Steven Universe e o Café da Manhã

We are the crystal gems, we’ll always save the day and if you think we can’t we always find a way.

Incentivado a assistir aos episódios de Steven Universe, resolvi fazer uma postagem sobre o episódio 4 da primeira temporada. Atenção: esta postagem não terá imagens do episódios, pois a HBO não permite que sejam feitas capturas de tela por algum motivo. O jeito vai ser achar o episódio em outro lugar (libera aí, HBO!)

Neste episódio, Steven dá muito valor ao café da manhã, assim como você, amiguinho de casa que acorda 11h da manhã e já vai direto pro almoço (não pode, tem que tomar o café como se fosse o rei e beber muita água também).

Como vocês sabem, o café-da-manhã dos gringos é meio que uma panqueca bem coberta de doces (chocolate, mel, entre outros), mas você não é de lá, então vá comer uma coisa mais saudável, como um pão com ovo, um iogurte que não tenha muitos corantes e conservantes, uma fruta e um suquinho de laranja. Repitam como: refrigerante e coxinha não fazem parte do café-da-manhã.

O problema do Steven é que as meninas estão sumidas (provavelmente em uma missão) e elas praticamente ignoram o nosso amiguinho da roupinha cor-de-rosa. Sim, estou falando de Garnet, Amethyst e Pearl. Aí a Pearl até entra num templo, onde ela estava em seu treinamento (ou só fazendo uma dança) onde Steven não poderia entrar porque é muito perigoso pra ele (e realmente é, tanto que ele sai descendo cachoeira abaixo onde entra na cova da Amethyst, que está cheio de lixo da Pearl (e ela reclama disso). Mas a panqueca continua intacta.

Diferente das outra, Amethyst fica louquinha correndo atrás do nosso nanico pra comer a panqueca, mas o Steven já decretou: ou todo mundo come junto ninguém come. É a lei! Café-da-manhã só com os amiguinhos!

Por conta de toda a aventura e confusão, o vilão nada mais é do que: sim, o panquecão. Será que eles conseguirão escapar dessa? Não perca, numa locadora mais próxima de você!

No final, eles acabam fazendo uma nova panqueca coberta de um monte de coisas e… não comem. Decidem por pedir uma pizza.

Ocarina of Time vem aí! De novo

Há muito tempo, existia um reino chamado Hyrule creado por divindades supremas.

Apenas três notas musicais. Esse foi o chamado para a chamar a todos os fãs de Zelda de volta à Kokiri, em busca de sua Navy para salvar Hyrule das forças terríveis do mal – Ganondorf.

Foi assim que, na direct de junho, nós, fãs de Zelda, fomos convocados. Ocarina of Time, depois de 26 anos de sua estreia (e 15 anos depois da versão lançada para 3DS) foi anunciado em sua versão remake para Nintendo Switch 2. Alguma surpresa nos aguarda?

Ao lado do “esmaga-pedras” (não estou falando do Chris Redfield, isso é outra franquia), Darúnia, o bam-bam-bam entre os Gorons, ou até mesmo aquele rei sapinho que fica meia hora se movendo para o lado numa cachoeira porque não consegue levantar a bunda pra se mover de forma digna (tô falando do Rei Zora) e da eguinha pocotó Epona (além de muitos outros personagens), Zeldo (o menino Link) vai por um fim ao reino do grande narigudo que viaja sete anos no poder só porque no presente ele não conseguiu nada!

Sim! Os gráficos estão lindos, mas muita gente ainda vai torcer o nariz simplesmente porque querem torcer o nariz por isso. Eu vou jogar, com toda a certeza (só preciso de grana pra passar o cartão e é isso kk).

Além do maravilhoso jogo, a dona Nintendo vai tentar nos empurrar o controle temático, o Switch 2 temático, os amiibos e uma linda ocarina. Queria? Queria! O que eu não queria mesmo era sair caçando as 100 skultullas de novo (e outras coisas que o jogo original possuía também).

Quer ver mais sobre o jogo? Dá uma olhada nesse vídeo do Aonuma:

Carrasca

O sorriso dourado, o abraço frequente, as palavras doces ou preocupadas, escondidos sob a face humilde e serena podem esconder mais do que se suspeita. A aparência é só o casco da máscara que esconde uma cara desprovida de disfarces. Oculta o que a pele nua não é capaz, mas não é ela que esconde o pensamento por trás.

Uma fagulha em mente é capaz de queimar quando o isqueiro acende naquele momento raro da perturbação. A guarda, quase todo tempo, alta não resiste ao imprescindível. Ela esquenta, pega fogo e maltrata o alvo que está vendo. Ela é ruim, mas vem encapsulada na desculpa vazia com uma dose de veneno.

E o veneno não o atinge no começo, pois é aplicado em doses minúsculas para contaminar de tempo em tempo.

Se o pato é límpido, a guarda é baixa, a pegada flutua, some e morre sem ser vigiada. O pensamento é confuso, transtornado e fácil se abala. A noite desce triste, enquanto a voz se cala.

Ali nas trincheiras, longe do olhar alheio, chame-se uma voz. Sussurrada. É preciso arrastar uma cadeira e se sentar tão próximo para poder escutar. Quase como um brado silencioso de quem passou pelo mesmo momento. É desabafo, é apelo, é o olhar triste de quem não soube fazer nada a despeito de tanta pressão.

E ali, a gente se abraça de um jeito metafórico. O fogo do lado de cá acende, em outro propósito. Só que já é tarde.

O que se clama pelo justo não é ouvido, é desprezado. A carrasca já afiou a lâmina e aguarda pelo momento certo. E ele vem taciturno e se invoca em forma de incêndio. A voz, antes não-ouvida, está pronta pra queimar. Ela vem pra se defender, mas o que ela quer é atacar.

E quando a defesa se externa, ela carece de escusas. Não há clemência, há explosão. A carrasca volta para sua forma humilde mascarada, se cobre de feridas que nunca lhe pertenceram e as exibe como se o corpo cicatrizado sempre tivesse sido o seu.

Golpe forjado de um ato parcialmente planejado.

Portanto, não acredite que poder e inteligência caminham lado a lado, pois um poder esperto, eleva, acrescenta, move e se partilha em um bem comum, mas dentro de uma carrasca, quando se envolve em mãos erradas, o poder trilha por um lado incomum. Ele corta como espada e humilha e desliga como se nada.

Alguns dias não são apenas vividos, são sobrevividos. Por isso, cuidado para não pisar o abismo e se manter caído nas trampas de quem só fingiu querer te ver de pé. E se há um lugar onde não cabemos, melhor nem insistir. Há de se seguir sem culpa, compreendendo o ontem e planejando o amanhã, pois a vida é sobre se reconstruir e ser melhor, longe de quem se faz vilã.

The Last Airbender – Relics

Talvez o pessoal que usa Kindle (ou lê livros de lá) não saiba, mas há alguns livros, histórias em quadrinhos – sendo mais específico, que estão na categoria “Free Comic Book Day”. Uma dessas HQs é uma pequena história de Avatar – The Last Airbender, que eu vou contar um pouco pra vocês.

Mas, antes, digamos:

A história está toda em inglês, então, quem não conhece muito da língua, vai ter alguma dificuldade. Agora, pra quem está aprendendo ou aprimorando o inglês, é uma boa, viu? Até porque é uma forma divertida de treinar (sério, galera, recomendo muito!)

Começamos com Katara, Sokka e Aang em uma pequena vila fazendo sua feirinha pra continuarem sua viagem, mas Katara está com um pouco de pressa, visto que já haviam passado tempo demais ali e eles precisavam encontrar a Tribo da Água do Norte, para que Aang possa aprender a dominar o elemento água.

Nota: Aqui percebemos que estamos no primeiro livro de Avatar (Água).

Só que o Aang encontra um breguetinho dos nômades do ar. Ele fica tão feliz que decide comprá-lo. Parece que tava bem baratinho. Aí o mercador diz que foi trocado por um viajante que parecia estar perdido e que vinha ali das montanhas.

Enquanto os irmãos dorme, Aang sai na surdina para as montanhas, pois acredita que ainda há algum dobrador de ar vivo. Ele está preocupado que eles possam acordar e impedir que Aang vá lá investigar a situação.

Aang fica maravilhado em poder encontrar as relíquias dos nômades do ar, o que o empolga e o faz acreditar ainda mais que exista algum outro carequinha por ali. Entretanto, aquilo era uma emboscada da nação do fogo.

Aí o Zhao conta uma historinha de captura de avatares e tal, porém, como Aang está “em casa” devido ao tanto de relíquias ali existente, ele consegue dar uma escapadinha (isso depois de um alguns quadrinhos que não irei contar aqui! Poxa, a HQ é grátis, vá lá conferir!)

Até poderia dizer que tudo, enfim, acaba bem, mas não é o que sente o coração do nosso querido ‘do vento’.