Refúgio de paz

No coração do campo, onde o vento dança devagar entre as árvores e o silêncio tem som de descanso, a vida parece respirar mais leve. O verde se estende até onde a vista alcança, abraçando quem chega com uma calma que não se encontra nas pressas do dia a dia. É um lugar onde o tempo desacelera e a alma encontra espaço para se esticar, como quem finalmente tira os sapatos depois de uma longa caminhada.

Ali perto, a piscina reflete o céu como um espelho azul, convidando para um mergulho que refresca não só o corpo, mas também os pensamentos. A água parada, tranquila, parece guardar segredos de serenidade, enquanto o sol aquece a pele na medida certa. É o tipo de cenário que faz qualquer preocupação perder a força, dissolvendo-se como gotas que evaporam ao toque da luz.

E logo adiante, o rio corre manso, levando consigo histórias, folhas e a sensação de que tudo segue seu curso natural. A água fresca escorre entre as pedras, criando uma melodia simples e perfeita, capaz de acalmar até o coração mais inquieto. Sentar-se à beira dele é como conversar com a própria natureza — sem pressa, sem cobrança, apenas presença. Um convite para respirar fundo e lembrar que a paz, às vezes, está exatamente onde a gente decide parar.

Casa com piscina

Morar numa casa de piscina é assim:

Você tem a piscina ao seu dispor 24h por dia, então você sempre vai entrar nela, correto? Errado! A gente mal passa perto.

Sabe quando a gente entra? Exatamente, quando há visitas (elas aproveitam mais do que a gente).

E o trabalho para limpar? Terrível! Melhor nem ter uma.

Pokémon – A rota até o show para-normal

Se você conhece bem Kanto por todos os cantos, sabe que o próximo ginásio é o de grama, comando pela líder Erika, correto? Porém, o anime dá uma certa mudada nisso. Excluindo os episódios banidos, vamos seguir e fazer um comparativo com o jogo.

Após vencer Lt. Surge, Ash e os outros vão para o navio Saint Anne, que logo afunda. No jogo, a ordem é diferente e, depois disso, você pode seguir para a Diglett’s Cave e seguir todo o caminho de Pewter até Cerulean antes de seguir viagem para a Rock Tunnel. Daí, vamos para Lavender.

Pokémon sem flash? Vai passar raiva aqui, hein?

Após saírem do navio, os nossos heróis e nossos vilões que vivem decolando na viagem da luz vão parar em uma ilha de pokémon gigantes, que na verdade, se revela um grande parque que seria inaugurado se não fosse a travessura dos pokémon. Nesse episódio, mestres e monstros se separam e temos uma história de pokémon vivendo livremente.

Curiosidade: se poucos pokémon se separaram do time, por que eles não usaram os outros monstros que eles tinham, como Pidgeotto, para ajudá-los? A resposta é muito simples: porque aí não teria episódio, né?

Depois eles vão parar numa ilha com muitos tentacools e tentacruels, mas esse episódio a gente só vai passar mesmo. Nesse episódio, eles encontram um horsea todo machucado pelos pokémon de tentáculos gigantes. Misty o captura para ajudá-lo. No jogo, essa parte, simplesmente, não existe.

Antes de chegarmos em Lavender, conhecemos Gastly no pico da donzela. Eles aportam numa ilha onde está tendo o festival do fim de verão. Lá, Brock vê uma garota ao longe e logo é pisoteado por uma multidão.

Sim, Brock está sob a fumaça.

Como Brock está muito apaixonado, uma velha senhora chega só para dizer pra ele tomar cuidado. E isso também se refere a James, que não fica tão apaixonado como Brock (só no início mesmo, depois ele supera).

Gente, sério, eu tô preocupado com o Brock. Ele tá apaixonado por uma pedra!

A história é que a garota está esperando que seu amor, que saiu em uma viagem, volte para ela. Ela se petrificou ao esperá-lo nesse pico por dois mil anos. E aí, pra não ficar só, ela fica por aí encantando os homens que visitam sua pedra.

Sou James, da Equipe Rocket.

E aí, a nossa fantasminha camarada atrai os dois e se revela um gastly. Eles tentam lutar contra, mas ele só é derrotado quando a luz do sol aparece, o que é uma mentira gigante, visto que bufaram demais esse gastly, onde ele pode derrotar qualquer pokémon usando uns truques muito nada a ver. No jogo, todo mundo sabe que gastly não é tão bom assim, visto que possui poucos ataques fantasmas, como Night Shade.

No episódio mais triste da primeira temporada (ou o segundo mais triste), nos despedimos de Butterfree. Bom, o Free não é à toa.

E pensar que no início da temporada ela era tão importante e, depois que ele capturou o trio de iniciais, ela foi completamente negligenciada. Decerto, o autor pensou: ah, ela tá inútil no time, vamos jogá-la fora. Ah, e claro, esse episódio só acontece no jogo se você libertar a sua Butterfree =). No início, a Butterfree de Ash é ignorada por todas as outras, incluindo uma rosa.

Fala sério, mas, essa deveria ser a verdadeira Butterfree Shiny.

A carinha triste de uma Butterfree que acabou de levar um fora. Igualzinho a você quando leva fora na balada. Segue o episódio dos nossos heróis tentando reanimá-la e fazê-la conseguir um par até a chegada da Equipe Rocket, que tenta roubar todas as manteiguinhas livres. Aí, claro. Quem salva as borboletinhas? Ela, claro, a Butterfree do Ash. Nessas horas nos perguntamos: por que os outros treinadores simplesmente ignoraram tal evento?

Virando o herói da garotada, finalmente, a nossa pequena Butterfree de ouro finalmente consegue o coração da borboletinha rosa.

E o final a gente já sabe, né? Aquele momento que cai a lágrima de nossos olhos.

Zelda e o trem fantasmagórico

Novo Zelda embarca nos trilhos fantasmagóricos, enquanto você usa a canetinha para guiá-lo. Vem ver o novo jogo do elfo da Nintendo.

Vamos falar de Bete?

Não, não vamos falar da tia Bete, da avó Bete e nem da Bete Balanço, vamos falar de um jogo de tacos chamado de Bete (você chama assim também na sua terra?). Algumas pessoas chamam de jogo do taco.

Apesar de não ser saudável comer tacos imediatamente antes de se jogarmos taco, ou bete, é bem possível saciar a fome após uma longa partida do jogo que parece baseball (mas não tem nada a ver).

Tá, voltando pro jogo, o que se espera de um jogo de bete? Pra começo de conversa, a gente junta 4 pessoinhas, preferencialmente, feias. Duas delas farão o time azul e o outro, o beterraba (você pode escolher outras palavras aleatórias do dicionário, caso queiram).

Pense assim: você tem um campo. Aí você arruma dois tijolos em uma construção (na minha rua sempre tinha uma… era terminar uma e já começava outra), mas de preferência, aqueles tijolos inteiros mesmo (tem gente que usa garrafa pet, mas eu prefiro os tijolos). Aí você desenha uma área em volta do tijolo. Faça isso do lado esquerdo e outro do lado direito.

Em cada lado, deverá haver uma pessoa de cada time. Se o time A fica dentro da área delimitada, o time B fica atrás do tijolo. O time B é responsável por jogar a bola para o outro lado ou derrubar o tijolo, caso cometa alguma infração, como sair da área. O time A fica com o bete e deve rebater a bola o mais longe possível.

Se você jogar a bola longe o suficiente para fazer o time adversário correr atrás dela, você terá tempo suficiente para trocar de lado com seu companheiro. Cada volta dessas garantirá a vocês 100 pontos. Se você chegar a 1000, vai para a segunda fase.

Entretanto, se você joga a bola pra trás, é falta. Três faltas e os times trocam suas posições. Outra forma de perder a posição é se a galera que está atrás do tijolo acertar o tijolo do outro lado.

Passada a primeira fase, você deve cruzar os betes e o próximo ponto deverá ser feito no chute (isso mesmo), pra assim poder pegar os betes de volta e fazer o ponto final. Se, nesse período, você perder sua posição de atacante, deverá cruzar os betes novamente.

Outras formas de se perder a posição: você sai da área delimitada e o cara atrás do tijolo derruba-o. Quando você joga a bola pra cima e o time adversário consegue rebatê-la com a mão antes que ela possa tocar o chão. Três faltas também te tiram da jogada. Por último, se você chutar a bola, quando o bete estiver cruzado no meio da pista e acertá-los, você também perde a vez.

Bom, era assim que eu jogava na minha infância. Digamos que é um baseball bem resumido. E você? Como jogava?

Imagem de Jonathan Amana por Pixabay

No consultório de psiquiatria

– Doutor, eu tenho um problema. Não consigo lembrar de nada do que me dizem depois de um minuto, um minutinho apenas, doutor.
– E há quanto tempo apareceu esse problema?
– Há quanto tempo apareceu o que, doutor?

Pausa para se sentir bem

Vamos parar um pouco para uma reflexão?

Como você está se sentindo? Como você tem se sentido? Tá tudo bem? Tá tudo bem mesmo?

Sei que, muitas vezes, precisamos parar o que fazemos, desacelerarmos. Você tem feito esta pausa constantemente para refletir sobre tudo o que se passa na vida? Tem conversado consigo mesmo? Então, que tal fazermos um exercício assim?

Tire uma horinha, dê uma caminhadinha. Pare embaixo da sombra de uma árvore, mas faça tudo para se sentir bem.

Eu espero que você esteja bem!

Relatos de uma criança em um rancho

Lendo histórias que eu contava há 10 anos, lá em 2000, no fim do segundo milênio e do século XX, me divirto na forma como me expressei sobre uma “fazenda” que passamos num fim de semana, nas férias. Eu chamei de fazenda, mas era um rancho localizada na beira de um grande rio.

Meu pai trabalhava numa cidade diferente à nossa que era banhada por um rio famoso que corta MG e GO, o Rio Paranaíba. Próximo a ele, há vários ranchos, onde se pode pescar e nadar. Nesse rancho, em questão, tinha a piscina, mas ficava tão próximo ao rio que se podia nadar direto lá.

A minha raiva, no meu relato, é de que eu não consegui dormir a noite inteira (não me lembro do motivo), mas eu relato também que jamais voltaria lá (voltei) e que eu só tinha ido por conta da piscina. Entretanto, essa piscina estava vazia e o que mais tinha lá era sapo. Vocês se lembram de quando eu disse que não sabia nadar, né? Pois bem, no rio, precisei usar uma boia de salva-vidas.

Para piorar, eu tinha levado meu super nintendo, mas como lá não tinha TV, acabou que nem jogar eu joguei.

Calma, jovem Álisson, a vida é muito melhor do que passar raiva com coisa boba como essa.

Pastelzinho da infância

Uma massa bem crocante, quentinha, frita na hora. Uma massa de pastel, toda cheia de bolhinha. Uma massa de pastel, temperada, toda gordurosa, no ponto, pronto para ser deliciada. Um gostoso pastel que eu comia sempre nos recreios da escola, recheado apenas de presunto e muçarela, em formato retangular, fechado como se fecha uma carteira de bolso. Uma delícia.

E o melhor de tudo é o seu nome: cigarrete. Talvez não o encontre em lugar algum.

Acerte na mosca

Lá no fim dos anos 90 e início dos anos 2000, quando meu pai me apresentava o computador, ele me apresentou um jogo chamado “Acerte na mosca”.

Eu me lembro que tinha um monte de mosquinha na tela e você vinha com aquelas coisas de matar mosca (claro, tudo digital) e acertava em uma das mosquinhas na tela. Se você acertasse a mosca certa, poderia ganhar prêmios.

Era divertido. Por onde será que anda esse jogo?

Escrevendo para si mesmo

Com um papel na mão e uma borracha para seus equívocos, ele pode escrever seu próprio mundo, sua própria história e seus próprios dilemas. Talvez, não tivesse medo de o amanhã lhe pregar alguma peça.

Organizar a bagunça

Vamos começar a organizar nosso blog?

Em 2009, foram, ao todo, 166 posts. Uau, né? Pois bem, os posts eram publicados a todo momento, de qualquer forma, em qualquer dia.

Pelo que pude verificar, principalmente após fazer a retrospectiva dos temas, pude verificar que, ano passado, falamos de 14 temas. Falamos sobre:

01 – Livros, textos, piadas
02 – Sobre bênçãos, não necessariamente religião
03 – Músicas
04 – Jogos
05 – Sentimentos
06 – Propagandas e comerciais
07 – Meus próprios textos
08 – Minha história
09 – Pessoas, amigos, famílias, professores
10 – Esportes
11 – Receitas
12 – Tecnologia
13 – Animes, jornais, programas
14 – Matérias escolares

Além disso, também tiramos um tempo para falarmos sobre o próprio blog, mas aqui, deixaremos de fora. Reparou? 14 temas (que eu consegui classificar). Pode ser que venham outras, mas, no momento, são esses. Então, vou pensar numa maneira bacana de organizá-los de alguma forma, pois aí vocês poderão entrar no blog num determinado dia e saber que falaremos de algum tema específico (ou 2, já que teremos que dividir cada dia em dois temas). Ou será que os fundirei para falar dos dois temas de forma igual? É isso que veremos.

Ah, tem mais uma: Vamos organizar para que todos os posts sejam feitos sempre à mesma hora (estamos, inclusive, reorganizando os posts do ano passado).

É isso, pessoal, agora iremos organizar tudo para ficar melhor. Espero que vocês gostem!

Amigos e algo assim

Amigo, que palavra é essa? Um ser humano que, antes de dizermos que são amigos, eram completos estranhos? Então, por que gostamos tanto deles? Por que precisamos tanto criar esses laços? Por que não podemos, simplesmente, dar parabéns pra quem nem conheço? Será que isso soaria tão prazeroso quando dizer um, sei lá, Parabéns, irmãzinha?

Nossos amigos podem desempenhar papeis de muitas e muitas coisas. Mesmo sendo mestres do saber, tão amigos quanto eles também podem ser. Nada impede que tenham profissões ou áreas diversas. Nada impede que eles sejam o professor de artes, o de canto, o de web e o de redes, por exemplo, ou até mesmo a velha professora de geografia.

Amigos são amigos. Amigos compartilham momentos, alegrias e tristezas. Compartilhar histórias e dão e ouvem conselhos. Estão, de fato, presentes na sua vida. Não são apenas o um ou o outro que não quis escutar. Eles são o que adicionam um bom valor às nossas vidas.

E são eles que quero levar para a vida toda. Mesmo que seja para assistir a um filme, jogar um videogame, viajar ou até reviver as brincadeiras de rua. Amigos também são nossas vidas e é gostoso tê-los sempre conosco.

Sentimentos de outrora

Nunca “dantes” sentidos, são os sentimentos dos anos 80. Nunca senti, pois, nasci no fim dos anos 80, correto? Correto!

Vamos fazer uma brincadeira por aqui, então. Ano passado, mas especificamente no fim do ano, postei algumas músicas lançadas em 1989. Pois bem, vou buscar outras músicas desse ano e captar todos os meus sentimentos e escrevê-los aqui. Vamos começar.

Christopher WilliamsTalk to myself

Por algum motivo, me veio Backstreet boys mesclado com Britney Spears na cabeça (não me perguntem o motivo). Aí tem um sonzinho no meio da música que me lembra muito a trilha sonora de Side Pocket, do Super Nintendo.

Eu entendi a letra como se fosse uma pessoa que agora não tem mais com quem conversar, desde que sua namorada foi embora. Aí, o povo acha que ele tá louco, mas ele não tá nem aí, podem pensar o que quiserem.

A música me dá vontade de dançar? Na primeira vez, não deu. É um tema diferente do que estou acostumado a ouvir, mas parece ter boa sonoridade. Sinto que fui transportado para o início dos anos 90 (não sei se seria dos anos 80 também, mas vamos dizer 90).

Colocaria numa playlist? Com certeza.

Capital InicialTodos os Lados

Começa com um pianinho (olha o Side Pocket aí de novo). De repente, ele dá uma movimentada, o rock fica levemente agressivo, mas no nível anos 80. Aí vem um instrumento que não consigo identificar, mas dá uma identidade legal para a música. Uma música que eu curtiria muito se eles cantassem no show (eles cantam? Acho que não).

Dinho, como sempre, arrasa no vocal e os meninos no instrumental. Parece um rock dançante, mas sem vontade de dançar. Como primeira vez, não entendi muito bem o que a letra quer dizer. Tem um solinho de guitarra bem bacana. Também colocaria essa numa playlist.

Fui.

Pronomes pessoais do caso reto

Em português:
Eu / Tu / Ele / Nós / Vós / Eles

Em espanhol:
Yo / Tú / Él / Nosotros / Vosotros / Ellos

Em inglês:
I / You / He / We / You / They

Em italiano:
Io / Tu / Lui / Noi / Voi / Loro

Em francês
Je / Tu / Il / Nous / Vous / Ils

Ok, admito. Hoje eu tava com preguiça de postar algo, me desculpem.

Bolo de Fubá

Ingredientes:
04 ovos
01 copo de queijo
01 copo de óleo
01 copo de açúcar
01 copo de leite
01 copo de fubá
01 copo de farinha de trigo
01 colher de pó royal
01 pitada de sal

Preparo:
Bater no liquidificador os 5 primeiros ingredientes, misture separados o fubá, a farinha de trigo, o pó royal e o sal, depois junte aos outros ingredientes, forma untada e polvilhada.

ICQ, antes do MSN

Quando eu era adolescente, um comunicador que usei mesmo (depois do bate-papo UOL) foi o ICQ.

ICQ era um software de comunicação que era representado por uma flor com pétalas verdes, com exceção de uma, que era vermelha (e ela ficava girando). Quando o ICQ era conectado, fazia um barulho parecido a de um berrante.

O que era legal no ICQ? Você podia ficar invisível e conversar com as pessoas estando invisível. Não tinha tantos recursos quanto o MSN possui hoje, mas foi o precursor e era bem bacana. Era possível, inclusive, compartilhar arquivos.

Você teve ICQ? Pena que ninguém usa mais. Na verdade, acho que nem existe mais.

Luz para 2010

Faltou energia na sua casa? Rá! Mas não era essa a luz que eu queria que você recebesse. Mentira, eu também quero que você a receba, pois essa também é uma forma de conforto e, eu sei, você quer conforto para ti e para sua família, não é?

Mas, falemos da luz divina. A luz divina que abençoa sempre nossas vidas e que nos traz esperança e fé para sempre termos um mundo e uma vida melhor. 2010 será um ano de prosperidade e de bênçãos e, eu tenho certeza de que Ele está ali cuidando para que tudo, ou quase tudo, dê certo. A gente sabe que, muitas vezes, passamos por provações, mas não se deixe abater, pois Ele sempre estará lá para você.

Um grande abraço de um irmão que quer sempre te ver bem.

Todo nerd merece um cantinho para chamá-lo de seu

Habitación Virtual

Todo nerd necesita una habitación para llamarla de suya