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28 dicas de como escrever melhor

As dicas abaixo trazem de forma, cômica, dicas de como se escrever bem.

  1. Vc. deve evitar abre., etc.
  2. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, segundo deve ser do conhecimento inexorável dos copidesques. Tal prática advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.
  3. Anule aliterações altamente abusivas.
  4. “não esqueça das maiúsculas”, como já dizia dona loreta, minha professora lá no colégio alexandre de gusmão, no ipiranga.
  5. Evite lugares-comuns assim como o diabo foge da cruz.
  6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
  7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
  8. Chute o balde no emprego de gíria, mesmo que sejam maneiras, tá ligado?
  9. Palavras de baixo calão podem transformar seu texto numa merda.
  10. Nunca generalize: generalizar, em todas as situações, sempre é um erro.
  11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
  12. Não abuse das citações. Como costuma dizer meu amigo: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.
  13. Frases incompletas podem causar
  14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique repetindo a mesma idéia.
  15. Seja mais ou menos específico.
  16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
  17. Em escrevendo, não se esqueça de estar evitando o gerúndio.
  18. A voz passiva deve ser evitada.
  19. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação
  20. Quem precisa de perguntas retóricas?
  21. Conforme recomenda a A.G.O.P., nunca use siglas desconhecidas.
  22. Exagerar é cem bilhões de vezes pior do que a moderação.
  23. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá- las-ei!”
  24. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
  25. Não abuse das exclamações! Nunca! Seu texto fica horrível!
  26. Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem mais de uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-la em seus componentes diversos, de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
  27. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língüa portuguêza.
  28. Seja incisivo e coerente, ou não.

6 jogos nerds para quebrar a cabeça

Se você, como eu, se interessa pelo mundo nerd (a ponto de ler a séria “o mochileiro das galáxias), confira esses jogos que separamos para você. Mas, antes, pegue sua toalha para evitar o olhar da terrível Besta Voraz de Traal.

1 – Letroca
Site: Letroca

Letroca | Jogos | Download | TechTudo

Lembrando um jogo de forca modernizado, em letroca, você precisa desembaralhar algumas letras para poder formar o máximo de palavras possíveis em um determinado tempo. Não é necessário usar todas as letras, mas todas palavras devem existir no dicionário português.

2 – Racha Cuca / Lógica – Teste de Einstein
Site: Racha Cuca

Com apenas algumas dicas, você precisa descobrir se o cara de camisa azul é norueguês ou alemão, se bebe cerveja, leite ou café, se o seu site é ueba.com.br e se seu animal de estimação é um peixe ou um cachorro. Para encontrar as respostas corretas, é preciso ir decifrando e eliminando todas as possibilidades por meio das dicas. No site do racha cuca, há vários destes testes.

3 – Peak
Plataforma: Mobile

In Peak Condition | A Peak Review - ReRaise

Peak é um app que desenvolve habilidades de memória, foco, agilidade mental e linguagem do usuário em diversas áreas de interesse. Existe tanto a versão Free quanto a versão Premium.

4 – Duolingo
Plataforma: Mobile

Duolingo apresenta recurso para interações sociais

Se você quer aprender uma nova língua de forma prática e divertida e sendo desafiado em todas as semanas por sistema de ranking com diversas pessoas ao redor do mundo, Duolingo é o App Ideal para você. Com exercícios de áudio, escrita, desenhos, entre outros, o app te ajuda a aprender frases para você usar no dia-a-dia. Mas, não espere um aprendizado avançado na língua em que deseja.

5 – Brain Age
Plataforma: Nintendo

Brain Age 2: More Training in Minutes a Day - Voxel

Lançado para várias plataformas da Nintendo, o Brain Age segue na mesma linha do App Peak (ver acima), com diversos minigames e mostrando ao usuário seu progresso. Tem que ser rápido e resolver todos os puzzles para obter uma pontuação maior.

6 – Gênio Quiz
Plataforma: Mobile

Gênio Quiz 1 – Gênio Quiz

Esse jogo eu conheci por um vídeo do canal “Coisa de Nerd”. Desenvolvido por um gaúcho, o jogo traz várias perguntas de lógica, conhecimentos gerais, problemas pra rachar a cuca, entre outros. São 50 perguntas e, se você errar uma, precisa voltar à primeira.

Letroca

Olá, galera…

Hoje vou deixar aqui um jogo que me divertiu neste fim de semana: Letroca.

O jogo é bem simples: ele te dá algumas letras e você precisa adivinhar o máximo de palavras que conseguir. Para conseguir avançar para a próxima fase e continuar a acumular pontos, é necessário adivinhar pelo menos uma palavra usando todas as letras.

Parece fácil, não é? Mas tente adivinhar todas as palavras em 2 minutos e meio…

Controles
Você pode controlar o jogo pelo mouse (clicando nas letras) ou pelo teclado, digitando-as. Para embaralhar as letras dadas, basta apertar a barra de espaço do teclado ou o botão correspondente na tela. Para enviar a palavra, basta apertar enter.

O jogo também está disponível para IOS ou Android.

Confira a gameplay abaixo:

Discussões saudáveis

Neste sábado, um amigo meu veio me pedindo uma ajuda sobre um texto que ele havia escrito. Era sobre um resumo que ele fizera de um trabalho que ele apresentaria logo (ele não quis me dizer a data para que eu não aparecesse lá na hora, mas, tudo bem. Terá troco!).

Eu era a última opção que ele tinha de ajuda. Também, né, depois de tudo que falei pra ele, tadinho. Isso porque eu já era o terceiro a comentar e todos os outros divergiram suas opiniões comigo. Aposto que até aqui você não está entendendo coisa nenhuma, então, vou contar desde o início.

Era o seguinte: ele havia escrito um resumo sobre um projeto que ele faria: a modelagem da faculdade utilizando a ferramenta 3D Max Studio que vinha com um plugin de exportação capaz de converter os arquivos (Caramba, não acredito que estou tão por dentro assim do projeto… rsrsrs). Ele já havia mostrado o texto para dois de seus colegas e ambos (ambos os três, né Luan?¹) disseram que estava bom. Entretanto, nas minhas mãos, o texto não passou.

Sim, eu posso ser bastante enjoado, o pessoal pode mesmo querer me xingar, me bater, me jogar de uma escada (credo! Quanta violência!), mas eu gosto de analisar bem as coisas (quando me interessam, claro) e uma coisa que gosto muito é de escrever. (Vocês notaram, eu sei, já que até aqui foram 232 palavras, enfim…[Não vá contar, hein!²]). O problema foi que eu tive de corrigir muitos erros, tais como:

  • Problemas de vírgula: Caramba, tive de pegar ar em cada frase que ele escrevia. Eram frases enormes e ele não colocava vírgula de forma alguma.
  • Frases sem fim: Este é o mal de quem não presta atenção no que lê (ele vai me bater depois dessa). Você já leu uma frase que parecia não ter fim? Ela é mais ou menos assim: você vai lendo, vai lendo e, de repente, tem um ponto. É complicado explicar, mas, geralmente, essas frases começam com verbos no gerúndio (-ando, -endo, -indo). Por exemplo: Escrevendo este blog, utilizando ferramentas de html e algumas ferramentas que o próprio wordpress é capaz de me oferecer. Entendeu?

Esse tipo de coisa pode ser evitado se o texto for relido, com ajuda de uma pessoa ou, até mesmo de um professor de português formado pela PUC com doutorado em… (eu sei, exagerei).

Mas, o melhor de tudo foi a nossa discussão. Tudo bem, zuações a parte (o que não é uma conversa entre amigos sem qualquer zuação, não é verdade?). Primeiro, discutimos sobre o texto e depois sobre como poderia ser sua apresentação. Repassei alguns conhecimentos que eu tinha e ele me deu a opinião dele. Daí, conseguimos montar alguma coisa bem legal, contamos algum casos que já aconteceram, algumas experiências que já tivemos e ainda marcamos de jogar um play station na casa dele (leu bem aí, né Luan?).

É outro ponto que precisamos conversar também: a respeito de compartilharmos nossos conhecimentos. Mas, isso é assunto pra outro post, senão chegaremos a 1.000 palavras (não, ainda não chegamos –‘). O importante foi que de dois conhecimentos diferentes conseguimos chegar a uma conclusão semelhante, aprendemos alguns conceitos e, podemos dizer, tivemos uma conversa bastante produtiva.

Aos que acharam o texto muito grande, minhas desculpas.

Aos que encontraram erros de português e falhas na escrita, minhas desculpas.

Aos que pensaram em me dar R$ 1.000.000,00 e se arrependeram, não desculpo. >.<

Abraços a todos e uma ótima terça-feira. E uma péssima quarta. [Hum]

¹Piadinha interna em que certa hora ele me perguntou se no lugar de ‘os dois’ poderia colocar ‘ambos’ e eu disse que só não poderia colocar ‘ambos os dois’. Então, ele retrucou com um ‘então coloca ambos os três e está tudo certo!’. Detalhe que, depois disso, ele não parou mais de rir… e da própria piada!

² Aos interessados: 653 palavras, segundo o wordpress e 662, segundo o MS Word 2007.

Simulado de Língua Portuguesa

Aí, galera
Luís Fernando Veríssimo

“Jogadores de futebol podem ser vítimas de estereotipação. Por exemplo, você pode imaginar um jogador de futebol dizendo “estereotipação”? E, no entanto, por que não?

— Aí, campeão. Uma palavrinha pra galera.
— Minha saudação aos aficionados do clube e aos demais esportistas, aqui presentes ou no recesso dos seus lares.
— Como é?
— Aí, galera.
— Quais são as instruções do técnico?
— Nosso treinador vaticinou que, com um trabalho de contenção coordenada, com energia otimizada, na zona de preparação, aumentam as probabilidades de, recuperado o esférico, concatenarmos um contragolpe agudo com parcimônia de meios e extrema objetividade, valendo-nos da desestruturação momentânea do sistema oposto, surpreendido pela reversão inesperada do fluxo da ação.
— Ahn?
— É pra dividir no meio e ir pra cima pra pegá eles sem calça.
— Certo. Você quer dizer mais alguma coisa?
— Posso dirigir uma mensagem de caráter sentimental, algo banal, talvez mesmo previsível e piegas, a uma pessoa à qual sou ligado por razões, inclusive, genéticas?
— Pode.
— Uma saudação para a minha genitora.
— Como é?
— Alô, mamãe!
— Estou vendo que você é um, um…
— Um jogador que confunde o entrevistador, pois não corresponde à expectativa de que o atleta seja um ser algo primitivo com dificuldade de expressão e assim sabota a estereotipação?
— Estereoquê?
— Um chato?
— Isso.”

1. A expressão “pegar eles sem calça” poderia ser substituída, sem comprometimento de sentido, em língua culta, formal, por:
a) pegá-los na mentira.
b) pegá-los desprevenidos.
c) pegá-los em flagrante.
d) pegá-los rapidamente.
e) pegá-los momentaneamente.

Resposta: b

2. O texto relata duas situações que fogem à expectativa do público. São elas:
a) A saudação do jogador aos fãs do clube, no início da entrevista, e a saudação final dirigida à sua mãe.
b) O desconhecimento, por parte do entrevistador, da palavra “estereotipação”, e a fala do jogador em “é pra dividir no meio e ir pra cima pra pegá eles sem calça.”
c) O uso da expressão “galera” por parte do entrevistador, e da expressão “progenitora”, por parte do jogador.
d) A linguagem muito formal do jogador, inadequada à situação da entrevista, e um jogador que fala com desenvoltura, de modo muito rebuscado.
e) O fato de os jogadores de futebol serem vítimas de estereotipação e o jogador entrevistado não corresponder ao estereótipo.

Resposta: d

3. O texto mostra uma situação em que a linguagem usada é inadequada ao contexto. Considerando as diferenças entre língua oral e língua escrita, assinale a opção que representa também uma inadequação da linguagem usada ao contexto:
a) “O carro bateu e capotou, mas num deu pra vê direito” – um pedestre que assistiu ao acidente comenta com o outro que vai passando.
b) “E aí, ô meu! Como vai essa força?” – um jovem que fala ao amigo.
c) “Só um instante, por favor. Eu gostaria de fazer uma observação.” – alguém comenta em uma reunião de trabalho.
d) “Venho manifestar meu interesse em candidatar-me ao cargo de Secretária Executiva desta conceituada empresa” – alguém que escreve uma carta candidatando-se a um emprego.
e) “Porque se a gente não resolve as coisas como tem que ser, a gente corre o risco de termos, num futuro próximo, muito pouca comida nos lares brasileiros.” – um professor universitário em um congresso internacional.

Resposta: a

4. “Mas que significam as palavras? Que significam na verdade as palavras? Que significa a palavra verdade, a palavra mentira ou a palavra amor?” A afirmativa incorreta em relação ao conceito de literatura é:
a) Literatura é linguagem carregada de significado.
b) No texto literário, as palavras possuem predominantemente o sentido denotativo.
c) Em literatura, cada palavra tem mil faces secretas sob a face neutra.
d) O texto literário é plurissignificativo, passível de várias interpretações.
e) A linguagem literária é predominantemente conotativa e metafórica.

Resposta: b

5. O soneto é uma das formas poéticas mais tradicionais e difundidas nas literaturas ocidentais e expressa, quase sempre, conteúdo:
a) dramático
b) satírico
c) lírico
d) épico
e) corístico

Resposta: c

6. Observe as orações:
I- Afogou-se num mar de tristezas.
II- Só existem pedras no meu caminho.
III- Não gosto de café muito doce.
IV- São doces as lembranças da infância querida.

Houve conotação:
a) apenas em III
b) em I e IV
c) apenas em II
d) em II, III e IV
e) em I, II e IV

Resposta: e

7. Leia os trechos abaixo e identifique a função da linguagem predominante em cada um:

I – Eu sei que vou te amar Por toda minha vida eu vou te amar (Vinícius de Moraes)
II – O feriado de primeiro de maio, neste ano, cai num sábado.
III – No dia 12 de junho, dê uma flor a sua namorada. Ela vai “vibrar” de emoção.
IV – Alô, Dona Maria, como vai sua tia? Alô, Dona Aurora, como vai a senhora? (Chacrinha)
V – (…) e além do som e das dobras do que sobra ao olho nu – vem outro além, mas já sopra o verde alento do azul. (Gilberto Mendonça Teles)
VI – A poesia – toda – é uma viagem ao desconhecido. A poesia É como a larva do rádio, um ano para cada grama. Para extrair uma palavra, Milhões de toneladas de palavra-prima. (Vladimir Maiakóvski)

a) I – referencial; II – metalinguística; III – conativa; IV – fática; V – poética; VI – metalinguística
b) I – poética; II – conativa; III – referencial; IV – emotiva; V – fática; VI – metalinguística
c) I – emotiva; II – referencial; III – conativa; IV – fática; V – poética; VI – metalinguística
d) I – conativa; II – referencial; III – fática; IV – emotiva; V – metalinguística; VI – poética
e) I – fática; II – emotiva; III – referencial; IV – poética; V – metalinguística; VI – conativa

Resposta: c

8. De acordo com o texto:
a) as palavras da língua correspondem às peças do jogo;
b) as palavras da língua correspondem às regras do jogo;
c) as peças do jogo correspondem às regras do jogo;
d) jogos diferentes exigem peças diferentes;
e) frases diferentes exigem palavras diferentes.

Resposta: a

9. Segundo o texto:
a) quem joga combina palavras;
b) quem joga combina regras;
c) quem fala combina peças;
d) quem fala combina palavras;
e) tanto quem fala como quem joga combina regras.

Resposta: d

10. O texto afirma que:
a) seria útil aplicar, na aprendizagem das regras do jogo, o mesmo método que se emprega ao aprender uma língua;
b) aprender uma língua é tão complicado como aprender as regras de um jogo;
c) as línguas são complicadas porque a maioria de suas regras são comparáveis a jogos complexos;
d) o conhecimento das regras de jogos complicados facilita o entendimento das regras da língua;
e) se chega às possibilidades da língua da mesma forma que às regras do jogo, praticando.

Resposta: e

11. A partir do texto pode-se concluir que:
a) nos diversos discursos – científico, literário, etc. – as palavras devem ser diferentes porque é imperícia repetir as mesmas palavras;
b) as palavras tornam-se diferentes nos diversos discursos graças às combinações diferentes, como acontece com as peças do jogo;
c) a linguagem torna possível expressar os diferentes discursos porque possui um número muito grande de palavras;
d) o que identifica um discurso linguístico como tal são certas expressões comuns que todos usam;
e) mudando o jogo, mudam-se as peças; mudando o discurso, mudam-se igualmente, as palavras.

Resposta: e

12. No trecho “São expressões possíveis da língua…”, temos:
a) cinco ditongos e três dígrafos
b) três ditongos e dois dígrafos
c) quatro ditongos e três dígrafos
d) quatro ditongos e dois dígrafos
e) cinco ditongos e dois dígrafos

Resposta: a

13. Nas palavras enriquecimento, inúmeras, diferentes e linguagem temos sucessivamente a quantidade de letras e fonemas:
a) 14 e 6 / 8 e 4 / 10 e 4 / 9 e 3;
b) 14 e 14 / 8 e 8 / 10 e 10 / 9 e 9;
c) 14 e 11 / 8 e 8 / 10 e 9 / 9 e 8;
d) 14 e 13 / 8 e 7 / 10 e 10 / 9 e 8;
e) 14 e 12 / 8 e 7 / 10 e 7 / 9 e 6.

Resposta: c

14. Relacione as colunas:
(1) Trovadorismo
(2) Humanismo
(3) Arcadismo
(4) Simbolismo
(5) Modernismo

(A) Decadentismo; Oaristos
(B) Iluminismo; Bocage
(C) Revista Orpheu; Fernando Pessoa
(D) Cantigas de amor e de amigo
(E) Historiografia; Fernão Lopes

A sequência correta é:
a) 1A – 2B – 3C – 4D – 5E;
b) 1E – 2D – 3C – 4B – 5A;
c) 1B – 2C – 3A – 4E – 5D;
d) 1D – 2E – 3B – 4A – 5C;
e) 1C – 2A – 3E – 4B – 5D.

Resposta: d

15. A literatura portuguesa tem sua história dividida em três grandes períodos:
a) Medieval, Clássico, Romântico
b) Trovadorismo, Renascimento, Modernismo
c) Trovadorismo, Humanismo, Renascimento
d) Renascimento, Barroco, Arcadismo
e) Romantismo, Realismo, Modernismo

Resposta: a

16. De acordo com a concepção aristotélica os três gêneros literários são:
a) tragédia, comédia, tragicomédia;
b) novela, narrativo e trágico;
c) farsa, fábula e epopeia;
d) romance, conto e crônica
e) lírico, épico e dramático

Resposta: e