Um pouco pra mim também

Dois grandes amigos se vêem numa situação tensa: Leonardo havia pego um pouco de coca-cola e não pensava em dividir com Ricardo. Então, Ricardo faz uma coisa terrível: Pega o copo de Leonardo e começa a bebê-lo.

Ao ver seu amigo se enfurecer, sai correndo para fugir dele, mas não adianta. Leo é mais rápido que o amigo, toma o violentamente de sua mão e o empurra, fazendo-o cair.

Ricardo, caído, dá uma rasteira e consegue, como um ninja, pegar o copo no ar,  sem derrubar uma única gota, mas, novamente, Leonardo é mais rápido e toma da mão dele, bebendo todo o conteúdo.

Como indignação com tal cena, Ricardo pega uma garrafa cheia de coca e joga contra seu amigo, fazendo-o bater contra a parede. Mas, mais uma vez, Leo joga com a cabeça e a segura firme para que seu amigo não possa tomá-la.

– Não adianta segurar, eu vou pegar essa sua garrafa! – Diz Ricardo, com um olhar malvado.

– Ah, se você quer tanto! – Leonardo entrega, despreocupado, a garrafa para o amigo.

E Ricardo a toma, ficando satisfeito.

– Deveríamos tomar uma pepsi amanhã, o que você acha, Leo?

– Pra mim, fechou!

Créditos ao Luis que me ajudou numa história meio dopada como essa.

A criança e o abarjur

Uma criança não pode ver um abarjur que fica ligando e desligando ele. Olha a cara de felicidade da pessoa quando está ligado.

Rua nas eleições

É, galera! É assim que nossas ruas ficam em época de eleição. E domingo tem mais, hein. Se for pra sujar as ruas, suje! Mas, votem com consciência u.u… Fala a verdade, esse pessoal só suja porque tem garis pra limpar essa bagunça.

As ruas limpas em época de eleição

O verdadeiro valor

Pra mim, o trecho mais bonito do filme “Marley e eu” que conta a história da amizade entre um cão e o homem. Além desse filme (e livro) recomendo “Sempre ao seu lado”, um filme mais triste, mas que passa uma mensagem mais forte.

“Um cachorro não precisa de carrões, de casas grandes ou roupas de marca. Um graveto está ótimo pra ele. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Dê seu coração pra ele e ele lhe dará o dele. De quantas pessoas você pode falar isso?! Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial?! Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?!” – John – Marley e Eu

Não basta só ser sincero

Por que se preocupar tanto se as pessoas falam mal de você ou não? Por que imaginar que você é o centro das atenções para alguém que adora falar mal dos outros? Por que achar se você é o alvo de pessoas assim?

Ver frases do tipo “Sua inveja faz minha fama” é comum para quem diz não se importar com ninguém. Mas, não se importar não seria tratar tais atos com indiferença? Não seria melhor mudar de rumo quando isso acontece?

E aqueles que dizem que é sempre bom ser sincero e que “fala tudo na cara”, quando não consegue aceitar o que os outros têm a dizer, ou não sabe medir as próprias palavras. Prefere apenas criticar, quando tem muito a elogiar. Apenas vê os defeitos. Ser sincero é importante, mas deve-se aplicar o respeito e a educação. Devemos cativar amigos, não colecionar inimigos.

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Palavras bonitas nem sempre fazem o efeito certo

O dia foi péssimo, você fica mal e a primeira coisa que você sente é raiva ou tristeza, quando não as duas juntas. Alguns se isolam, outros preferem gritar para Deus e o mundo e outros tentam descontar na primeira coisa que veem. E aí, alguém, querendo ajudar, senta-se ao seu lado e fazem aquela típica pergunta: “aconteceu alguma coisa?”. Obviamente, você não está com cabeça para responder.

Quando uma pessoa quer ajudar, mesmo que as intenções sejam as melhores, nem sempre conseguem ir pelo melhor método. As duas coisas mais comum que vemos, são pessoas que nos enchem de perguntas e outras que nos dizem palavras maravilhosas.

Pessoalmente, o primeiro caso, para mim, é o pior. Quando uma pessoa está neste estado, a última coisa que quer é falar alguma coisa, quanto mais responder inúmeras perguntas. No estado em que ela se encontra, tudo fica confuso e ela briga com si mesma para por todas as coisas no lugar. Algumas ainda respiram fundo e tentam responder a tudo na medida do possível e pode até dar certo, mas não se ela estiver muito alterada. Elevar o tom de voz é outro ponto impróprio que chamo a atenção para este caso.

As pessoas que falam bonitas coisas podem nos atingir diretamente no coração e nos fazer refletir, mas, de primeira instância, não é nada legal. Primeiro, a pessoa não encontra saída, exatamente por não ter motivos para brigar com quem diz isso. Pelo contrário, o efeito sai ao inverso: Brigamos com nós mesmos, exatamente por percebermos o quão errado estávamos. Todos já ouviram inúmeras frases e já leram textos que os motivaram, portanto, essa não é uma hora adequada para relembrá-los, pelo menos não de imediato, como já disse.

É importante ter em mente que muitos não gostam de contar seus problemas, portanto, respeite o sigilo que uma pessoa possa ter quanto a seu problema. Se ela não quer contar, é óbvio que este tipo de coisa não deve ser insistido.

Posso estar errado quanto a isso, mas o que penso é o seguinte: em primeiro lugar, por mais que a pessoa goste de ficar só nestes momentos, essa pode não ser uma boa solução. Sente-se ao lado da pessoa e tire o foco em que ela esteja, mesmo que você não saiba qual. Uma boa saída é sempre partir para o humor, alguma coisa inocente, infantil, algum acontecimento engraçado, às vezes até comparando sua infelicidade com alguma coisa não desagradável. Nada de piadas manjadas ou se fazer de engraçado. Também não comece contando sobre suas histórias trágicas ou sobre coisas ruins que lhe aconteceram. O que a pessoa precisa é de uma boa dose de auto-estima, não de mais pensamentos ruins.

Quando a pessoa der um sorriso, ou você perceber que ela já sente mais a vontade de conversar, aí sim é hora de dizer algumas palavras de ânimo, mas não exagere. Ouça, deixe-a falar algumas coisas, sem que seja pressionada. Isso é bom, pois alivia o coração e permite que a pessoa consiga reunir forças contra aquilo que luta. Depois, fica fácil conduzir, mesmo sendo com brincadeiras, histórias trágicas que se tornaram cômicas e até mesmo fazendo algumas perguntas. Isso varia de acordo com a situação.

Lembro-me, certa vez, numa noite de chuva, uma amiga minha, chorando, isolou-se da turma. No intervalo, resolvi sentar-me ao lado dela e logo soltei: “Isso não está certo! Chuva lá fora e chuva aqui dentro também? Precisamos mudar isso!”. Conquistei um sorriso e ganhei meu dia. Um ano mais tarde, os papeis se inverteram e ela fez o mesmo comigo. Só então, havia me dado conta o quanto aquilo era significativo.

Daí, pude concluir: O que adianta dizermos lindas palavras se a marca que deixamos em um coração entristecido não o faz renascer da escuridão em que ele se encontra? Se você conhece bem os pontos que precisa atingir, cativará uma pessoa e lhe deixará uma boa marca.

À Mayara, dedico este texto.

Uma ótima semana a todos.

De novo, Tiago?

Eu tenho um professor que aprendeu a pegar no meu pé. O nome dele é Tiago. O motivo? Bem, vamos lá…

Eu sou um garoto, de 20 anos, pouco sociável. Não sou muito de me expor aos outros por pura timidez, o que é impossível na minha sala, já que todo mundo faz questão que eu seja notado. Muito bem!

Esses dias, a bomba: meu professor anunciou que teria três meses para me mudar (até dezembro!). Tudo isso porque, num dia estressante, entrei no meio da sala, abaixei a cabeça e fui sentar-me ao fundo, evitando todos que estavam ali dentro. Meu professor já anunciou em alto e bom som: “quando entramos em um lugar, nós dizemos boa noite!”.

Pois, bem! Depois dessa, sabia que ele ficaria em meu pé por um bom tempo. Ele me obrigou a sentar na primeira fileira até o fim do ano. Como se não bastasse, agora teria que ser bastante participativo nas aulas. Não é que ele vá me tirar notas ou coisa do tipo, mas ele não ia parar de buzinar na minha cabeça.

Nesta sexta, pensando que escaparia, estava quase indo para o fundo da sala quando, novamente, ele me abordou. Até aí tudo bem, mas ele me chamou à frente da sala para uma nova dinâmica. Ele estava demonstrando como deveria ser o modo correto de cumprimento e me pediu para que eu mostrasse, na frente de todos, como eu cumprimentava. Como meus colegas sabiam muito bem que eu o fazia de forma bastante amigável (braço direito nas costas, cabeça no peito, três batidinhas leves na barriga – isso seria uma espécie de abraço solitário), exigiram para que fizesse com ele. Claro, a vergonha tomou conta, mas precisei fazê-lo. Para piorar, ele ainda pegou na minha 4 ou 5 vezes para demonstrar como as pessoas faziam (algumas vezes era zoação, como a vez que ele me cumprimentou e balançou as sobrancelhas rapidamente). Aquilo foi constrangedor para mim (mas, confesso que me diverti um pouco) e, claro, gerou bastante risadas entre o pessoal. Para terminar, todos tiveram que cumprimentar uns aos outros para entender se aprenderam bem.

É! Agora já vi que até o final do ano vou sofrer nas mãos do meu professor.

Pra quem quiser saber como é cumprimento que ele falou: mão firme, olhos nos olhos, sem balançar muito a mão do companheiro e com um pensamento de que você gosta da pessoa. Com certeza, traz uma sensação de “firmeza” para quem aperta sua mão.

Um ótimo domingo e um forte aperto de mão a todos!

Ele e ela, juntos?

Ele já não tinha mais esperanças de nada. Ela também não.

Duas pessoas, dois mundos distintos, duas cabeças distantes, um mesmo motivo. Parece que ambos agora se ladeavam por um mesmo passado obscuro e sombrio.

Ele, tão sozinho que ninguém o pudesse notar. Ele sem entender porque nunca recebera um belo sorriso, um sorriso tão singelo e puro que apenas uma pessoa pudesse lhe dar. Ela, tão triste porque nunca fora compreendida pelas pessoas que mais a amam, nunca tivera alguém que lhe pudesse ouvir o coração.

Agora, ali se encontravam como duas almas perdidas que faziam brotar uma lágrima do coração, visível nos olhos. Tão triste, pois nunca pudera dizer o quanto valia seu sentimento para ninguém, por nunca conseguir fazer florescer um sentimento em alguém tão importante, mesmo sabendo que semente estava ali, brotar. Ela, por nunca ter alguém que lhe regasse os sentimentos mais belos que nela já morria. Por só alimentar o que nada valia a um ser humano tão puro e tão gentil quanto àquela garota que agora estava ali, ao lado de um garoto que sofria tão igual.

Sentados, tão quietos, vendo seus pés tão distantes do chão. “Não pule” – pensava o garoto ao olhar bem para os olhos da garota, tão tímido. “Você, tão bela, tão gentil, não deve terminar assim”. Ela, mais sofrida, pensava “por que você não me impede e mostra que ainda não deveria perder todas as minhas esperanças?”.

Por um minuto, seus pensamentos se calaram. Seus olhares se fixaram. Suas mãos se encontraram. Talvez tenha sido o bastante para que essa história tivesse um início.

Pequena mudança

Precisei migrar meu Live Spaces para o WordPress. Motivo? O Live desativará este serviço.

Nunca mexi com o WordPress, então é provável que eu ainda vá apanhar muito até conseguir fazer do jeito que quero.

Quero agradecer ao meu primo @tsuuuhsuriani que me ajudou e que agora vai me ajudar com este blog com postagens completamente diferente das minhas. Espero que vocês gostem!

Só é uma pena que não há como eu mudar o endereço do meu blog.

Abraços.