Iluminados

Para finalizarmos bem 2009, que tal relembrarmos os textos iluminados que postamos aqui no blog?

E a última para alegrar o dia:

O espírito de natal

Algo que eu não expus muito aqui no meu blog, foram os meus sentimentos. Escrevi um pouco sobre ter uma boa noite de sono, também falei da sensação que você pode sentir ao ver a natureza, como sol, flores e chuva. Também falei sobre como estavam sendo os meus últimos dias com 19 anos.

Antes de finalizarmos o ano, gostaria de comentar um pouco sobre o natal. Acredito que muitos concordam que o natal é a melhor época do ano. Onde as pessoas compartilham mais, são mais solidárias e presenteiam umas às outras. A cidade fica mais bela, mais colorida e mais iluminada e, como é o fim do ano, a gente começa a ficar mais reflexivo. A gente pensa em tudo o que fizemos durante o ano e faz uma retrospectiva de tudo o que vivemos, para termos um ano seguinte bem melhor (reparou que os últimos posts têm sido sobre retrospectivas, né? Pois, bem! Agora você sabe o motivo, caso não tenha desconfiado antes).

É muito bom andar pelas ruas e ver que tudo está tão diferente. Aqui não tem shopping, mas as ruas do centro já ganham decorações. É um sentimento de paz, sei lá, que abraça a gente e nos dá conforto para o que foi, talvez, um ano difícil para alguns (e fácil para outros).

Para este natal, te desejo todas as bênçãos e felicidades. Que você possa abraçar sua família, rever os amigos e perdoar aqueles que te fizeram mal. Um grande abraço para todos vocês que nos leem (e muito obrigado por estarem aqui!)

Como soava 1989 (pt. 2)

Mais algumas músicas lançadas no ano em que nasci (há 20 anos):

Cher e Peter Cetera – After All

Jeanette – Daría cualquier cosa

Se fosse meu retrospecto

Se fosse pra eu fazer uma retrospectiva da minha vida, de tudo o que eu escrevi sobre mim neste blog, poderia até dizer que não teriam sido muitas coisas, mas vamos lá.

Duas línguas que quero (e preciso) me tornar fluente: inglês e espanhol.

Gostei muito de falar como têm sido minha experiência em andar sobre duas rodas, desde que eu aprendi a pilotar e até às vezes que ganhei carona ou andei de fato em uma moto.

Este ano, eu também contei sobre nunca entender o que um psicólogo diz sobre eu fazer um monte de tracinhos numa folha de papel, enquanto ela sai da sala (pra fofocar, talvez?), e ter demorado, pois havia se esquecido de mim (acho que quem precisa de psicóloga é ela, sei não).

E, talvez, só talvez, aprender a andar de bicicleta tenha sido um dos meus maiores trunfos da infância.

E, aí, eu fiz 20 anos =).

E, você? O que tem pra me contar?

Santo Titanic em Pokémon

Hoje, nossos heróis ganharam um ticket para uma viagem luxuosa num navio. Porém, quem os deu foram uma dupla misteriosa que ninguém sabe quem são.

Nesse navio, há muitos treinadores pokémon. Então, há comida, batalhas e também é apresentado o sistema de trocas de pokémon.

Tem até um momento em que Ash enfrenta um cara todo na beca. Ele com Butterfree e o cara com um Raticate. Aí o que acontece: A Butterfree lá ganhando, o cara interrompe a batalha e diz que foi um empate.

Também vamos nos lembrar de que James compra um Magikarp pela bagatela de $300. No jogo, você compra por $500 na porta do Mt. Moon, no centro pokémon.

Como a Butterfree ganhou a batalha, o cara pede pro Ash trocar sua Butterfree com o Raticate dele, numa conversinha idiota de que amizade isso, amizade aquilo.

Tá. Aí a Equipe Rocket mostra sua verdadeira face, acontece uma batalha, o barco começa a afundar graças aos treinadores idiotas que perdem a mão e aí o bestão do Ash se arrepende, depois de um flashback nada emocionante, e pede a Butterfree de volta.

Resultado: os heróis afundam no barco com os outros bestões da Equipe Rocket. Aí, a Jenny faz um discurso todo bonito como se os caras tivessem batido as botas.

Mas, como o anime não poderia acabar no episódio 16, eles seguem vivos. Então, os herois e a Equipe Rocket precisa se unir para saírem de lá.

Até porque não é boa ideia jogar um monte de pokémon no meio de um barco afundando.

Parece que a única sensata da equipe é a Misty, que entende que é preciso unir forças pra salvar suas vidas.

Mandar pokémon pra batalhar não pode, mas botar um ônix de 210kg num navio afundando, tudo bem, né?

Aí eles abrem um buraco no fundo do navio e saem amarrados num pokémon de água. Porém, a Equipe Rocket não tem nenhum pokémon de água, correto? Errado! James havia comprado um Magikarp que… bom, não serve pra nada.

Eles conseguem escapar? Conseguem, graças ao Pidgeotto de Ash. Porém, como Magikarp mostrou-se inútil, James o chuta, fazendo-o evoluir. E isso traz sérios problemas para os nossos heróis.

Agora, chega, né? Se você quiser saber outros detalhes, vá lá ver o episódio.

Jogamos muito em 2009

Jogar é um dos meus prazeres da vida. Sentar-se no sofá para jogar só ou com os amigos, para um passatempo tranquilo e divertido é sempre uma maravilha. 2009 também foi o ano que comprei o meu primeiro console de mesa, após adulto (veio depois do DS). Como contei pra vocês aqui.

Não, eu não comprei um PS3 e o Nintendo Wii foi o meu console da Nintendo depois de ter um Super Nintendo (e jogado bastante o Nintendo 64). Então, esperem mais posts de Wii num futuro distante.

Vimos este ano os novos jogos de Wii, como:

New Super Mario Bros. Wii

Mario Galaxy 2

E Metroid Other M

Também aprendemos os truques para derrotar os nossos queridos bosses em Mega Man X

E, claro, falamos dos macaquinhos mais famosos e mais queridos do mundo dos games: Donkey Kong Country 2

Claro que teve muitos outros posts, mas vamos ficar por aqui mesmo.

O que o lápis escreveu em 2009

Este ano, me arrisquei a escrever algumas coisas de próprio punho, porém, muitas vezes me faltou criatividade.

Por essa razão, acabei usando meu “lápis de escrever” (e, muitas vezes, a minha borracha), para escrever um ponto de contos. Fazendo uma análise do meu blog, foram 5 (cinco) nesta categoria, a maioria postada numa segunda-feira. Vemos ver o que veio aí?

Tem dias que a mente buga

O dia que eu percebi que, em certos momentos, a gente quer fazer algo, mas muitas vezes ou a gente não sabe como ou acaba perdendo o jeito em como fazê-lo. Pois é, virou uma poesia.

Roteiro do próprio fracasso

O primeiro conto que escrevo aqui no blog (e espero que seja o primeiro de muitos). Ah, o conto é um pouco triste, com um final não muito animador, mas foi um bom conto.

Urso Polar

Uma historinha infantil, escrita há alguns anos sem qualquer pretensão, mas que ganhou uma repaginada aqui neste blog.

Apenas um oi

Sim, gente. É um oi, não um tchau.

Salve Rainha

Salve, Rainha, 
mãe de misericórdia, 
vida, doçura, esperança nossa, salve! 
A Vós bradamos, 
os degredados filhos de Eva. 
A Vós suspiramos, gemendo e chorando 
neste vale de lágrimas. 
Eia, pois, advogada nossa, 
esses Vossos olhos misericordiosos 
a nós volvei. 
E, depois deste desterro, 
nos mostrai Jesus, bendito fruto 
do Vosso ventre. 
Ó clemente, ó piedosa, 
ó doce Virgem Maria. 
Rogai por nós, Santa Mãe de Deus, 
para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Brincadeiras de rua

Quando era criança, vivia numa rua que era, praticamente, o fim da cidade. Sim, antes de virem todos os vizinhos, o que demorou um pouco, nossa casa ficava de frente para um monte de mato. E, não, não era perigoso, principalmente por ser uma cidade com pouco mais de 10 mil habitantes.

A medida que os vizinhos se mudavam, íamos juntando as crianças para brincarmos. Seja em casa jogando videogame ou na rua ralando o joelho, a diversão depois da escola era garantida.

Era formar times, colocar chinelos em algum canto da rua e fingir que era gol, ou juntar os amigos para escondermos nos lugares mais criativos, enquanto um ficava de frente para a parede, sem olhar para os lados, contando. Brincar de pega-pega, bandeirinha (que já até falei aqui), e até mesmo de cartinhas de yu-gi-oh ou beyblade.

Mesmo que não fossem tantas crianças (menos de dez, acredito eu), sempre tinha os primos dos amigos que apareciam de vez em quando. Alguns tinham regras diferentes e brincadeiras também, mas o importante era a diversão. Bete? Cada jogada, uma regra diferente, e eu não estou falando da minha tia Beth.

Mas o mais gostoso de tudo é ser criança e ter os amigos para compartilhar nossa infância.

En tu abrazo, quisiera volver a nacer

E o Akon que lançou a música Beautiful:

E depois lançou com a Dulce Maria:

E ainda tem versão com a Negra Li:

Aprender a pedalar

Quando somos mais velhos, nem parece que aprendemos a andar de bike tão velho, na verdade, nos parece que andar de bicicleta foi há tanto que temos a impressão que a gente realmente aprendeu a andar ainda novos. Mas, quando somos crianças, não é bem assim.

Eu aprendi a andar de bicicleta aos 11 anos, quando a maioria dos meus amigos aprendia ainda com 7 ou 8 anos. Sim, eu fui o último dos meus amigos que havia aprendido. Enquanto eles tinham suas bicicletas de rodinha e iam aprendendo ao longo do tempo, eu não conseguia (e isso me deixava frustrado).

Lembro-me uma vez que estava na casa de uma tia minha, tentando andar, mas eu sempre precisava me apoiar numa parede (e era uma bicicleta pequena!).

Quando eu aprendi, um primo meu me emprestou sua bike (já grande). Ele ia segurando o banco e, quando me dei conta, estava andando sem qualquer apoio. Depois disso, foi festa.

Hoje, adulto, eu não tenho minha própria bike, mas meu pai comprou uma quando ainda tinha 11, grande e para a família. Lembro que dei uma volta tranquilamente pelo quarteirão, mas, quando fui estacioná-la na porta de casa. Cai. Bike batizada, agora era só ir me divertir.

E você? Com quantos anos aprendeu a andar de bike?

A sobremesa sumiu

Esta história aconteceu já tem um tempinho…

Estava na casa de uns primos meus e a intenção era passar um fim de semana ali, algo que já era um costume. Naquele dia estávamos minha prima e seus dois filhos (deixando registrado que ambos tinham uma idade próxima à minha)

No almoço de sábado, meu primo mais novo e eu ajudamos sua mãe a montar uma deliciosa torta de sonho de valsa. Claro que ela se demoraria a estar pronta, portanto só poderíamos prová-la pela noite. Era uma deliciosa (e grande) tigela de sobremesa que queríamos muito provar, mas tínhamos que esperar.

E aí passamos o dia, tranquilamente, jogando, ouvindo música e assistindo TV, mas já com aquele pensamento de degustarmos a deliciosa sobremesa.

A noite chega…

Jantamos, enquanto víamos um filme e fomos de cabeça pra aquela deliciosa sobremesa. Estava tão deliciosa quanto linda e nos demos por satisfeito. Obviamente, como éramos três e a tigela era enorme, havia sobrado muita sobremesa para os próximos dias.

E aí, dormimos (talvez o nosso erro).

No domingo, após almoçarmos, já estávamos com nossas mentes conectadas àquele doce divino, porém, algo estava errado: a grande tigela de torta estava jogada (e ainda suja) por completo na pia, porém, vazia. O filho mais velho havia comido TODA a sobremesa (e era muita a quantidade que havia sobrado) pela noite. Infelizmente, aquele doce apenas ficou em nossa mente com o gostinho de quero mais.

Sim, ele comeu muito doce no dia anterior e até hoje me pergunto como ele não passou mal.

Image by Christine Sponchia from Pixabay

Não tirem os meus e-mails

Quando trabalhamos com suporte em informática, a gente pensa que todos terão o mesmo nível de conhecimento que a gente. Afinal, muita coisa não é tão difícil quanto se pensa.

Acontece que é sim. E isso eu confirmei numa vez em que estávamos num projeto de trocar os monitores de tubo em monitores mais magrinhos, digamos, pois são mais leves e mais fáceis de se manipular.

Pois bem. Eis que fomos trocar de uma moça, que deve ter mais ou menos a minha idade, e, na hora que estávamos trocando, ela solta um: eu não vou perder meus e-mails não, né?

E por um pouco, aquele monitor pesado não escapa das minhas mãos e vai parar como caco no chão (eu realmente não acreditei, mas acontece né?).

Sei lá. Só que pra mim parecia meio óbvio, mas depois dessa entendi que não é bem assim.

Apenas um oi

Escrevo, talvez, com esse meu lápis torto, quase desapontado e um pouco gasto pelos meus dentes quando tenho o que pensar, apenas um oi. Um oi sincero, um oi tranquilo, um oi alegre, mas, ainda assim, apenas um oi.

Basta um oi e já nos entregam um sorriso. Ou um oi estranho, e, talvez, um olhar estranho. E se não há oi, se ele nos falta, a educação esqueceu de bater a porta e saiu vagando pelas ruas feitas de ladrilho.

O oi é rápido, até pra quem a gente não gosta e já evita o clima ruim. O oi é a conexão rápida de uma desconexão que vem logo em seguida. O oi vem e vai no mesmo instante. É rápido, mas não é imperceptível. E apenas um oi que vem como se já quisesse dar um tchau.

Livros pro ano que vem

No ensino médio, quando ainda estamos pensando no que iremos exercer como profissão, passamos pelo tão temido vestibular. No meu ensino médio, uma faculdade tinha uma espécie de vestibular seriado, que você fazia em todos os três anos do seu vestibular e uma parte dessa prova consistia em ler alguns livros naqueles três anos.

Para nos incentivar a ler, as professoras de português nos passavam a lista de livros e depois nos cobravam perguntas em uma prova específica de português. Só que esses livros têm um vocabulário mais complexo, visto a data em que foram publicados e são de difícil acesso numa cidade pequena como a que eu moro (apenas uma biblioteca, além da biblioteca da escola, com poucos exemplares para quase 100 alunos lerem na mesma época).

Confesso que livros nunca foram meu forte, com exceção de HQ’s, como gibis da Mônica ou histórias como Asterix e Obelix, mas eu não conseguia entender a história em todos os seus detalhes e isso me afastou de uma forma a não gostar de livros. Só que, a partir do ano que vem, uma meta que quero fazer em minha vida é a de me interessar por histórias e livros. Então, começarei por histórias que realmente me prendam e me interessam.

E para você? Qual a real relação que você tem com os livros?

Outro que não quis escutar

Ok, nem todo conselho que a gente manda pra uma pessoa é válido. Algumas vezes, somos nós quem quebramos a cara, só que nem sempre é assim.

Bom, eu não sei vocês, mas eu não consigo adivinhar o futuro, pelo menos, não ainda. Porém, quando a gente realmente gosta de uma pessoa (e acha que o sentimento é mútuo), a gente toma como partido que é importante aconselharmos outra pessoa para que esta não cometa tamanha besteira.

Pois bem, foi o que aconteceu com um “amigo” (não mais, talvez) por esses dias. Por conta de alguns comportamentos ruins, tentei alertá-lo que aquilo não estava sendo visto em bons olhos. Conversei com calma, expliquei os pontos e tal. Bom, ele não quis escutar e, em nossa última conversa, disse para eu parar de tentar alertá-lo, pois ele era daquele jeito e não iria mudar.

Pode até parecer algo bobo e algo que eu poderia deixar para lá. Realmente, até era, afinal, quem decide é ele, não é? Mas quando isso já é recorrente de algum tempo e perceber que em muitos momentos fui descredibilizado (ainda mais contando com nossa tamanha amizade, pelo menos da minha parte), dá pra perceber que a gente não tem tanto valor assim, ainda mais partindo de uma pessoa que também me dá conselhos. É justa essa troca, não é?

Bom, como meus conselhos não estavam dando em nada, resolvi tomar a melhor atitude possível: resolvi ficar quieto na minha e ir cuidar da minha vida. Até porque eu também queria minha paz.

Acontece que, algum tempo depois (coisa de alguns anos), ele acabou recebendo feedbacks ruins em relação ao seu comportamento. E, em silêncio, apenas pensei: “nada do que eu não havia dito”. Mas, não posso mudar o jeito de uma pessoa. Agora, o melhor que posso fazer é absorver o comentário e me vigiar para nunca ter um comportamento semelhante ao que ele teve.

Como soava 1989 (pt. 1)

Há poucos dias de completar 20 anos, fiquei me perguntando: quais eram as músicas que tocavam no ano em que nasci? Bom, conheçam comigo algumas delas:

Faith No More – Epic

Queen – I Want It All

Dinâmicas que não compreendo

Talvez tivesse pouco mais de 50 pessoas naquela sala, divididas em dois grupos, alinhados um do lado do outro, sentados em uma cadeira. O primeiro de cada coluna recebia uma bola, colocava-a nas pernas esticadas e passava para o companheiro do lado, sem usar as mãos. A bola não poderia cair, senão, voltaria para o primeiro da fila. A equipe vencedora seria a que conseguisse passar a bola até o final da fila.

Neste dia, a minha fila foi a vencedora. A moça que conduzia a brincadeira dizia lá na frente que ela também havia feito a dinâmica há algum tempo, mas que sua equipe não havia ganhado. No palco, outra derrota: ninguém havia prestado atenção ou, sequer, manifestado qualquer resquício de empatia. A equipe vencedora comemorava e a perdedora lamentava. Segue o jogo, vamos para a próxima brincadeira.

E eu me perguntava: pra quê? Alguns dizem que era para um bem maior: saber confiar na equipe ou mostrar o quanto era importante um trabalho bem feito para que todos ali pudessem ganhar. O dia ainda contou com brincadeiras como ‘escravo de jó’ e aquele que você guia uma pessoa vendada por aí.

A equipe responsável por essas dinâmicas eram três psicólogas que, coincidentemente, fizeram uma das etapas da minha entrevista de contratação. A mesma que me pediu pra desenhar um monte de tracinhos numa folha de papel em um espaço pequeno, mas determinado. E eu até hoje não entendi essa dinâmica. Além disso, ela ainda me deixou algum tempo sozinho lá na sala e eu sem saber o que fazer após terminar aquele confuso exercício. Até achei que estava sendo observado.

Mas, a verdade é: a teoria dessas dinâmicas até parecem fazer sentido, mas eu me pergunto se elas realmente se aplicam de verdade na prática, pois na segunda-feira, a interpretação que eu tinha era que nada havia mudado desde então.

Preparado para perder, Benzinho?

Após a captura de Squirtle, Ash vai atrás de sua terceira insígnia. Porém, antes de chegar a Vermilion, algumas coisas acontecem.

Perdidos mais uma vez

Se você se lembra dos eventos em Pokémon Yellow, após ganhar Bulbasaur e Charmander de treinadores aleatórios e a insígnia de cascata de Misty, é preciso ir até o farol do Bill para seguir caminho. E é aqui que ele está!

Preparado para a liga?

Antes de chegarmos lá, Brock explica a Ash que é necessário possuir 6 pokémon e 8 insígnias. Ele e Misty debocham do nosso protagonista exatamente por suas insígnias terem sido presentes de ambos e também dos pokémon que não foram capturados, mas sim seguidos para ele.

O Krabby mixuruca

Para provar que é um ótimo treinador, Ash captura um Krabby na praia, apenas usando graveto e uma pokébola. Como ele já possui 6 pokémon, Krabby é transportado para o prof. Carvalho. Por conta disso, eles vão atrás de um telefone naquela ilha e tal. E, aí chegamos ao Farol do Bill.

Kabuto ou Bill?

Bill é um pesquisador pokémon que usa fantasia em suas pesquisas. Aí ele explica que há 150 pokémon (e contando), o que desespera Ash, pois ele só possui menos de 10 registrados.

O dragãozinho aparece

Com apenas 13 episódios e sendo uma criança dos anos 90 que ainda está descobrindo o mundo pokémon, é uma surpresa ver a primeira aparição de Dragonite, mesmo que seja só por silhueta. Bill é doido para pesquisá-lo, mas aí, aparece a Equipe Rocket (que sempre atrapalha) e acaba assustando o dragãozinho que vai embora para sempre (até ele aparecer como carteiro por aí).

E é hora do show elétrico

Finalmente, os três chegam a Vermilion. Claro que tem toda uma história antes, onde eles precisam comer, tomar banho, se recuperar e tal. Aí eles vão pro centro pokémon e descobrem que o líder do ginásio é difícil pra caramba. Ao contrário do jogo, que basta capturar um Dugtrio nível 29 que você já ganha dele.

Vamos pular direto para o ginásio

Lt. Surge, o terceiro líder, é um líder que adora chamar os outros de benzinho. Agora entendeu o título do post, né? Surge debocha do Pikachu de Ash, exatamente por este motivo:

O Raichu de Surge

Assim que o capturou, Surge jogou uma pedra do trovão no nosso querido rato elétrico. Mesmo com toda potência do rato-gigante-laranja-roqueiro, Pikachu vai a batalha, mas perde, obrigado Ash a recuar.

Pikachu é teimoso, porém dedicado. Mas, toda a força de vontade do amarelinho não é suficiente para uma vitória.

Evoluir ou não?

No leito do centro pokémon, Pikachu está irritado pela derrota. A enfermeira Joy mostra a Ash uma pedra do trovão e faz ele pensar se deve ou não evoluir seu pokémon, porém, não há volta. Ele passará a ser um Raichu eternamente.

O discurso de Pikachu

Pikachu dá uma aula para Ash, dizendo que quer se ‘vingar’ em nome de todos os Pikachus, por honra. Então, uma nova chama acende no coração de ambos e eles estão dispostos a lutar novamente. Agora, é preciso estratégia: o que um pokémon já evoluído por pedra tem de desvantagem?

Equipe Rocket do lado dos bonzinhos

A Equipe Rocket nesse episódio aparece disfarçada para torcer pelo Pikachu. Mas, Misty logo descobre.

A estratégia de Pikachu

Raichu não aprende nenhum ataque, por isso, sempre que puder, deixe pra evoluí-lo quando Pikachu aprender o último golpe útil, coisa que Surge não fez. Por conta disso, Pikachu ganha na agilidade e Ash garante sua terceira insígnia.

Dezembro pra fechar

Terminando 2009, faltando apenas 30 dias para o fim do ano, podemos já dizer que vivemos muito nesses 11 meses que passou, não é mesmo?

A ver pelo que ainda temos pela frente, estava pensando em revivermos um pouco os nossos mais de 100 posts do blog. Com temas diversos que envolve música, jogos, livros, academia, cotidiano, orações, escritas, entre outros e também contar um pouco de como tem sido durante meus 20 anos já vividos.

E 2010 tá chegando, né? O que será que vem aí pra gente? Será que vem novas aventuras? Bom, tá sendo para um post assim, no momento, então vamos focar em uma retrospectiva primeiro.

Todo nerd merece um cantinho para chamá-lo de seu

Habitación Virtual

Todo nerd necesita una habitación para llamarla de suya