Soneto de fidelidade

Vinicius de Moraes

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Mais de 150 mortos

Lembra da moça da flor roxa?

Pois, bem! Na semana seguinte, ela chegou até a gente e mandou:

“Mais de 150 mortos”

Olhamos para ela assustados por um tempo, quando ela completou:

“No cemitério”

Interrogatives

  • who: quem
  • what: o que, qual
  • when: quando
  • where: onde

M. Complete the questions with who, what, when or where.
Example: Susan is playing the piano in the living room now.

  • — Who is playing the piano in the living room now?
  • — Susan is.
  • — What is Susan doing in the living room now?
  • — Susan is playing.
  • — What is Susan playing in the living room now?
  • — Susan is playing the piano.
  • — Where is Susan playing the piano now?
  • — Susan is playing in the living room.

1. Peter was at home last night.

  • — Where was Peter last night?
  • — Peter was at home.
  • — Who was at home last night?
  • — Peter was.
  • — When was Peter at home?
  • — Last night. (Nota: esta resposta corresponde à pergunta temporal)

2. Mother is cooking dinner in the kitchen now.

  • — What is mother doing?
  • — Mother is cooking.
  • — What is mother cooking?
  • — Mother is cooking dinner.
  • — Who is cooking dinner?
  • — Mother is.

O gatilho da explosão social

A sociedade hoje vive em um mundo cheio de tecnologia, com isso a cidade torna-se um lugar com mais oferta de emprego do que a zona rural e isso faz com que as pessoas desinteressadas que moram lá, não se mudem.

As pessoas rurais trabalham nas fazendas. Mas quando surge alguma oportunidade de emprego na cidade muitos resolvem não se mudar, diminuindo o êxodo rural e às vezes até falta trabalhadores, esse êxodo é maior quando não há oportunidade, também porque a concorrência para um emprego é menor.

Com o ritmo reduzido do êxodo, as cidades não ficam cheias e a população quase não cresce, muitas vezes até diminui e a população urbana até fica mais tranquila pois o “gatilho da explosão social”.

Para aumentar esse êxodo seria necessário aumentar o emprego nas zonas rurais. Assim, as pessoas desinteressadas mudariam mais para a cidade e ativaria o gatilho.

Nota: Texto que escrevi quando tinha 15 anos, para uma redação de escola. Hoje vejo como ele era ruim. Mesmo assim, resolvi mantê-lo inalterado.

Oração de São Francisco de Assis

Pedido de Paz e Harmonia

“Senhor,
Fazei de mim um instrumento de vossa Paz.
Onde houver Ódio, que eu leve o Amor,
Onde houver Ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver Discórdia, que eu leve a União.
Onde houver Dúvida, que eu leve a Fé.
Onde houver Erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver Desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver Tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver Trevas, que eu leve a Luz!

Ó Mestre,
fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.

Pois é dando, que se recebe.
Perdoando, que se é perdoado e
é morrendo, que se vive para a vida eterna!

Amém”

O amor é uma flor roxa

O professor de filosofia tinha acabado de sair. Na aula, ficava o questionamento:

— O que é o amor?

Talvez por conta da vergonha, ninguém ali soube responder. Ou melhor, quase ninguém, pois quando todos já haviam saído para o intervalo, eis que a maluca se vira pra mim a plenos pulmões.

— O que é o amor? O amor é uma flor roxa que bate no coração do trouxa.

Pitty – Chiaroscuro

Todos Estão Mudos

Já não ouço mais clamores
Nem sinal das frases de outrora
Os gritos são suprimidos
O corvo diz: “Nunca mais!”

Não parece haver mais motivo
Ou coragem pra botar a cara pra bater
Um silêncio assim pesado
Nos esmaga cada vez mais

Não espere, levante!
Sempre vale a pena bradar
É hora!
Alguém tem que falar

Alguém tem que falar

Há quem diga que isso é velho
Tanta gente sem fé num novo ar
Mas existe o bom combate
É não desistir sem tentar

Não espere, levante!
Sempre vale a pena bradar
É hora!
Alguém tem que falar.

Desconstruindo Amélia

Já é tarde, tudo está certo
Cada coisa posta em seu lugar
Filho dorme, ela arruma o uniforme
Tudo pronto pra quando despertar

O ensejo a fez tão prendada
Ela foi educada pra cuidar e servir
De costume, esquecia-se dela
Sempre a última a sair

Disfarça e segue em frente, todo dia, até cansar (uhu!)
E eis que de repente ela resolve então mudar
Vira a mesa, assume o jogo, faz questão de se cuidar (uhu!)
Nem serva, nem objeto, já não quer ser o outro, hoje ela é um também

A despeito de tanto mestrado
Ganha menos que o namorado e não entende o porquê
Tem talento de equilibrista
Ela é muita, se você quer saber

Hoje aos 30 é melhor que aos 18
Nem Balzac poderia prever
Depois do lar, do trabalho e dos filhos
Ainda vai pra night ferver

Disfarça e segue em frente, todo dia, até cansar (uhu!)
E eis que de repente ela resolve então mudar
Vira a mesa, assume o jogo, faz questão de se cuidar (uhu!)
Nem serva, nem objeto, já não quer ser o outro, hoje ela é um também

Uhu, uhu, uhu, uhu
Uhu, uhu, uhu

Disfarça e segue em frente
Disfarça e segue em frente, todo dia, até cansar (uhu!)
E eis que de repente ela resolve então mudar
Vira a mesa, assume o jogo, faz questão de se cuidar (uhu!)
Nem serva, nem objeto, já não quer ser o outro, hoje ela é um também (uhu!)

Simulado de Língua Portuguesa

Aí, galera
Luís Fernando Veríssimo

“Jogadores de futebol podem ser vítimas de estereotipação. Por exemplo, você pode imaginar um jogador de futebol dizendo “estereotipação”? E, no entanto, por que não?

— Aí, campeão. Uma palavrinha pra galera.
— Minha saudação aos aficionados do clube e aos demais esportistas, aqui presentes ou no recesso dos seus lares.
— Como é?
— Aí, galera.
— Quais são as instruções do técnico?
— Nosso treinador vaticinou que, com um trabalho de contenção coordenada, com energia otimizada, na zona de preparação, aumentam as probabilidades de, recuperado o esférico, concatenarmos um contragolpe agudo com parcimônia de meios e extrema objetividade, valendo-nos da desestruturação momentânea do sistema oposto, surpreendido pela reversão inesperada do fluxo da ação.
— Ahn?
— É pra dividir no meio e ir pra cima pra pegá eles sem calça.
— Certo. Você quer dizer mais alguma coisa?
— Posso dirigir uma mensagem de caráter sentimental, algo banal, talvez mesmo previsível e piegas, a uma pessoa à qual sou ligado por razões, inclusive, genéticas?
— Pode.
— Uma saudação para a minha genitora.
— Como é?
— Alô, mamãe!
— Estou vendo que você é um, um…
— Um jogador que confunde o entrevistador, pois não corresponde à expectativa de que o atleta seja um ser algo primitivo com dificuldade de expressão e assim sabota a estereotipação?
— Estereoquê?
— Um chato?
— Isso.”

1. A expressão “pegar eles sem calça” poderia ser substituída, sem comprometimento de sentido, em língua culta, formal, por:
a) pegá-los na mentira.
b) pegá-los desprevenidos.
c) pegá-los em flagrante.
d) pegá-los rapidamente.
e) pegá-los momentaneamente.

Resposta: b

2. O texto relata duas situações que fogem à expectativa do público. São elas:
a) A saudação do jogador aos fãs do clube, no início da entrevista, e a saudação final dirigida à sua mãe.
b) O desconhecimento, por parte do entrevistador, da palavra “estereotipação”, e a fala do jogador em “é pra dividir no meio e ir pra cima pra pegá eles sem calça.”
c) O uso da expressão “galera” por parte do entrevistador, e da expressão “progenitora”, por parte do jogador.
d) A linguagem muito formal do jogador, inadequada à situação da entrevista, e um jogador que fala com desenvoltura, de modo muito rebuscado.
e) O fato de os jogadores de futebol serem vítimas de estereotipação e o jogador entrevistado não corresponder ao estereótipo.

Resposta: d

3. O texto mostra uma situação em que a linguagem usada é inadequada ao contexto. Considerando as diferenças entre língua oral e língua escrita, assinale a opção que representa também uma inadequação da linguagem usada ao contexto:
a) “O carro bateu e capotou, mas num deu pra vê direito” – um pedestre que assistiu ao acidente comenta com o outro que vai passando.
b) “E aí, ô meu! Como vai essa força?” – um jovem que fala ao amigo.
c) “Só um instante, por favor. Eu gostaria de fazer uma observação.” – alguém comenta em uma reunião de trabalho.
d) “Venho manifestar meu interesse em candidatar-me ao cargo de Secretária Executiva desta conceituada empresa” – alguém que escreve uma carta candidatando-se a um emprego.
e) “Porque se a gente não resolve as coisas como tem que ser, a gente corre o risco de termos, num futuro próximo, muito pouca comida nos lares brasileiros.” – um professor universitário em um congresso internacional.

Resposta: a

4. “Mas que significam as palavras? Que significam na verdade as palavras? Que significa a palavra verdade, a palavra mentira ou a palavra amor?” A afirmativa incorreta em relação ao conceito de literatura é:
a) Literatura é linguagem carregada de significado.
b) No texto literário, as palavras possuem predominantemente o sentido denotativo.
c) Em literatura, cada palavra tem mil faces secretas sob a face neutra.
d) O texto literário é plurissignificativo, passível de várias interpretações.
e) A linguagem literária é predominantemente conotativa e metafórica.

Resposta: b

5. O soneto é uma das formas poéticas mais tradicionais e difundidas nas literaturas ocidentais e expressa, quase sempre, conteúdo:
a) dramático
b) satírico
c) lírico
d) épico
e) corístico

Resposta: c

6. Observe as orações:
I- Afogou-se num mar de tristezas.
II- Só existem pedras no meu caminho.
III- Não gosto de café muito doce.
IV- São doces as lembranças da infância querida.

Houve conotação:
a) apenas em III
b) em I e IV
c) apenas em II
d) em II, III e IV
e) em I, II e IV

Resposta: e

7. Leia os trechos abaixo e identifique a função da linguagem predominante em cada um:

I – Eu sei que vou te amar Por toda minha vida eu vou te amar (Vinícius de Moraes)
II – O feriado de primeiro de maio, neste ano, cai num sábado.
III – No dia 12 de junho, dê uma flor a sua namorada. Ela vai “vibrar” de emoção.
IV – Alô, Dona Maria, como vai sua tia? Alô, Dona Aurora, como vai a senhora? (Chacrinha)
V – (…) e além do som e das dobras do que sobra ao olho nu – vem outro além, mas já sopra o verde alento do azul. (Gilberto Mendonça Teles)
VI – A poesia – toda – é uma viagem ao desconhecido. A poesia É como a larva do rádio, um ano para cada grama. Para extrair uma palavra, Milhões de toneladas de palavra-prima. (Vladimir Maiakóvski)

a) I – referencial; II – metalinguística; III – conativa; IV – fática; V – poética; VI – metalinguística
b) I – poética; II – conativa; III – referencial; IV – emotiva; V – fática; VI – metalinguística
c) I – emotiva; II – referencial; III – conativa; IV – fática; V – poética; VI – metalinguística
d) I – conativa; II – referencial; III – fática; IV – emotiva; V – metalinguística; VI – poética
e) I – fática; II – emotiva; III – referencial; IV – poética; V – metalinguística; VI – conativa

Resposta: c

8. De acordo com o texto:
a) as palavras da língua correspondem às peças do jogo;
b) as palavras da língua correspondem às regras do jogo;
c) as peças do jogo correspondem às regras do jogo;
d) jogos diferentes exigem peças diferentes;
e) frases diferentes exigem palavras diferentes.

Resposta: a

9. Segundo o texto:
a) quem joga combina palavras;
b) quem joga combina regras;
c) quem fala combina peças;
d) quem fala combina palavras;
e) tanto quem fala como quem joga combina regras.

Resposta: d

10. O texto afirma que:
a) seria útil aplicar, na aprendizagem das regras do jogo, o mesmo método que se emprega ao aprender uma língua;
b) aprender uma língua é tão complicado como aprender as regras de um jogo;
c) as línguas são complicadas porque a maioria de suas regras são comparáveis a jogos complexos;
d) o conhecimento das regras de jogos complicados facilita o entendimento das regras da língua;
e) se chega às possibilidades da língua da mesma forma que às regras do jogo, praticando.

Resposta: e

11. A partir do texto pode-se concluir que:
a) nos diversos discursos – científico, literário, etc. – as palavras devem ser diferentes porque é imperícia repetir as mesmas palavras;
b) as palavras tornam-se diferentes nos diversos discursos graças às combinações diferentes, como acontece com as peças do jogo;
c) a linguagem torna possível expressar os diferentes discursos porque possui um número muito grande de palavras;
d) o que identifica um discurso linguístico como tal são certas expressões comuns que todos usam;
e) mudando o jogo, mudam-se as peças; mudando o discurso, mudam-se igualmente, as palavras.

Resposta: e

12. No trecho “São expressões possíveis da língua…”, temos:
a) cinco ditongos e três dígrafos
b) três ditongos e dois dígrafos
c) quatro ditongos e três dígrafos
d) quatro ditongos e dois dígrafos
e) cinco ditongos e dois dígrafos

Resposta: a

13. Nas palavras enriquecimento, inúmeras, diferentes e linguagem temos sucessivamente a quantidade de letras e fonemas:
a) 14 e 6 / 8 e 4 / 10 e 4 / 9 e 3;
b) 14 e 14 / 8 e 8 / 10 e 10 / 9 e 9;
c) 14 e 11 / 8 e 8 / 10 e 9 / 9 e 8;
d) 14 e 13 / 8 e 7 / 10 e 10 / 9 e 8;
e) 14 e 12 / 8 e 7 / 10 e 7 / 9 e 6.

Resposta: c

14. Relacione as colunas:
(1) Trovadorismo
(2) Humanismo
(3) Arcadismo
(4) Simbolismo
(5) Modernismo

(A) Decadentismo; Oaristos
(B) Iluminismo; Bocage
(C) Revista Orpheu; Fernando Pessoa
(D) Cantigas de amor e de amigo
(E) Historiografia; Fernão Lopes

A sequência correta é:
a) 1A – 2B – 3C – 4D – 5E;
b) 1E – 2D – 3C – 4B – 5A;
c) 1B – 2C – 3A – 4E – 5D;
d) 1D – 2E – 3B – 4A – 5C;
e) 1C – 2A – 3E – 4B – 5D.

Resposta: d

15. A literatura portuguesa tem sua história dividida em três grandes períodos:
a) Medieval, Clássico, Romântico
b) Trovadorismo, Renascimento, Modernismo
c) Trovadorismo, Humanismo, Renascimento
d) Renascimento, Barroco, Arcadismo
e) Romantismo, Realismo, Modernismo

Resposta: a

16. De acordo com a concepção aristotélica os três gêneros literários são:
a) tragédia, comédia, tragicomédia;
b) novela, narrativo e trágico;
c) farsa, fábula e epopeia;
d) romance, conto e crônica
e) lírico, épico e dramático

Resposta: e

A difícil lutra contra os psíquicos

Talvez este seja o ginásio mais assustador da primeira temporada de Pokémon, em Saffron, lá na época de Kanto (1ª geração).

Ash, Misty e Brock encontram uma menina estranha numa floresta em horário noturno. Ela faz Ash quase cair de um penhasco, mas lá está Bulbasaur para salvá-lo.

Aqui temos Jessie e James beijando o rosto de Ash, que dizem que ele ganhou um prêmio, mas na verdade é só uma emboscada pra roubarem o Pikachu, como sempre.

Imagino que aqui seja uma referência ao prédio da Equipe Rocket na cidade de Saffron

E, claro, tem a parte dos teleports também e eles acabam sendo salvos pela garotinha do início do episódio e tal.

Ok, deixando os mistérios de lado e o fato de um corredor anônimo pedir pra que eles ficarem longe do ginásio (se eles fizerem isso, não tem como ir pra liga pokémon, né, burrice?) e blá-blá-blá, Ash enfrenta a Sabrina, porque ele é teimoso.

Agora, o que eu não entendo é como eles foram logo parar em Saffron, sendo que ainda precisavam passar por um monte de lugar, ainda mais por Celadon (e ainda tinham que dar refresco para um cara com sede na fronteira).

A partida é entre Pikachu e Abra que, em teste, este deveria só ter o ataque de Teleport, mas o anime rouba pra Sabrina, fazendo com que Abra evolua no meio da partida, sendo que isso não existe (!!!) e faz com que o Ash perca.

Perdendo, Ash, Misty e Brock vão parar numa casa de bonecas e tudo de errado acontece.

Tá, mas como que o Ash vence?

Seguindo os conselhos do corredor estranho, os nossos heróis voltam pra Lavender e lá encontram os 3 únicos pokémon fantasmas da primeira geração: Gastly, Haunter e Gengar (que está ali por algum motivo, visto que precisava ser trocado com outro treinador para evoluir).

E aí, mais coisas estranhas acontecem, como o Ash dando uma de babaca.

Como o James, que pisa em falso, cai até o segundo andar, aí o pessoal lá de fora ouve os gritos de dentro da torre do terror…

Ou a Jessie que fica com uma linda maquiagem de Gastly.

Ou o Brock, queimado pelo Charmander.

Ou os fantasmas assistindo a programas de comédia. Pera… fantasmas assistindo aos programas de comédia?

A louça que sai voando por aí…

O cabelo chamuscado da Jessie.

E aí, quando finalmente o Ash conhece os fantasmas, descobre que, na verdades, eles só queriam brincar e fazer os outros rirem (o que não dá certo para o sem-graça do Ash)

E também tem a cena que a alma de Ash se separa do corpo.

No fim das contas, Ash consegue virar amigo dos fantasmas, que só eram crianças crescidas, e Haunter resolve ir com Ash.

Agora Ash vence da Sabrina, certo? Errado!

Primeiro que o Haunter abandona o pobre do Ash.

Com isso, Ash tem que arrumar outro jeito, mas os pokémon se recusam, ela transforma Misty e Brock em bonecos e aí eles são levados para a casa de bonecas da Sabrina, enquanto Ash é salvo pelo corredor estranho (de novo).

O estranho conta a história de Sabrina, que ela nem sempre foi malvado, mas que desde pequena ela já havia desenvolvido poderes paranormais, chegando a destruir a casa e blá blá blá. Pela história, todos entendemos que o corredor é, na verdade, o pai da Sabrina, certo? Não para o tonto do Ash, que acha que ele é um fotógrafo.

Ok, vamos ignorar a parte da Equipe Rocket e ir pra luta. Haunter finalmente volta, mas abandona Ash novamente. Com isso, Ash é obrigado a enviar Pikachu que, mesmo com medo, vai pra batalha. Mas o rato amarelo leva outra surra…

Inesperadamente, Haunter aparece, faz um monte de caretas, a Sabrina velha começa a rir, a Sabrina criança desaparece e Ash finalmente ganha a sua insígnia.

E Ash continua achando que o pai de Sabrina é o fotógrafo da família há muitos anos.

A situação dos pobres brasileiros

O Brasil hoje é resultado de seu passado. Por ele, é recordista olímpico em várias modalidades como a falta de recursos.

A sociedade brasileira vive em uma grande desigualdade social, sendo a maioria pobre. Não tem recursos para comprar o que mais deseja ou até mesmo fazer algo necessário, deixando a autoestima baixa.

Apesar disso, é possível encontrar mais filhos nas famílias que não têm dinheiro (poder aquisitivo).

Também há, nessa maioria, àquelas que saem de suas casas à procura de emprego, decepcionando muitas vezes, pois o governo não ajuda e, mesmo sabendo disso, o brasileiro acaba esquecendo rápido e elegendo o mesmo tipo de políticos.

Desta forma, a população continua vivendo do mesmo modo podendo gerar mais pobreza. O que falta é atitude dos dois lados.

Texto que escrevi no ensino médio

Oração de Santo Expedito

Meu Santo Expedito das causas justas e urgentes, intercede por mim junto a Nosso Senhor Jesus Cristo, para que venha em meu socorro nesta hora de aflição e desesperança.

Meu Santo Expedito, tu que és o Santo guerreiro; tu que és o Santo dos aflitos e desamparados; tu que és o Santo dos desempregados; tu que és o Santo das causas urgentes, protege-me, ajuda-me, concedendo-me força, coragem e serenidade.

Atende meu pedido! (Fazer o pedido)

Meu Santo Expedito ajudai-me a superar estas horas difíceis, protegendo-me de todos os que possam me prejudicar, protegendo minha família, atende meu pedido com urgência, devolvendo-me a paz e a tranquilidade. Meu Santo Expedito!

Estarei agradecido pelo resto de minha vida e propagarei teu nome a todos os que tiverem fé.

Amém!

Trabalho na casa dos colegas

No ensino fundamental, os professores lotam a gente de trabalhos criativos. Não só isso, mas trabalhos em grupos. Ali nos anos 90 e início dos anos 2000, ter um computador com internet em casa era um luxo. Biblioteca em cidade pequena também não é um dos melhores lugares do mundo. E aí, o que fazer? Reunir na casa dos colegas!

A logística era bem simples: a gente recebia o trabalho, combinava de fazer o trabalho na casa de alguém e avisava aos nossos pais que, depois da aula, iríamos pra lá. Depois, eles nos buscavam (ou, se fosse perto, a gente ia a pé pra casa mesmo). Como eu estudava a tarde, eu ia pra lá por volta das 17h e voltava pra casa ali pelas 19h.

Os trabalhos eram criativos: a gente tinha que usar cartazes, simular um jornal ou um noticiário, fazia teatros, passos de danças, fazia cópias em folhas. Até visitar uma borracharia eu visitei.

Entre as crianças, sempre tinha aquela mãe que adorava receber as crianças. Ela gostava de ver a casa cheia e sempre nos recebia com algum lanche. A gente ainda aproveitava pra conversar e colocar o papo em dia. Discussão era raro de ter. Éramos crianças! E a gente se divertia por sair de casa e conhecer a casa de outro colega que sempre foi tão diferente.

Eu tinha uma colega de serviço que adorava fazer teatro. Ela criava todo o roteiro e a gente decorava as falas e encenava. Lembro que a gente até encenou “Viagem ao céu”, título do Sítio do Pica-Pau amarelo, do Monteiro Lobato (que ganhará uma publicação aqui no blog). E, na situação, eu era o Pedrinho.

Bons tempos de estarmos reunidos com nossos colegas. Na faculdade também tivemos coisas do tipo, mas não é a mesma criança de quando somos crianças. Os colegas, infelizmente, se vão, mas a memória de ter tido essa conexão com eles sempre será eterna.

Ano 2000 – Lendas musicais

Runaway – Linkin Park

One Wild Night – Bon Jovi

Most Girls – P!nk

Tema de Amor – Marisa Monte

Yellow – Coldplay

My Way – Limp Bizkit

Elevation – U2

Run for cover – Sugababes

She bangs – Ricky Martin

Fonologia – um pequeno resumo

Letra – Símbolo gráfico usado para reproduzir as palavras na língua escrita – grafema.

Fonema – São as menores unidades sonoras da fala. Ex: sala – 4 letras, 4 fonemas; galinha – 7 letras, 6 fonemas; táxi – 4 letras e 5 fonemas; encantador – 10 letras e 8 fonemas.

Encontros vocálicos – São três: ditongo, tritongo, hiato.

Ditongo é a combinação de uma vogal + uma semivogal, ou vice-versa, na mesma sílaba. Exs: pai, rei, sou, quando.

Dividem-se os ditongos em:
a) Orais – pai, pouco, jeito, fui
b) Nasais – mãe, pão, põe, muito, bem, andavam
c) Decrescente (vogal + semivogal) – pauta, meu, riu
d) Crescente (semivogal + vogal) – gênio, pátria, névoa, aguentar, tênue

Tritongo é o conjunto semivogal + vogal + semivogal formando uma só sílaba. Pode ser:

a) Oral: iguais, averiguei, averiguou
b) Nasal: quão, saguão, minguam, enxáguem

Hiato é o encontro de duas vogais pronunciadas em dois impulsos distintos, formando sílabas diferentes.

sa – a – ra | pre – en – cher | cre – em | fa – ís – ca | cru – el | po – ei – ra | po – di – a | fre – ar | la – go – a | sa – ú – de | vo – o

Encontros consonantais – Encontro consonantal é a sequência de dois ou mais fonemas consonânticos num vocábulo e pode ocorrer:

a) na mesma sílaba: clima, flores, du-plo, bra-do, re-pre-sa, le-tra, czar, pneu-dô-ni-mo, mne-mô-ni-co

b) em sílabas diferentes: ad-ven-to, ob-tu-so, ap-to, pac-to, suc-ção, sub-lo-car, in-cóg-ni-ta, ét-ni-co, obs-tá-cu-lo

Dígrafo – é o grupo de duas letras representando um só fonema.

a) Dígrafos que representam consoantes:
ch – chapéu, cheio | gu – guerra, seguinte
lh – pilha, galho | qu – querido, quinto
nh – banho, ganhar | sc – descer, piscina
rr – erro, carro | sç – desça, cresça
ss – asseio, passo | xc – exceção, exceto

b) Dígrafos que figuram vogais nasais:
am – tampa | an – santo
em – tempo | en – vento
im – limpo | in – lindo
om – ombro | on – sonda
um – jejum | un – mundo

Liquidação maluca dos 10 minutos

O primeiro episódio de Os Feiticeiros de Waverly Place começa com Justin Russo duplicando um coelho enjaulado com o feitiço Edgebono utoosis. Mas dá errado, pois Justin pensa num cachorro ao conjurar o feitiço e seu coelho acaba latindo.

Alex Russo recebe uma mensagem dizendo que em alguns dias haverá a liquidação de 10 minutos, que é uma promoção maluca que uma loja de roupas faz e ela quer ir porque sua inimiga número 1, a Gigi, vai estar lá. Entretanto, seu pai não a deixa ir.

Tá, mas quem é Gigi? Gigi é uma patricinha que anda com 2 amigas que são mais parecidas com clones. Elas descem a escada com as suas amigas com curativos no nariz, enquanto Alex conversa com sua melhor amiga Harper.

— Quando sarar, eles serão iguais ao da Gigi.

— E quando o da Gigi vai sarar?

O que faz que Alex mude de ideia e resolva faltar ao compromisso de família é que Gigi diz que vai comprar a jaqueta que ela viu que Alex estava babando por ela. Então, o que a Alex faz? Edgebono utoosis.

— Quem não pode ir mesmo?

Ela vai, mas não conta com sua mãe indo ao evento, que tenta se enturmar com Harper. Porém, a melhor amiga faz de tudo pra ela sumir e manda ela comprar um tal de Tapuccino. O que é isso? Ninguém sabe!

Gigi já está colada na vitrine da loja quando Alex aparece.

—Eu não tô acreditando que trouxe a sua avó pra cá. Ela não vai te ajudar a achar primeiro.

—Ela não é a minha avó, achei ela num parquinho. Tá aqui só pra bloquear.

Harper continua na saga para tirar a mãe de Alex da jogada, mas ela está na luta para encontrar algo legal para sua filha.

—Só pode ser brincadeira! Eu só tenho 8 minutos pra achar alguma coisa pra Alex. O que acha que ela ia gostar?

—Que você fosse embora!

—O quê?

— É do seu tamanho. Vá experimentar!

Do outro lado da série, a varinha de Max chega e ele a usa no clone de Alex na função marionete. Então, a Alex de verdade se estapeia, imita galinha, roda que nem um pião e etc. Nessa confusão toda, Alex é pega pelos pais.

—Bate na cara, bate na cara, bate na cara!

—Por que que você está se batendo?

—Eu não sei.

— Ah, eu já sei o que você tá fazendo. A gente tá perto da jaqueta e você tá tentando me distrair.

—Ah! Você tá se batendo? Que baixa autoestima, hein?

— Gostei!

— É! Eu pensei e falei. Legal, né?

No final, alguém molha Gigi, que acham que ela fez xixi nas calças, Max leva bronca e Alex fica de castigo.

— Atenção, pessoal! Atenção, pessoal! O nome verdadeiro da Gigi é Gertrudes, hahahaha. Agora eu posso ir presa!

— A cada ano essa liquidação fica cada vez mais maluca.

Forest of Illusion – Super Mario World

Entre as tantas mecânicas existentes em Super Mario World, de super nintendo, estão as fases vermelhas, que devem ser passadas duas vezes. Geralmente sendo uma na chegada original e outra na chavinha.

Há um mundo bem melhor, todo feito pra você localizado logo após o castelo do Ludwig’s (conhecido por castelo 4) que se domina como Floresta da ilusão (as mortes são bem reais pra mim) que, praticamente todas as fases são vermelhas. Vamos comentar algumas delas.

Forest of Illusion 1

A primeira fase, Forest of Illusion 1, é aquela cheia de cobrinhas amarelas que, quando você pisa nelas, ficam vermelhas de raiva. Esta já é uma fase para você se equipar: conta com cogumelos, vida, yoshi e também existe a possibilidade de pegar uma estrela e sair coletando vidas ao derrotar inimigos em sequência.

Depois de passar o checkpoint, basta caminhar um pouco mais e você encontrará a chave. Para pegá-la. Ande um pouco mais, bate num bloco de interrogação imediatamente a frente, pegue o P e volte voando como um balão.

Forest Ghost House

Esse é mais um daqueles castelos lotado de pequenos fantasmas e com os gigantes invadindo a área, mas não se assuste! Ele é bem tranquilo pra passar, principalmente se você não morrer.

Assim que você passar a primeira porta, você vai se deparar com mais uma dose de um monte de fantasmas. Se eles estiverem transparentes, eles não te matam, mas acho que você, de qualquer forma, não vai se preocupar com eles e sim com a outra metade do milhão que está ali presente, pronto para lamberem o seu rosto.

Pegue o botão P e leve-o até o fim da fase. Pise nele e entre na porta azul.

Aí é só voltar. A primeira porta te leva para a próxima fase. A segunda, só te dá uma lua com 3 vidas mesmo (mas é importante pegar esta saída também!).

Forest of Illusion 2

Essa é aquela fase que, depois de passada, você entra duas vezes para pegar as peninhas.

Aqui, você irá nadar, nadar, nadar e nadar mais um pouco até chegar a este bloco.

Aí é só nadar para a esquerda e pegar a chave. Não se preocupe se você achar esta fase um labirinto. Nem dá pra se perder tanto assim, pois todos os caminhos, basta dar meia volta e prosseguir. O caminho da chave te leva para o último bloco, o azul. O caminho tradicional te leva pra próxima fase.

Forest of Illusion 3

Você até pode pensar que está fase é cheia de ilusões, pois todos os monstros estão voando em bolhas e não podem atacar você. Aí você pensa: só deixá-lo em paz que eles não me atacam, correto?

Sim, mas como o limite do seu cartão de crédito, as bolhas também estouram. Aí, pode correr. Se você passar do modo tradicional, você volta para a Ghost House

Há um cano alto verde quase no fim da fase que te leva para a chave. Não entre nele pequeno, pois você precisará quebrar os blocos amarelos com sua rodada mortal.

Pegando a chave, você sai desta floresta (que ainda não acabou!).

Forest of Illusion 4

Se você não for uma pessoa gananciosa, vai sair fácil da fase. Basta não pecar a isca de vida.

Entre no cano azul e sua vida já terá sido resolvida!

Aqui, finalizamos as fases vermelhas. O resto é contigo =)