Teias de aranha por aqui

É muito bom poder escrever e ver como a gente evolui (ou não) em pensamentos, em redação e etc. Também é bacana contarmos a nós mesmos (o eu do passado contar para o eu do presente) o que estava pensando no momento. Como fomos nós mesmos, sabemos exatamente o que estavámos pensando e sentindo, não é o mesmo que contar para alguém.

Bem, agora o que estou fazendo por agora? Último ano de faculdade, preciso fazer o projeto final, estágio e estudar para as outras nove matérias que temos. Sem contar que isso é só a noite e fins de semana, porque (junto e sem acento por não ser pergunta e não estar perto de ponto nem ser substantivado) no resto do tempo estou no trabalho, mas, não quero deixar isso de lado, isso é algo pessoal, é algo onde possa me expressar.

Sempre vi como um ponto positivo a troca de experiências, não aquilo de sanguessuga (sangue-suga/ sangue suga/ çangue çuga), em que apenas um tenta obter êxito em cima dos outros, não está certo, mas enfim…

Bem, tenho um monte de coisas pra postar aqui, então continuemos, né? Até porque tô inspirado! (Na verdade tô é com sono, mas parece que meu cérebro só funciona assim, enfim…)

Espero que todos tenham uma ótima segunda, terça, quarta e quinta. Sexta não, porque aí é demais.

Quando o Silêncio Acolhe

Às vezes, no meio da pressa do mundo, tudo o que precisamos é de um instante de pausa — um lugar onde a alma possa respirar. Se você chegou até aqui, espero que este momento seja exatamente isso: um pequeno refúgio. Quero que saiba que, mesmo sem conhecer sua história, torço para que hoje tenha sido gentil com você, ou ao menos que agora comece a ser.

Há dias em que o coração pesa mais do que deveria, e outros em que ele parece leve como brisa. Em qualquer um desses dias, você merece cuidado, merece descanso, merece sentir que existe beleza ao seu redor. Que você encontre serenidade nas pequenas coisas, e que elas te lembrem de que há sempre algo bom esperando para florescer.

E enquanto você segue seu caminho, desejo que a vida te trate com delicadeza. Que seus passos sejam firmes, que seus sonhos encontrem espaço para crescer, e que você nunca se esqueça de que merece o melhor. Que este texto te abrace por dentro e te lembre: você importa, e o mundo fica mais bonito quando você se cuida.

De volta a 1991

Guns N’ RosesDon’t Cry

Bananarama Long Train Running

Pearl JamEven Flow

QueenHeadlong

Metallica The Unforgiven

U2 One

Michael JacksonBlack or White

Linguagem, Língua e Fala

Comunicar é o ato de tornar comum, conhecido. Toda vez que tornamos algo comum, conhecido por alguém, estamos realizando um ato de comunicação. Várias linguagens podem ser utilizadas para exercermos atos de comunicação: a linguagem dos surdos-mudos, o código Morse, as placas e os sinais de trânsito, etc.

Linguagem é todo sistema de sinais convencionais que nos permite realizar atos de comunicação. De acordo com o sistema de sinais que utiliza, a linguagem pode ser:

Verbal – aquela cujos sinais são as palavras. A língua que você usa para atos de comunicação é linguagem verbal. A palavra verbal provém do latim verbalis, que, por sua vez, vem de verbum, que significa palavra.

Não verbal – aquela que utiliza outros sinais que não as palavras. Os sinais empregados pelos surdos-mudos para efeito de comunicação constituem, portanto, um tipo de linguagem não verbal. Da mesma forma, o conjunto dos sinais de trânsito utilizados para orientar os motoristas e as bandeiras que orientam os pilotos em corridas de automóveis constituem um tipo de linguagem não verbal.

Sem dúvida alguma, a linguagem que mais utilizamos para praticar atos de comunicação é a língua. A língua é a linguagem que usa a palavra como sinal de comunicação. Trata-se de um sistema de natureza gramatical, pertencente a um grupo de indivíduos formado por um conjunto de sinais (as palavras) e por um conjunto de regras para sua combinação. É, portanto, uma instituição social de caráter abstrato, exterior ao indivíduo que a utiliza, que somente se concretiza através da fala, que é um ato individual de vontade e inteligência.

Dessa forma, a língua possui um caráter social: ela é patrimônio de toda uma coletividade. (Por exemplo, a língua portuguesa é patrimônio de toda a comunidade de falantes da língua portuguesa e só a comunidade pode agir sobre ela). Entretanto, cada membro da comunidade pode usar a língua de forma particular, criando, assim, a fala.

Língua – é o conjunto de sinais baseados em palavras.

Também não devemos confundir língua com escrita, já que são dois sistemas distintos. A escrita representa um estágio posterior de uma língua, tanto que muitas pessoas utilizam a língua sem saber utilizar sua forma escrita (por exemplo, os analfabetos). Há, ainda, muitas línguas ágrafas, isto é, que não são representadas por nenhuma forma de escrita.

Embora todos no Brasil falem o português, existem usos diferentes dessa língua em decorrência de inúmeros fatores, entre os quais destacamos os seguintes:

Fatores regionais – você já deve ter percebido que o português falado no Sul do país difere do português falado no norte. Mesmo dentro de uma mesma região, encontram-se variações no uso da língua.

Fatores culturais – o grau de escolaridade e a formação cultural do indivíduo são também fatores que determinam usos diferentes da língua. Uma pessoa escolarizada utiliza a língua de maneira diversa da pessoa que não teve acesso à escolarização formal.

Fatores contextuais – um mesmo falante altera o registro de sua fala de acordo com a situação em que se encontra. Numa roda de amigos em que se discute futebol, o falante utiliza a língua de maneira diversa daquela que utilizaria ao solicitar um emprego numa empresa. Por outro lado, a forma oral geralmente se caracteriza por uma maior espontaneidade do que a forma escrita.

Fatores naturais – o uso da língua pelo falante sofre influência de fatores naturais, tais como sua idade e sexo. Uma criança não utiliza a língua da mesma forma que um adulto, daí falar-se em linguagem infantil e linguagem adulta.

Níveis de Linguagem – Em decorrência do caráter individual da fala, podemos observar vários níveis, também chamados níveis de linguagem ou registro:

Nível coloquial-popular: é a fala que a maioria das pessoas utiliza no seu dia a dia, sobretudo nas situações informais. Caracteriza-se pela espontaneidade; ou seja, quando empregamos um nível coloquial popular, não estamos preocupados em saber se aquilo que falamos está de acordo ou não com as normas estabelecidas pelas convenções que sustentam o uso formal.

Nível formal-culto: é o nível de fala normalmente utilizado pelas pessoas em situações formais, bem como pela grande maioria dos órgãos de imprensa. Caracteriza-se por um cuidado maior com o vocabulário e pela obediência às regras que estabelecem o uso padrão.

É claro que existem outros níveis de fala além do coloquial-popular e do formal-culto. A fala que alguns profissionais, como advogados e economistas, utilizam no exercício de suas atividades corresponde a um nível chamado profissional ou técnico.

A utilização da língua com finalidade expressiva pelos artistas da palavra (poetas e romancistas, por exemplo) corresponde a um nível chamado artístico ou literário.

Referência:
Português: Linguagens
Autores: William Roberto Cereja, Thereza Cochar Magalhães
Vol. Único — Editora Atual
Comunicação e Língua Portuguesa Linguagem, língua, fala

Ronaldinho Soccer 97

Um jogo de futebol nunca foi um atrativo pra mim. Ok, eu brincava na rua e também cheguei a frequentar uma escolinha na minha infância, mas de todos os esportes, esse eu só praticava com pouca vontade, nada que fosse meu esporte favorito.

No video game não era diferente. Evitava alguns jogos, mas brincava com eles pela diversão de brincar com os amigos. Nada de mais.

Aí foi só um cara pegar um jogo de futebol famoso, dublá-lo e colocar o nome de Ronaldinho que eu fui me apaixonar. A propósito, a edição que eu tinha de fita era a “Ronaldinho Campeonato Brasileiro 98”, ambas com uma narração muito portunhol.

O pior é que, escrevendo este post, até deu vontade de jogá-lo de novo.

Ronaldinho era um jogo de super nintendo que, não bastasse o mal português, ainda falava “Lariatana” (ou algo assim) quando a bola saía pela lateral.

No jogo, a gente podia até personalizar a roupa da cor que a gente queria, colocar regras, participar de campeonatos, copas, treinos e tudo isso digitando passwords imensos, porque não tinha save nele. Ah, e quando um jogador fazia 3 gols, você ainda era homenageado com um telão.

Ronaldinho Soccer, um jogo hackeado de super nintendo que fazia sucesso com a garotada.

Ah, e ainda dava pra escolher times brasileiros de futebol.

Troféu “Quarto Virtual” 2009

Tais como prêmios importantes como Oscar, Grammy e Troféu Imprensa do SBT, criamos agora o Troféu “Quarto Virtual” 2009. Neste post, iremos premiar apenas posts feitos em 2009. Também teremos as categorias de premiar melhor livro, melhor música, melhor jogo e etc. Então, vamos começar elencando a partir das 14 categorias do blog.

Atualização: quando este post foi feito, ainda não havíamos definido um nome para as categorias e o nome do blog ainda não havia sido batizado como “Quarto Virtual”. Atualizamos os posts após isso.

Categoria: Connection

Categoria: Degustação

Categoria: Estante

Categoria: Fones

Categoria: Iluminar

Categoria: Joystick

Categoria: Lápis e Borracha

Categoria: Move It

Categoria: Primer Player

Categoria: Sunshine

Categoria: Treasure

Categoria: Watching

Categoria: XP

Categoria: Zero e Um

O enfermeiro – Machado de Assis

Chegando à vila, tive más notícias do coronel. Era homem insuportável, estúrdio, exigente, ninguém o aturava, nem os próprios amigos. Gastava mais enfermeiros que remédios. A dous deles quebrou a cara. Respondi que não tinha medo de gente sã, menos ainda de doentes; e depois de entender-me com o vigário, que me confirmou as notícias recebidas, e me recomendou mansidão e caridade, segui para a residência do coronel.

Achei-o na varanda da casa estirado numa cadeira, bufando muito. Não me recebeu mal. Começou por não dizer nada; pôs em mim dous olhos de gato que observa; depois, uma espécie de riso maligno alumiou-lhe as feições, que eram duras. Afinal, disse-me que nenhum dos enfermeiros que tivera prestava para nada, dormiam muito, eram respondões e andavam ao faro das escravas; dous eram até gatunos!

— Você é gatuno?

— Não, senhor.

Em seguida, perguntou-me pelo nome: disse-lho e ele fez um gesto de espanto. Colombo? Não, senhor: Procópio José Gomes Valongo. Valongo? achou que não era nome de gente, e propôs chamar-me tão-somente Procópio, ao que respondi estaria pelo que fosse de seu agrado.

Conto-lhe esta particularidade, não só porque me parece pintá-lo bem, como porque a minha resposta deu de mim a melhor ideia ao coronel. Ele mesmo o declarou ao vigário, acrescentando que eu era o mais simpático dos enfermeiros que tivera. A verdade é que vivemos uma lua-de-mel de sete dias.

No oitavo dia, entrei na vida dos meus predecessores, uma vida de cão, não dormir, não pensar em mais nada, recolher injúrias, e, às vezes, rir delas, com um ar de resignação e conformidade; reparei que era um modo de lhe fazer corte. Tudo impertinências de moléstia e do temperamento. A moléstia era um rosário delas, padecia de aneurisma, de reumatismo e de três ou quatro afecções menores.

Tinha perto de sessenta anos, e desde os cinco toda a gente lhe fazia a vontade. Se fosse só rabugento, vá; mas ele era também mau, deleitava-se com a dor e a humilhação dos outros. No fim de três meses estava farto de o aturar; determinei vir embora; só esperei ocasião.

Não tardou a ocasião. Um dia, como lhe não desse a tempo uma fomentação, pegou da bengala e atirou-me dois ou três golpes. Não era preciso mais; despedi-me imediatamente, e fui aprontar a mala. Ele foi ter comigo, ao quarto, pediu-me que ficasse, que não valia a pena zangar por uma rabugice de velho. Instou tanto que fiquei.

Refúgio de paz

No coração do campo, onde o vento dança devagar entre as árvores e o silêncio tem som de descanso, a vida parece respirar mais leve. O verde se estende até onde a vista alcança, abraçando quem chega com uma calma que não se encontra nas pressas do dia a dia. É um lugar onde o tempo desacelera e a alma encontra espaço para se esticar, como quem finalmente tira os sapatos depois de uma longa caminhada.

Ali perto, a piscina reflete o céu como um espelho azul, convidando para um mergulho que refresca não só o corpo, mas também os pensamentos. A água parada, tranquila, parece guardar segredos de serenidade, enquanto o sol aquece a pele na medida certa. É o tipo de cenário que faz qualquer preocupação perder a força, dissolvendo-se como gotas que evaporam ao toque da luz.

E logo adiante, o rio corre manso, levando consigo histórias, folhas e a sensação de que tudo segue seu curso natural. A água fresca escorre entre as pedras, criando uma melodia simples e perfeita, capaz de acalmar até o coração mais inquieto. Sentar-se à beira dele é como conversar com a própria natureza — sem pressa, sem cobrança, apenas presença. Um convite para respirar fundo e lembrar que a paz, às vezes, está exatamente onde a gente decide parar.

Casa com piscina

Morar numa casa de piscina é assim:

Você tem a piscina ao seu dispor 24h por dia, então você sempre vai entrar nela, correto? Errado! A gente mal passa perto.

Sabe quando a gente entra? Exatamente, quando há visitas (elas aproveitam mais do que a gente).

E o trabalho para limpar? Terrível! Melhor nem ter uma.

Pokémon – A rota até o show para-normal

Se você conhece bem Kanto por todos os cantos, sabe que o próximo ginásio é o de grama, comando pela líder Erika, correto? Porém, o anime dá uma certa mudada nisso. Excluindo os episódios banidos, vamos seguir e fazer um comparativo com o jogo.

Após vencer Lt. Surge, Ash e os outros vão para o navio Saint Anne, que logo afunda. No jogo, a ordem é diferente e, depois disso, você pode seguir para a Diglett’s Cave e seguir todo o caminho de Pewter até Cerulean antes de seguir viagem para a Rock Tunnel. Daí, vamos para Lavender.

Pokémon sem flash? Vai passar raiva aqui, hein?

Após saírem do navio, os nossos heróis e nossos vilões que vivem decolando na viagem da luz vão parar em uma ilha de pokémon gigantes, que na verdade, se revela um grande parque que seria inaugurado se não fosse a travessura dos pokémon. Nesse episódio, mestres e monstros se separam e temos uma história de pokémon vivendo livremente.

Curiosidade: se poucos pokémon se separaram do time, por que eles não usaram os outros monstros que eles tinham, como Pidgeotto, para ajudá-los? A resposta é muito simples: porque aí não teria episódio, né?

Depois eles vão parar numa ilha com muitos tentacools e tentacruels, mas esse episódio a gente só vai passar mesmo. Nesse episódio, eles encontram um horsea todo machucado pelos pokémon de tentáculos gigantes. Misty o captura para ajudá-lo. No jogo, essa parte, simplesmente, não existe.

Antes de chegarmos em Lavender, conhecemos Gastly no pico da donzela. Eles aportam numa ilha onde está tendo o festival do fim de verão. Lá, Brock vê uma garota ao longe e logo é pisoteado por uma multidão.

Sim, Brock está sob a fumaça.

Como Brock está muito apaixonado, uma velha senhora chega só para dizer pra ele tomar cuidado. E isso também se refere a James, que não fica tão apaixonado como Brock (só no início mesmo, depois ele supera).

Gente, sério, eu tô preocupado com o Brock. Ele tá apaixonado por uma pedra!

A história é que a garota está esperando que seu amor, que saiu em uma viagem, volte para ela. Ela se petrificou ao esperá-lo nesse pico por dois mil anos. E aí, pra não ficar só, ela fica por aí encantando os homens que visitam sua pedra.

Sou James, da Equipe Rocket.

E aí, a nossa fantasminha camarada atrai os dois e se revela um gastly. Eles tentam lutar contra, mas ele só é derrotado quando a luz do sol aparece, o que é uma mentira gigante, visto que bufaram demais esse gastly, onde ele pode derrotar qualquer pokémon usando uns truques muito nada a ver. No jogo, todo mundo sabe que gastly não é tão bom assim, visto que possui poucos ataques fantasmas, como Night Shade.

No episódio mais triste da primeira temporada (ou o segundo mais triste), nos despedimos de Butterfree. Bom, o Free não é à toa.

E pensar que no início da temporada ela era tão importante e, depois que ele capturou o trio de iniciais, ela foi completamente negligenciada. Decerto, o autor pensou: ah, ela tá inútil no time, vamos jogá-la fora. Ah, e claro, esse episódio só acontece no jogo se você libertar a sua Butterfree =). No início, a Butterfree de Ash é ignorada por todas as outras, incluindo uma rosa.

Fala sério, mas, essa deveria ser a verdadeira Butterfree Shiny.

A carinha triste de uma Butterfree que acabou de levar um fora. Igualzinho a você quando leva fora na balada. Segue o episódio dos nossos heróis tentando reanimá-la e fazê-la conseguir um par até a chegada da Equipe Rocket, que tenta roubar todas as manteiguinhas livres. Aí, claro. Quem salva as borboletinhas? Ela, claro, a Butterfree do Ash. Nessas horas nos perguntamos: por que os outros treinadores simplesmente ignoraram tal evento?

Virando o herói da garotada, finalmente, a nossa pequena Butterfree de ouro finalmente consegue o coração da borboletinha rosa.

E o final a gente já sabe, né? Aquele momento que cai a lágrima de nossos olhos.

Zelda e o trem fantasmagórico

Novo Zelda embarca nos trilhos fantasmagóricos, enquanto você usa a canetinha para guiá-lo. Vem ver o novo jogo do elfo da Nintendo.

Vamos falar de Bete?

Não, não vamos falar da tia Bete, da avó Bete e nem da Bete Balanço, vamos falar de um jogo de tacos chamado de Bete (você chama assim também na sua terra?). Algumas pessoas chamam de jogo do taco.

Apesar de não ser saudável comer tacos imediatamente antes de se jogarmos taco, ou bete, é bem possível saciar a fome após uma longa partida do jogo que parece baseball (mas não tem nada a ver).

Tá, voltando pro jogo, o que se espera de um jogo de bete? Pra começo de conversa, a gente junta 4 pessoinhas, preferencialmente, feias. Duas delas farão o time azul e o outro, o beterraba (você pode escolher outras palavras aleatórias do dicionário, caso queiram).

Pense assim: você tem um campo. Aí você arruma dois tijolos em uma construção (na minha rua sempre tinha uma… era terminar uma e já começava outra), mas de preferência, aqueles tijolos inteiros mesmo (tem gente que usa garrafa pet, mas eu prefiro os tijolos). Aí você desenha uma área em volta do tijolo. Faça isso do lado esquerdo e outro do lado direito.

Em cada lado, deverá haver uma pessoa de cada time. Se o time A fica dentro da área delimitada, o time B fica atrás do tijolo. O time B é responsável por jogar a bola para o outro lado ou derrubar o tijolo, caso cometa alguma infração, como sair da área. O time A fica com o bete e deve rebater a bola o mais longe possível.

Se você jogar a bola longe o suficiente para fazer o time adversário correr atrás dela, você terá tempo suficiente para trocar de lado com seu companheiro. Cada volta dessas garantirá a vocês 100 pontos. Se você chegar a 1000, vai para a segunda fase.

Entretanto, se você joga a bola pra trás, é falta. Três faltas e os times trocam suas posições. Outra forma de perder a posição é se a galera que está atrás do tijolo acertar o tijolo do outro lado.

Passada a primeira fase, você deve cruzar os betes e o próximo ponto deverá ser feito no chute (isso mesmo), pra assim poder pegar os betes de volta e fazer o ponto final. Se, nesse período, você perder sua posição de atacante, deverá cruzar os betes novamente.

Outras formas de se perder a posição: você sai da área delimitada e o cara atrás do tijolo derruba-o. Quando você joga a bola pra cima e o time adversário consegue rebatê-la com a mão antes que ela possa tocar o chão. Três faltas também te tiram da jogada. Por último, se você chutar a bola, quando o bete estiver cruzado no meio da pista e acertá-los, você também perde a vez.

Bom, era assim que eu jogava na minha infância. Digamos que é um baseball bem resumido. E você? Como jogava?

Imagem de Jonathan Amana por Pixabay

No consultório de psiquiatria

– Doutor, eu tenho um problema. Não consigo lembrar de nada do que me dizem depois de um minuto, um minutinho apenas, doutor.
– E há quanto tempo apareceu esse problema?
– Há quanto tempo apareceu o que, doutor?

Pausa para se sentir bem

Vamos parar um pouco para uma reflexão?

Como você está se sentindo? Como você tem se sentido? Tá tudo bem? Tá tudo bem mesmo?

Sei que, muitas vezes, precisamos parar o que fazemos, desacelerarmos. Você tem feito esta pausa constantemente para refletir sobre tudo o que se passa na vida? Tem conversado consigo mesmo? Então, que tal fazermos um exercício assim?

Tire uma horinha, dê uma caminhadinha. Pare embaixo da sombra de uma árvore, mas faça tudo para se sentir bem.

Eu espero que você esteja bem!

Relatos de uma criança em um rancho

Lendo histórias que eu contava há 10 anos, lá em 2000, no fim do segundo milênio e do século XX, me divirto na forma como me expressei sobre uma “fazenda” que passamos num fim de semana, nas férias. Eu chamei de fazenda, mas era um rancho localizada na beira de um grande rio.

Meu pai trabalhava numa cidade diferente à nossa que era banhada por um rio famoso que corta MG e GO, o Rio Paranaíba. Próximo a ele, há vários ranchos, onde se pode pescar e nadar. Nesse rancho, em questão, tinha a piscina, mas ficava tão próximo ao rio que se podia nadar direto lá.

A minha raiva, no meu relato, é de que eu não consegui dormir a noite inteira (não me lembro do motivo), mas eu relato também que jamais voltaria lá (voltei) e que eu só tinha ido por conta da piscina. Entretanto, essa piscina estava vazia e o que mais tinha lá era sapo. Vocês se lembram de quando eu disse que não sabia nadar, né? Pois bem, no rio, precisei usar uma boia de salva-vidas.

Para piorar, eu tinha levado meu super nintendo, mas como lá não tinha TV, acabou que nem jogar eu joguei.

Calma, jovem Álisson, a vida é muito melhor do que passar raiva com coisa boba como essa.

Pastelzinho da infância

Uma massa bem crocante, quentinha, frita na hora. Uma massa de pastel, toda cheia de bolhinha. Uma massa de pastel, temperada, toda gordurosa, no ponto, pronto para ser deliciada. Um gostoso pastel que eu comia sempre nos recreios da escola, recheado apenas de presunto e muçarela, em formato retangular, fechado como se fecha uma carteira de bolso. Uma delícia.

E o melhor de tudo é o seu nome: cigarrete. Talvez não o encontre em lugar algum.

Acerte na mosca

Lá no fim dos anos 90 e início dos anos 2000, quando meu pai me apresentava o computador, ele me apresentou um jogo chamado “Acerte na mosca”.

Eu me lembro que tinha um monte de mosquinha na tela e você vinha com aquelas coisas de matar mosca (claro, tudo digital) e acertava em uma das mosquinhas na tela. Se você acertasse a mosca certa, poderia ganhar prêmios.

Era divertido. Por onde será que anda esse jogo?