quanto o de Emma. Mentalmente, ela é mais forte também, e, apesar de também ter um relacionamento com Edward, não se rende a todos os seus caprichos.

Jane tenta descobrir mais sobre a vida de Emma e é aí que o livro se mostra incrível: ele conta as duas histórias de forma simultânea, para que o leitor possa acompanhar o progresso das duas.

Jane se aproxima de vários conhecidos de Emma que, por alguma razão, se deram mal nas mãos de sua “gêmea” do passado (Saul perdeu o emprego, Simon a própria namorada, o Detetive Clark perdeu seu emprego, entre outros). Cada um tem uma história e um ponto de vista diferente sobre Emma, o que acaba confundindo a protagonista e também nós, pobres leitores.

Paralelamente a essas pesquisas, Jane também tem sua história: como o caso em que sua filha morreu no parto e ela vai atrás do hospital junto de sua amiga Tessa, além de seu caso com Monkford, mesmo desconfiando que ele possa ser o assassino tanto de Emma quanto de Elizabeth (sua primeira esposa).

Conclusão

Posso ter dado alguns spoilers sobre a trama, mas quero deixar algumas coisas registradas a respeito:

1º Ler um thriller psicológico é maravilhoso: quando você pensa que está desvendando algo, vem o livro e te joga uma história completamente diferente na cara.

2º Jane é uma protagonista que me encantou (ao contrário de Emma), por conta de sua personalidade forte e por bater de frente com Edward em algumas cenas (torci muito pros dois não ficarem juntos).

(Alerta de spoiler agressivo) Alguns pontos, como a morte da mulher e do filho de Edward tiveram um desfecho muito idiota. A impressão que eu tenho, é que o autor quis colocar o milionário como um homem correto, mesmo que todos os personagens tenham apontado indícios para o contrário. É como se todos os defeitos dele fossem apenas decoração do livro.

4º A falta de pontuação nos diálogos da parte de Emma foram algo que eu não entendi (sinceramente, não fez nenhuma diferença na história).

5º JP Delaney e E. L. James trocavam figurinhas

Se você tiver a oportunidade, leia-o. Você vai se surpreender com a história!
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Desembarque da plataforma 2017

Minha mala de rodinhas faz um barulho sofrível pela calçada. Os vizinhos olham. Minha velha mala já suja e rasgada me acompanha nesses últimos minutos. Coloco a chave no trinco, giro e abro o portão. Não vejo a hora de me jogar na cama e dormir.

Mas, antes, desfaço a mala. Deito-a no chão, abro seu zíper e tiro de lá todas as roupas sujas e amarrotadas. Essas vão para o cesto, com certeza. Entre elas, alguns itens que trouxe da viagem. Tem lembranças de todo mundo que encontrei pelo caminho. Então, a fim de recordá-las, tiro uma a uma.

A viagem foi tão incrível, que parece que havia partido ontem. Antes de viajar, me arrisquei no cozinha para fazer um lanchinho da viagem longa que se seguiria. No meu ipod, já coloco a música da minha banda favorita que tive a oportunidade de ver tocar nos bares e nas hamburguerias, com tantos outros amigos. “Meu mundo vai girar, eu sei”, era ouvido pelas paredes, enquanto meus pés deslizavam pelo chão.

É chegada a hora. Antes de subir a bordo, dou uma última olhada no roteiro. A prima que nasceu em janeiro, aquele tio que há tempos eu não via, em seu aconchegante chalé. “As águas desse parque são uma boa ideia contra esse calor”, pensei ao ver uma deliciosa piscina.

E eu ainda nem comecei a desembrulhar meus presentes nerds da mala. Uma guitarra, alguns livros e videogames na mala. Aquele evento de games parecia um sonho e, quando entrei naquele mundo mágico de Harry Potter e vi tantos potterheads juntos, a alegria era tanta que não cabia. A minha companheira de sempre estava lá, a minha grande amiga, também da Corvinal, que não precisou me ensinar que é Leviosa e não Leviosá.

Também há uma quantidade considerável de areia em meus pés: aquela praia do nordeste era divina e eu não sei o que faria sem companhia. Aquela mesma companhia que esteve comigo quando fui receber um pouco mais da palavra do Senhor em um de seus templos. Difícil contar nos dedos quantos amigos fiz ali.

E se eu não falei de todos os meus amigos, é que tinham tantos que nem sei se vão caber aqui. Saber que um dia eu viajei por tantas horas sozinho por conta de 4 braços abertos a me receber, é mais gratificante do que você imagina: poder entender que, não importa onde quer que eu vá, sempre há um lugar em que eu possa ficar.

Vou dar uma pausa por aqui. Essa mala é grande e é tanta lembrança pra desfazer, que fica difícil caber tudo por aqui.

Gratidão por mais um ano, gratidão em saber que logo logo, há outra viagem pra seguir.

The Voice Portugal (Season 1) Pt. 3

Vamos conferir os destaques do terceiro episódio:

#TeamPaulo
Cantando a música de Jamie Cullum, e com três cadeiras viradas, destacamos Rui Pereira

#TeamAnjos
Encantando dois dos quatros mentores com a música “Bleeding Love”, Vânia Osório

#TeamMia
A leveza da voz de Daniel Moreira fez os Anjos voarem. Como eles disseram, ele consegue uma voz que poucos conseguem. Apesar do elogio, o praiano preferiu ficar na equipe de Mia.

#TeamRui
Ricardo Martins me ganhou só pela música agitada. Nesse post, também nunca colocamos nenhuma música de artista português. Mas o cara também é bom, chamando a atenção do mentor Rui.

#TheBestofTheBests
Nesta categoria, apenas quem teve as 4 cadeiras viradas que podem participar. Neste episódio, apenas Bianca Adrião conseguiu tal feito. Vamos fazer uma observação: Apesar de ter sido ótima no vocal, um dos irmãos Anjo, cativado pelo incrível vocal, que apertou os botões de Mia e Rui, mas é nítido que todos curtiram. Apesar do gesto, a garota escolheu Paulo como seu mentor

#EscolhadeMúsica
A música que escolhi deste post foi de Leona Lewis, Bleeding Love

The Voice Portugal (Season 1) Pt. 2

E aí, pessoal!

No post sobre The Voice de hoje, iremos destacar alguns competidores do segundo episódio.

#TeamRui
Ana Rita Inácio arriscou uma música de Amy Winehouse e acertou. Teve duas cadeiras viradas. Apesar dos elogios tecidos pela mentora Mia, ela preferiu entrar na equipe de Rui

#TeamMia
Rui Sirgado, um cara humilde como é dito, consegue todas as cadeiras para si. O jovem suíço recebeu elogios quanto à sua voz e sua performance. Apesar de tantos elogios e algum apelo por parte de seu xará, ele preferiu Mia como mentora. A música escolhida é de Adam Lambert, que ganhou um toque mais roqueiro

#TeamAnjos
Escolher um só da equipe dos gêmeos neste episódio foi sacanagem. Tanto talento, que ficou difícil por um só. Por fim das contas, escolhi esse rapaz Bruno Francisco que cantou um sucesso da banda do senhor Bolacha Bono Vox (ou seria Biscoito?). O rapaz recebeu elogios como voz muito afinada e de possuir uma característica única

#TeamPaulo
Joana Oliveira foi a única que escolheu Paulo no episódio inteiro. Para sua sorte, a pequena garota tem um vozeirão que não condiz com seu tamanho. Elogiada como alguém que tem muita experiência, os candidatos ficaram impressionados com sua performance. A música, de Gnarls Barkley, não é fácil, mas ela, simplesmente, arrasou!

#TheBestofTheBest
Para esta categoria, selecionamos apenas um entre os que tiveram todas as cadeiras viradas. Neste episódio, tivemos 4 competidores, sendo 3 da equipe dos anjos. Carla Ribeiro recebe o destaque nesta categoria pela afinação, pelo tom que alcança e pela maravilhosa música

#EscolhaPessoal
Com tantos talentos, precisei destacar mais um que, na minha opinião, foi excelente em sua apresentação. Um não, duas! As irmãs, que também estão no time dos Anjos, surpreendeu com suas vozes semelhantes, fazendo os jurados acreditarem que eram só uma, até cantarem simultaneamente. Grande talento dessas mulheres

Ouvindo a canção
Finalizamos o post com uma das 13 músicas todas no episódio. Vamos deixar essa divertida que as irmãs cantaram, performada pelo no seriado Glee

Perdeu o primeiro episódio? Veja aqui:
The Voice Portugal (Season 1)

Anastasia (filme)

(Contém spoilers)

“E a canção de alguém foi no mês de dezembro…”

Intro
Anastasia é um filme de animação americano de 1997, em formato musical, produzido pela Fox Animation Studios e distribuído pela 20th Century Fox, dirigido pela Walt Disney Animation Studios. O filme conta a história da família russa Romanov, tendo como protagonista a jovem Anastasia.

O gatilho
No baile de comemoração dos 300 anos da Família Romanov, surge Rasputin acusando o Tsar Nicholas II de traí-lo (na verdade, um acusa o outro, mas tudo bem). Rasputin amaldiçoa toda a família em troca de sua alma. Entretanto, para seu desgosto, um dos membros da família consegue fugir com a ajuda de um garoto que trabalha na cozinha do castelo, junto de sua avó. Por não ter conseguido completar a maldição, Rasputin se vê no limbo, local entre os vivos e os mortos, portanto, sua missão passa a ser matar Anastasia para que possa descansar em paz, finalmente.

Um pouco do que se passa
Quando conseguiu escapar, Anastasia tinha apenas 8 anos. Ela passa a viver num orfanato, tendo perdido sua memória. Seu desejo é poder saber se ela realmente tem alguma família. Sua avó sempre viveu em Paris e, no dia da maldição, acabou escapando também. Seu desejo é encontrar sua neta. Ela oferece 10 milhões de rubles a quem encontrá-la, o que atrai muitos golpistas.

O ex-cozinheiro do castelo que a ajudou a fugir, Dimitri, se junta a Vladimir. Eles tentam encontrar uma moça parecida à Anastasia, para por às mãos no dinheiro. Quando veem a semelhança de Anya (que na verdade é Anastasia, porém sem memória) resolvem levá-la para sua avó em Paris com a promessa de que ela é sim a verdadeira alteza, algo que eles também não sabiam.

Filme pra criança?
Pode ser um pouco clichê isso que vou falar, mas se tirarmos todos os elementos malígnos do filme, com certeza vira um filme bonitinho para crianças, com princesa, música, uma bela história, etc.

O problema fica a cargo de Rasputin. Como ele não estava morto, o vilão sofre com alguns problemas bizarros: suas partes anatômicas saem de seu corpo, como mãos, olhos e boca, sua cabeça entra em seu corpo, mostrando ossos, e se ouve muito expressões como “vou matá-la”, “maldição”, “vender a alma”, além de elementos que remetem ao inferno.

Referência de outro filme
Anastasia, antes de encontrar sua avó, assiste à Cinderela em uma peça de teatro.

Encontro
A avó de Anastasia se recusa a encontrar mais alguma garota, depois de tantos anos desiludida, mas Dimitri é persistente (ele acaba descobrindo que Anastasia é a verdadeira princesa) e forja um encontro entre as duas. A avó e Anastasia conversam por um bom tempo, até que elas revelam dois itens que as duas mantinham em segredo: Um colar (que Anastasia usava com os dizeres “Juntas em Paris”) que abria uma caixinha de músicas, dada por sua avó. Por fim, Dimitri recusa o dinheiro e resolve partir.

Final
Final feliz e um pouco clichê. Pode assistir sem medo.

Como enfrentar Thor

A festa inclinou-se e balançou, fazendo com que todos cambaleassem, exceto Thor
e exceto Arthur, que olhava, tremendo, dentro dos olhos negros do Deus do Trovão.
Lentamente, inacreditavelmente, Arthur levantou o que pareciam ser seus pequenos
punhos magrelos.
― Vai encarar? ― disse ele.
― O que disse, seu inseto nanico? ― trovejou Thor.
― Eu perguntei ― repetiu Arthur, incapaz de manter a firmeza na voz ― se você
vai encarar? ― Moveu ridiculamente seus punhos.
Thor olhou para ele com total incredulidade. Então uma pequena nesga de fumaça
subiu, saindo de sua narina. Havia uma chama bem pequena lá dentro também.
Colocou as mãos no cinturão.
Encheu o peito, só para deixar bem claro que aquele era um homem cujo caminho
você só ousaria cruzar se estivesse acompanhado por uma boa equipe de Sherpas.
Desprendeu o cabo de seu martelo do cinturão. Segurou-o em suas mãos, deixando
à mostra a maciça marreta de ferro. Dessa forma eliminou qualquer dúvida eventual de que
estivesse apenas carregando um poste por aí.
― Se eu vou ― disse ele, sibilando como um rio correndo pelo alto-forno de uma
refinaria ― encarar?
― Sim ― disse Arthur, com a voz súbita e extraordinariamente forte e belicosa.
Sacudiu os punhos novamente, dessa vez com firmeza.
― Vamos resolver isso lá fora? ― rosnou para Thor.
― Tudo bem! ― tonitruou Thor, como um touro enfurecia (ou, na verdade, como
um Deus do Trovão enfurecido, o que bem mais impressionante), e saiu.
― Ótimo ― disse Arthur ―, ficamos livres dele. Slarty, nos tire daqui.

 

Retirado do livro “A vida, o Universo e Tudo Mais”, de Douglas Adams (3º livro da série “O mochileiro das galáxias”)

The Voice Portugal (Season 1)

Você já deve ter ouvido falar em The Voice, programa que faz sucesso em tantos países no mundo, incluindo o Brasil.

Mas, vocês já viram as audições dos outros países?

Eu tenho acompanhado algum tempo o The Voice de Portugal e é incrível o talento que se tem por lá. O programa começou em 2011.

A primeira temporada foi apresentada por Catarina Furtado e possuía os mentores:  Rui Reininho, Mia Rose, Anjos e Paulo Gonzo.

Confira os talentos do primeiro dia:

 

Os 10 jogos mais esperados de outubro

Viu o novo Age of Empires e ficou maluco? Quer conhecer a origem da saga Assassin’s Creed? Bateu a saudade de jogar Gran Turismo? Se apaixonou pela nova franquia de Fire Emblem? Evil Within é o melhor jogo de terror que existe?  Aguardando o novo Forza? O bigodudo mais famoso da nintendo faz falta? Confira esse vídeo. Só jogaço!

#5Músicas – Lista da semana

Esta semana temos 3 lançamentos e uma bem antiga. Vem…

1 – Shakira: Que me quedes tú
Não há muito tempo, Shakira lançou seu mais novo single. Entretanto, antes mesmo de ter dois filhos, ter namorado Piquet ou ter se tornado uma Loba, a dona da canção “Whenever Wherever” emplacava “Que me quedes tú” há quase 8 anos, alcançando quase 50 milhões de views. Na canção de amor, a personagem diz que pode acabar tudo: as canções, os sorrisos, os poemas, os filmes, os prazeres,… mas que me reste você…

2 – Foo fighters: The sky is a neighborhood
Com um tema mais político, a banda de Dave Ghrol lança “Concreto and Gold”. A música apresentada conta com coros e uma melodia mais calma. É o segundo single da banda e quase bate a marca de 10 milhões de views. Vale a pena conferir:

3 – BTS: DNA
Você pode até não curtir o som desses coreanos, mas tem que admitir que dança é o forte deles. A banda de k-pop lança seu mais novo disco “Love yourself” e está perto de alcançar 80 milhões de views com essa balada bem coreografada.

4 – Evanescence: Imperfection
Quando você pensa que está na hora da turnê do adeus, vem a Amy Lee e prepara um novo disco do Evanescence misturando novas músicas e antigas com nova roupagem. O novo CD Synthesis está quase pronto e a nova turnê também já foi anunciada.

5 – Modern Talking: Brother Louie
Em meio a três lançamentos de setembro, finalizamos a lista com essa música de 1986. Brother Louie tem uma pegada bem dançante (pra época), mas que não perde em nada para as músicas de hoje. Não é da minha época, mas, com certeza, é uma música que traz boas recordações pra alguns. Só uma nota: seria uma boa ver dançarinos no clipe.

Ela está de volta: Sakura CardCaptor

Quem curtiu animes no início dos anos 2000, vai se lembrar deste anime: Sakura CardCaptor passava nas manhãs da TV globinho.

Sakura é uma jovem estudante que, por acaso, encontrou várias cartas mágicas em sua casa. Infelizmente, elas se espalharam e Sakura recebeu a missão de juntar todas elas.

Agora, mais de uma década depois, o mangá está de volta com novas aventuras. Além destes, em janeiro, estreia o novo anime.

Veja a chamada:

Minha fonte: http://sakuraplanetscc.blogspot.com.br/

Avatar – A lenda de Aang (1-3)

Livro 1: Água
Capítulo 3: O templo de ar do sul

A empolgação de rever sua antiga morada e seus irmãos monges é grande para o nosso amigo Aang, mas Katara já logo o alerta que algo ruim poderia ter acontecido, visto que há uma lenda que a nação do fogo matou todos os dobradores de ar.

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Quem nunca zoou um amigo que estava dormindo?

Enquanto isso, do outro lado, Zhao é apresentado no mundo avatar sendo agora o novo comandante do pedaço de terra em que Zuko e seu tio Iroh aportam após, er.. digamos.. ter o navio quebrado devido a.. a.. como era a desculpa mesmo? Ah sim, uma incrível batida!

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Chamou pra um chá? Tio Iroh vira seu melhor amigo!

Após voar (e voar muito) no Bisão Voador Appa e passarem pela Cadeia de Montanhas Patola, Aang e seus amigos encontram o Templo do Ar do Sul. Aang está empolgadíssimo, mas Katara teme que ele se decepcione com o que encontrará por lá.

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“Vire à esquerda na Cadeia de Montanhas Patola e siga por mais 3km na avenida Templo do Ar do Sul” – Google, Voz feminina do

Zhao mostra os planos a Iroh e Zuko seus planos de conquistarem o reino da terra, o maior território dos 3 elementos que eles pensam em dominar, para tentar convencer Zuko a contar-lhe sobre o Avatar, que insiste em dizer que ainda não o encontrou, mas logo é desmascarado pela sua tripulação X-9.

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Parece que o RH vai ter um montão de visitas esta semana

Aang apresenta à Katara e Sokka o local em que viveu e o Jogo de Bola de Ar que adorava praticar, mas fica triste ao encontrar o local totalmente inóspito. Para animá-lo, Sokka diz que quer “bater uma bolinha” com ele.

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Aang 7 x 0 Sokka. Algum placar semelhante que você conheça? Lembre-se: eu disse semelhante, não igual!

Katara e seu irmão Sokka descobrem uma máscara da nação do fogo, mas ela prefere não lhe dizer nada para não entristecê-lo (“Sabe que não pode proteger ele pra sempre” – Sokka”).

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Aang relembra seu passado. Fala do Monge Gyatso, o maior dobrador de ar do mundo e tutor responsável pela aprendizagem de Aang. Nesse ponto, vemos um Aang questionador, que não lhe agradou muito quando descobriu que era o Avatar. Mas o monge tenta acalmá-lo.

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O maior aprendizado de nossas vidas, a gente nunca esquece, mesmo após 100 anos

O Monge Gyatso havia lhe dito que, quando fosse a hora de seu aluno, ele deveria ir até o Santuário do Templo do Ar para encontrar respostas. Então, os garotos abrem a porta e encontram…

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Voltando pra briga do fogo, Zhao diz para Zuko voltar para casa, pois agora é ele quem vai caçar o Avatar. Claro que Zuko não aceita a proposta e o desafio para o Agni Kai, um tradicional duelo de fogo em que o vencedor deve queimar o perdedor (quem desiste, coloca sua honra em xeque e quem não queima o perdedor também).

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O santuário, nada mais é, que o lugar onde todas as gerações de Avatar, em forma de estátua, se encontram.

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Além das estátuas, mas um membro acaba se juntando à equipe Avatar. Momo, um Lemuri que vive no Templo de Ar do Sul. Mas, o mais emocionante foi a disputa entre Aang e Sokka pra saber se ele seria o novo bichinho da equipe ou o novo jantar.

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Vocês já entenderam quem ganha

Agora fica a pergunta. Quem será que ganha o Agni Kai? Zuko pederá a chance de capturar o Avatar? E Aang? Descobrirá o que aconteceu com sua tribo? Descubra assistindo ao episódio completo.

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“Avise ao Senhor do Fogo imediatamente! O Avatar voltou”

 

 

10 músicas destacadas da semana

Ainda estou com um pouco de dúvidas de como deve se chamar essa série semanal, mas vamos lá. Confira 10 músicas que separei pra vocês esta semana:

1 – The Corrs: Only When I Sleep

2 – Supercombo: Campo de Força

3 – BTS: Love Yourself – Her Serendipity

4 – Tribalistas: Um só

5 – AP7: Primeiros Erros (Cover Capital Inicial)

6 – Muse: Time is Running Out

7 – Pitty: Lado de lá

8 – Queen: Bohemian Rhapsody

9 – Simon and Garfunkel – The sound of Silence

10 – Linkin Park: One More Light

“Quem se importa se mais uma luz se apagar em um céu de um milhão de estrelas”, não é mesmo? Bem, eu me importo…

Homenagem mundial ao Chester

Nesta quinta-feira, 7 de setembro, o Linkin Park publicou em sua conta do youtube um vídeo compilado de vários países homenageando o nosso ídolo Chester. Confira essa bela homenagem:

A música tocada no vídeo é One More Light, do último CD de mesmo nome.

“Quem se importa se mais uma luz se apagar? Bem, eu me importo”

A novela de meus sonhos

Com a cara toda coberta de protetor, usando um chapéu estranhamente grande pra me proteger do sol, sujando meus pés naquela areia quente, despreocupando minha mente com aquele cenário maravilhoso de imenso azul onde avisto aquele belo corpo bronzeado se banhando naquelas águas salgadas.

Silenciosamente, vou te amando em minha mente, imaginando nosso casamento e pensando em vários nomes para nossos três filhos, enquanto você passa caminhando com sua prancha. E você nem me olha, como das outras vezes.

O corpo quente e a cabeça mais ainda, vendo a mesma imagem de hoje cedo. Na TV, passa uma comédia romântica em que estamos eu e você. Eu ainda nem sei seu nome, nem se você é herói ou vilão, mas já tenho toda uma imagem perfeita construída, num drama muito bem detalhado com o velho final clichê.

Mas só depois que consigo pegar num sono é que te vejo em meus sonhos. Você me envolve em seus braços e meu mundo fica de cabeça pra baixo. Sinto sua respiração forte em meus pescoços antes de seus lábios poderem tocá-lo, pois não é a primeira vez que te vejo por aqui, nem a primeira vez que te desejo.

E quando acordo, só eu consigo sentir seu cheiro, só eu posso ver sua sombra se movendo pela janela ou seu reflexo me abraçando no espelho, só eu posso sentir sua pele tocando a minha, quando na verdade nem aqui algum dia você pudesse imaginar estar, pois só em meus sonhos que podemos estar juntos, enquanto acordado vivo num sonho eterno.

Hoje  estou novamente no mesmo pedaço de areia quente, esperando você aparecer no imenso azul com sua prancha prestes a surfar. Já ligo meus pensamentos no final do último capítulo para dar seguimento próximo. A trilha sonora começa a tocar enquanto me perco em nossa vida, mas você simplesmente não aparece e uma tela sem sinal fica vagando. Essa telenovela precisou ser interrompida para sempre, pois não poderia continuá-la sabendo que nunca mais te veria.

Mensagens Profundas do Dia (2)

Vou fazer algo um pouco diferente do que estou habituado no blog. Algumas mensagens para começar bem esta sexta-feira maravilhosa. Um abraço a todos!

Tigerland

Contado em primeira pessoa por Jim Paxton (Matthew Davis), o filme conta a história de jovens americanos que se alistaram para participar da Guerra do Vietnã. Paxton se alista no exército e lá registra tudo o que vê em seu diário para poder publicar um livro de uma história romantizada da guerra, tendo ele uma visão idealista e romântica, onde tudo acaba bem, com heróis derrotando vilões.

Paxton conhece Roland Bozz (Colin Farrell), um anti-herói que não tem medo de confrontar seus superiores para ser expulso da guerra (algo que já havia feito antes). Eles se tornam melhores amigos e dividem histórias com outros caras, como Cantwell (Tom Guiry), soldado agredido pelo Sargento Landers (Afemo Omilami), ganhando assim seu ticket de volta para casa e Miter (Clifton Collins), que, depois de fracassar em seu posto de pelotão-guia, sofre por distúrbios psicológicos, também retornando para sua casa.

A história se desenrola nos Estados Unidos, em 1971. Bozz encontra alguns obstáculos pelo caminho, como o Soldado Wilson (Shea Whigham) que quase o mata após uma briga no dormitório.

Tigerland é um campo de treinamento onde a tropa de recrutas são enviados para simular combate antes de embarcarem para a Guerra do Vietnã. Neste lugar, Bozz quase abandona a tropa (no qual ele e seu melhor amigo Paxton são líderes) para tentar fugir, mas o Soldado Johnson (Russell Richardson) o alcança e tenta convencê-lo a pelo menos levar Paxton, já que este se encontra ferido.

Aí fica a pergunta: Bozz volta para ajudar o amigo ou foge sozinho sem se importar com os momentos que passaram juntos?

Os pontos que mais me chamam a atenção são: O relacionamento entre Sargentos e Soldados – Mesmo que Bozz seja afrontoso e não se importe com suas consequências, os sargentos o respeitam suficientemente para deixá-lo como pelotão-guia após o fracasso de Miter, mas não o dão o que ele mais almeja: sua carta de “alforria”.

Os sargentos, em geral, são durões, mas você não terá mais ódio senão com o Sargento Landers, que não se importa de agredir fisicamente Cantwell, que não o dedura.

A amizade entre Paxton e Bozz também merece destaque. No início, eles se estranham um pouco. Bozz chega a comentar a seguinte frase: “Não vamos fazer amizade, Jim. Você pode morrer amanhã e eu vou sentir muito a sua falta” (versão dublada). Isso foi o que me fez ter certa ponta de raiva quando Bozz tentou fugir em Tigerland, deixando seu amigo ferido para trás. Com o desenrolar da trama, eles expõe suas opiniões sobre a guerra, tendo-as opostas entre si. Paxton enfatiza que não quer deixar a guerra, pois foi para isso que ele se alistou.

O final foi muito bom, infelizmente não posso contá-lo aqui. Mas reforça a ideia de que nem mesmo grandes amizades têm um final feliz. Se você puder ver o filme, assista a ele. Vale a pena conferir!

Todo nerd merece um cantinho para chamá-lo de seu

Habitación Virtual

Todo nerd necesita una habitación para llamarla de suya