Home run sem nem saber

Wii sports é um jogão e tanto pra se jogar com a família ou com os amigos enquanto a gente simula que sua e você sabe o quanto eu gosto desde que você leu este post aqui sobre a chegada do meu Wii, o primeiro videogame que eu tive depois de adulto.

Mas, hoje eu não vim falar do videogame e nem do jogo em específico, mas de um esporte que tem lá e que nunca foi lá um grande conhecido meu, o baseball.

Não! Antes que você me diga algo como: “nossa, mas você nunca viu o baseball na vida?” , eu vou te responder: “err, quer dizer, nunca vi mesmo, só na TV e olha lá”. Na verdade, as poucas coisas que eu sabia, até então, era que o esporte consistia em bater uma bola com um taco e se você errar três vezes era fora. Também há a possibilidade de você bater na bola e ela ir pra longe, configurando um home run ou, como dizia Seu Madruga na dublagem brasileira: Rom Rom.

Um jogo muito parecido que eu já joguei foi o tal do Bete, que eu descrevo um pouco aqui da minha experiência, depois você volta aqui e clica. Mas, jogar baseball mesmo, talvez só nos consoles do Wii, utilizando meu Wii remote como um mini-taco (não sei se já tive outra experiência, se me lembrar, talvez eu comente aqui no blog algum dia), mas o que eu aprendi das regras foi exatamente isso:

Acerta essa bola, porcaria!

Se você estiver com o taco na mão, balança esse Wii remote na hora certa. Nem é difícil, só precisa acertar o timming. Se tudo der certo e o jogador adversário não pegar, você e os outros coleguinhas saem pulando que nem loucos pelo gramado (pulando porque não têm pernas).

Fiz pontos e aí?

Se você conseguiu mandar a bola pra longe, o seu bonequinho, e quem mais tiver no caminho de terra, vai andar até 4 segmentos. Fez os 4 segmentos, ou seja, a volta completa no campo, é ponto. Mas, atenção! Você pode errar ou falhar e aí, meu irmão, você vai trocar de lado com o adversário.

Arremessando a bola

Se você troca de lado, você ficará com aquela luva que eles usam pra mandar a bola (com a outra mão). Aí, eu acho que não tem segredo. Joga a bola e fica quieto.

Tá, e quem ganha?

Ganha quem fizer mais pontos. Tá, tá, eu entendi, mas eu não sei muito bem como funcionam as regras.

Mas, é isso, pessoal. Me contem aqui se vocês já jogaram baseball alguma vez na vida.

Credo

Creio em Deus Pai todo‑poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos; foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo‑poderoso; donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.

Creio no Espírito Santo; na santa Igreja Católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna.

O Voo da Esperança

Pinte o céu de com tons suaves para que a luz possa penetrar em seu lar. Há um horizonte azul atrás daquela janela manchada que se abre mesmo quando as nuvens parecem densas, e nele moram possibilidades que ainda não aprenderam a se calar. Respire fundo e sinta a brisa fresca do novo dia que promete recomeços.

Lembre-se do voo dos pássaros, da coragem que existe em bater asas contra o vento e seguir adiante. Se a sua dúvida pairar sobre seu peito, olhe para o alto e veja o quão alto estão, como encontram correntes favoráveis e transformam esforço em altitude. Não desista; a persistência é o vento que transforma quedas em trajetórias.

Eu tô te olhando daqui, mas acreditando que seu futuro é maravilhoso. Então, jovem gafanhoto, cultive pequenos gestos de cuidado, celebre as vitórias mínimas e confie que o tempo lapida sonhos em realidade. Siga em frente com ternura e coragem, porque há muitos voos de esperança esperando para pousar ao seu lado.

A fruta mineira

“Viajei para Frutal-MG e eu chamo de ‘A fruta mineira’, porque era aniversário da minha prima (…) e lá comemos galinhada (com galinha).”

10 anos depois, estou eu citando a mim mesmo da vez em que fui para a cidade de Frutal (MG), localizada no triângulo mineiro. Foi toda uma excursão para lá, num ônibus, onde fomos em família (e isso inclui meus pais, primos e minha avó).

Como minha família é parte formada por evangélicos, o evento aconteceu num sítio nomeado de “Sítio Canaã da Assembleia de Deus”. Como eu me lembro disso? Eu não sei! E lá, chegamos até que cedo para curtirmos um pouco do sítio. Claro eu, como uma boa criança, fui me divertir ali naquela área de chão batido, mas que continha um barracão próprio para festas, cultos e etc.

A aniversariante do dia estava fazendo 15 anos, o famoso ‘baile de debutante’. Foi uma festa bonita, com direito a orações, homenagens e, sim! Lá tinha galinhada com galinha!

O lugar era bem bonito mas, com certeza, eu não me lembro de tantos detalhes. Afinal, eu só tinha 10 anos e ainda estudava na segunda parte do Ensino Fundamental (também conhecido como 5ª série).

E era isso!

O Peso do meu Chão

Eu sou apenas a sombra de um passado que carrego em minhas costas por onde passo. Um recordista em ausências e mestre em sobreviver com o pouco que me resta. O Brasil, esse gigante de memórias longas, parece não ter reservado um espaço em seu futuro.

Vivo no abismo de uma linha que divide o mundo entre os que têm e eu. Olho para a vitrine e o que vejo não é um objeto de desejo, mas o espelho da minha própria autoestima ferida. É o nó na garganta de precisar e nada encontrar, senão o vazio.

Ao meu redor, a casa é cheia de vozes. Meus filhos são a riqueza que o meu bolso não conhece; neles deposito o amor que não supre a ausência do dinheiro. Amanheço antes do sol, gasto a sola do sapato e a esperança atrás de um sustento que nunca vem. Bato em portas que não se abrem e sinto o gosto amargo do abandono de quem deveria olhar por nós.

Dói ver que, no dia da urna, a mão que sofre é a mesma que esquece. Elegemos os mesmos fantasmas, vestimos as mesmas promessas e o ciclo se fecha como uma armadilha. Sinto que o amanhã é apenas uma cópia desgastada de hoje, gerando mais escassez e mais uma vez o silêncio de uma noite mal-dormida.

Falta atitude. De quem nos lidera, sim, mas também sinto falta de um grito que finalmente nos liberte desse mesmo modo de existir. Enquanto isso, fico aqui, me equilibrando entre o sobreviver e o querer ser.

Teias de aranha por aqui

É muito bom poder escrever e ver como a gente evolui (ou não) em pensamentos, em redação e etc. Também é bacana contarmos a nós mesmos (o eu do passado contar para o eu do presente) o que estava pensando no momento. Como fomos nós mesmos, sabemos exatamente o que estavámos pensando e sentindo, não é o mesmo que contar para alguém.

Bem, agora o que estou fazendo por agora? Último ano de faculdade, preciso fazer o projeto final, estágio e estudar para as outras nove matérias que temos. Sem contar que isso é só a noite e fins de semana, porque (junto e sem acento por não ser pergunta e não estar perto de ponto nem ser substantivado) no resto do tempo estou no trabalho, mas, não quero deixar isso de lado, isso é algo pessoal, é algo onde possa me expressar.

Sempre vi como um ponto positivo a troca de experiências, não aquilo de sanguessuga (sangue-suga/ sangue suga/ çangue çuga), em que apenas um tenta obter êxito em cima dos outros, não está certo, mas enfim…

Bem, tenho um monte de coisas pra postar aqui, então continuemos, né? Até porque tô inspirado! (Na verdade tô é com sono, mas parece que meu cérebro só funciona assim, enfim…)

Espero que todos tenham uma ótima segunda, terça, quarta e quinta. Sexta não, porque aí é demais.

Quando o Silêncio Acolhe

Às vezes, no meio da pressa do mundo, tudo o que precisamos é de um instante de pausa — um lugar onde a alma possa respirar. Se você chegou até aqui, espero que este momento seja exatamente isso: um pequeno refúgio. Quero que saiba que, mesmo sem conhecer sua história, torço para que hoje tenha sido gentil com você, ou ao menos que agora comece a ser.

Há dias em que o coração pesa mais do que deveria, e outros em que ele parece leve como brisa. Em qualquer um desses dias, você merece cuidado, merece descanso, merece sentir que existe beleza ao seu redor. Que você encontre serenidade nas pequenas coisas, e que elas te lembrem de que há sempre algo bom esperando para florescer.

E enquanto você segue seu caminho, desejo que a vida te trate com delicadeza. Que seus passos sejam firmes, que seus sonhos encontrem espaço para crescer, e que você nunca se esqueça de que merece o melhor. Que este texto te abrace por dentro e te lembre: você importa, e o mundo fica mais bonito quando você se cuida.

De volta a 1991

Guns N’ Roses – Don’t Cry

Bananarama – Long Train Running

Pearl Jam – Even Flow

Queen – Headlong

Metallica – The Unforgiven

U2 – One

Michael Jackson – Black or White

Linguagem, Língua e Fala

Comunicar é o ato de tornar comum, conhecido. Toda vez que tornamos algo comum, conhecido por alguém, estamos realizando um ato de comunicação. Várias linguagens podem ser utilizadas para exercermos atos de comunicação: a linguagem dos surdos-mudos, o código Morse, as placas e os sinais de trânsito, etc.

Linguagem é todo sistema de sinais convencionais que nos permite realizar atos de comunicação. De acordo com o sistema de sinais que utiliza, a linguagem pode ser:

Verbal – aquela cujos sinais são as palavras. A língua que você usa para atos de comunicação é linguagem verbal. A palavra verbal provém do latim verbalis, que, por sua vez, vem de verbum, que significa palavra.

Não verbal – aquela que utiliza outros sinais que não as palavras. Os sinais empregados pelos surdos-mudos para efeito de comunicação constituem, portanto, um tipo de linguagem não verbal. Da mesma forma, o conjunto dos sinais de trânsito utilizados para orientar os motoristas e as bandeiras que orientam os pilotos em corridas de automóveis constituem um tipo de linguagem não verbal.

Sem dúvida alguma, a linguagem que mais utilizamos para praticar atos de comunicação é a língua. A língua é a linguagem que usa a palavra como sinal de comunicação. Trata-se de um sistema de natureza gramatical, pertencente a um grupo de indivíduos formado por um conjunto de sinais (as palavras) e por um conjunto de regras para sua combinação. É, portanto, uma instituição social de caráter abstrato, exterior ao indivíduo que a utiliza, que somente se concretiza através da fala, que é um ato individual de vontade e inteligência.

Dessa forma, a língua possui um caráter social: ela é patrimônio de toda uma coletividade. (Por exemplo, a língua portuguesa é patrimônio de toda a comunidade de falantes da língua portuguesa e só a comunidade pode agir sobre ela). Entretanto, cada membro da comunidade pode usar a língua de forma particular, criando, assim, a fala.

Língua – é o conjunto de sinais baseados em palavras.

Também não devemos confundir língua com escrita, já que são dois sistemas distintos. A escrita representa um estágio posterior de uma língua, tanto que muitas pessoas utilizam a língua sem saber utilizar sua forma escrita (por exemplo, os analfabetos). Há, ainda, muitas línguas ágrafas, isto é, que não são representadas por nenhuma forma de escrita.

Embora todos no Brasil falem o português, existem usos diferentes dessa língua em decorrência de inúmeros fatores, entre os quais destacamos os seguintes:

Fatores regionais – você já deve ter percebido que o português falado no Sul do país difere do português falado no norte. Mesmo dentro de uma mesma região, encontram-se variações no uso da língua.

Fatores culturais – o grau de escolaridade e a formação cultural do indivíduo são também fatores que determinam usos diferentes da língua. Uma pessoa escolarizada utiliza a língua de maneira diversa da pessoa que não teve acesso à escolarização formal.

Fatores contextuais – um mesmo falante altera o registro de sua fala de acordo com a situação em que se encontra. Numa roda de amigos em que se discute futebol, o falante utiliza a língua de maneira diversa daquela que utilizaria ao solicitar um emprego numa empresa. Por outro lado, a forma oral geralmente se caracteriza por uma maior espontaneidade do que a forma escrita.

Fatores naturais – o uso da língua pelo falante sofre influência de fatores naturais, tais como sua idade e sexo. Uma criança não utiliza a língua da mesma forma que um adulto, daí falar-se em linguagem infantil e linguagem adulta.

Níveis de Linguagem – Em decorrência do caráter individual da fala, podemos observar vários níveis, também chamados níveis de linguagem ou registro:

Nível coloquial-popular: é a fala que a maioria das pessoas utiliza no seu dia a dia, sobretudo nas situações informais. Caracteriza-se pela espontaneidade; ou seja, quando empregamos um nível coloquial popular, não estamos preocupados em saber se aquilo que falamos está de acordo ou não com as normas estabelecidas pelas convenções que sustentam o uso formal.

Nível formal-culto: é o nível de fala normalmente utilizado pelas pessoas em situações formais, bem como pela grande maioria dos órgãos de imprensa. Caracteriza-se por um cuidado maior com o vocabulário e pela obediência às regras que estabelecem o uso padrão.

É claro que existem outros níveis de fala além do coloquial-popular e do formal-culto. A fala que alguns profissionais, como advogados e economistas, utilizam no exercício de suas atividades corresponde a um nível chamado profissional ou técnico.

A utilização da língua com finalidade expressiva pelos artistas da palavra (poetas e romancistas, por exemplo) corresponde a um nível chamado artístico ou literário.

Referência:
Português: Linguagens
Autores: William Roberto Cereja, Thereza Cochar Magalhães
Vol. Único — Editora Atual
Comunicação e Língua Portuguesa Linguagem, língua, fala

Ronaldinho Soccer 97

Um jogo de futebol nunca foi um atrativo pra mim. Ok, eu brincava na rua e também cheguei a frequentar uma escolinha na minha infância, mas de todos os esportes, esse eu só praticava com pouca vontade, nada que fosse meu esporte favorito.

No video game não era diferente. Evitava alguns jogos, mas brincava com eles pela diversão de brincar com os amigos. Nada de mais.

Aí foi só um cara pegar um jogo de futebol famoso, dublá-lo e colocar o nome de Ronaldinho que eu fui me apaixonar. A propósito, a edição que eu tinha de fita era a “Ronaldinho Campeonato Brasileiro 98”, ambas com uma narração muito portunhol.

O pior é que, escrevendo este post, até deu vontade de jogá-lo de novo.

Ronaldinho era um jogo de super nintendo que, não bastasse o mal português, ainda falava “Lariatana” (ou algo assim) quando a bola saía pela lateral.

No jogo, a gente podia até personalizar a roupa da cor que a gente queria, colocar regras, participar de campeonatos, copas, treinos e tudo isso digitando passwords imensos, porque não tinha save nele. Ah, e quando um jogador fazia 3 gols, você ainda era homenageado com um telão.

Ronaldinho Soccer, um jogo hackeado de super nintendo que fazia sucesso com a garotada.

Ah, e ainda dava pra escolher times brasileiros de futebol.

Troféu “Quarto Virtual” 2009

Tais como prêmios importantes como Oscar, Grammy e Troféu Imprensa do SBT, criamos agora o Troféu “Quarto Virtual” 2009. Neste post, iremos premiar apenas posts feitos em 2009. Também teremos as categorias de premiar melhor livro, melhor música, melhor jogo e etc. Então, vamos começar elencando a partir das 14 categorias do blog.

Atualização: quando este post foi feito, ainda não havíamos definido um nome para as categorias e o nome do blog ainda não havia sido batizado como “Quarto Virtual”. Atualizamos os posts após isso.

Categoria: Connection

Categoria: Degustação

Categoria: Estante

Categoria: Fones

Categoria: Iluminar

Categoria: Joystick

Categoria: Lápis e Borracha

Categoria: Move It

Categoria: Primer Player

Categoria: Sunshine

Categoria: Treasure

Categoria: Watching

Categoria: XP

Categoria: Zero e Um

O enfermeiro – Machado de Assis

Chegando à vila, tive más notícias do coronel. Era homem insuportável, estúrdio, exigente, ninguém o aturava, nem os próprios amigos. Gastava mais enfermeiros que remédios. A dous deles quebrou a cara. Respondi que não tinha medo de gente sã, menos ainda de doentes; e depois de entender-me com o vigário, que me confirmou as notícias recebidas, e me recomendou mansidão e caridade, segui para a residência do coronel.

Achei-o na varanda da casa estirado numa cadeira, bufando muito. Não me recebeu mal. Começou por não dizer nada; pôs em mim dous olhos de gato que observa; depois, uma espécie de riso maligno alumiou-lhe as feições, que eram duras. Afinal, disse-me que nenhum dos enfermeiros que tivera prestava para nada, dormiam muito, eram respondões e andavam ao faro das escravas; dous eram até gatunos!

— Você é gatuno?

— Não, senhor.

Em seguida, perguntou-me pelo nome: disse-lho e ele fez um gesto de espanto. Colombo? Não, senhor: Procópio José Gomes Valongo. Valongo? achou que não era nome de gente, e propôs chamar-me tão-somente Procópio, ao que respondi estaria pelo que fosse de seu agrado.

Conto-lhe esta particularidade, não só porque me parece pintá-lo bem, como porque a minha resposta deu de mim a melhor ideia ao coronel. Ele mesmo o declarou ao vigário, acrescentando que eu era o mais simpático dos enfermeiros que tivera. A verdade é que vivemos uma lua-de-mel de sete dias.

No oitavo dia, entrei na vida dos meus predecessores, uma vida de cão, não dormir, não pensar em mais nada, recolher injúrias, e, às vezes, rir delas, com um ar de resignação e conformidade; reparei que era um modo de lhe fazer corte. Tudo impertinências de moléstia e do temperamento. A moléstia era um rosário delas, padecia de aneurisma, de reumatismo e de três ou quatro afecções menores.

Tinha perto de sessenta anos, e desde os cinco toda a gente lhe fazia a vontade. Se fosse só rabugento, vá; mas ele era também mau, deleitava-se com a dor e a humilhação dos outros. No fim de três meses estava farto de o aturar; determinei vir embora; só esperei ocasião.

Não tardou a ocasião. Um dia, como lhe não desse a tempo uma fomentação, pegou da bengala e atirou-me dois ou três golpes. Não era preciso mais; despedi-me imediatamente, e fui aprontar a mala. Ele foi ter comigo, ao quarto, pediu-me que ficasse, que não valia a pena zangar por uma rabugice de velho. Instou tanto que fiquei.

Refúgio de paz

No coração do campo, onde o vento dança devagar entre as árvores e o silêncio tem som de descanso, a vida parece respirar mais leve. O verde se estende até onde a vista alcança, abraçando quem chega com uma calma que não se encontra nas pressas do dia a dia. É um lugar onde o tempo desacelera e a alma encontra espaço para se esticar, como quem finalmente tira os sapatos depois de uma longa caminhada.

Ali perto, a piscina reflete o céu como um espelho azul, convidando para um mergulho que refresca não só o corpo, mas também os pensamentos. A água parada, tranquila, parece guardar segredos de serenidade, enquanto o sol aquece a pele na medida certa. É o tipo de cenário que faz qualquer preocupação perder a força, dissolvendo-se como gotas que evaporam ao toque da luz.

E logo adiante, o rio corre manso, levando consigo histórias, folhas e a sensação de que tudo segue seu curso natural. A água fresca escorre entre as pedras, criando uma melodia simples e perfeita, capaz de acalmar até o coração mais inquieto. Sentar-se à beira dele é como conversar com a própria natureza — sem pressa, sem cobrança, apenas presença. Um convite para respirar fundo e lembrar que a paz, às vezes, está exatamente onde a gente decide parar.

Casa com piscina

Morar numa casa de piscina é assim:

Você tem a piscina ao seu dispor 24h por dia, então você sempre vai entrar nela, correto? Errado! A gente mal passa perto.

Sabe quando a gente entra? Exatamente, quando há visitas (elas aproveitam mais do que a gente).

E o trabalho para limpar? Terrível! Melhor nem ter uma.

Pokémon – A rota até o show para-normal

Se você conhece bem Kanto por todos os cantos, sabe que o próximo ginásio é o de grama, comando pela líder Erika, correto? Porém, o anime dá uma certa mudada nisso. Excluindo os episódios banidos, vamos seguir e fazer um comparativo com o jogo.

Após vencer Lt. Surge, Ash e os outros vão para o navio Saint Anne, que logo afunda. No jogo, a ordem é diferente e, depois disso, você pode seguir para a Diglett’s Cave e seguir todo o caminho de Pewter até Cerulean antes de seguir viagem para a Rock Tunnel. Daí, vamos para Lavender.

Pokémon sem flash? Vai passar raiva aqui, hein?

Após saírem do navio, os nossos heróis e nossos vilões que vivem decolando na viagem da luz vão parar em uma ilha de pokémon gigantes, que na verdade, se revela um grande parque que seria inaugurado se não fosse a travessura dos pokémon. Nesse episódio, mestres e monstros se separam e temos uma história de pokémon vivendo livremente.

Curiosidade: se poucos pokémon se separaram do time, por que eles não usaram os outros monstros que eles tinham, como Pidgeotto, para ajudá-los? A resposta é muito simples: porque aí não teria episódio, né?

Depois eles vão parar numa ilha com muitos tentacools e tentacruels, mas esse episódio a gente só vai passar mesmo. Nesse episódio, eles encontram um horsea todo machucado pelos pokémon de tentáculos gigantes. Misty o captura para ajudá-lo. No jogo, essa parte, simplesmente, não existe.

Antes de chegarmos em Lavender, conhecemos Gastly no pico da donzela. Eles aportam numa ilha onde está tendo o festival do fim de verão. Lá, Brock vê uma garota ao longe e logo é pisoteado por uma multidão.

Sim, Brock está sob a fumaça.

Como Brock está muito apaixonado, uma velha senhora chega só para dizer pra ele tomar cuidado. E isso também se refere a James, que não fica tão apaixonado como Brock (só no início mesmo, depois ele supera).

Gente, sério, eu tô preocupado com o Brock. Ele tá apaixonado por uma pedra!

A história é que a garota está esperando que seu amor, que saiu em uma viagem, volte para ela. Ela se petrificou ao esperá-lo nesse pico por dois mil anos. E aí, pra não ficar só, ela fica por aí encantando os homens que visitam sua pedra.

Sou James, da Equipe Rocket.

E aí, a nossa fantasminha camarada atrai os dois e se revela um gastly. Eles tentam lutar contra, mas ele só é derrotado quando a luz do sol aparece, o que é uma mentira gigante, visto que bufaram demais esse gastly, onde ele pode derrotar qualquer pokémon usando uns truques muito nada a ver. No jogo, todo mundo sabe que gastly não é tão bom assim, visto que possui poucos ataques fantasmas, como Night Shade.

No episódio mais triste da primeira temporada (ou o segundo mais triste), nos despedimos de Butterfree. Bom, o Free não é à toa.

E pensar que no início da temporada ela era tão importante e, depois que ele capturou o trio de iniciais, ela foi completamente negligenciada. Decerto, o autor pensou: ah, ela tá inútil no time, vamos jogá-la fora. Ah, e claro, esse episódio só acontece no jogo se você libertar a sua Butterfree =). No início, a Butterfree de Ash é ignorada por todas as outras, incluindo uma rosa.

Fala sério, mas, essa deveria ser a verdadeira Butterfree Shiny.

A carinha triste de uma Butterfree que acabou de levar um fora. Igualzinho a você quando leva fora na balada. Segue o episódio dos nossos heróis tentando reanimá-la e fazê-la conseguir um par até a chegada da Equipe Rocket, que tenta roubar todas as manteiguinhas livres. Aí, claro. Quem salva as borboletinhas? Ela, claro, a Butterfree do Ash. Nessas horas nos perguntamos: por que os outros treinadores simplesmente ignoraram tal evento?

Virando o herói da garotada, finalmente, a nossa pequena Butterfree de ouro finalmente consegue o coração da borboletinha rosa.

E o final a gente já sabe, né? Aquele momento que cai a lágrima de nossos olhos.

Todo nerd merece um cantinho para chamá-lo de seu

Habitación Virtual

Todo nerd necesita una habitación para llamarla de suya