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Preparado para perder, Benzinho?

Após a captura de Squirtle, Ash vai atrás de sua terceira insígnia. Porém, antes de chegar a Vermilion, algumas coisas acontecem.

Perdidos mais uma vez

Se você se lembra dos eventos em Pokémon Yellow, após ganhar Bulbasaur e Charmander de treinadores aleatórios e a insígnia de cascata de Misty, é preciso ir até o farol do Bill para seguir caminho. E é aqui que ele está!

Preparado para a liga?

Antes de chegarmos lá, Brock explica a Ash que é necessário possuir 6 pokémon e 8 insígnias. Ele e Misty debocham do nosso protagonista exatamente por suas insígnias terem sido presentes de ambos e também dos pokémon que não foram capturados, mas sim seguidos para ele.

O Krabby mixuruca

Para provar que é um ótimo treinador, Ash captura um Krabby na praia, apenas usando graveto e uma pokébola. Como ele já possui 6 pokémon, Krabby é transportado para o prof. Carvalho. Por conta disso, eles vão atrás de um telefone naquela ilha e tal. E, aí chegamos ao Farol do Bill.

Kabuto ou Bill?

Bill é um pesquisador pokémon que usa fantasia em suas pesquisas. Aí ele explica que há 150 pokémon (e contando), o que desespera Ash, pois ele só possui menos de 10 registrados.

O dragãozinho aparece

Com apenas 13 episódios e sendo uma criança dos anos 90 que ainda está descobrindo o mundo pokémon, é uma surpresa ver a primeira aparição de Dragonite, mesmo que seja só por silhueta. Bill é doido para pesquisá-lo, mas aí, aparece a Equipe Rocket (que sempre atrapalha) e acaba assustando o dragãozinho que vai embora para sempre (até ele aparecer como carteiro por aí).

E é hora do show elétrico

Finalmente, os três chegam a Vermilion. Claro que tem toda uma história antes, onde eles precisam comer, tomar banho, se recuperar e tal. Aí eles vão pro centro pokémon e descobrem que o líder do ginásio é difícil pra caramba. Ao contrário do jogo, que basta capturar um Dugtrio nível 29 que você já ganha dele.

Vamos pular direto para o ginásio

Lt. Surge, o terceiro líder, é um líder que adora chamar os outros de benzinho. Agora entendeu o título do post, né? Surge debocha do Pikachu de Ash, exatamente por este motivo:

O Raichu de Surge

Assim que o capturou, Surge jogou uma pedra do trovão no nosso querido rato elétrico. Mesmo com toda potência do rato-gigante-laranja-roqueiro, Pikachu vai a batalha, mas perde, obrigado Ash a recuar.

Pikachu é teimoso, porém dedicado. Mas, toda a força de vontade do amarelinho não é suficiente para uma vitória.

Evoluir ou não?

No leito do centro pokémon, Pikachu está irritado pela derrota. A enfermeira Joy mostra a Ash uma pedra do trovão e faz ele pensar se deve ou não evoluir seu pokémon, porém, não há volta. Ele passará a ser um Raichu eternamente.

O discurso de Pikachu

Pikachu dá uma aula para Ash, dizendo que quer se ‘vingar’ em nome de todos os Pikachus, por honra. Então, uma nova chama acende no coração de ambos e eles estão dispostos a lutar novamente. Agora, é preciso estratégia: o que um pokémon já evoluído por pedra tem de desvantagem?

Equipe Rocket do lado dos bonzinhos

A Equipe Rocket nesse episódio aparece disfarçada para torcer pelo Pikachu. Mas, Misty logo descobre.

A estratégia de Pikachu

Raichu não aprende nenhum ataque, por isso, sempre que puder, deixe pra evoluí-lo quando Pikachu aprender o último golpe útil, coisa que Surge não fez. Por conta disso, Pikachu ganha na agilidade e Ash garante sua terceira insígnia.

Squirtle fechando o time

Diferente do jogo, em que você só pega o Squirtle após enfrentar Lt. Surge, no anime, você o conhece numa baderna em uma cidade. Resumindo, ele faz parte de uma gangue.

Vamos começar dizendo que, mais uma vez, eles enfiam o pé na jaca.

Escuerou escuerou escuerou escuerou

Em clima de faroeste, Pikachu já manda um choque do trovão, mas eles fogem ao ouvir a sirene (que não é da ambulância, besta).

Era Jenny mesmo, uma das milhões de primas idênticas que possuem o mesmo nome.

Desafio: você consegue identificar qual é a Jenny que estamos nos referindo neste episódio?

Aí ela explica que uma galera mal caráter os abandonou e aí eles ficaram arruaçando por aí

Tá, vamos pular pra parte que eles raptam os nossos menininhos. Deixando de lado a informação importante de que os Squirtles se unem à equipe Rocket, nossas tartaruguinhas amarram as crianças a mando de Meowth (por favor, é pra ler Miau e não Meu-ti).

Depois de levar uma picadinha no bumbum, Pikachu está com o HP baixo e eles precisam de uma Super Poção. Aí Ash começa a chorar e Squirtle, emocionado, deixa-o ir. Mas, ele precisa voltar às 12h do dia seguinte para que o cabelo de Misty não fique púrpuro (isso que é ameaça). Corre, Ash!

Óbvio que acontecem uns contratempos, como Ash voar do nada ou uma galera ‘faroesteira’ ameaçá-lo com armas (isso pode?), mas ele consegue.

Só que o episódio não para por aí e aí a Equipe Rocket dá seu show (sem graça, como sempre) e o time Squirtle com o time Pikachu tem lá seu momento de ajuda mútua, como este:

E, no fim, vocês já sabem. Squirtle se une ao time de Ash. Claro que tem mais detalhes, mas isso eu deixo pra vocês verem quando assistirem.

Troca de corpos

Um pouco antes do nacional “Se eu fosse você”, estrelado por Toni Pires e Glória Ramos (oh, wait!), Lindsay Lohan e Jamie Lee Cutis já trocavam seus corpos lá em 2003 em Sexta-Feira Muito Louca depois de terem contato com um bolinho chinês dado pela dona de um restaurante safada que só queria ver o caos dominar aquela família que vivia brigando porque, aparentemente, uma não entendia a outra. 

Anna, que não tinha cara de banana, é a filha adolescente rebelde da mãe sempre-sem-tempo Tess, que era apaixonada por um cara chamado Ryan, um qualquer sem importância. 

Um belo dia elas trocam de corpo, e aí a senhora (senhora?) vai reviver sua vida estudantil, com as melhores amigas, o amor da jovem que a mãe é completamente contra e a briga com Stacey, uma antiga amiga, atual inimiga que a mãe não entende os motivos que levaram a isso (na verdade, nem a gente entende). 

Enquanto isso, a jovenzinha vira uma senhora (de novo essa piadinha?) vira uma psicóloga e só fica ouvindo. E aí ela entende o quanto a mãe é ocupada (será que entende mesmo)? 

Claro que tem os pontos máximos do filme, como a apresentação de rock e a festa de noivado. Nesses pontos, é onde finalmente mãe e filha tem sua compreensão máxima uma sobre a outra. E aí, nesse momento, elas voltam para seus corpos. 

Vale a pena?  

Ah, sei lá! Vai lá e assiste… 

Brincadeira, vale sim! 

O Charmander abandonado

Quando você está jogando Pokémon Yellow no seu velho gameboy, ao fim de uma rota próxima à cidade de Cerulean, você encontra um treinador que, educadamente, informa que tem um pokémon que não consegue evoluir, pois ele não se considera um bom treinador. Você, como bom samaritano (e de olho no seu futuro Charizard) aceita cuidar dele e o integra em sua equipe, certo? Certo.

Só que esse treinador bonzinho só existe nos jogos. No anime, a história é completamente diferente.

Indo para Vermilion, Ash, Misty, Brock e Pikachu, perdidos, como de costume, encontram um Charmander deitado em uma pedra.

Charmander, cansado, diz que está a espera de seu dono. Então, eles vão embora e partem para o Centro Pokémon mais próximo para se protegerem da chuva. Lá eles encontram seu treinador, que admite que o abandonou por conta da fraqueza da lagartinha.

Brock é o mais preocupado do trio, pois acredita que ele realmente foi abandonado, o que já percebemos que ele estava certo.

“Vai buscar! Aquele Charmander ainda está te esperando, vai buscá-lo agora!”

A gente pensando que ia rolar briga e a enfermeira Joy vai lá e aparta. Poxa!

E lá vão nossos heróis a fim de resgatá-lo.

Como Charmander está sob chuva e ataque de Spearows, ele acaba ficando muito fraco para poder se defender. Por sorte, nossos amigos o levam para a enfermaria para que Joy possa cuidar dele.

Ok! Tudo muito lindo, mas na manhã seguinte, Charmander vai atrás de seu antigo treinador. Orgulho? Vingança? Não sei, mas que ele vai atrás, ele vai.

Aí, a Equipe Rocket aparece (não estava fazendo falta) faltando 6 minutos para o episódio acabar para… cavar um buraco?

Os nossos heróis, com exceção de Pikachu, caem no buraco. Aí, eles sequestram o amarelinho usando roupas de borracha e os bobões, ao invés de usar outro pokémon, não! Ficam lá esperando um herói aparecer. Por sorte, ele aparece.

Demasiado poder provindo de um pokémon nível 10 (que só aprende um golpe de fogo – Ember) desperta o sentimento de retorno do treinador antigo que admite que só voltou por ver potencial no pequeno lagarto de fogo.

Charmander até fica balançado, mas prefere não ir com ele. No fim, ele e Pikachu o atacam. Charmander vai para o time dos nossos heróis.

Por fim, uma última curiosidade: Brock é o que mais preocupa e o que mais motiva Charmander a seguir lutando bravamente, além de convencer o pequeno pokémon de fogo o que seu antigo treinador é capaz de fazer. Então, por que ele foi com Ash e não com Brock. Protagonismo, talvez?

Atualização: Veja o episódio completo abaixo:

Pequeno Bulbinha

Bulbasaur, do tipo Planta/Veneno é o pokémon nº 1 da pokedéx. Um dos iniciais da região de Kanto, onde você pode escolhê-los nos jogos Red e Blue.

Ele não foi a primeira opção do nosso herói Ash, mas o capturou quando foi para a Vila Escondida, depois de enfrentar Misty no Ginásio de Cerulean, um pouco diferente da versão Yellow de pokémon, que você pega com Melanie na cidade de Cerulean, caso seu Pikachu esteja no nível 26 (acho).

No anime, eles começam perdidos, pra variar. E aí eles acham um Oddish. Ash e Misty brigam pra tentarem capturá-lo, mas aparece um bichinho que os impede de fazer tal coisa.

“Pesquisadores estão incertos se devem classificá-los como planta ou animal”… oi?

Ash até tenta capturá-lo, mas, por algum motivo, o inseto de Ash, que é mais forte do que pokémon planta, leva uma surra que deixa a própria borboleta de Ash de olhos vermelhos (e pelo branquinho).

Empolgados com a descoberta de novos pokémon, eles atravessam uma ponte toda lascada (muito confiável) que acaba caindo. O resultado, é uma cena traumatizante para qualquer criança dos anos 90/2000: Brock caindo de uma altura de uns 30 metros direto para o rio.

Nem cinco minutos de episódio e eu já estou achando tudo isso muito pesado. Tá louco.

Ok, vamos pular um pouco o episódio (após sabermos que Brock está são e salvo sem nenhum ferimento, visto que ele foi muito bem cuidado por uma garota bonita e… adivinhem o nome dela? Exatamente: Julisclene. Não, tô zoando, é a Melanie. A mesma que te dá um Bulbasaur no Pokémon Yellow).

Melanie tem uma espécie de Spa Pokémon, onde pokémon feridos podem se curar e descansar, comendo ervas medicinais, tomando café, almoço e ainda relaxando num pequeno riacho. Bulbasaur a ajuda.

Aqui temos Brock envergonhado, pois Misty desbobre que ele está gostando de Melanie. Mas, vamos combinar, ela realmente é uma garota bonita.

Não se enganem pela carinha bonitinha, ela é malvada e cruel, pois bota armadilhas pra todos os cantos para que treinadores malvados não saiam por aí capturando os pokémon feridos (ok, isso não faz dela uma má pessoa).

Agora vejam Staryu tomando banho:

Bulbasaur protege a vila da Equipe Rocket que tenta capturar todos os pokémon com um aspirador gigante.

Aí é aquela história: Bulbasaur ajuda Oddish e Ash ajuda Bulbasaur. Vendo todo o empenho de Ash, Bulbasaur, que odeia treinadores pokémon, cria uma certa estima pelo treinador e disse que gostaria de seguir viagem com ele desde que ele o derrotasse numa batalha pokémon.

Agora vamos à lógica: se Bulbasaur ganha de Butterfree, que é sua fraqueza, claro que perderia de um pokémon como Pikachu (lógica do anime).

E, aí, temos o final do episódio com mais um amiguinho para o Ash.

Ah, peraí, tem uma última coisinha.

“Eu dei um beijo nela sim, e daí?”. Pera, como assim Brock perdeu sua BV e isso nos passou despercebido?

A escola para golpes duros

Ash e seus amigos encontram um ginásio que não está licenciado após sua 10ª vitória (a de Ash, no caso). O treinador do ginásio já possui 98 vitórias.

AJ treina pokémon selvagens e desafia Ash para uma batalha (que só conta com apenas 2 pokémon, além de seu velho companheiro Pikachu).

Depois da surra que Sandshrew dá nos pokémon de Ash, eles vão lá conhecer os pokémon.

Não vou me estender muito no episódio, pois não gosto muito dele. Vou apenas resumir que AJ ganha sua 100ª vitória derrotando a Equipe Rocket

Sua próxima rota está no meio de névoas. Lá, eles encontram uma escola que treina crianças já para a Liga Pokémon, sem que elas saiam viajando por todo Kanto (sacou a piada?) – ou seja, tira toda a graça de um treinador pokémon (imagina um jogo de pokémon desse jeito).

Um dos alunos sofre com alunos mais velhos e eles estão a mando de uma garota, a Gisele, que não se importa de fazer os coleguinhas sofrerem (cadê os professores?)

Diferente dos garotos, que se apaixonam por ela, Misty vai atrás dela para dar-lhe uma lição. Mas antes, Misty desafia o garoto que sofre. Weepinbell leva uma surra de Starmie.

Gisele aparece e as duas batalham. Infelizmente, quem leva uma surra agora é Misty.

Gisele provoca Ash, que a desafia para uma batalha. E, aí, ele se vinga dela com seu Pikachu.

No final, a Equipe Rocket aparece, mas iremos ignorá-los.

Vou parar por aqui, pois o próximo episódio é o Ash pegando o Bulbasaur e esse episódio eu quero trazer com mais detalhes.

As sereias de Cerulean

Após ganhar sua primeira insígnia de forma “peculiar”, os nossos mestres pokémon favoritos entram na caverna da lua, também conhecido como Mt. Moon, e lá encontram um monte de Zubats atacando um cara qualquer. Aí o Ash, ao invés de ajudar, usa a pokédex.

Seimon, o cientista, está tentando entender porque tem tanta luz na caverna, enquanto nós tentamos entender porque traduziram “Paras” para parasitas.

Ok, a gente sabe que o problema é a Equipe Rocket, então vamos pular pra parte que eles encontram a pedra da lua (o cientista tá bem crente que os pokémon vieram do espaço, por isso o nome).

Pausa para o Pikachu dançando a macarena:

Segundo eles, as Clefairies rezam para a pedra da lua (Moon Stone)

Aí a Equipe Rocket aparece, eles lutam e a Equipe Rocket decola de novoooooo.

Depois que eles atravessam o Mt. Moon, eles vão em direção ao ginásio de Cerulean. Por algum motivo, Misty age muito estranho.

Infelizmente, está tendo uma multidão porque roubaram um gigantesco aspirador e uma mangueira. E aí, a Oficial Jenny (uma das muitas do desenho) aparece e desconfia de Ash e Brock (acha que eles são criminosos só porque eles conheceram a Jenny de Viridian).

Brock arruma uma desculpa qualquer e deixa Ash sozinho, que vai atrás do ginásio e se depara com as três espiãs demais.

Ok, eu não falei sério. Mas são três garotas que usam o próprio ginásio para fazer apresentações.

As irmãs sensacionais são desafiadas por Ash, mas elas dizem que estão sem pokémon e dizem que vai dar a insígnia a Ash. Entretanto, uma quarta irmã sensacional (elas dizem que uma quarta sensacional não existe) o desafia para uma batalha de ginásio, batalha essa que Pikachu se recusa por gostar muito dela (o que deixaria a batalha muito mais fácil).

A batalha começa entre Butterfree e Staryu (este que vemos pela primeira vez no anime).

Butterfree tenta atordoar Staryu, mas ele fica mergulhando o tempo todo. Temos uma luta fraca sem muitos ataques expressivos. Até que, finalmente, Staryu acerta a pequena borboleta azul e, assim que ele cai na água, Ash o chama de volta (Misty faz o mesmo).

Entre Pidgeotto e Starmie, o pombo de Ash consegue uma vantagem, fazendo Starmie bater contra a parede, depois de um ataque de vento.

Aí a Equipe Rocket aparece, atrapalha a luta, eles precisam interromper e o Ash ganha a insígnia.

No fim do episódio, Brock retorna e os três continuam a jornada.

Pra você: Ash mereceu a insígnia?

Ash pega sua primeira insígnia

Ash está na floresta de Viridian a caminho de Pewter, quando encontra um Caterpie.

E ele consegue capturá-lo. Misty mostra que detesta insetos, por isso detesta o primeiro capturado do nosso herói.

Acho bonitinho que Caterpie conta a Pikachu que seu sonho é poder algum dia voar pelos céus (ou, pelo menos, é o que parece).

No dia seguinte, Ash captura um Pidgeotto.

Aí a Equipe Rocket, cita seu lema e informam que tem um novo objetivo de vida: roubar o Pikachu de Ash que, até o momento, era só um pokémon comum e sem graça.

E aí temos nossa primeira batalha pokémon: Ekans e Koffing contra Caterpie e Pidgeotto.

“Ekans, vai buscar o seu jantar”.

O brilho da luta fica por conta de Caterpie.

Que usa o tiro de estilingue mega power, visto que o efeito dele é só diminuir a velocidade do oponente, mas que o anime fez questão de roubar para o Ash porque ele é o protagonista. Mas, algo suficiente para fazer nossa pequena lagartinha evoluir.

E aí temos uma das lutas mais épicas do mundo pokémon.

Não essa, esta:

Dois metapodes cujo único poder é Harden, um ataque que aumenta a defesa do pokémon. Pikachu e Misty concordam com minha fala.

Mais cedo, Ash tinha tentando capturar um Weedle, mas como foi impedido pelo Samurai, o dono do Metapod, ele consegue fugir e a fofoqueira da larva de abelha conta pras outras Beedrills, o que nos permite ver nossos herois correndo para salvar suas vidas.

O Samurai protege os outros dois levando-os para a cabana dele. Aí tem uma discussão porque o Samurai acusa Ash de deixar Metapod ser sequestrado por uma Beedrill. O Samurai conta que derrotou os outros três treinadores não-preguiçosos de Pallet, mas que Ash era um treinador ruim.

Aí começa a missão de resgate do Metapod, mas a Equipe Rocket aparece, faz um barulhão e desperta as Beedrills, que ataca nosso querido trio de vilões.

Ash consegue resgatar Metapod e nos brinda com a linda cena da evolução.

Agora, com três grandes pokémon, Ash finalmente chega a Pewter e vai enfrentar o primeiro líder de ginásio de Kanto – Brock. Quem os guia é um anônimo vendedor de pedras. Ou melhor, souvenirs da cidade de Pewter, também conhecidos como pedras.

Então Ash chega e já vai desafiando Brock, como se fosse uma ida à padaria.

Brock já manda um gigantesco Onix, que assusta e, ao final, esmaga o pequeno rato amarelo. Ash desiste.

Vendo sua cara de derrotado, o vendedor de pedras tenta ajudá-lo, fortalecendo Pikachu.

Antes, o vendedor conta que Brock tem 10 irmãos e irmãs. Também conta que a mãe dele já é falecida, pois havia ficado triste que seu pai, um imprestável, largou a família para tentar ser um mestre pokémon.

O vendedor leva Ash e Pikachu para Usina Hidrelétrica para tentar fortalecer o trovão do nosso pokémon amarelo. E aí, o Ash vai lá carregar a bateria do seu pokémon.

Aí o Ash volta e temos mais uma luta, dessa vez 2 a 2. A primeira entre Geodude e Pidgeotto. Pidgeotto perde em menos de dois segundos.

E aí ele manda Pikachu que, por alguma razão, consegue eletrocutar um pokémon do tipo terrestre. Aí temos nosso amigo gigante de pedras surgindo novamente.

Pikachu, novamente com medo, tenta soltar raios por todos os lados, quase atingindo a todos. Onix o agarra e Pikachu manda um raio em Onix que o atinge (???). Onix, vendo que Pikachu está quase derrotado o solta, mas o raio de Pikachu causa danos ao circuito elétrico do ginásio,, ativando os irrigadores, enfraquecendo o pokémon de pedra, dando vantagem a Pikachu, que só não segue a luta porque os irmãos de Brock impedem Ash de continuar.

Aí Ash percebe que os irrigadores foram injustos e abandona a arena. Mesmo assim, Brock dá a insígnia a Ash e aí rola um discurso bonitinho e tals que a gente vai ignorar.

O vendedor de pedras aparece e manda Brock seguir os sonhos. Ele é o pai de Brock.

Por fim, Brock também segue viagem com Ash.

A jornada pokémon começa

Hoje iremos passear pela região de Kanto.

Ash é um garoto preguiçoso de Pallet (região de Kanto) que tem apenas 10 anos. Seu sonho é se tornar um mestre pokémon. Porém, como ele é um garoto que dorme demais, perde a hora e não consegue escolher nenhum dos iniciais (Bulbasaur, Charmander ou Squirtle).

Em sua jornada, ele tem um embate direto com seu grande rival, o Gary, que leva sua própria torcida feminina em seu carrão conversível (vamos voltar a dizer que ele também tem 10 anos).

Gary conseguiu seu inicial (não é revelado), enquanto Ash…

No início, Ash e Pikachu não se dão muito bem, então em suas primeiras tentativas de captura, ele precisa enfrentá-las sozinho, o que não lhe gera nenhum sucesso.

E depois de algumas tentativas, eles sofrem um ataque de Spearows.

Ainda no primeiro episódio, conhecemos Misty, uma treinadora de pokémons aquáticos.

Como Pikachu está muito machucado, Misty o obriga a ir a um Centro Pokémon, porém, como a pressa é grande, ele pega a bicicleta dela sem autorização e foge, mesmo após começar a cair a chuva.

Ash sofre um acidente, derrubando Pikachu e aí os Spearows vão pra cima dele. Ash tenta impedir, colocando-se à frente, mas Pikachu entende o poder da amizade e eletrocuta todo mundo. O episódio termina com Ash avistando um pássaro misterioso no céu.

Eles conseguem chegar à cidade de Viridian e aí somos apresentados a duas novas personagens – Jenny, que está em busca de uma galerinha do mal e Joy, a enfermeira do centro pokémon.

“Temos estacionamento, sabia?” – Essa é a primeira fala de Joy para a Oficial Jenny (e se Joy fosse presa, hein?)

Ok, sabemos que são Articuno, Zapdos e Moltres, os pássaros lendários. Mas, e o cachorro? Seria Arcanine?

Aí ele faz uma ligação para sua mãe e o professor Carvalho.

Então, conhecemos a famosa Equipe Rocket, que tenta roubar os pokémons do Centro Pokémon.

Mas é claro que eles são derrotados por um bando de Pikachus, liderados pelo Pikachu do Ash.

Ok, vamos deixar um pouco de episódios para os próximos posts.

Jornal da Hebe

Hebe, ao lado de Cynthia Benini, apresenta o Jornal da Hebe, notícias de verdade com uma boa dose de bom-humor:

Viagem ao Digimundo – 10 anos depois

Digimon digitais, digimon são campeões

Há 10 anos, junto a Tai e umas outras crianças, descobríamos o digimundo.

Sim! Há 10 anos conhecíamos Tai, Matt, Sora, Izzy, Mimi, Joe e o nosso favorito T.K., junto de seus digimons. O digimundo era um mundo digital onde habitavam criaturas arquivos de computador cuja a extensão era .mon. Por isso, os nomes: Agu.mon, Pyo.mon, Gabu.mon e etc.

Num verão nevoso, diferente do que acontece aqui no Brasil, diga-se de passagem, uma luz estranha surge. DigiVices aparecem e uma onda leva nossas crianças para um reino estranho e repleto de criaturas (já disse isso, não é mesmo?)

Essas criaturas nasceram para lutar, mas são meros bebezinhos. Por essa razão, as crianças logo se apaixonam por eles (quem não, né?) e aí, uma luz os digivolve e eles ficam mais aptos a lutar.

Obviamente, se eles evoluem, eles ficam mais fortes, correto? Dessa vez, sim! E essa não é a única evolução. Com o passar dos episódios, conhecemos novas histórias, com outros digimons bons e ruins. E, se há mais histórias e mais lutas, com certeza, eles crescem e se fortalecem cada vez mais, para proteger os digiescolhidos e, também, o mundo em que vivem.

E conhecer essa história em nossa infância nos emociona e deixa um cantinho quentinho em nossos corações apenas de nos lembrarmos de tudo o que assistimos. A primeira temporada emociona, nos diverte e nos deixa curioso para os próximos episódios.

Qual digimon você gostaria de ter?

Death Note – Primeira Impressão

Resolvo passar um fim de semana com um primo meu e ele me apresenta um anime: Death Note.

Death Note é a história de um estudante que encontra um caderno assassino – uma arma letal. Esse caderno é capaz de matar qualquer pessoa que tenha seu nome escrito nele, desde que se tenha em mente o rosto da pessoa quando o for escrever. Além disso, o caderno tem outras regras.

Com certeza, quem criou esse anime, o detalhou a tal ponto de deixar a história muito interessante. Afinal, de um lado está o assassino e de outro está o maior detetive do mundo e eles se atentam a cada mínimo detalhe para não deixar passar em branco as atitudes de seu inimigo.

Também é interessante que os dois trabalhem juntos, mas, enquanto o assassino não sabe o verdadeiro nome do detetive, o detetive não tem certeza de que ele é o assassino, apesar de sempre o acusar.

O assassino é Raito Yagami, conhecido por todos como Kira, enquanto o detetive é L. Ainda, na história, aparece um segundo Kira, que se passa de namorada de Raito, e um X-Kira (Mikami) que o trata como um Deus.

Raito (no ocidente, chamado de Light) se considera um “Deus dos novos tempos” e faz justiça com as próprias mãos, julgando que todos os assassinos, criminosos, entre outros, merecem morrer pelo mal que faz à sociedade.

Mas, como todos sabemos, o poder pode subir à mente, que é o que acontece com Raito, já que começa a matar todos que estão no seu caminho para “tornar o mundo melhor, sem criminalidade” como ele mesmo diz. E ele está certo neste ponto, já que a taxa de criminalidade no mundo diminui drasticamente.

O que me chamou a atenção neste desenho, a ponto de eu chegar a ver 27 episódios em um só dia (num total de 37), é o fato da lógica do desenho, da história e do conteúdo. Pode parecer estranho, de princípio, um desenho em que você chega a pensar: “Caramba, mas um caderno que mata as pessoas? Como que se tem roteiro para uma história dessas?”, e acreditem, não é pouca.

Vi todos os episódios e, admito, que gostei do final. Não cheguei a torcer pelo vilão-protagonista (se é que este termo existe), mas reconheço que se ele fosse pego tão prontamente (até antes do detetive, na verdade), a história ficaria completamente sem sentido. Além disso, muita coisa me surpreendeu, mas o final (que eu esperava) foi realmente válido e mostrou que o anime é bem satisfatório. Para aqueles que ficaram curiosos, vou pedir que o veja.

E, por fim, ainda assisti a dois filmes (que retratam quase que fielmente a história do anime, apesar da mudança de muitos personagens e alguns conteúdos, mas sem mudar o foco principal da história). O final não é o mesmo, mas vale a pena. Não cheguei a ver o terceiro filme, mas um dia eu chego lá.

Se vocês procurarem bem, tem um álbum do desenho perdido por aqui. E, pra finalizar, deixo um pequeno trailer do que é o desenho. O bichão feio que aparece no vídeo abaixo é um Shinigami, um “Deus da morte”.