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Avatar – A lenda de Aang (1-3)

Livro 1: Água
Capítulo 3: O templo de ar do sul

A empolgação de rever sua antiga morada e seus irmãos monges é grande para o nosso amigo Aang, mas Katara já logo o alerta que algo ruim poderia ter acontecido, visto que há uma lenda que a nação do fogo matou todos os dobradores de ar.

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Quem nunca zoou um amigo que estava dormindo?

Enquanto isso, do outro lado, Zhao é apresentado no mundo avatar sendo agora o novo comandante do pedaço de terra em que Zuko e seu tio Iroh aportam após, er.. digamos.. ter o navio quebrado devido a.. a.. como era a desculpa mesmo? Ah sim, uma incrível batida!

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Chamou pra um chá? Tio Iroh vira seu melhor amigo!

Após voar (e voar muito) no Bisão Voador Appa e passarem pela Cadeia de Montanhas Patola, Aang e seus amigos encontram o Templo do Ar do Sul. Aang está empolgadíssimo, mas Katara teme que ele se decepcione com o que encontrará por lá.

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“Vire à esquerda na Cadeia de Montanhas Patola e siga por mais 3km na avenida Templo do Ar do Sul” – Google, Voz feminina do

Zhao mostra os planos a Iroh e Zuko seus planos de conquistarem o reino da terra, o maior território dos 3 elementos que eles pensam em dominar, para tentar convencer Zuko a contar-lhe sobre o Avatar, que insiste em dizer que ainda não o encontrou, mas logo é desmascarado pela sua tripulação X-9.

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Parece que o RH vai ter um montão de visitas esta semana

Aang apresenta à Katara e Sokka o local em que viveu e o Jogo de Bola de Ar que adorava praticar, mas fica triste ao encontrar o local totalmente inóspito. Para animá-lo, Sokka diz que quer “bater uma bolinha” com ele.

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Aang 7 x 0 Sokka. Algum placar semelhante que você conheça? Lembre-se: eu disse semelhante, não igual!

Katara e seu irmão Sokka descobrem uma máscara da nação do fogo, mas ela prefere não lhe dizer nada para não entristecê-lo (“Sabe que não pode proteger ele pra sempre” – Sokka”).

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Aang relembra seu passado. Fala do Monge Gyatso, o maior dobrador de ar do mundo e tutor responsável pela aprendizagem de Aang. Nesse ponto, vemos um Aang questionador, que não lhe agradou muito quando descobriu que era o Avatar. Mas o monge tenta acalmá-lo.

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O maior aprendizado de nossas vidas, a gente nunca esquece, mesmo após 100 anos

O Monge Gyatso havia lhe dito que, quando fosse a hora de seu aluno, ele deveria ir até o Santuário do Templo do Ar para encontrar respostas. Então, os garotos abrem a porta e encontram…

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Voltando pra briga do fogo, Zhao diz para Zuko voltar para casa, pois agora é ele quem vai caçar o Avatar. Claro que Zuko não aceita a proposta e o desafio para o Agni Kai, um tradicional duelo de fogo em que o vencedor deve queimar o perdedor (quem desiste, coloca sua honra em xeque e quem não queima o perdedor também).

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O santuário, nada mais é, que o lugar onde todas as gerações de Avatar, em forma de estátua, se encontram.

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Além das estátuas, mas um membro acaba se juntando à equipe Avatar. Momo, um Lemuri que vive no Templo de Ar do Sul. Mas, o mais emocionante foi a disputa entre Aang e Sokka pra saber se ele seria o novo bichinho da equipe ou o novo jantar.

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Vocês já entenderam quem ganha

Agora fica a pergunta. Quem será que ganha o Agni Kai? Zuko pederá a chance de capturar o Avatar? E Aang? Descobrirá o que aconteceu com sua tribo? Descubra assistindo ao episódio completo.

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“Avise ao Senhor do Fogo imediatamente! O Avatar voltou”

 

 

Tigerland

Contado em primeira pessoa por Jim Paxton (Matthew Davis), o filme conta a história de jovens americanos que se alistaram para participar da Guerra do Vietnã. Paxton se alista no exército e lá registra tudo o que vê em seu diário para poder publicar um livro de uma história romantizada da guerra, tendo ele uma visão idealista e romântica, onde tudo acaba bem, com heróis derrotando vilões.

Paxton conhece Roland Bozz (Colin Farrell), um anti-herói que não tem medo de confrontar seus superiores para ser expulso da guerra (algo que já havia feito antes). Eles se tornam melhores amigos e dividem histórias com outros caras, como Cantwell (Tom Guiry), soldado agredido pelo Sargento Landers (Afemo Omilami), ganhando assim seu ticket de volta para casa e Miter (Clifton Collins), que, depois de fracassar em seu posto de pelotão-guia, sofre por distúrbios psicológicos, também retornando para sua casa.

A história se desenrola nos Estados Unidos, em 1971. Bozz encontra alguns obstáculos pelo caminho, como o Soldado Wilson (Shea Whigham) que quase o mata após uma briga no dormitório.

Tigerland é um campo de treinamento onde a tropa de recrutas são enviados para simular combate antes de embarcarem para a Guerra do Vietnã. Neste lugar, Bozz quase abandona a tropa (no qual ele e seu melhor amigo Paxton são líderes) para tentar fugir, mas o Soldado Johnson (Russell Richardson) o alcança e tenta convencê-lo a pelo menos levar Paxton, já que este se encontra ferido.

Aí fica a pergunta: Bozz volta para ajudar o amigo ou foge sozinho sem se importar com os momentos que passaram juntos?

Os pontos que mais me chamam a atenção são: O relacionamento entre Sargentos e Soldados – Mesmo que Bozz seja afrontoso e não se importe com suas consequências, os sargentos o respeitam suficientemente para deixá-lo como pelotão-guia após o fracasso de Miter, mas não o dão o que ele mais almeja: sua carta de “alforria”.

Os sargentos, em geral, são durões, mas você não terá mais ódio senão com o Sargento Landers, que não se importa de agredir fisicamente Cantwell, que não o dedura.

A amizade entre Paxton e Bozz também merece destaque. No início, eles se estranham um pouco. Bozz chega a comentar a seguinte frase: “Não vamos fazer amizade, Jim. Você pode morrer amanhã e eu vou sentir muito a sua falta” (versão dublada). Isso foi o que me fez ter certa ponta de raiva quando Bozz tentou fugir em Tigerland, deixando seu amigo ferido para trás. Com o desenrolar da trama, eles expõe suas opiniões sobre a guerra, tendo-as opostas entre si. Paxton enfatiza que não quer deixar a guerra, pois foi para isso que ele se alistou.

O final foi muito bom, infelizmente não posso contá-lo aqui. Mas reforça a ideia de que nem mesmo grandes amizades têm um final feliz. Se você puder ver o filme, assista a ele. Vale a pena conferir!

Avatar – A lenda de Aang (1-2)

Livro 1: Água
Capítulo 2: A volta do Avatar

No episódio anterior, vimos que Katara e Aang foram para um navio da Nação do Fogo que estava na Tribo da Água do Sul há muito tempo. Quando foram investigá-lo, Aang ativou uma armadilha capaz de alarmar Zuko, guerreiro que está atrás do Avatar há muitos anos. O que acontecerá agora?

L1 E02 - A volta do Avatar.gif“Eu sabia, você está trazendo de volta esse sujeitinho que coloca feijão por cima do arroz”

Vamos começar dizendo que a ação de Aang não fui muito bem aceita pela Tribo da Água. Sokka é o primeiro a condená-lo, tem apoio de sua avó.

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Katara até tenta enfrentar a tribo, mas é claro que uma atitude como aquela não seria tão facilmente perdoada

Katara (e uma criança da tribo) são as únicas a defendê-lo, mas como elas são minoria, Aang decide partir para não causar discorda naquela tribo numerosamente tão pequena.

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Aang, só não diga a essa pobre criança que você só vai ali comprar uns cigarros

Entretanto, essa atitude do nosso jovem herói não impede o avanço da tripulação do fogo às terras gélidas do sul. Isso preocupa o Avatar e a Tropa (de crianças lideradas por Sokka) que armam uma imensa barricada de um metro e vinte e dois centímetros.

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Olá, meninas. No vídeo de hoje, eu vou ensinar a vocês como fazer uma maquiagem pra ficar bonita pra aquela luta que pode acabar com suas vidas
L1 E02 - A volta do Avatar_5.gifVocê é #TeamZuko ou #TeamSokka? Vote no seu favorito

Zuko chega chegando querendo botar ordem achando que manda em tudo. Então, Aang aparece esquiando num pinguim após Zuko receber um bumerangue direto na cabeça.

L1 E02 - A volta do Avatar_7.gifDepois dessas, eu entregava os betis e voltava pra casa sem gracinha…

Aang, vendo que a tribo da água pode sofrer danos com a batalha, se entrega fácil.

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Muito rápido

Enquanto Aang ataca a tribo da água com as mãos amarradas nas costas, Sokka surpreende Katara dizendo que quer ajudá-la a encontrá-lo. Eles recebem apoio da velha de sua avó que entregam um cobertor que não seria usado naquele episódio.

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Um espirro e adeus tripulação do fogo

Nosso resumo termina com esta cena:

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Será que Sokka e Katara conseguirão salvar Aang? Será que eles fugirão da tripulação do fogo? Não deixe de ver o capítulo!

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Avatar – A lenda de Aang (1-1)

Livro 1: Água
Capítulo 1: O garoto no iceberg

“Água, terra, fogo, ar.
A minha avó me contava histórias sobre os velhos tempos. Tempos de paz, quando havia equilíbrio entre as tribos da água, o reino da terra, a nação do fogo e os nômades do ar. Isso tudo mudou quando a nação do fogo atacou.

Só o avatar domina os 4 elementos. Só ele pode impedir o ataque impiedoso do fogo, mas quando o mundo mais precisa dele, ele desaparece.

Cem anos se passaram e a nação do fogo está perto de ganhar a guerra. Há dois anos, o meu pai liderou a minha tribo em uma viagem ao reino da terra para ajudar a combater a nação do fogo e me deixou junto com o meu irmão cuidando da nossa tribo.

Alguns acreditam que o avatar não renasceu entre os nômades do ar e que o ciclo foi quebrado, mas eu tenho esperança. Eu ainda acredito que de alguma forma o avatar vai voltar pra salvar o mundo.”

São com essas palavras de esperança, narradas por Katara, que somos introduzidos ao mundo de “Avatar – A lenda de Aang”, também conhecido como “O último dobrador de ar”.

O episódio começa com Sokka num barco com sua irmã Katara tentando pescar. Enquanto o irmão está concentrado, nos é revelado de que a irmã é dobrada de água, porém, não com muitas habilidades.

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Irritado (e ensopado), Sokka esbraveja sua irmã, diminuindo sua dobra de água (poder que permite controlar a água) e insinua que se tivesse tal poder, guardaria pra ele (algo bem comum entre pessoas que não suportam ver “alguém diferente”), além de chamá-la de esquisita.

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Após uma correnteza levar os dois até um enorme iceberg, Sokka lança comentários machistas à irmã deixando-a irritada. Isso a faz partir o iceberg e uma luz, no fundo do oceano revela um garoto e seu bisão voador, congelados por cem anos. A luz forte acaba chegando aos olhos do Príncipe Zuko, o primeiro vilão da história que somos apresentados, cujo seu único objetivo de vida é caçar o avatar (entendemos o motivo nos episódios posteriores).

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A viagem tem durado bastante tempo (dias, meses, anos? Não sei! O que é o tempo para quem busca o avatar até hoje) e ele sente um fio de esperança de finalmente poder capturá-lo. Zuko viaja com seu Tio Iroh, cujas as preocupações são apenas duas:

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Pai sho e chá calmante de jasmin ou caçar o avatar: o que é melhor?
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“Eu preciso te perguntar uma coisa”, “O que é?”, “Por favor, chegue mais perto”, “O que que é?”, “Quer andar de trenó com pinguim?”
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Então, somos introduzidos ao bisão voador, conhecido como Appa. Além disso, um espirro o faz tirar três metros do chão (Sério? Ele achou que fosse mais) revelando-o como um dobrador de ar (o que fazem os dois irmãos se assustarem, já que eles estão extintos).

Do outro lado, Tio Iroh tenta convencer seu sobrinho a abandonar a caça ao avatar, mesmo que ele esteja certo quanto ao seu retorno, já que tanto seu pai, quanto seu avô e bisavô fracassaram na missão. A resposta do príncipe é apenas uma: “A honra deles nao dependem da captura do Avatar. A minha sim!”

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Três gerações “derrotadas” pelo último garoto que dobrava ar. Seria Zuko o quarto?

Na sequência, Katara questiona Aang: Se ele é um dobrador de ar, provavelmente ele saberia do paradeiro do Avatar. O que teria acontecido com ele? Notamos na cena (ilustrada abaixo) que o garoto fica visivelmente constrangido.

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Seria Aang o novo avatar? Hum… Creio que não!

Então, Aang tem um devaneio, apresentando como ele foi capaz de se proteger durante cem anos: Entrando no estado avatar (explicado em episódios posteriores), englobando seu amigo bisão.

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O gif é longo (e pesado), portanto seja paciente

Só que o nosso amigo Aang, na verdade, havia sido levado para a Tribo do Sul da água. Katara o desperta (ele estava sem camisa) e repara na seta que vai de sua cabeça e passa pelas costas.

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Namore alguém que olhe pra você como a Katara olha para as setas de Aang

Então, Aang é apresentado para toda a Aldeia, mas todos ficam assustados com o único dobrador de ar que restou no mundo.

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Quer apresentar uma pessoa pro lugar que você vive? É só dizer: “Aang, esta é a Aldeia toda”

Aang apresenta um pouco da sua dobra de ar, o que impressiona as crianças. Daí, conhecemos um pouco da personalidade do dobrador: Divertido e desastrado

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“Fofinha, foi o que me disseram da neve”

Vamos voltar pro lado negro da força: Tio Iroh tenta ensinar melhor a dominação do fogo ao seu sobrinho, mas este é teimoso, acredita que o poder vem dos músculos (percebe-se que Zuko precisa usar a raiva pra poder disparar fogo) e que deve estar cada vez mais forte, mas o tio continua insistindo pacientemente e, quando não consegue convencer o garotão, se faz de louco e começa a comer seu pato assado.

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Afinal, por que o jeito “bobo” de Aang irrita tanto Sokka, que tenta transformar em guerreiros as pequenas crianças da tribo? É fácil observar como as crianças se divertem com o garoto da seta, que leva a vida despretensiosamente. Entretanto, algo nos atinge como uma flecha: Sokka está apenas levando a sério uma guerra de cem anos que Aang jamais imaginou existir.

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Aposto que seu sangue ferveu quando você quis saber que guerra era essa e a única resposta que teve foi: “PINGUIM!”

Katara vai ter uma conversa com Aang, daquele jeito paciente dela e lhe pede para que ensine a ela a dobra de água. Katara, qual parte do “ele é um dobrador de AR que você ainda não entendeu? Claro que ele diz que não pode fazer tal feito, sugerindo que ambos fossem à Tribo da Água do Norte no Bisão Voador.

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E aí, somos levados à pior lembrança da tribo da água: o navio da nação do fogo. Katara hesita, mas Aang a leva para dentro do navio, já que uma dobradora de água deve superar seus medos (não só ela, como todos nós, meros mortais). O navio fez parte da primeira batalha da nação com a tribo. E é neste momento em que Aang fica sem chão: Katara deduz que ele ficou preso no iceberg por cem anos, já que ele não sabe nada da guerra.

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Aang descobre que sua musa “Gretchen” não é mais virgem

Pra piorar, ao tentarem sair do navio, uma armadilha é ativada lançando um fogo de artifício no céu, o que chama a atenção do raivoso Príncipe Zuko.

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Parece que o “carregamento” finalmente chegou…

E aí acaba o primeiro episódio. Será que Zuko vai atacar a Tribo da Água do Sul? É o que veremos no próximo episódio. Até lá!

Mais, por favor

Grande Baby! Esse aí é realmente um anjinho.

Da série: Família Dinossauro

Marrom marrom marrom

O que fazer quando sua mãe grita desesperadamente em um programa ao vivo, esperando que você perca um jogo infantil?

Notícias do dia – Resumo de terça

>> Tópico: Celebridades

Quem são os participantes de “A fazenda 5”?

A record bem que tentou, mas não conseguiu segurar o nome dos participantes de “A fazenda 5” até sua estreia. Entre os participantes, encontram-se Gretchen, Ângela Bismarchi e Vavá (Ex-Karametade). Quer saber o restante da lista? Confira aqui!

 

Lady GaGa and The Simpsons

Foi ao ar , dia 20, um episódio de The Simpsons em que Lady GaGa faz sua participação. GaGa dublou sua própria personagem e diz que nunca sentiu tão nervosa nem quando esteve diante de seu público. GaGa também afirmou que adora a série. Mais aqui!

 

Fátima Bernardes e seu piloto

Vai ao ar dia 31 o primeiro piloto do novo programa de Fátima Bernardes. Já estão gravando todos os quadros e entrevistas. Fonte? Aqui.

 

Claudia no CQC

Claudia Leitte participou do CQC e sentou lá… na cadeira de Marcelo Tas. Confira a notícia completa aqui!

 

Do you know Simon’s cat?

Simon’s Cat is an animated cartoon series by the British animator Simon Tofield featuring a hungry house cat who uses increasingly heavy-handed tactics to get its owner to feed it.

In January 2009, it was announced that Simon’s Cat would be published in book format. Canongate released the title on 1 October 2009 in the United Kingdom. It was later released in many other countries and additional titles in the series were subsequently published.

Additionally there is a Simon’s Cat cartoon strip in the Daily Mirror.

More details, click here.

Do you want to see more videos? See below:

 

 

 

 

And the first video is this:

 

More videos, visit the Official Site: In this link

Jornal do Futuro

Apresentado no Agora é Tarde, da Band, o Jornal do futuro mostra as notícias mais relevantes que serão mostradas daqui a alguns anos, baseados nos conhecimentos que temos de hoje e nas notícias atuais.

Comédia MTV – Patrícia Poeta

Adoro beijo na boca
Eu não sei assoviar
Nunca vi estrela cadente
Não cuido de plantas
Digito com um só dedo
E adoro beijo na boca

Continua…

A difícil lutra contra os psíquicos

Talvez este seja o ginásio mais assustador da primeira temporada de Pokémon, em Saffron, lá na época de Kanto (1ª geração).

Ash, Misty e Brock encontram uma menina estranha numa floresta em horário noturno. Ela faz Ash quase cair de um penhasco, mas lá está Bulbasaur para salvá-lo.

Aqui temos Jessie e James beijando o rosto de Ash, que dizem que ele ganhou um prêmio, mas na verdade é só uma emboscada pra roubarem o Pikachu, como sempre.

Imagino que aqui seja uma referência ao prédio da Equipe Rocket na cidade de Saffron

E, claro, tem a parte dos teleports também e eles acabam sendo salvos pela garotinha do início do episódio e tal.

Ok, deixando os mistérios de lado e o fato de um corredor anônimo pedir pra que eles ficarem longe do ginásio (se eles fizerem isso, não tem como ir pra liga pokémon, né, burrice?) e blá-blá-blá, Ash enfrenta a Sabrina, porque ele é teimoso.

Agora, o que eu não entendo é como eles foram logo parar em Saffron, sendo que ainda precisavam passar por um monte de lugar, ainda mais por Celadon (e ainda tinham que dar refresco para um cara com sede na fronteira).

A partida é entre Pikachu e Abra que, em teste, este deveria só ter o ataque de Teleport, mas o anime rouba pra Sabrina, fazendo com que Abra evolua no meio da partida, sendo que isso não existe (!!!) e faz com que o Ash perca.

Perdendo, Ash, Misty e Brock vão parar numa casa de bonecas e tudo de errado acontece.

Tá, mas como que o Ash vence?

Seguindo os conselhos do corredor estranho, os nossos heróis voltam pra Lavender e lá encontram os 3 únicos pokémon fantasmas da primeira geração: Gastly, Haunter e Gengar (que está ali por algum motivo, visto que precisava ser trocado com outro treinador para evoluir).

E aí, mais coisas estranhas acontecem, como o Ash dando uma de babaca.

Como o James, que pisa em falso, cai até o segundo andar, aí o pessoal lá de fora ouve os gritos de dentro da torre do terror…

Ou a Jessie que fica com uma linda maquiagem de Gastly.

Ou o Brock, queimado pelo Charmander.

Ou os fantasmas assistindo a programas de comédia. Pera… fantasmas assistindo aos programas de comédia?

A louça que sai voando por aí…

O cabelo chamuscado da Jessie.

E aí, quando finalmente o Ash conhece os fantasmas, descobre que, na verdades, eles só queriam brincar e fazer os outros rirem (o que não dá certo para o sem-graça do Ash)

E também tem a cena que a alma de Ash se separa do corpo.

No fim das contas, Ash consegue virar amigo dos fantasmas, que só eram crianças crescidas, e Haunter resolve ir com Ash.

Agora Ash vence da Sabrina, certo? Errado!

Primeiro que o Haunter abandona o pobre do Ash.

Com isso, Ash tem que arrumar outro jeito, mas os pokémon se recusam, ela transforma Misty e Brock em bonecos e aí eles são levados para a casa de bonecas da Sabrina, enquanto Ash é salvo pelo corredor estranho (de novo).

O estranho conta a história de Sabrina, que ela nem sempre foi malvado, mas que desde pequena ela já havia desenvolvido poderes paranormais, chegando a destruir a casa e blá blá blá. Pela história, todos entendemos que o corredor é, na verdade, o pai da Sabrina, certo? Não para o tonto do Ash, que acha que ele é um fotógrafo.

Ok, vamos ignorar a parte da Equipe Rocket e ir pra luta. Haunter finalmente volta, mas abandona Ash novamente. Com isso, Ash é obrigado a enviar Pikachu que, mesmo com medo, vai pra batalha. Mas o rato amarelo leva outra surra…

Inesperadamente, Haunter aparece, faz um monte de caretas, a Sabrina velha começa a rir, a Sabrina criança desaparece e Ash finalmente ganha a sua insígnia.

E Ash continua achando que o pai de Sabrina é o fotógrafo da família há muitos anos.

Liquidação maluca dos 10 minutos

O primeiro episódio de Os Feiticeiros de Waverly Place começa com Justin Russo duplicando um coelho enjaulado com o feitiço Edgebono utoosis. Mas dá errado, pois Justin pensa num cachorro ao conjurar o feitiço e seu coelho acaba latindo.

Alex Russo recebe uma mensagem dizendo que em alguns dias haverá a liquidação de 10 minutos, que é uma promoção maluca que uma loja de roupas faz e ela quer ir porque sua inimiga número 1, a Gigi, vai estar lá. Entretanto, seu pai não a deixa ir.

Tá, mas quem é Gigi? Gigi é uma patricinha que anda com 2 amigas que são mais parecidas com clones. Elas descem a escada com as suas amigas com curativos no nariz, enquanto Alex conversa com sua melhor amiga Harper.

— Quando sarar, eles serão iguais ao da Gigi.

— E quando o da Gigi vai sarar?

O que faz que Alex mude de ideia e resolva faltar ao compromisso de família é que Gigi diz que vai comprar a jaqueta que ela viu que Alex estava babando por ela. Então, o que a Alex faz? Edgebono utoosis.

— Quem não pode ir mesmo?

Ela vai, mas não conta com sua mãe indo ao evento, que tenta se enturmar com Harper. Porém, a melhor amiga faz de tudo pra ela sumir e manda ela comprar um tal de Tapuccino. O que é isso? Ninguém sabe!

Gigi já está colada na vitrine da loja quando Alex aparece.

—Eu não tô acreditando que trouxe a sua avó pra cá. Ela não vai te ajudar a achar primeiro.

—Ela não é a minha avó, achei ela num parquinho. Tá aqui só pra bloquear.

Harper continua na saga para tirar a mãe de Alex da jogada, mas ela está na luta para encontrar algo legal para sua filha.

—Só pode ser brincadeira! Eu só tenho 8 minutos pra achar alguma coisa pra Alex. O que acha que ela ia gostar?

—Que você fosse embora!

—O quê?

— É do seu tamanho. Vá experimentar!

Do outro lado da série, a varinha de Max chega e ele a usa no clone de Alex na função marionete. Então, a Alex de verdade se estapeia, imita galinha, roda que nem um pião e etc. Nessa confusão toda, Alex é pega pelos pais.

—Bate na cara, bate na cara, bate na cara!

—Por que que você está se batendo?

—Eu não sei.

— Ah, eu já sei o que você tá fazendo. A gente tá perto da jaqueta e você tá tentando me distrair.

—Ah! Você tá se batendo? Que baixa autoestima, hein?

— Gostei!

— É! Eu pensei e falei. Legal, né?

No final, alguém molha Gigi, que acham que ela fez xixi nas calças, Max leva bronca e Alex fica de castigo.

— Atenção, pessoal! Atenção, pessoal! O nome verdadeiro da Gigi é Gertrudes, hahahaha. Agora eu posso ir presa!

— A cada ano essa liquidação fica cada vez mais maluca.

Pokémon – A rota até o show para-normal

Se você conhece bem Kanto por todos os cantos, sabe que o próximo ginásio é o de grama, comando pela líder Erika, correto? Porém, o anime dá uma certa mudada nisso. Excluindo os episódios banidos, vamos seguir e fazer um comparativo com o jogo.

Após vencer Lt. Surge, Ash e os outros vão para o navio Saint Anne, que logo afunda. No jogo, a ordem é diferente e, depois disso, você pode seguir para a Diglett’s Cave e seguir todo o caminho de Pewter até Cerulean antes de seguir viagem para a Rock Tunnel. Daí, vamos para Lavender.

Pokémon sem flash? Vai passar raiva aqui, hein?

Após saírem do navio, os nossos heróis e nossos vilões que vivem decolando na viagem da luz vão parar em uma ilha de pokémon gigantes, que na verdade, se revela um grande parque que seria inaugurado se não fosse a travessura dos pokémon. Nesse episódio, mestres e monstros se separam e temos uma história de pokémon vivendo livremente.

Curiosidade: se poucos pokémon se separaram do time, por que eles não usaram os outros monstros que eles tinham, como Pidgeotto, para ajudá-los? A resposta é muito simples: porque aí não teria episódio, né?

Depois eles vão parar numa ilha com muitos tentacools e tentacruels, mas esse episódio a gente só vai passar mesmo. Nesse episódio, eles encontram um horsea todo machucado pelos pokémon de tentáculos gigantes. Misty o captura para ajudá-lo. No jogo, essa parte, simplesmente, não existe.

Antes de chegarmos em Lavender, conhecemos Gastly no pico da donzela. Eles aportam numa ilha onde está tendo o festival do fim de verão. Lá, Brock vê uma garota ao longe e logo é pisoteado por uma multidão.

Sim, Brock está sob a fumaça.

Como Brock está muito apaixonado, uma velha senhora chega só para dizer pra ele tomar cuidado. E isso também se refere a James, que não fica tão apaixonado como Brock (só no início mesmo, depois ele supera).

Gente, sério, eu tô preocupado com o Brock. Ele tá apaixonado por uma pedra!

A história é que a garota está esperando que seu amor, que saiu em uma viagem, volte para ela. Ela se petrificou ao esperá-lo nesse pico por dois mil anos. E aí, pra não ficar só, ela fica por aí encantando os homens que visitam sua pedra.

Sou James, da Equipe Rocket.

E aí, a nossa fantasminha camarada atrai os dois e se revela um gastly. Eles tentam lutar contra, mas ele só é derrotado quando a luz do sol aparece, o que é uma mentira gigante, visto que bufaram demais esse gastly, onde ele pode derrotar qualquer pokémon usando uns truques muito nada a ver. No jogo, todo mundo sabe que gastly não é tão bom assim, visto que possui poucos ataques fantasmas, como Night Shade.

No episódio mais triste da primeira temporada (ou o segundo mais triste), nos despedimos de Butterfree. Bom, o Free não é à toa.

E pensar que no início da temporada ela era tão importante e, depois que ele capturou o trio de iniciais, ela foi completamente negligenciada. Decerto, o autor pensou: ah, ela tá inútil no time, vamos jogá-la fora. Ah, e claro, esse episódio só acontece no jogo se você libertar a sua Butterfree =). No início, a Butterfree de Ash é ignorada por todas as outras, incluindo uma rosa.

Fala sério, mas, essa deveria ser a verdadeira Butterfree Shiny.

A carinha triste de uma Butterfree que acabou de levar um fora. Igualzinho a você quando leva fora na balada. Segue o episódio dos nossos heróis tentando reanimá-la e fazê-la conseguir um par até a chegada da Equipe Rocket, que tenta roubar todas as manteiguinhas livres. Aí, claro. Quem salva as borboletinhas? Ela, claro, a Butterfree do Ash. Nessas horas nos perguntamos: por que os outros treinadores simplesmente ignoraram tal evento?

Virando o herói da garotada, finalmente, a nossa pequena Butterfree de ouro finalmente consegue o coração da borboletinha rosa.

E o final a gente já sabe, né? Aquele momento que cai a lágrima de nossos olhos.

Nos vemos na telinha da TV

O último tema que vimos (e muito) aqui no blog, foram os temas de TV. Aqui vimos animes, jornais, programas e um monte de episódios do pokémon. Até o momento, Ash está indo para a sua quarta insígnia, mas suas aventuras só continuarão no ano que vem. Pelo menos, ele se livrou de um naufrágio, o que é muito bom!

Vamos ver um pouco do que vimos este ano?

Santo Titanic em Pokémon

Hoje, nossos heróis ganharam um ticket para uma viagem luxuosa num navio. Porém, quem os deu foram uma dupla misteriosa que ninguém sabe quem são.

Nesse navio, há muitos treinadores pokémon. Então, há comida, batalhas e também é apresentado o sistema de trocas de pokémon.

Tem até um momento em que Ash enfrenta um cara todo na beca. Ele com Butterfree e o cara com um Raticate. Aí o que acontece: A Butterfree lá ganhando, o cara interrompe a batalha e diz que foi um empate.

Também vamos nos lembrar de que James compra um Magikarp pela bagatela de $300. No jogo, você compra por $500 na porta do Mt. Moon, no centro pokémon.

Como a Butterfree ganhou a batalha, o cara pede pro Ash trocar sua Butterfree com o Raticate dele, numa conversinha idiota de que amizade isso, amizade aquilo.

Tá. Aí a Equipe Rocket mostra sua verdadeira face, acontece uma batalha, o barco começa a afundar graças aos treinadores idiotas que perdem a mão e aí o bestão do Ash se arrepende, depois de um flashback nada emocionante, e pede a Butterfree de volta.

Resultado: os heróis afundam no barco com os outros bestões da Equipe Rocket. Aí, a Jenny faz um discurso todo bonito como se os caras tivessem batido as botas.

Mas, como o anime não poderia acabar no episódio 16, eles seguem vivos. Então, os herois e a Equipe Rocket precisa se unir para saírem de lá.

Até porque não é boa ideia jogar um monte de pokémon no meio de um barco afundando.

Parece que a única sensata da equipe é a Misty, que entende que é preciso unir forças pra salvar suas vidas.

Mandar pokémon pra batalhar não pode, mas botar um ônix de 210kg num navio afundando, tudo bem, né?

Aí eles abrem um buraco no fundo do navio e saem amarrados num pokémon de água. Porém, a Equipe Rocket não tem nenhum pokémon de água, correto? Errado! James havia comprado um Magikarp que… bom, não serve pra nada.

Eles conseguem escapar? Conseguem, graças ao Pidgeotto de Ash. Porém, como Magikarp mostrou-se inútil, James o chuta, fazendo-o evoluir. E isso traz sérios problemas para os nossos heróis.

Agora, chega, né? Se você quiser saber outros detalhes, vá lá ver o episódio.