Arquivo da categoria: Primer Player

Uma geladeira que abre assim

Natal, eu e mamãe andando pelas ruas da cidade.


Nenhuma dessas pessoas é minha mãe, mas eu tô ali

Procuramos por uma geladeira que ela queria (juro, gente, descobri o que era Fost Free nesse dia, aheuaehuae).

E aí, ela para na frente de um vendedor, completamente sério, que estava de costas para uma fileira de geladeiras:

– Moço, eu quero uma geladeira que abre assim…

Terminou de falar e fez o movimento de como se abre uma geladeira qualquer.

O vendedor, ainda muito sério, fixou-se em frente à geladeira mais próxima (que era dessas duplex bastante comum) e abriu a geladeira da mesma forma que ela havia feito com o movimento. Neste instante, minha mãe fechou a geladeira com toda a força, mais do que o vendedor, aparentando um movimento brusco e grosseiro.

– Não, não é dessas que estou falando.

Neste instante, não me aguentei de tal cena e me pus a rir, de forma que eu não pudesse parar tão fácil. Tive que sair de perto para que o vendedor não percebesse minha falta de educação. Neste momento, minha mãe explicava, exatamente o que ela queria. E, então, voltei ao normal.

No fim, ainda tive que me deparar a outra cena protagonizada por minha mãe: ela havia se esbarrado em outro vendedor, distraído, e quase caiu no chão.

Da próxima vez, vou querer sair com ela para comprar um fogão que abre assim…

Créditos: Image by Alexas_Fotos from Pixabay

Barulho de Descarga

Esse acontecimento foi legal…

Estava eu, em frente ao PC conversando sobre novelas com uma amiga. Ela falando que nas novelas os país são, sempre, do outro lado da porta e alegou que seu pai sempre tem a seguinte conversa com sua mãe:

Nisso, me lembrei de um acontecimento que ela estava me contando, certo dia, quando ela jogava video game na sala com seu irmão. Eles estavam jogando Resident Evil na sala quando seu pai, impressionado com os gráficos do jogo, afirmava:

  • Tânia, o jogo é tão real que parece que tem mesmo zumbis aqui em casa!

Neste momento, Tânia, que estava no banheiro, puxa a descarga da privada no mesmo momento em que ela e seu irmão passavam por um banheiro, no jogo:

  • E, olha só! Até o barulho da descarga é igual!

Foi engraçado. Pior que umas coisas dessas a gente ri mesmo quando é ao vivo. Contando nem tem muita graça.

Aproveitem o calor, galera… porque tá bravo!

Abraços a todos.

Trêmulo

Trêmulo. É assim que eu termino meu 20º ciclo de vida. Pode parecer estranho, mas é assim que eu posso expressar como estou me sentido agora: trêmulo e acanhado. E qual o motivo disso? Antecipação. Tive meus 21 anos antecipados em 1 dia. Esse ano, meu aniversário foi comemorado justo no dia 26 de novembro. Talvez pelo fato de amanhã ser sábado e eu não encontrar  quase nenhum de meus amigos. Vamos aos fatos:

Cheguei à faculdade, meio atrasado e fui pra sala assim que o professor chegou. Quando ia passando pelo corredor, dois colegas meus me puxaram e me deram o primeiro presente: uma barra de chocolates. Queriam cantar parabéns para mim ali mesmo, em meio a três salas lotadas de alunos fazendo provas.

Para não chamar muita atenção, a Mayara (amiga e colega minha de sala) contou ao professor (que, por acaso era o Tiago Baciotti) e pediu-lhe que cantassem parabéns para mim. Ele insistiu que fôssemos à sala do terceiro ano e eu fui carregado até lá por dois colegas (Rafael e Saint’ Clair).

Chegando lá, foi aquela cantoria com duas salas. O primeiro também escutou. Depois, recebendo os parabéns de alguns professores e colegas, voltamos pra sala. Trêmulo e envergonhado, sentei-me na cadeira. O professor fez uma dinâmica em sala, pedindo que respondêssemos uma pergunta na frente da sala, entre 2 e 3 minutos. Mesmo com toda a minha aflição, consegui apresentar.

Após isso, o professor falou que iria sortear alguns brindes (caderno, corrente de pendrive e caneta) e resolveu me dar um caderno, sem qualquer sorteio, por ser meu aniversário e por eu ser representante de sala. Óbvio que fiquei muito feliz e sem jeito, mas foi algo gratificante.

Fiquei muito feliz pela surpresa, homenagem e pelos gestos sinceros. E olha que ainda nem tinha começado o dia 27. Mas, valeu mais do que eu esperava. Pra mim, meus 21 começou ali mesmo. Obrigado a todos pelo carinho.

E, claro, um agradecimento aos primeiros que me deram parabéns ao início do dia, no meu serviço: Hudson, Ana Míriam, Fabíola e Silmon. Vocês todos são muito importantes para mim de alguma forma.

Ótimo fim de semana a todos.

As 21 últimas frases

Ano passado tive a infeliz idéia de puxar as 20 últimas frases postadas no MSN antes de poder fazer 20 anos. Esse ano resolvi fazer o mesmo, mas sendo uma frase por dia. É! Observei que tem muitas que nem fazem tanto sentido. Acho que eu preciso parar de beber… Vejamos o que foi postado:

21 | Amadurecer para crescer, enfrentar para fortalecer, acreditar para vencer, sonhar para poder viver, praticar para poder aprender.

20 | Pensar que certas coisas não são real, mas que se lutar pelos sonhos pode lhe trazer oportunidades de se alcançar objetivos inimagináveis.

19 | Há uma voz abafada no coração que está prestes a explodir se ele continuar a conter o grito de liberdade que ele tanto sonhou em ter.

‎18 | Deus, abençoai meu caminho e fazei com que no meu próximo ano eu possa apenas crescer e aprender com coisas boas.

17 | Ontem me pediram pra manter um segredo. Confidenciei com meu melhor amigo e ele passou adiante. Resolveu?

16 | Viajar pelas galáxias, reconhecer os brilhos das estrelas, voar pelo infinito e descobrir como é bom poder ser livre.

15 | É que destruindo sonhos fico mais forte, desfazendo sorrisos me torno único, acabando com todos tenho minha chance…

14 | É raro encontrar alguém que possa ouvir seu coração, quando este encontra-se em profunda solidão.

13 | A mentira por trás de teu rosto pode não ser visível para uns, mas tu não podes atuar para teu próprio ser. Sabes bem quem és.

12 | Eu só rezo pra ficar bem, acredito que tudo ficará bem, sei disso, eu posso sentir. Uma luz ao fim do túnel é quem me diz.

11 | No deje que se calle una voz en tu interior. ¡Suéltala! Tus pensamientos no deben estar ocultos en ti.

10 | Tentei de seus olhos um brilho receber, tocar seu coração e alcançar sua alma. Você, simplesmente, me ignorou.

9 | E neste vazio, procuro palavras que possam simbolizar a minha mente confusa.

8 | Ter a mente limpa com a certeza de que se fez tudo certo, é ter uma consciência tranquila e poder dormir bem a noite.

7 | E no meio da multidão, nos encontramos. Unimo-nos por uma mesma ocasião: a rejeição de quem tanto queríamos afeto.

6 | Não, não! Você deve estar me confundindo… esse aí é meu irmão gêmeo, eu sou o Álisson.

5 | O que eu vi pode ser interpretado de diversas formas. Se repasso mal pode ser que a história mude completamente. Cuidado!

4 | É fácil entender que tudo pode dar certo e tudo pode dar errado. Difícil é lidar com meios que se pode chegar a um resultado.

3 | Um choro pode significar muitas coisas. Mas, se ele representar alegria e puder ser compartilhado é sinal positivo, por ser gratificante.

2 | Aguenta as pontas que falta pouco. A capacidade pode nascer, pode se desenvolver e pode se destruir. Só ter fé!

1 | Agora, só aproveitar o último dia que encerra esse meu ciclo e me preparar para o que próximo que logo chega.

É isso aí! Ano que vem tem mais… Se eu tiver saco, é claro!

Discussões saudáveis

Neste sábado, um amigo meu veio me pedindo uma ajuda sobre um texto que ele havia escrito. Era sobre um resumo que ele fizera de um trabalho que ele apresentaria logo (ele não quis me dizer a data para que eu não aparecesse lá na hora, mas, tudo bem. Terá troco!).

Eu era a última opção que ele tinha de ajuda. Também, né, depois de tudo que falei pra ele, tadinho. Isso porque eu já era o terceiro a comentar e todos os outros divergiram suas opiniões comigo. Aposto que até aqui você não está entendendo coisa nenhuma, então, vou contar desde o início.

Era o seguinte: ele havia escrito um resumo sobre um projeto que ele faria: a modelagem da faculdade utilizando a ferramenta 3D Max Studio que vinha com um plugin de exportação capaz de converter os arquivos (Caramba, não acredito que estou tão por dentro assim do projeto… rsrsrs). Ele já havia mostrado o texto para dois de seus colegas e ambos (ambos os três, né Luan?¹) disseram que estava bom. Entretanto, nas minhas mãos, o texto não passou.

Sim, eu posso ser bastante enjoado, o pessoal pode mesmo querer me xingar, me bater, me jogar de uma escada (credo! Quanta violência!), mas eu gosto de analisar bem as coisas (quando me interessam, claro) e uma coisa que gosto muito é de escrever. (Vocês notaram, eu sei, já que até aqui foram 232 palavras, enfim…[Não vá contar, hein!²]). O problema foi que eu tive de corrigir muitos erros, tais como:

  • Problemas de vírgula: Caramba, tive de pegar ar em cada frase que ele escrevia. Eram frases enormes e ele não colocava vírgula de forma alguma.
  • Frases sem fim: Este é o mal de quem não presta atenção no que lê (ele vai me bater depois dessa). Você já leu uma frase que parecia não ter fim? Ela é mais ou menos assim: você vai lendo, vai lendo e, de repente, tem um ponto. É complicado explicar, mas, geralmente, essas frases começam com verbos no gerúndio (-ando, -endo, -indo). Por exemplo: Escrevendo este blog, utilizando ferramentas de html e algumas ferramentas que o próprio wordpress é capaz de me oferecer. Entendeu?

Esse tipo de coisa pode ser evitado se o texto for relido, com ajuda de uma pessoa ou, até mesmo de um professor de português formado pela PUC com doutorado em… (eu sei, exagerei).

Mas, o melhor de tudo foi a nossa discussão. Tudo bem, zuações a parte (o que não é uma conversa entre amigos sem qualquer zuação, não é verdade?). Primeiro, discutimos sobre o texto e depois sobre como poderia ser sua apresentação. Repassei alguns conhecimentos que eu tinha e ele me deu a opinião dele. Daí, conseguimos montar alguma coisa bem legal, contamos algum casos que já aconteceram, algumas experiências que já tivemos e ainda marcamos de jogar um play station na casa dele (leu bem aí, né Luan?).

É outro ponto que precisamos conversar também: a respeito de compartilharmos nossos conhecimentos. Mas, isso é assunto pra outro post, senão chegaremos a 1.000 palavras (não, ainda não chegamos –‘). O importante foi que de dois conhecimentos diferentes conseguimos chegar a uma conclusão semelhante, aprendemos alguns conceitos e, podemos dizer, tivemos uma conversa bastante produtiva.

Aos que acharam o texto muito grande, minhas desculpas.

Aos que encontraram erros de português e falhas na escrita, minhas desculpas.

Aos que pensaram em me dar R$ 1.000.000,00 e se arrependeram, não desculpo. >.<

Abraços a todos e uma ótima terça-feira. E uma péssima quarta. [Hum]

¹Piadinha interna em que certa hora ele me perguntou se no lugar de ‘os dois’ poderia colocar ‘ambos’ e eu disse que só não poderia colocar ‘ambos os dois’. Então, ele retrucou com um ‘então coloca ambos os três e está tudo certo!’. Detalhe que, depois disso, ele não parou mais de rir… e da própria piada!

² Aos interessados: 653 palavras, segundo o wordpress e 662, segundo o MS Word 2007.

O CD “Por amor”

Conversa hoje mais cedo com minha mãe:
– Meu filho… Aquele CD que você gravou pra mim…
– Qual?
– O CD “Por amor”.
Eu pensando: “Mas, que maldito CD é esse que eu nunca gravei?”
– O que que tem?
– Eu fui ouvir e só tinha rock!
– Mas, mãe, não era o que você queria? Rock antigo?
– Não, mas não eram essas as músicas que eu queria.
Eu continuo pensando: Que raios de CD “Por amor” é esse?
– Vou por o CD aqui para você ouvir.
Começa a tocar a música “Brick By Boring Brick”
– Mãe, não é CD “Por Amor” não, é o CD do Paramore.
E ela ainda insistiu que eu tava errado… mães, tsc tsc…

A criança e o abarjur

Uma criança não pode ver um abarjur que fica ligando e desligando ele. Olha a cara de felicidade da pessoa quando está ligado.

Rua nas eleições

É, galera! É assim que nossas ruas ficam em época de eleição. E domingo tem mais, hein. Se for pra sujar as ruas, suje! Mas, votem com consciência u.u… Fala a verdade, esse pessoal só suja porque tem garis pra limpar essa bagunça.

As ruas limpas em época de eleição

Não basta só ser sincero

Por que se preocupar tanto se as pessoas falam mal de você ou não? Por que imaginar que você é o centro das atenções para alguém que adora falar mal dos outros? Por que achar se você é o alvo de pessoas assim?

Ver frases do tipo “Sua inveja faz minha fama” é comum para quem diz não se importar com ninguém. Mas, não se importar não seria tratar tais atos com indiferença? Não seria melhor mudar de rumo quando isso acontece?

E aqueles que dizem que é sempre bom ser sincero e que “fala tudo na cara”, quando não consegue aceitar o que os outros têm a dizer, ou não sabe medir as próprias palavras. Prefere apenas criticar, quando tem muito a elogiar. Apenas vê os defeitos. Ser sincero é importante, mas deve-se aplicar o respeito e a educação. Devemos cativar amigos, não colecionar inimigos.

Image by Luisella Planeta Leoni from Pixabay

Palavras bonitas nem sempre fazem o efeito certo

O dia foi péssimo, você fica mal e a primeira coisa que você sente é raiva ou tristeza, quando não as duas juntas. Alguns se isolam, outros preferem gritar para Deus e o mundo e outros tentam descontar na primeira coisa que veem. E aí, alguém, querendo ajudar, senta-se ao seu lado e fazem aquela típica pergunta: “aconteceu alguma coisa?”. Obviamente, você não está com cabeça para responder.

Quando uma pessoa quer ajudar, mesmo que as intenções sejam as melhores, nem sempre conseguem ir pelo melhor método. As duas coisas mais comum que vemos, são pessoas que nos enchem de perguntas e outras que nos dizem palavras maravilhosas.

Pessoalmente, o primeiro caso, para mim, é o pior. Quando uma pessoa está neste estado, a última coisa que quer é falar alguma coisa, quanto mais responder inúmeras perguntas. No estado em que ela se encontra, tudo fica confuso e ela briga com si mesma para por todas as coisas no lugar. Algumas ainda respiram fundo e tentam responder a tudo na medida do possível e pode até dar certo, mas não se ela estiver muito alterada. Elevar o tom de voz é outro ponto impróprio que chamo a atenção para este caso.

As pessoas que falam bonitas coisas podem nos atingir diretamente no coração e nos fazer refletir, mas, de primeira instância, não é nada legal. Primeiro, a pessoa não encontra saída, exatamente por não ter motivos para brigar com quem diz isso. Pelo contrário, o efeito sai ao inverso: Brigamos com nós mesmos, exatamente por percebermos o quão errado estávamos. Todos já ouviram inúmeras frases e já leram textos que os motivaram, portanto, essa não é uma hora adequada para relembrá-los, pelo menos não de imediato, como já disse.

É importante ter em mente que muitos não gostam de contar seus problemas, portanto, respeite o sigilo que uma pessoa possa ter quanto a seu problema. Se ela não quer contar, é óbvio que este tipo de coisa não deve ser insistido.

Posso estar errado quanto a isso, mas o que penso é o seguinte: em primeiro lugar, por mais que a pessoa goste de ficar só nestes momentos, essa pode não ser uma boa solução. Sente-se ao lado da pessoa e tire o foco em que ela esteja, mesmo que você não saiba qual. Uma boa saída é sempre partir para o humor, alguma coisa inocente, infantil, algum acontecimento engraçado, às vezes até comparando sua infelicidade com alguma coisa não desagradável. Nada de piadas manjadas ou se fazer de engraçado. Também não comece contando sobre suas histórias trágicas ou sobre coisas ruins que lhe aconteceram. O que a pessoa precisa é de uma boa dose de auto-estima, não de mais pensamentos ruins.

Quando a pessoa der um sorriso, ou você perceber que ela já sente mais a vontade de conversar, aí sim é hora de dizer algumas palavras de ânimo, mas não exagere. Ouça, deixe-a falar algumas coisas, sem que seja pressionada. Isso é bom, pois alivia o coração e permite que a pessoa consiga reunir forças contra aquilo que luta. Depois, fica fácil conduzir, mesmo sendo com brincadeiras, histórias trágicas que se tornaram cômicas e até mesmo fazendo algumas perguntas. Isso varia de acordo com a situação.

Lembro-me, certa vez, numa noite de chuva, uma amiga minha, chorando, isolou-se da turma. No intervalo, resolvi sentar-me ao lado dela e logo soltei: “Isso não está certo! Chuva lá fora e chuva aqui dentro também? Precisamos mudar isso!”. Conquistei um sorriso e ganhei meu dia. Um ano mais tarde, os papeis se inverteram e ela fez o mesmo comigo. Só então, havia me dado conta o quanto aquilo era significativo.

Daí, pude concluir: O que adianta dizermos lindas palavras se a marca que deixamos em um coração entristecido não o faz renascer da escuridão em que ele se encontra? Se você conhece bem os pontos que precisa atingir, cativará uma pessoa e lhe deixará uma boa marca.

À Mayara, dedico este texto.

Uma ótima semana a todos.

De novo, Tiago?

Eu tenho um professor que aprendeu a pegar no meu pé. O nome dele é Tiago. O motivo? Bem, vamos lá…

Eu sou um garoto, de 20 anos, pouco sociável. Não sou muito de me expor aos outros por pura timidez, o que é impossível na minha sala, já que todo mundo faz questão que eu seja notado. Muito bem!

Esses dias, a bomba: meu professor anunciou que teria três meses para me mudar (até dezembro!). Tudo isso porque, num dia estressante, entrei no meio da sala, abaixei a cabeça e fui sentar-me ao fundo, evitando todos que estavam ali dentro. Meu professor já anunciou em alto e bom som: “quando entramos em um lugar, nós dizemos boa noite!”.

Pois, bem! Depois dessa, sabia que ele ficaria em meu pé por um bom tempo. Ele me obrigou a sentar na primeira fileira até o fim do ano. Como se não bastasse, agora teria que ser bastante participativo nas aulas. Não é que ele vá me tirar notas ou coisa do tipo, mas ele não ia parar de buzinar na minha cabeça.

Nesta sexta, pensando que escaparia, estava quase indo para o fundo da sala quando, novamente, ele me abordou. Até aí tudo bem, mas ele me chamou à frente da sala para uma nova dinâmica. Ele estava demonstrando como deveria ser o modo correto de cumprimento e me pediu para que eu mostrasse, na frente de todos, como eu cumprimentava. Como meus colegas sabiam muito bem que eu o fazia de forma bastante amigável (braço direito nas costas, cabeça no peito, três batidinhas leves na barriga – isso seria uma espécie de abraço solitário), exigiram para que fizesse com ele. Claro, a vergonha tomou conta, mas precisei fazê-lo. Para piorar, ele ainda pegou na minha 4 ou 5 vezes para demonstrar como as pessoas faziam (algumas vezes era zoação, como a vez que ele me cumprimentou e balançou as sobrancelhas rapidamente). Aquilo foi constrangedor para mim (mas, confesso que me diverti um pouco) e, claro, gerou bastante risadas entre o pessoal. Para terminar, todos tiveram que cumprimentar uns aos outros para entender se aprenderam bem.

É! Agora já vi que até o final do ano vou sofrer nas mãos do meu professor.

Pra quem quiser saber como é cumprimento que ele falou: mão firme, olhos nos olhos, sem balançar muito a mão do companheiro e com um pensamento de que você gosta da pessoa. Com certeza, traz uma sensação de “firmeza” para quem aperta sua mão.

Um ótimo domingo e um forte aperto de mão a todos!

Sempre sem tempo

Pode até parecer manha ou simplesmente palavras de um cara que simplesmente não tem mais o que fazer, a não ser reclamar da vida que tem, mas, esse último semestre de faculdade tem tirado minhas noites sem dormir. Sem tempo e de cabeça, completamente preocupada, já não faço nem mais ideia se devo continuar seguindo em frente. Se você entra em desespero fácil ou acredita que este texto vai te deixar completamente pra baixo, para neste ponto.

Como eu ia dizendo, último semestre, de agosto a dezembro, são 5 meses para a distribuição de 50 pontos. Que 5 que nada! Agosto voou e o mês letivo de dezembro só ocupa uma semana. Tenho só setembro, outubro e novembro. Os professores, acreditando que temos tanto tempo e tanta eficiência, nos enchem de trabalhos, e trabalhos relativamente grandes, com prazos de um mês para serem desenvolvidos. Se esquecem de que podemos desenvolver trabalhos em sala também, que temos mais 9 outras matérias, que temos estágio a cumprir, que temos projeto de conclusão de curso, que temos que, em algum momento, comer!

Com cabeça preocupada que determinado trabalho não está correndo como planejado, vêm as consequências: as horas de dormir passam a ser bem menores que 6h por dia, o mal-humor aumenta, a pressão no trabalho é forte, seu chefe nem quer saber se você não tem condições para um melhor rendimento e reclama se você pescar por 5 minutos. A família reclama que você não tem mais tempo para ela, “esse menino só vive no computador, só pensa em faculdade”, briga pelas ausências nas festas dos tios, os amigos furiosos porque você não sai mais com eles, a namorada reclama que você não é mais aquele namorado presente e briga com você todas as vezes que você tenta dar alguma explicação, o namoro já fica por um fio e o stress acaba aumentando. Você precisa brigar com você mesmo por nunca estar fazendo um trabalho ideal, acredita que deveria ser melhor mas nunca o é e passa a se cobrar mais. Os professores não entendem que seu dia só tem 24h, (e sabe-se lá o tempo disponível) e reclama que você nunca faz os trabalhos de modo completo (quando não o fazem, realmente).

Nada que você consiga fazer é 100% e nada você aprende com 100% de capacidade. Comer, dormir, descansar, se divertir, passou a ser ocasiões que você só fará em tempo livre, e se tiver. Sábado, domingo, feriados? Isso ainda existe.

Enfim, deixo aqui um desabafo, mesmo que meio pesado, mas é o que eu tenho sentido e, às vezes, é bom deixá-lo escorrer um pouco para conseguir mais ânimo. Os trabalhos não se farão, nem serão feitos por outros, preciso de energia pra continuar. É preciso relaxar, às vezes, de certa forma.
Quando eu ler este texto, daqui a uns 4 anos, mais ou menos, vou pensar o quão bobo eu fui de deixar minha ira momentânea me dominar, mas, é a vida e nem sempre estamos dispostos a tudo.

Abraços a todos.

Até mais e obrigado pelo livro

Já comentei algumas vezes sobre meu professor de redes, o Flávio, aquele que eu encho muito o saco e que se diverte com a gente.
O cara é legal, brincou conosco no boliche, quando fomos a uma visita a mando da faculdade e é, oficialmente, o nome da nossa turma.
Não é pra menos, ser mais criança e rir de coisas bobas, não ser tão sérios e querermos sempre o bem para o outro é nosso dilema por ali e ele faz bem nosso perfil.
Mas, a história que eu tenho pra contar é um pouco diferente.

No primeiro semestre, fomos aprender um pouco de Linux. Ele nos mostrou dois livros que usaríamos e montou seu material em cima dele. Ele o usa também em outro curso que ministra em outra escola.
Resolvi pedir-lhe emprestado para poder estudar um pouco. Ele se recusou. Falei para ele que o devolveria logo, então ele concordou. Passaram alguns dias e nada. Ele disse que estava precisando…

Então, resolvi jogar um pouco mais pesado. Como saberia que aquele livro seria usado na faculdade e como eu sempre tive grande liberdade com ele, resolvi dizer-lhe que não devolveria, pelo menos por enquanto. Ele, meio contrariado, permitiu. Permitiu tanto que, certa vez, em sala, ele pegou o livro para confirmar o que ele disse e fez questão de me devolver (reparem na moral.. haeuhaehuea).

Em abril, fomos a Uberlândia (uma cidade vizinha). Passeamos pelo shopping e uma hora ele comprou um livro, chamado “A arte da guerra”. Quando voltamos a normalidade (ou não) das aulas, vi-o em sua pasta. Pra variar (e pra chatear também XD) resolvi pedir-lhe emprestado. Ele, novamente, recusou meu pedido, alegando que, por ele viajar muito e estar sempre em hoteis, seria o único passatempo dele. Pedi-lhe novamente alegando devolver logo. Ele emprestou. Passei um fim de semana lendo e, na segunda (pedi num sábado) devolvi. Ele estranhou a agilidade dessa vez.

Os meses foram passando. Nessa segunda (02), tivemos a primeira aula dele do segundo semestre. A nova matéria era Windows Server 2003. Ele nos apresentou um novo livro. Brinquei com ele. Perguntei-lhe se tinha outro livro da mesma matéria e ele disse que não.

– Ah, esse aqui serve! – disse eu, colocando o livro na pasta.
– Não, eu preciso desse aí pra montar os slides. – diz ele, desesperado, tirando o livro das minhas mãos.
– Mas, você teve um mês de férias para isso! Agora eu posso levá-lo! – Brinquei.
– Não, mas esse aqui eu vou precisar. Vou passar um material todinho pra vocês. – diz ele.

Nessa hora, ele se lembrou que tinha um livro comigo. Falei que ainda não o devolveria.

– Ok, eu não vou precisar muito dele não, eu tenho outro. Você pode ficar com ele.
Não resisti e lhe dei um abraço de felicidade e o agradeci muito. Ganhei um livro. Alguns ainda perguntam porque eu ainda sou um grande fã dele…

Me empresta sua moto?

– E ae, vamos dar um pulinho lá na casa da Carol?
– Bora, Rafael! Mas, antes eu preciso pegar minha moto ali em cima. Me dá uma carona?
– Ok, beleza, sobe aí! Em 5 segundos chegamos lá.
– Ah, vamos fazer diferente? Deixa eu pilotando ela até lá.
Peguei a moto de Rafael, ele foi na garupa e fomos até minha moto, estacionada um pouco acima. Estávamos na faculdade e iríamos para a casa de uma colega nossa.
Chegando lá, ele me pede a moto. Resolvi fazer algo diferente. Entreguei-lhe as chaves da minha moto e fui experimentar a dele. Passeamos por um tempo, ladeados, devagar, aproveitando o vento frio daquela noite.
Chegamos. Descemos e contamos as experiências passadas. A moto dele tem uma embreagem bem mais curta que a minha e parece ter um guidão mais baixo que o meu. Ele também sentiu diferença na minha moto. Perguntou porque eu usava uma embreagem tão alta e eu disse que me habituei a isso. Nunca a regulei. E nunca tive experiências com outras motos, por isso, estranhei ao dirigir a dele, mas foi legal!
Depois disso, falamos sobre outros assuntos…

A fórmula de uma boa amizade

Como já escrevi algumas vezes, não sou a melhor pessoa do mundo para falar sobre relacionamento. Afinal, não sou uma pessoa que tenha muitos amigos, tampouco sociável. Mas, isso não quer dizer que eu não possa sentir o que é uma verdadeira amizade.
Quando conversamos com uma pessoa por questões afins ou estamos perto devido à circunstância, não quer dizer que sejamos amigos. Veja um exemplo de seu ambiente de serviço ou de sua faculdade: todos ali estão pelo mesmo motivo que você, mas, quantos você confiaria algum segredo ou admitiria que é seu amigo?

Sempre enfatizamos que temos colegas e amigos, que são distintos. Colegas, como dito, são nossos companheiros de trabalho. Amigos são nossos companheiros para a vida. Para o amigo, temos aquele sentimento de amizade, de querer estar perto, de querer conversar sobre qualquer tipo de assunto (ou quase todos), querer contar um pouco da vida, compartilhar felicidades, momentos, entre outros. Com o colega, não. Queremos tê-los por perto apenas se temos interesse em algo. Tanto faz se amanhã os veremos ou não, não faz diferença.

Quando separamos os colegas dos amigos, temos a tendência de não misturá-los e, por quê? Eles não poderão se tornar nossos amigos algum dia? Os amigos não foram nossos colegas há algum tempo? Por que não tentar?

Todos nós precisamos de amigos, nossos colegas também. É interessante arrumarmos certo tempo para conversar com eles, mesmo que o assunto seja algo “sem futuro”. Já pensou quantas coisas em comum podemos descobrir? E, se a pessoa não nos agradar, tudo bem! Estamos apenas conversando, falando sobre assuntos comuns. Conversar com esses colegas quando estamos com amigos também pode ser legal para enturmá-lo. As pessoas tendem a ser amigáveis com quem não tem muita afinidade. Só assim poderão descobrir se alguma amizade nascerá ali.

Quanto aos amigos, não podemos descuidar deles. Lembram-se da história que a amizade é como uma planta, que deve ser regada sempre? As pessoas gostam de um amigo que seja educado, que seja o mais positivo possível, que ajude, que converse. Se você está num dia de mal-humor, é normal que muitos se afastem de você, não que seja pessoal. Se você começa a tratá-los mal, é pior. Um amigo não quer que você brigue sempre com ele por algo que ele não fez. Eles se decepcionam por isso. Quando estiver com algum problema pessoal, não desconte na primeira pessoa que você encontrar, ao contrário, desabafe. Tanto você quanto ela se sentirão melhor: você tirará um peso nas costas e a pessoa se sentirá feliz por ter ajudado, mesmo que em algo ínfimo.

Não estar presente apenas em horas boas é essencial. Todo mundo gosta de sorrir, de contar piada, de falar sobre algum feito, das horas de zuação, festa, saúde, riqueza, e por aí vai… Essas são as horas que menos precisamos de alguém, pois todos querem estar por perto. Quando estamos tristes, isolados, decepcionados, são as horas que mais precisamos de uma mão amiga. É quando vemos quem realmente se importa, além de nos aproximar mais.

Por eu não ser uma pessoa muito sociável, sei bem como é se sentir isolado, não é nada legal. Por isso, tento fazer com que alguns colegas meus não se sintam assim. Mesmo que eu não tenha interesse em fazer qualquer amizade, é muito bom saber que você pode fazer alguma diferença. Me sinto bem com isso. As pessoas se sentem mais a vontade para conversar, mesmo que coisa à toa. Isso é uma consequência para aumentar sua rede social (network) e melhora no seu desempenho como pessoa. Faça um teste! E tente ser o melhor, sempre.

A todos, uma ótima quinta-feira.
Dedico esse texto a um amigo que me pediu que o fizesse.
Abraço a todos!

Relatos de uma criança em um rancho

Lendo histórias que eu contava há 10 anos, lá em 2000, no fim do segundo milênio e do século XX, me divirto na forma como me expressei sobre uma “fazenda” que passamos num fim de semana, nas férias. Eu chamei de fazenda, mas era um rancho localizada na beira de um grande rio.

Meu pai trabalhava numa cidade diferente à nossa que era banhada por um rio famoso que corta MG e GO, o Rio Paranaíba. Próximo a ele, há vários ranchos, onde se pode pescar e nadar. Nesse rancho, em questão, tinha a piscina, mas ficava tão próximo ao rio que se podia nadar direto lá.

A minha raiva, no meu relato, é de que eu não consegui dormir a noite inteira (não me lembro do motivo), mas eu relato também que jamais voltaria lá (voltei) e que eu só tinha ido por conta da piscina. Entretanto, essa piscina estava vazia e o que mais tinha lá era sapo. Vocês se lembram de quando eu disse que não sabia nadar, né? Pois bem, no rio, precisei usar uma boia de salva-vidas.

Para piorar, eu tinha levado meu super nintendo, mas como lá não tinha TV, acabou que nem jogar eu joguei.

Calma, jovem Álisson, a vida é muito melhor do que passar raiva com coisa boba como essa.

Se fosse meu retrospecto

Se fosse pra eu fazer uma retrospectiva da minha vida, de tudo o que eu escrevi sobre mim neste blog, poderia até dizer que não teriam sido muitas coisas, mas vamos lá.

Duas línguas que quero (e preciso) me tornar fluente: inglês e espanhol.

Gostei muito de falar como têm sido minha experiência em andar sobre duas rodas, desde que eu aprendi a pilotar e até às vezes que ganhei carona ou andei de fato em uma moto.

Este ano, eu também contei sobre nunca entender o que um psicólogo diz sobre eu fazer um monte de tracinhos numa folha de papel, enquanto ela sai da sala (pra fofocar, talvez?), e ter demorado, pois havia se esquecido de mim (acho que quem precisa de psicóloga é ela, sei não).

E, talvez, só talvez, aprender a andar de bicicleta tenha sido um dos meus maiores trunfos da infância.

E, aí, eu fiz 20 anos =).

E, você? O que tem pra me contar?

Aprender a pedalar

Quando somos mais velhos, nem parece que aprendemos a andar de bike tão velho, na verdade, nos parece que andar de bicicleta foi há tanto que temos a impressão que a gente realmente aprendeu a andar ainda novos. Mas, quando somos crianças, não é bem assim.

Eu aprendi a andar de bicicleta aos 11 anos, quando a maioria dos meus amigos aprendia ainda com 7 ou 8 anos. Sim, eu fui o último dos meus amigos que havia aprendido. Enquanto eles tinham suas bicicletas de rodinha e iam aprendendo ao longo do tempo, eu não conseguia (e isso me deixava frustrado).

Lembro-me uma vez que estava na casa de uma tia minha, tentando andar, mas eu sempre precisava me apoiar numa parede (e era uma bicicleta pequena!).

Quando eu aprendi, um primo meu me emprestou sua bike (já grande). Ele ia segurando o banco e, quando me dei conta, estava andando sem qualquer apoio. Depois disso, foi festa.

Hoje, adulto, eu não tenho minha própria bike, mas meu pai comprou uma quando ainda tinha 11, grande e para a família. Lembro que dei uma volta tranquilamente pelo quarteirão, mas, quando fui estacioná-la na porta de casa. Cai. Bike batizada, agora era só ir me divertir.

E você? Com quantos anos aprendeu a andar de bike?

Dinâmicas que não compreendo

Talvez tivesse pouco mais de 50 pessoas naquela sala, divididas em dois grupos, alinhados um do lado do outro, sentados em uma cadeira. O primeiro de cada coluna recebia uma bola, colocava-a nas pernas esticadas e passava para o companheiro do lado, sem usar as mãos. A bola não poderia cair, senão, voltaria para o primeiro da fila. A equipe vencedora seria a que conseguisse passar a bola até o final da fila.

Neste dia, a minha fila foi a vencedora. A moça que conduzia a brincadeira dizia lá na frente que ela também havia feito a dinâmica há algum tempo, mas que sua equipe não havia ganhado. No palco, outra derrota: ninguém havia prestado atenção ou, sequer, manifestado qualquer resquício de empatia. A equipe vencedora comemorava e a perdedora lamentava. Segue o jogo, vamos para a próxima brincadeira.

E eu me perguntava: pra quê? Alguns dizem que era para um bem maior: saber confiar na equipe ou mostrar o quanto era importante um trabalho bem feito para que todos ali pudessem ganhar. O dia ainda contou com brincadeiras como ‘escravo de jó’ e aquele que você guia uma pessoa vendada por aí.

A equipe responsável por essas dinâmicas eram três psicólogas que, coincidentemente, fizeram uma das etapas da minha entrevista de contratação. A mesma que me pediu pra desenhar um monte de tracinhos numa folha de papel em um espaço pequeno, mas determinado. E eu até hoje não entendi essa dinâmica. Além disso, ela ainda me deixou algum tempo sozinho lá na sala e eu sem saber o que fazer após terminar aquele confuso exercício. Até achei que estava sendo observado.

Mas, a verdade é: a teoria dessas dinâmicas até parecem fazer sentido, mas eu me pergunto se elas realmente se aplicam de verdade na prática, pois na segunda-feira, a interpretação que eu tinha era que nada havia mudado desde então.

Que venha a segunda década

Quando eu completei a primeira década de vida, eu tinha apenas 10 anos (ah, vá!). Quando eu completar a minha segunda década, eu completo 20 anos (jura?)

Dois anos após a maioridade, conquistei minhas carteiras de moto e carro, meu primeiro emprego (depois de uns meses fazendo estágio) e até a minha própria moto, visto que moro há alguns km do meu serviço e da minha faculdade, aí fica inviável andar a pé.

Por falar em moto, para se ter uma ideia, entre meus 18 e conseguir a carteira de moto foi exatamente 1 ano, assim como minha moto. Antes disso, eu estava vindo à casa da minha avó e da minha tia para almoçar, pois elas moram muito próximo ao meu serviço (basicamente 8 minutos caminhando) e até que não muito longe da faculdade (acredito que seja uns 20 minutos a pé). Por isso, é mais fácil almoçar e jantar por ali e seguir meu caminho, visto que há um intervalo curto de 90 minutos entre o fim do expediente do serviço e o início do horário da faculdade.

Este ano também conquistei minha carteira de carro (após reprovar duas vezes no exame prático). Eu sei, ainda não tenho aquela total segurança de dirigir, mas sinto que estou progredindo. Por exemplo, quando tive de ir de carro para a faculdade pois estava chovendo muito e precisei ir com bastante prudência e estacionar no local certo (a visibilidade era terrível), mas tudo deu certo, com minha paciência, enquanto ouvia o novo CD da Pitty, o Chiaroscuro.

Muitas coisas aconteceram neste ano e no ano passado. Estava até pensando que eu deveria trazer mais relatos por aqui da minha vida (acho que está faltando). Mas, por enquanto, vou me despedindo aqui. Obrigado a todos que têm me acompanhado em meu blog.

Bom, faltando menos de 6 horas para a minha nova idade, só tenho a dizer: Feliz aniversário para mim! E que venham muitas e muitas décadas por aí.

Ah, uma observação: quando eu completar três décadas, terei feito 30 anos! (Ah, jura?)