O espírito de natal

Algo que eu não expus muito aqui no meu blog, foram os meus sentimentos. Escrevi um pouco sobre ter uma boa noite de sono, também falei da sensação que você pode sentir ao ver a natureza, como sol, flores e chuva. Também falei sobre como estavam sendo os meus últimos dias com 19 anos. E, no finzinho de tudo isso, pedi pra você fazer uma pausa, para se sentir melhor.

Como isso foi algo que explorei, gostaria de comentar um pouco sobre o natal. Acredito que muitos concordam que o natal é a melhor época do ano. Onde as pessoas compartilham mais, são mais solidárias e presenteiam umas às outras. A cidade fica mais bela, mais colorida e mais iluminada e, como é o fim do ano, a gente começa a ficar mais reflexivo. A gente pensa em tudo o que fizemos durante o ano e faz uma retrospectiva de tudo o que vivemos, para termos um ano seguinte bem melhor (reparou que os últimos posts têm sido sobre retrospectivas, né? Pois, bem! Agora você sabe o motivo, caso não tenha desconfiado antes).

É muito bom andar pelas ruas e ver que tudo está tão diferente. Aqui não tem shopping, mas as ruas do centro já ganham decorações. É um sentimento de paz, sei lá, que abraça a gente e nos dá conforto para o que foi, talvez, um ano difícil para alguns (e fácil para outros).

Para este natal, te desejo todas as bênçãos e felicidades. Que você possa abraçar sua família, rever os amigos e perdoar aqueles que te fizeram mal. Um grande abraço para todos vocês que nos leem (e muito obrigado por estarem aqui!)

Recapitulando as propagandas

Vamos relembrar os vídeos de propagandas que postamos aqui?

Quer uma dica infalível para nunca ficar no vermelho? Quer saber como nunca te faltar dinheiro? Aí vai uma dica de ouro: gaste menos do que você ganha.

Mais dicas, falem comigo!

O que aprendemos aqui em 2009?

Vamos fazer um teste de observação

Pois, este ano, aprendemos a falar as cores em espanhol, e também aprendemos a calcular a tabuada de 9 e a tabuada de 11. Também aprendemos algo de fonemas e como olhar as horas em um relógio de ponteiros.

Agora, eu só espero que você tenha aprendido como usar os porquês. Se você não aprendeu, vamos reler a matéria:

Twitter ou Orkut: pesquisa na Barsa

Este ano, eu fiz um twitter.

Mas, não desisti do orkut:

Tudo isso, usando meu reloginho da infância:

Quer saber mais? Pesquisa no google! Ou na Barsa:

E aí, vem conversar comigo pelo chat:

Mas, por favor, não tirem os meus e-mails!

Coletânea de receitas com chocolate

Iluminados

Para finalizarmos bem 2009, que tal relembrarmos os textos iluminados que postamos aqui no blog?

E a última para alegrar o dia:

Amigos e algo assim

Amigo, que palavra é essa? Um ser humano que, antes de dizermos que são amigos, eram completos estranhos? Então, por que gostamos tanto deles? Por que precisamos tanto criar esses laços? Por que não podemos, simplesmente, dar parabéns pra quem nem conheço? Será que isso soaria tão prazeroso quando dizer um, sei lá, Parabéns, irmãzinha?

Nossos amigos podem desempenhar papeis de muitas e muitas coisas. Mesmo sendo mestres do saber, tão amigos quanto eles também podem ser. Nada impede que tenham profissões ou áreas diversas. Nada impede que eles sejam o professor de artes, o de canto, o de web e o de redes, por exemplo, ou até mesmo a velha professora de geografia.

Amigos são amigos. Amigos compartilham momentos, alegrias e tristezas. Compartilhar histórias e dão e ouvem conselhos. Estão, de fato, presentes na sua vida. Não são apenas o um ou o outro que não quis escutar. Eles são o que adicionam um bom valor às nossas vidas.

E são eles que quero levar para a vida toda. Mesmo que seja para assistir a um filme, jogar um videogame, viajar ou até reviver as brincadeiras de rua. Amigos também são nossas vidas e é gostoso tê-los sempre conosco.

Playlist 2009 do Quarto

Bora recapitular algumas músicas que postamos aqui durante o ano? Daria uma boa playlist!

Mas, antes, uma regrinha: As músicas das playlists dos Nimus de 01 a 08 não entrarão aqui. E na semana que vem, postaremos as músicas que eu reuni para compor o CD Nimus 09. Enquanto isso, veremos a playlist do nosso blog de 2009 (preciso criar um nome).

Me adoraPitty

Dulce y ViolentoKudai

Poker FaceLady Gaga

No – Shakira

Él me mintióAnahí

Uprising Muse

Abre los ojosKudai

The FamilyRBD

Image by freepik

Se fosse meu retrospecto

Se fosse pra eu fazer uma retrospectiva da minha vida, de tudo o que eu escrevi sobre mim neste blog, poderia até dizer que não teriam sido muitas coisas, mas vamos lá.

Duas línguas que quero (e preciso) me tornar fluente: inglês e espanhol.

Gostei muito de falar como têm sido minha experiência em andar sobre duas rodas, desde que eu aprendi a pilotar e até às vezes que ganhei carona ou andei de fato em uma moto.

E o dia em que estávamos doidos para comer uma deliciosa torta de chocolate, mas tudo havia desaparecido na madrugada do dia anterior. Mistério? Nada, basta ler que você entenderá.

Este ano, eu também contei sobre nunca entender o que um psicólogo diz sobre eu fazer um monte de tracinhos numa folha de papel, enquanto ela sai da sala (pra fofocar, talvez?), e ter demorado, pois havia se esquecido de mim (acho que quem precisa de psicóloga é ela, sei não).

E, talvez, só talvez, aprender a andar de bicicleta tenha sido um dos meus maiores trunfos da infância.

E, aí, eu fiz 20 anos =).

E, você? O que tem pra me contar?

Post nº 151

Este é o post nº 151. Sabem o que isso significa? Nada! Mas é o número de pokémon existentes na primeira geração. E quem representa o número 151? O melhor de todos: Mew.

Jogamos muito em 2009

Jogar é um dos meus prazeres da vida. Sentar-se no sofá para jogar só ou com os amigos, para um passatempo tranquilo e divertido é sempre uma maravilha. 2009 também foi o ano que comprei o meu primeiro console de mesa, após adulto (veio depois do DS). Como contei pra vocês aqui.

Não, eu não comprei um PS3 e o Nintendo Wii foi o meu console da Nintendo depois de ter um Super Nintendo (e jogado bastante o Nintendo 64). Então, esperem mais posts de Wii num futuro distante.

Vimos este ano os novos jogos de Wii, como:

New Super Mario Bros. Wii

Mario Galaxy 2

E Metroid Other M

Também aprendemos os truques para derrotar os nossos queridos bosses em Mega Man X

E, claro, falamos dos macaquinhos mais famosos e mais queridos do mundo dos games: Donkey Kong Country 2

Claro que teve muitos outros posts, mas vamos ficar por aqui mesmo.

O que o lápis escreveu em 2009

Este ano, me arrisquei a escrever algumas coisas de próprio punho, porém, muitas vezes me faltou criatividade.

Por essa razão, acabei usando meu “lápis de escrever” (e, muitas vezes, a minha borracha), para escrever um ponto de contos. Fazendo uma análise do meu blog, foram 5 (cinco) nesta categoria, a maioria postada numa segunda-feira. Vemos ver o que veio aí?

Tem dias que a mente buga

O dia que eu percebi que, em certos momentos, a gente quer fazer algo, mas muitas vezes ou a gente não sabe como ou acaba perdendo o jeito em como fazê-lo. Pois é, virou quase uma poesia.

Roteiro do próprio fracasso

O primeiro conto que escrevo aqui no blog (e espero que seja o primeiro de muitos). Ah, o conto é um pouco triste, com um final não muito animador, mas foi um bom conto.

Escrevendo para si mesmo

De onde pode vir minha inspiração.

Criatividade no zero

Aqui é o contrário, quando não vem inspiração de lugar algum.

Apenas um oi

Só um oi mesmo.

Pausa para se sentir bem

Vamos parar um pouco para uma reflexão?

Como você está se sentindo? Como você tem se sentido? Tá tudo bem? Tá tudo bem mesmo?

Sei que, muitas vezes, precisamos parar o que fazemos, desacelerarmos. Você tem feito esta pausa constantemente para refletir sobre tudo o que se passa na vida? Tem conversado consigo mesmo? Então, que tal fazermos um exercício assim?

Tire uma horinha, dê uma caminhadinha. Pare embaixo da sombra de uma árvore, mas faça tudo para se sentir bem.

Eu espero que você esteja bem!

Brincadeiras de rua

Quando era criança, vivia numa rua que era, praticamente, o fim da cidade. Sim, antes de virem todos os vizinhos, o que demorou um pouco, nossa casa ficava de frente para um monte de mato. E, não, não era perigoso, principalmente por ser uma cidade com pouco mais de 10 mil habitantes.

A medida que os vizinhos se mudavam, íamos juntando as crianças para brincarmos. Seja em casa jogando videogame ou na rua ralando o joelho, a diversão depois da escola era garantida.

Era formar times, colocar chinelos em algum canto da rua e fingir que era gol, ou juntar os amigos para escondermos nos lugares mais criativos, enquanto um ficava de frente para a parede, sem olhar para os lados, contando. Brincar de pega-pega, bandeirinha (que já até falei aqui), e até mesmo de cartinhas de yu-gi-oh ou beyblade.

Mesmo que não fossem tantas crianças (menos de dez, acredito eu), sempre tinha os primos dos amigos que apareciam de vez em quando. Alguns tinham regras diferentes e brincadeiras também, mas o importante era a diversão. Bete? Cada jogada, uma regra diferente, e eu não estou falando da minha tia Beth.

Mas o mais gostoso de tudo é ser criança e ter os amigos para compartilhar nossa infância.

Aprender a pedalar

Quando somos mais velhos, nem parece que aprendemos a andar de bike tão velho, na verdade, nos parece que andar de bicicleta foi há tanto que temos a impressão que a gente realmente aprendeu a andar ainda novos. Mas, quando somos crianças, não é bem assim.

Eu aprendi a andar de bicicleta aos 11 anos, quando a maioria dos meus amigos aprendia ainda com 7 ou 8 anos. Sim, eu fui o último dos meus amigos que havia aprendido. Enquanto eles tinham suas bicicletas de rodinha e iam aprendendo ao longo do tempo, eu não conseguia (e isso me deixava frustrado).

Lembro-me uma vez que estava na casa de uma tia minha, tentando andar, mas eu sempre precisava me apoiar numa parede (e era uma bicicleta pequena!).

Quando eu aprendi, um primo meu me emprestou sua bike (já grande). Ele ia segurando o banco e, quando me dei conta, estava andando sem qualquer apoio. Depois disso, foi festa.

Hoje, adulto, eu não tenho minha própria bike, mas meu pai comprou uma quando ainda tinha 11, grande e para a família. Lembro que dei uma volta tranquilamente pelo quarteirão, mas, quando fui estacioná-la na porta de casa. Cai. Bike batizada, agora era só ir me divertir.

E você? Com quantos anos aprendeu a andar de bike?

Santo Titanic em Pokémon

Hoje, nossos heróis ganharam um ticket para uma viagem luxuosa num navio. Porém, quem os deu foram uma dupla misteriosa que ninguém sabe quem são.

Nesse navio, há muitos treinadores pokémon. Então, há comida, batalhas e também é apresentado o sistema de trocas de pokémon.

Tem até um momento em que Ash enfrenta um cara todo na beca. Ele com Butterfree e o cara com um Raticate. Aí o que acontece: A Butterfree lá ganhando, o cara interrompe a batalha e diz que foi um empate.

Também vamos nos lembrar de que James compra um Magikarp pela bagatela de $300. No jogo, você compra por $500 na porta do Mt. Moon, no centro pokémon.

Como a Butterfree ganhou a batalha, o cara pede pro Ash trocar sua Butterfree com o Raticate dele, numa conversinha idiota de que amizade isso, amizade aquilo.

Tá. Aí a Equipe Rocket mostra sua verdadeira face, acontece uma batalha, o barco começa a afundar graças aos treinadores idiotas que perdem a mão e aí o bestão do Ash se arrepende, depois de um flashback nada emocionante, e pede a Butterfree de volta.

Resultado: os heróis afundam no barco com os outros bestões da Equipe Rocket. Aí, a Jenny faz um discurso todo bonito como se os caras tivessem batido as botas.

Mas, como o anime não poderia acabar no episódio 16, eles seguem vivos. Então, os herois e a Equipe Rocket precisa se unir para saírem de lá.

Até porque não é boa ideia jogar um monte de pokémon no meio de um barco afundando.

Parece que a única sensata da equipe é a Misty, que entende que é preciso unir forças pra salvar suas vidas.

Mandar pokémon pra batalhar não pode, mas botar um ônix de 210kg num navio afundando, tudo bem, né?

Aí eles abrem um buraco no fundo do navio e saem amarrados num pokémon de água. Porém, a Equipe Rocket não tem nenhum pokémon de água, correto? Errado! James havia comprado um Magikarp que… bom, não serve pra nada.

Eles conseguem escapar? Conseguem, graças ao Pidgeotto de Ash. Porém, como Magikarp mostrou-se inútil, James o chuta, fazendo-o evoluir. E isso traz sérios problemas para os nossos heróis.

Agora, chega, né? Se você quiser saber outros detalhes, vá lá ver o episódio.

Acerte na mosca

Lá no fim dos anos 90 e início dos anos 2000, quando meu pai me apresentava o computador, ele me apresentou um jogo chamado “Acerte na mosca”.

Eu me lembro que tinha um monte de mosquinha na tela e você vinha com aquelas coisas de matar mosca (claro, tudo digital) e acertava em uma das mosquinhas na tela. Se você acertasse a mosca certa, poderia ganhar prêmios.

Era divertido. Por onde será que anda esse jogo?

Pastelzinho da infância

Uma massa bem crocante, quentinha, frita na hora. Uma massa de pastel, toda cheia de bolhinha. Uma massa de pastel, temperada, toda gordurosa, no ponto, pronto para ser deliciada. Um gostoso pastel que eu comia sempre nos recreios da escola, recheado apenas de presunto e muçarela, em formato retangular, fechado como se fecha uma carteira de bolso. Uma delícia.

E o melhor de tudo é o seu nome: cigarrete. Talvez não o encontre em lugar algum.

Livros pro ano que vem

No ensino médio, quando ainda estamos pensando no que iremos exercer como profissão, passamos pelo tão temido vestibular. No meu ensino médio, uma faculdade tinha uma espécie de vestibular seriado, que você fazia em todos os três anos do seu vestibular e uma parte dessa prova consistia em ler alguns livros naqueles três anos.

Para nos incentivar a ler, as professoras de português nos passavam a lista de livros e depois nos cobravam perguntas em uma prova específica de português. Só que esses livros têm um vocabulário mais complexo, visto a data em que foram publicados e são de difícil acesso numa cidade pequena como a que eu moro (apenas uma biblioteca, além da biblioteca da escola, com poucos exemplares para quase 100 alunos lerem na mesma época).

Confesso que livros nunca foram meu forte, com exceção de HQ’s, como gibis da Mônica ou histórias como Asterix e Obelix, mas eu não conseguia entender a história em todos os seus detalhes e isso me afastou de uma forma a não gostar de livros. Só que, a partir do ano que vem, uma meta que quero fazer em minha vida é a de me interessar por histórias e livros. Então, começarei por histórias que realmente me prendam e me interessam.

E para você? Qual a real relação que você tem com os livros?

Todo nerd merece um cantinho para chamá-lo de seu

Habitación Virtual

Todo nerd necesita una habitación para llamarla de suya