1995. Ano de lançamento de Donkey Kong Country 2 – Diddy’s Kong Quest. Dessa vez, K. Rool (agora kapitão) não está mais de olho nas bananas de Donkey Kong, mas sim no próprio gorilão (que se mantém amarrado enquanto Diddy e, agora a nova companheira, Dixie, escalam seis mundos inteiros para poder resgatá-lo). DKC2 é, com certeza, o jogo mais memorável da trilogia, claro, na minha opinião.
Tradução:Eu sequestrei esse gorilão idiota e vocês, macacos idiotas, nunca mais irão vê-lo. Agora ele é todo meu! Muahahaha
Ok. A parte do “Agora ele é todo meu” é por minha conta.
O mundo resolve dar toda a atenção, é hora de mostrar todo seu talento. Depois de ter ensaiado, preparado a voz e repetir, inúmeras vezes, o discurso, ele está pronto para declamá-lo em público. As cortinas se abrem, a plateia aplaude, ele dá pequenos passos, o auditório se cala e é a sua vez.
Ele olha para todos os outros, nervoso, começa a suar frio, a voz não sai, o desespero aumenta. Seria melhor recuar ou nem ter subido no palco? A plateia ainda espera e ele não sabe o que vai acontecer se falhar. Imagina que todos vão desconstruir toda sua imagem naquele momento, pois este não é o seu lugar.
Simplesmente, não é o seu lugar.
Desesperado, foge dali, com seus medos e seus pensamentos negativos. Ele não consegue aceitar que falhou mais uma vez, mesmo ensaiando tanto. As risadas ecoam por sua mente, enquanto corre, aos prantos, sem destino a rumar. Não consegue ser mais um na multidão, é alguém que está aquém dos padrões da sociedade.
Não consegue se lembrar de tudo de bom que já foi capaz de realizar, do que já fez pelos outros. Nunca parou para pensar nos êxitos que logrou, ou quase. Só pensa naquele momento, em todo seu fracasso, nas falhas que sempre teve. Não percebe que todos são assim, porque só se lembra do êxito deles.
Não quer mais erguer a cabeça, não pensa em lugar, não pensa em gritar. Não quer saber mais de ninguém, por acreditar que não tem mais ninguém. Ninguém é capaz de tirá-lo daquele buraco que ele mesmo havia se jogado. A vida nunca te dá as mãos, só lhe dá as costas, só pensa em derrubá-lo.
Não consegue contar seus problemas a ninguém, porque sabe que será motivo de piada. Mas, não permite que outras pessoas se afundem em seus próprios problemas, porque ele não quer ninguém como ele. Não permite que outros chorem, mesmo que lhe custe a própria felicidade. Sente-se sozinho por não conhecer quem o compreenda profundamente.
Afasta-se dos mais próximos e os transforma em seus piores inimigos. Nada mais lhe importa, não quer mais saber de seguir assim. Continua a atuar pelos palcos da vida, sem ânimo, sem vontade, apenas com a ideia de que nada mais importa.
Até que um dia, foge do roteiro para rascunhar o que, talvez seja, o fim de sua própria peça.
Ter um amigo é um dom. Ter essa menina como amiga é uma honra. Modificando um pouco daquela piadinha de internet, assim que começo o post de hoje, para parabenizar uma amiga minha, que completou mais um aninho nesta semana.
Ela completou X anos. Não substitua o X, pois ela não gosta de revelar sua verdadeira idade, então vamos dizer que é um pouquinho mais de 15 e menos de 84. Aprendi muita coisa com ela. Ah, sem contar que ela já me ouviu tanta reclamação, tanto problema que já aconteceu comigo, sem contar toda a força que ela tem me dado.
Já aprontamos muito e ela se lembra muito bem. Agora, como nos conhecemos? Através de um flog. Bem, a história é meio complicada, mas foi por causa de uma confusão que a amizade se preserva até hoje. E já são mais de 3 anos!
Menina guerreira, de grande força, eu tenho muito que agradecê-la. Nem sei o que faria se não pudesse mais tê-la em minha vida. Seria muito triste… Achei bacana um simples fato: pedi a uma amiga de faculdade mandar uma mensagem de celular para ela [detalhe: ambas nunca conversaram com a outra] e ela aceitou meu pedido. Foi muito bacana isso, você pedir pra um amigo fazer uma loucura por você (mesmo que essa loucura não seja tão louca assim).
A imagem que posto aqui é de nossos Buddy Pokes (Orkut).
Tamires, você sabe o qual especial é pra mim, né? Ainda resta dúvidas? Claro que não, né? Ah, mas mesmo assim, eu ainda tenho que pular nas suas costas pra gente comemorar. Aêêê. Posso dizer perfeitamente que você, pra mim, é sinônimo de amizade, companheirismo e alegria.
Um pouco antes do grupo pop mexicano RBD, formado na novela Rebelde, se consagrar aqui no Brasil (vindo pra cá em 2005), eu comecei a me interessar em estudar espanhol, visto que, até o momento, a única língua que sei dominar é a minha nativa, o velho português.
Entretanto, eu já sei um pouco de inglês, porém aquele em que aprendemos na escola. Algumas técnicas me falham e, apesar de ter algum vocabulário e saber traduzir textos não muito difíceis, sinto que tenho muito o que aprender.
Na faculdade, apesar de ser uma língua muito importante para minha área – a de informática / programação – só tivemos, em um ano, o que se chama de “Inglês Instrumental”.
A gente às vezes tem aquelas conversas de que se quiser fazer mestrado ou seguir brilhantemente na carreira, é necessário ter certo domínio da língua inglesa, de preferência da parte técnica (algumas a gente até acaba aprendendo), mas eu acredito que eu vou precisar me aprofundar mesmo na área.
Eu não fiz cursos de inglês quando era criança (o valor não era tão convidativo). E agora, prestes a fazer 20 anos, fico aqui pensando se deveria fazer ou não.
É uma questão importante a se pensar nos próximos meses.
Ash é um garoto preguiçoso de Pallet (região de Kanto) que tem apenas 10 anos. Seu sonho é se tornar um mestre pokémon. Porém, como ele é um garoto que dorme demais, perde a hora e não consegue escolher nenhum dos iniciais (Bulbasaur, Charmander ou Squirtle).
Em sua jornada, ele tem um embate direto com seu grande rival, o Gary, que leva sua própria torcida feminina em seu carrão conversível (vamos voltar a dizer que ele também tem 10 anos).
Gary conseguiu seu inicial (não é revelado), enquanto Ash…
No início, Ash e Pikachu não se dão muito bem, então em suas primeiras tentativas de captura, ele precisa enfrentá-las sozinho, o que não lhe gera nenhum sucesso.
E depois de algumas tentativas, eles sofrem um ataque de Spearows.
Ainda no primeiro episódio, conhecemos Misty, uma treinadora de pokémons aquáticos.
Como Pikachu está muito machucado, Misty o obriga a ir a um Centro Pokémon, porém, como a pressa é grande, ele pega a bicicleta dela sem autorização e foge, mesmo após começar a cair a chuva.
Ash sofre um acidente, derrubando Pikachu e aí os Spearows vão pra cima dele. Ash tenta impedir, colocando-se à frente, mas Pikachu entende o poder da amizade e eletrocuta todo mundo. O episódio termina com Ash avistando um pássaro misterioso no céu.
Eles conseguem chegar à cidade de Viridian e aí somos apresentados a duas novas personagens – Jenny, que está em busca de uma galerinha do mal e Joy, a enfermeira do centro pokémon.
“Temos estacionamento, sabia?” – Essa é a primeira fala de Joy para a Oficial Jenny (e se Joy fosse presa, hein?)
Ok, sabemos que são Articuno, Zapdos e Moltres, os pássaros lendários. Mas, e o cachorro? Seria Arcanine?
Aí ele faz uma ligação para sua mãe e o professor Carvalho.
Então, conhecemos a famosa Equipe Rocket, que tenta roubar os pokémons do Centro Pokémon.
Mas é claro que eles são derrotados por um bando de Pikachus, liderados pelo Pikachu do Ash.
Ok, vamos deixar um pouco de episódios para os próximos posts.
Lançado em 1993 e conhecido no japão como Rockman X, Mega Man X é uma das franquias de Mega Man que eu me diverti muito em minha infância, lá no Super Nintendo. O jogo consiste em derrotar 8 bosses em qualquer ordem antes de se aventurar pelas últimas quatro fases finais.
Lembro que um dos primeiros bosses que enfrentei foi o Chill Penguin, na base do Buster mesmo (ou do famoso “tirinho”). O último foi o Sting Chameleon (eita boss difícil). Descobrir os corações, tanks e partes da armadura também foi bastante difícil. E a emoção ao conseguir pegar o “Raduken” de Ryu para o nosso pequenino robozinho azul?
Quando a gente é uma criança dos anos 90, início dos anos 2000, muitas coisas temos que descobrir na “raça” ou por meio de revistas. Bom, sabemos que cada boss tem sua fraqueza e hoje vamos falar sobre elas.
Chill Penguin: Fraqueza: Fire Wave (o foguinho do elefante)
Spark Mandrill: Fraqueza: Shotgun Ice (o gelo do pinguim)
Armored Armadillo: Fraqueza: Electric Spark (o raio do brutamontes)
Launch Octopus: Fraqueza: Rolling Shield (a bola azul da toupeira)
Boomer Kuwanger: Fraqueza: Homing Torpedo (o torpedo do polvo)
Sting Chameleon: Fraqueza: Boomerang Cutter (o chifre do chifrudo)
Storm Eagle: Fraqueza: Chameleon Sting (o laser do camaleão)
Flame Mammoth: Fraqueza: Storm Tornado (o tornado da águia)
Atenção que a história vai ser extremamente curta.
Quando eu era garoto, eu tinha um prima que era campeã em competições mirins de natação. Ela sempre estava em competição e vivia com a cabeceira da cama carregada de medalhas. Ela só tem três anos a mais do que eu.
Meu irmão também praticava natação e eu, morrendo de medo de água, jamais me atrevia a entrar na piscina grande do clube.
Sempre me perguntavam quando eu iria começar a fazer natação e eu sempre jogava alguma data para frente. A verdade é que, além do medo de afogar, eu também tinha certo medo da professora, que era muito rígida. O cômico da história é que, mais tarde, ela foi minha professora de Educação Física e, sempre que podia, nos visitava em nossas casas.
Um medo bobo, mas que evitou a praticar um esporte que até hoje eu não sei como funciona na prática. Quem sabe algum dia?
O nascer do sol sempre carrega um convite silencioso. Sinta alegria ao ver o horizonte se acender em tons dourados, como se o dia te abrisse os braços para um recomeço suave. Perceba a luz entrando pela janela e suspire. Existe algo quase mágico nesse primeiro brilho que toca sua a pele e desperta sua alma devagar.
Quando o céu mistura laranja e azul, o mundo parece ganhar um novo ritmo. As folhas que dançam ao vento, as flores que se inclinam como se te cumprimentassem pela manhã. E isso pode te trazer paz, nostalgia e, às vezes, aquele conforto silencioso de perceber que a vida continua se movendo, mesmo quando a gente precisa de um instante para respirar.
E então vem a chuva, com seu jeito de acalmar o que está inquieto. Ouça o som das gotas batendo no chão que cria uma melodia que embala, que desacelera e que acolhe. Você pode dormir melhor com esse ritmo suave? E o cheiro da terra molhada, misturado ao perfume das plantas, te traz uma sensação de pertencimento como se a natureza lembrasse, com delicadeza, que tudo tem seu tempo, seu ciclo e sua beleza?
Can’t read my, can’t read my No, he can’t read my poker face (She’s got me like nobody) Can’t read my, can’t read my No, he can’t read my poker face (She’s got me like nobody)
Rouge – Popstars
Tudo o que um dia você sonhou Num flash (flash, flash, flash) pode acontecer A vida de repente pode até mudar Pra quem não tem medo de acreditar
O mundo corporativo, para uma criança, é completamente diferente. Parece um mundo mágico, mais divertido, mais criativo e gigante. Isso, talvez aconteça por sermos aquelas crianças que conseguem tirar a diversão de todos os lugares.
Quando era criança, meu pai me levava, às vezes, para o seu trabalho. Era uma viagem de quarenta (e poucos) quilômetros até a cidade onde ele trabalhava. Uma cidade pequena, de pouco menos de 5 mil habitantes, onde ele tem (até hoje) um escritório de contabilidade.
É aquilo: computadores antigos, máquinas de escrever, cheques, poucos funcionários e etc. Eu, às vezes, conversava com os colegas de trabalho e, quando queria passar o tempo, brincava com rascunhos, desenhando, escrevendo, datilografando na máquina de escrever, desenhando no paint e etc. Cheguei a desenhar cheques, escrever histórias e até fazer revistas. Claro, tudo perfeito na cabeça de uma criança.
A gente almoçava numa pensão (a única) que tinha ali. Era uma comidinha bem caseira e bem gostosa e éramos sempre muito bem tratados pelos donos de lá. Eu achava um máximo me servir e ainda ouvir da cozinheira, por exemplo, que eu poderia pedir um ovo que ela imediatamente fritava pra mim (me achava um rei por conta disso).
Antes de voltarmos ao escritório, dávamos um passeio pela cidade a pé mesmo. Depois, no fim da tarde, voltávamos para casa.
Caminhando pelo ártico, com minha regata e meu calção de jogar bola, avistei um linda família de ursos polares. A mamãe urso estava sobre o gelo, ensinando a seu filho sobre a história das estrelas. Com uma pequena luneta azul, o filhote observava, com alegria, enquanto ouvia as belas histórias.
Naquele dia, fazia muito calor e eu acabava de correr meus matinais cinco quilômetros. Eu estava um pouco cansado, ofegante e com sede. Para me refrescar, tirei uma garrafa de refrigerante da minha caixa de isopor e comecei a degustar aquele gelado líquido saborizado.
Foi aí que eu escutei um grito ao longe. Ao olhar em direção àquele berro diferente, percebi que o filhote, me olhando com sua luneta, me apontava enquanto gritava pelo refrigerante. Me aproximei deles, me apresentei e eles também se apresentaram. Depois, da minha caixa de isopor, entreguei uma refrescante bebida para cada um.
Depois de tomarmos, a mamãe urso me perguntou se eu não queria nadar um pouco. Disse-lhe que não sabia nadar, mas ela disse que não precisava me preocupar. A água era rasa, mas ela iria me ensinar os movimentos básicos de seu principal nado, em agradecimento ao meu gesto. Não fui bobo, tirei minha camisa e me joguei naquela água quentinha. Nadamos um pouco e depois nos deitamos naquele chão de gelo para tomarmos um pouco de sol.
Desde este dia, mamãe urso, o filhotinho e eu nos tornamos grandes amigos, brincando, correndo e pescando quase todos os dias.
Se tinha uma história em HQ que eu curtia muito nos meus tempos de Ensino Médio, essa era “Asterix e Obelix”
Eles foram criados na França por René Goscinny, em 1959 e Albert Uderzo, em 1959 e é baseado no povo gaulês.
Não lembro de muitas histórias, porque faz tempo que as li, mas sei que eles tomavam uma poção para enfrentar uma galera do mal, pois ela os deixava mais fortes temporariamente. No jogo de super nintendo também era assim (saudades, inclusive). O único que não tomava a poção era Obelix, que caiu dentro de um caldeirão cheio e isso fez com que ele tivesse força infinita.
Vale a pena ler as historinhas desses dois, são bem divertidas.
Se tem uma coisa que eu nunca entendi é porque há irmãos que não ficam felizes com seus irmãos por terem alguma conquista?
Claro que essa é uma história de crianças, então não há um sentimento pleno de racionalidade, mas a história que eu vou contar é sobre dois primos meus que moravam perto da minha casa.
Acontece que eu era mais amigo do irmão caçula entre eles, então era natural que brincássemos mais tempo. Esse era mais estudioso, mais comportado e mais organizado que seu irmão mais velho, por conta disso, em seu aniversário, ganhou um brinquedo um pouco mais robusto (e mais desejado pelas crianças do bairro): um patinete.
Naquela época os patinetes não eram tão baratos ou feitos de plástico. Era uma coisa grandiosa para uma criança e podia servir de meio de transporte. Eu mesmo nunca tinha andado de patinete na vida (e morria de vontade).
Por sermos tão amigos, pedi a ele que me deixasse andar um pouco e ele aceitou. Fomos até sua casa e…
Seu patinete estava quebrado, poucos dias após ganhá-lo. Aparentemente, seu irmão o estava batendo contra o chão com toda a força, talvez tentando andar nele ou apenas “fazendo graça”, como dizíamos quando éramos criança.
Meu primo, claro, ficou triste e eu mesmo nunca pude andar, mesmo até o dia de hoje, que aqui escrevo. E esse não havia sido o único brinquedo que havia sofrido algum dano ou perda por conta do irmão.
O patinete, coitado, vai ficar só na memória mesmo.
Tudo bem que a Pitty não está numa fase de rock pesado como sempre acontece em seus primeiros CD’s (vide Admirável chip novo, com máscara e Anacrônico, com single homônimo), mas chegar ao ponto de dizer que ela não é mais a mesma e que ela está tomando uma postura que não tem nada a ver com ela, é demais.
Pitty sempre arrasou em seus singles, suas músicas e em seus clipes e dessa vez não foi diferente.
O que eu vejo aqui é que ela quis começar o CD um tanto quanto diferente, mas, chegar a julgar o novo cd dela por um simples single já é demais.
Muitos fãs, apreciadores do heavy metal, dizem não ter gostado da música e eu acredito que seja, exatamente, pela melodia e arranjos musicais.
Pode ser que não, mas o que eu pelo menos pude ver é isso.
Como sou apreciador de música pop, rock e outras de estilos tão variado, não é surpresa eu dizer que ela é simplesmente demais.
Quanto à letra? Fala sobre às pessoas que julgam as outras sem conhecer o trabalho, sem dar valor a elas, julgando apenas pela capa ou por uma simples atitude, mas, quer saber? Eu sei que você me adora e que só está “queimando meu filme” pelo simples fato de você se julgar mais superior que as outras pessoas, não quer expor seus erros, e, para isso, maximiza o dos outros.
Pitty, parabéns pelo seu trabalho e sucesso! Conseguiu emplacar o single em 37º no Hot 100 Brasil na semana de estreia! Você vai longe!
Relendo umas escritas que fiz quando era criança, há 10 anos (sim, em 2009 falaremos algumas coisas do que aconteceu em 1999), reli um trecho de quando eu estava na quarta série e fui fazer uma prova. No texto, só não diz de que era. Pra minha sorte, a prova era de consulta e eu havia levado meu caderno. O texto começa assim:
“Hoje eu fui fazer uma prova e saí muito bem, tinha tirado nota máxima (15,0). Não fui bobo, levei meu caderno junto.”
No texto, também comentei que alguns colegas meus não havia levado caderno e isso os prejudicaria na nota. Pra terminar, ainda comentei sobre uns colegas meus que não haviam saído bem e alguns que já tinham reprovado a quarta série.
Agora, me diz: o que eu tenho a ver com isso se meus colegas iriam bem na matéria, na prova, no ano escolar ou em qualquer outro lugar? Criança gosta mesmo de se comparar, hein? Ou será que não?