Amizade por exclusão

Essa semana nós comemoramos o dia da amizade (terça-feira, 20).
Normalmente, eu passo esse dia com meus amigos virtuais, mas, esse ano,
passei na casa de alguns amigos… não foi aquela coisa de “abraço
sentimental” ou “choros com momentos marcantes da nossa vida”, nem nada.
Passamos o dia como sempre passamos qualquer outro: conversando,
debatendo e “dando cortes” um no outro, mas, foi legal. Mas, não é sobre
isso que eu quero falar e sim, sobre a dificuldade que nós tímidos
temos para fazer novos amigos.



De qual tipo de pessoa você preferiria ser amigo? Daqueles bem
extrovertidos que adoram conversar com todos, festeiros e que sempre
estão de bem com todo mundo ou daqueles mais tímidos, calados, que preferem
ouvir a falar? Pois bem, não adianta querermos que nossos amigos sejam sempre como nós, pensem como nós ou ajam como nós, isso não existe. Não há porque achar que eles devam mudar pela gente e nem nós deveremos nos mudar por eles, devemos nos respeitar, pois é isso que a amizade prega. Ter amigos sempre é bom, compartilhar momentos e enfrentar desafios. Mas, e aqueles que não conseguem começar uma conversa?


Um tímido gosta de ser educado com as pessoas e conhecer novos amigos, mas, a vergonha pode impedi-lo. Ele pode se sentir acanhado de puxar assunto com quem se senta ao seu lado e ter medo da forma que age com determinada situação nova. Além disso, procurar um papo legal que não deixe qualquer um dos dois de mal jeito, pode se tornar um desafio para o nosso heroi introvertido. A dificuldade se torna ainda maior quando são adicionadas muitas pessoas que ele não conhece numa mesma roda.

Bem, contemos meu caso. Na sexta-feira, estava numa roda com meu primo e mais duas amigas dele. Outra prima nossa, também estava. Eu não conhecia qualquer uma das duas, mas elas se empolgaram com meu primo, pois não o viam há muito tempo. Como eu nunca tive contato com elas e sabendo que eu não sou muito bom com palavras ditas, fiquei apenas prestando atenção na conversa deles, mesmo que isso não seja educado. Essa não foi a primeira vez que algo assim me ocorreu. Já aconteceu muitas outras vezes quando eu conhecia apenas uma das pessoas na roda. Não acredito que seja muito fácil se enturmar.

O problema encontrado é a dificuldade em se relacionar com pessoas desconhecidas. Primeiro, assunto não é nosso forte, já que precisamos encontrar algo em comum. Segundo, a pessoa tem por tendência não te dar muita moral, se há outras pessoas que ela conheça mais e você é o estranho por ali. Não é questão de ter medo quanto ao que as pessoas pensarão, nem se elas não te tratarão bem, é questão de não conseguir um momento para tomar um pouco de atenção na dose certa.

No caso das meninas, eu não cheguei a ser o único excluído: minha prima também foi, mesmo sabendo que ela as conhecia. Foi legal, pois resolvemos xeretar um pouco da conversa deles e rir um pouco do que falavam. O divertido foi que passamos o tempo inteiro rindo, despreocupados se estávamos ou não sendo excluídos. Aquilo foi bom para nosso ego e também para (pelo menos) a minha imagem como amigo, já que, quando você demonstra positividade, acaba ganhando pontos em relação às outras pessoas.

Entre os tantos amigos que eu tenho, eu prefiro esses que se excluem socialmente. Amigos que eu aprendi a dar mais valor, exatamente por não terem tantos amigos. Tanto com meus amigos reais ou virtuais, eu troco experiências de vida e descubro certos macetes para driblar estes obstáculos. Quer algo melhor que isso para enfrentar a timidez?

Todos dizem que devemos enfrentar a timidez de frente, passando por situações constrangedoras. Pra mim, isso sempre me gerou certo trauma por determinado acontecimento, pois você se sente obrigado a enfrentar determinada situação sem qualquer preparo. Quando você conta com amigos semelhantes a você, ameniza a situação e torna-se mais fácil enfrentá-la. O melhor mesmo é ouvir o seu próprio coração e lutar contra seus obstáculos da forma em que achar melhor.

Esse post eu dedico a esses amigos com quem eu tanto me identifico e que me fazem ser uma pessoa melhor a cada dia, por me respeitarem e por permitirem que eu seja quem eu sou. Aos tímidos, meus desejos de muita sorte para encontrar grandes amigos. E, quem se identificou com o texto, não hesitem em deixar um comentário.

Abraços a todos e um ótimo fim de sábado.

Diferença musical



É fato que ninguém tem o mesmo gosto que ninguém. O que diríamos para a música, que tem um cenário tão amplo por aí? É comum ouvirmos coisas do tipo “você gosta disso?” ou “isso é pra criança” quando um de nossos gostos não são os mesmos de outra pessoa. Ao invés de criticar o gosto, não é muito mais fácil de dizer que não gosta e ponto final?
É comum todo mundo dizer que o seu gosto é bom e que pessoas com gostos parecidos tenham “bom gosto” musical. Claro, é de se esperar. Um fã jamais defenderia um cantor que ele não gosta, apenas seus ídolos. Mas, passa a ser um problema quando o artista é, simplesmente, rebaixado.
Ninguém é obrigado a gostar de um cantor, mas, deve-se respeitar o gosto dos outros, afinal, cada um tem o seu.

Ecléticos são pessoas que têm um gosto bastante variado, não pessoas que curtem todo tipo de música. Para elas, é mais fácil aceitar o que os outros escutam. Se ela passa a não ter preconceitos quanto a cantor algum, acabam por descobrir várias músicas.

Em relação aos artistas, às vezes, alguns escolhem o single errado. Escolhem uma música que passa a ser modinha e várias pessoas não gostam dele por uma simples música e ignoram qualquer outra música que ele tenha criado ou que ele vá criar. É interessante como as pessoas preferem viver em seu singelo círculo musical.

Muitas pessoas também reclamam das músicas de hoje: “não há rock como o de antigamente” e abominam quando seu próprio ídolo muda um pouco seus estilos musicais ou não atendem às expectativas. Já pensou se todas as músicas e bandas tivessem o mesmo toque, o mesmo estilo? Você aguentaria ficar em um show com músicas apenas dançantes, o tempo todo? E por que não apoiar seu artista que resolveu fazer uma inovação?

Como dito, você não precisa gostar de tudo o que vê pela frente, mas, não deve julgar apenas porque ouviu uma música ou uma vez, apenas. Lembre-se: a crítica construtiva pode ajudar um cantor a crescer, mas isso não te faz um crítico automaticamente.

Humilhemos o mais fraco

Robert tem muitos amigos, mas para ele nada disso importa.
O que importa é o prazer de comentar casos alheios para se sentir bem e gerar risos em outras pessoas, não importa o quanto isso fira os sentimentos de uma pessoa.
O que é mais importante? Ser bastante popular, ter várias pessoas que te admiram e você só falar mal das costas dela ou ser mais simples, humilde e, verdadeiramente, conquistar seus amigos?

O que Robert quer é ser mais que todo mundo. Faz questão de mostrar tudo que sabe e sempre ouvir coisas do tipo: “Robert é o cara”. Quer que as pessoas dependam dele e o que ele faz? Sempre diz coisas legais a essa pessoa, diz o quanto ela está bonita, que ela é inteligente e que não é só ele quem consegue fazer esse tipo de coisa, nem que é algo tão difícil. Ou seja, elogia todas as pessoas que o elogiam e trata seu trabalho apenas como outra coisa simples que qualquer um seja capaz de fazer. Mas, e quando ele está longe? Prefere falar mal de outras pessoas, explicitar os defeitos delas para que todos possam rir e se sentir importante por todo mundo depender dele. Isso é bom? Já que ele age assim com todos, é normal que as pessoas se afastem sentimentalmente dele e apenas demonstre interesse por seus serviços, afinal, ele é o “bonzão” em tudo e, se todos dependem dele, vamos depender dele também.

Isso pode gerar certa revolta por parte de Robert: “As pessoas pedem, pedem e pedem e, na hora de retribuir, fazem pouco caso. Quando nós erramos, também é motivo para eles apontarem sempre algum defeito. Não farei mais nada por ela.” e é assim que funciona: caras como Robert preferem demonstrar ótimo serviço, fazem das pessoas dependentes e exigem algum tipo de retribuição prestativa. Não basta apenas retribuir, tem que mostrar serviço. E, quanto àquele simples humilde que não sabe tanto quanto Robert, mas que tenta ajudar aos outros como podem,  Robert deve humilhá-lo para que ele sempre se sinta inferior, pois nada pode ferir sua popularidade.

O humilde sempre será aquele cara que gosta de ajudar aos outros, não pelo reconhecimento, mas para se sentir melhor, pelo prazer em ser útil em algo. Não questiona e não humilha e, quando recebe um agradecimento, se mostra satisfeito de seu próprio trabalho. Pode ser que nem sempre esteja disponível ou não esteja muito preparado para tal, mas não faz questão de humilhar os outros por alguma coisa que ele não sabe fazer ou pelos defeitos e não importa se tem tantos ou poucos amigos, na verdade, esses poucos amigos que lhe fazem ser uma pessoa com um grande caráter que ele tem.

E aí eu pergunto: Ser o tal Robert é ser, realmente o legalzão da galera?

Abraços a todos e uma ótima noite de terça.

1 minuto com Deus

George Tomas, um pregador
Inglês, apareceu um dia em sua pregação carregando uma gaiola e a colocou no
púlpito, começou a falar.

 

‘Estava andando pela rua
ontem, e vi um menino levando essa gaiola com 3 pequenos passarinhos dentro com
frio e com medo.

Eu perguntei:

– Menino o que você vai
fazer com esses passarinhos?

Ele respondeu:

– Levá-los para casa
tirar as penas e queimá-los, vou me divertir com eles.  

– Quanto você quer por
esses passarinhos menino?

O menino respondeu:

– O senhor não vai querê-los!
Eles não servem para nada. São feios!

O pregador os comprou por
10 dólares! E os soltou em uma árvore!

 

Um dia Jesus e Satanás
estavam conversando e Jesus perguntou a satanás o que ele estava fazendo para
as pessoas aqui na terra.

Ele respondeu:

– Estou me divertindo com
elas, ensino a fazer bombas e a matar, a usar revolver, a odiar umas a outras,
a casar e a divorciar, ensino a abusar de criancinhas, ensino os jovens a usar drogas, a beber e fazer tudo o que não se deve e que os conduzirá a maldição futura!

– Estou me divertindo
muito com eles!

Jesus perguntou:

– E depois, o que você
vai fazer com eles?

– Vou matá-los e acabar
com eles!

Jesus perguntou:

– Quanto você quer por
eles?

Satanás respondeu:

– Você não vai querer
essas pessoas, elas são traiçoeiras, mentirosas, falsas, egoístas e avarentas!

– Elas não vão te amar de
verdade, vão bater e cuspir no Teu rosto, vão te desprezar e nem vão levar
em consideração o que você fizer!

– Quanto você quer por
elas satanás?

– Quero toda a tua
lágrima e todo o teu sangue!

– Trato feito!

E Jesus pagou o preço da
nossa liberdade!  

 

Como nós podemos nos
esquecer de Jesus! Acreditamos em tudo o que nos ensina, mas sempre questionamos as coisas que vêm de Deus! Todos querem um dia estar com Deus, mas não querem conhecê-lo! E amá-lo!  Muitos dizem: Eu acredito em Deus, (Satanás também!), mas não fazem nada por Ele!

Falando sobre Amizade

“Amizade não se vende nem se compra, se conquista!“

Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira lata branco e preto que atendia pelo nome de Malhado. Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito com sobras de comida dos mais abastados. Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras. Serapião era conhecido como um homem bom, que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade. Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranquilo, mesmo quando não havia recebido nem um pouco de comida.

Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que Deus determinava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos. Serapião agradecia e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava. Tudo que ganhava, dava primeiro para o malhado, que, paciente, comia e ficava a esperar por mais um pouco. Não tinha onde dormir, onde anoiteciam, lá dormiam.

Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte do ribeirão Bonito e, ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte. Aquela figura me deixava sempre pensativo, pois eu não entendia aquela vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor que Serapião levava. Certo dia, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas fui bater um papo com o velho Serapião. Iniciei a conversa falando do Malhado, perguntei pela idade dele, o que Serapião, não sabia. Dizia não ter idéia, pois se encontraram um certo dia quando ambos andavam a toa pelas ruas.

– Nossa amizade começou com um pedaço de pão – disse o mendigo.
Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço e ele agradeceu abanando o rabo, e daí, não me largou mais. Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso.
– Como vocês se ajudam? Perguntei.
– Ele me vigia quando estou dormindo; ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Também quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.

Continuando a conversa, perguntei:
– Serapião, você tem algum desejo de vida?
– Sim, respondeu ele – tenho vontade de comer um cachorro quente, daqueles que a Zezé vende ali na esquina.
– Só isso? Indaguei.
– É, no momento é só isso que eu desejo.
– Pois bem, vou satisfazer agora esse grande desejo. Saí e comprei um cachorro quente para o mendigo. Voltei e lhe entreguei.

Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e em seguida tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos.
Não entendi aquele gesto do mendigo, pois imaginava ser a salsicha o melhor pedaço.
– Por que você deu para o Malhado logo a salsicha? – Perguntei intrigado.
Ele, com a boca cheia, respondeu:
– Para o melhor amigo, o melhor pedaço.

E continuou comendo, alegre e satisfeito. Despedi-me do Serapião, passei a mão na cabeça do Malhado e saí pensando com meus botões: Aprendi alguma coisa hoje.

Como é bom ter amigos. Pessoas em que possamos confiar. E saber reconhecer neles o seu real valor, agindo em consonância. Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal.

Jamais esquecerei a sabedoria daquele eremita:
“PARA O MELHOR AMIGO, O MELHOR PEDAÇO”.

Das vantagens de ser bobo

O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir, tocar
no mundo.
O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por
duas horas. Se perguntado
por que não faz alguma coisa, responde:
“Estou fazendo, estou pensando”.

Ser bobo às vezes oferece um mundo
de saída porque os espertos só se lembram de
sair por meio da
esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem a idéia.
O
bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não vêem. Os
espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se
descontraem diante dos bobos, e estes os vêem como simples pessoas
humanas.

O bobo ganha utilidade e sabedoria para viver.
O bobo
parece nunca ter tido vez. No entanto, muitas vezes, o bobo é um
Dostoievski.
Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo,
confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar refrigerado
de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso
porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o
aparelho sem vê-lo sequer.
Resultado: não funciona.

Chamado um
técnico, a opinião deste era que o aparelho estava tão estragado que o
concerto seria caríssimo: mais vale comprar outro.
Mas, em
contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e,
portanto estar tranqüilo.
Enquanto o esperto não dorme à noite com
medo de ser ludibriado. O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo
não percebe que venceu.

Aviso: não confundir bobos com burros.
Desvantagem:
pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas
que o bobo não prevê. César terminou dizendo a célebre frase: “Até tu,
Brutus?”

Bobo não reclama. Em compensação, como exclama!
Os bobos,
com todas as suas palhaçadas, devem estar todos no céu.
Se Cristo
tivesse sido esperto não teria morrido na cruz.

O bobo é sempre tão
simpático que há espertos que se fazem passar por bobos.
Os espertos
ganham dos outros. Em compensação, os bobos ganham a vida.
Bem-aventurados
os bobos porque sabem sem que ninguém desconfie. Aliás,
não se
importam que saibam que eles sabem.

Há lugares que facilitam mais as
pessoas serem bobas (não confundir bobo com burro,
com tolo, com
fútil). Minas Gerais, por exemplo, facilita ser bobo. Ah, quantos perdem
por
não nascer em Minas!

Bobo é Chagall, que põe vaca no espaço, voando
por cima das casas.
É quase impossível evitar excesso de amor que o
bobo provoca.
É que só o bobo é capaz de excesso de amor.
E só o
amor faz o bobo.

Clarice Lispector

De qual grupo você faz parte? Dos 5%?

Quando eu estava fazendo primeiro ano de faculdade, minha professora Maria Tereza, em sua primeira aula, nos apresentou um texto que fala sobre os melhores da turma. O texto, exatamente, se refere que apenas uma pequena porcentagem (no caso, 5) se destaca (independente de qual lugar seja).

Pois bem, aquele foi um texto que ficou na cabeça de muitos e vimos que, realmente, as coisas funcionam assim. No primeiro ano, nós éramos 55. Agora, no último, da mesma turma, somos 13 (há os outros que entraram logo após mas não fizeram parte da turma original). Muitos desistiram, outros repetiram, outros mudaram de curso, de cidade, enfim.

Tudo bem que 13 é, mais ou menos 23% do que éramos, mas é interessante (e lastimável) ver como nossa turma foi diminuindo gradativamente (55 no primeiro, 45 no segundo, 14 no terceiro e agora 13).

O texto segue abaixo, vale a pena conferi-lo.

Os 5% que fazem a diferença

Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula pedindo um pouco mais de silêncio, mas ninguém daquela turma se preocupou em atendê-lo.

Com certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou muito, pois os alunos ignoraram a solicitação e continuaram firmes com a animada conversa dentro da sala de aula. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e decidiu tomar uma atitude mais drástica.

– Agora prestem atenção, porque eu vou falar isso uma única vez – disse, levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou.

– Desde que comecei a lecionar, isso já faz muito anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.

– O interessante, é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção, notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.

– É uma pena muito grande, não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo, sabendo ter investido nos melhores.

– Mas, infelizmente, não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo, será capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês, sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje.

Não é preciso dizer, que o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso foi devastador. Aliás, essa observação, tocou fundo em todos aqueles alunos, pois a partir dali, aquela turma teve um comportamento exemplar, em todas as aulas.

Hoje, certamente há muitos que não lembram muita coisa destas aulas, mas a observação do professor, essa nunca mais esquecerão. Aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença na vida de muitos. De fato, podemos perceber que ele tinha razão e desde então, a maioria de seus alunos, fizeram de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não haveria como saber quem estava indo bem ou não; só o tempo mostraria a qual grupo cada um pertenceria no futuro próximo.

A pergunta persiste: Você faz parte do grupo dos 5% ?”

Uma ótima semana a todos.

28 dicas de como escrever melhor

Essa aqui foi tirada do blog do meu professor Baciotti, que tirou de outro lugar na internet, vai se saber onde. As dicas trazem de forma, cômica, dicas de como se escrever bem. Gosto deste tipo de linguagem, é mais fácil de memorizar.

  1. Vc. deve evitar abre., etc.
  2. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente
    rebuscado, segundo deve ser do conhecimento inexorável dos copidesques.
    Tal prática advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo
    narcisístico.
  3. Anule aliterações altamente abusivas.
  4. “não esqueça das maiúsculas”, como já dizia dona loreta, minha professora lá no colégio alexandre de gusmão, no ipiranga.
  5. Evite lugares-comuns assim como o diabo foge da cruz.
  6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
  7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
  8. Chute o balde no emprego de gíria, mesmo que sejam maneiras, tá ligado?
  9. Palavras de baixo calão podem transformar seu texto numa merda.
  10. Nunca generalize: generalizar, em todas as situações, sempre é um erro.
  11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma
    palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra
    repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
  12. Não abuse das citações. Como costuma dizer meu amigo: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.
  13. Frases incompletas podem causar
  14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas
    diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em
    outras palavras, não fique repetindo a mesma idéia.
  15. Seja mais ou menos específico.
  16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
  17. Em escrevendo, não se esqueça de estar evitando o gerúndio.
  18. A voz passiva deve ser evitada.
  19. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação
  20. Quem precisa de perguntas retóricas?
  21. Conforme recomenda a A.G.O.P., nunca use siglas desconhecidas.
  22. Exagerar é cem bilhões de vezes pior do que a moderação.
  23. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá- las-ei!”
  24. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
  25. Não abuse das exclamações! Nunca! Seu texto fica horrível!
  26. Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a
    compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem
    mais de uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo
    acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-la em seus
    componentes diversos, de forma a torná-las compreensíveis, o que não
    deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que
    devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
  27. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língüa portuguêza.
  28. Seja incisivo e coerente, ou não.

Descobrindo o mundo de Nárnia

Nunca fui muito fã de ler, nunca mesmo. Lia sempre o que achava necessário, como informações úteis, uma coisa ali ou aqui ou piadinha de blog, coisas do gênero. O último livro que havia lido fora “Helena” de Machado de Assis (há quase 3 anos, nem me lembro da história).

Mas, nos últimos dias, com essa febre de Crepúsculo e Harry Potter (ele já foi mais), resolvi dar umas passeadas pelos livros do Submarino, quando encontro um leão na capa que me chama a atenção (não, não estou falando daquele da declaração de impostos, ou qualquer coisa do tipo), estou falando de “As crônicas de Nárnia”.

A primeira coisa que me chamou a atenção foi o “Volume único”, que eu ainda não tinha certeza do que era (não, não estou falando que não sabia que aquilo era um único volume, mas queria saber porque ele o era, entende? Não? Então não me peça explicações). Quando pesquisei mais a fundo, percebi que a série tem 7 volumes, escritos em uma ordem totalmente estranha.

Sim, alguns podem até dizer que conhece, já que a obra tem (mais ou menos) sessenta anos de existência, entretanto, eu só descobri agora (descobri a América, pessoal, que emoção!). Resolvi começar pela ordem cronológica das históricas (o livro tem duas ordens de leitura, a de publicação e a cronológica, qualquer uma é recomendada). Então, li o primeiro livro “O sobrinho do mago” em 4 horas (isso num sábado, a noite). Depois resolvi ler “O leão, a feiticeira e o guarda-roupa” no mesmo dia em que vi o filme.

Confesso que, apesar da história infantil, o livro me prendeu bastante, a ponto de eu querer ler os outros. O livro conta sobre um mundo que coisas fantásticas aconteciam, mas é contado de uma forma em que você consegue se prender. Percebi que não estou tão velho para ler esse tipo de história (é bom soltar a criança que há em nós).

A série é uma obra de C.S. Lewis e já possui 2 filmes (o terceiro promete sair no fim deste ano).
E você? Lê algum livro?

Pitty – Chiaroscuro

Todos Estão Mudos

Já não ouço mais clamores
Nem sinal das frases de outrora
Os gritos são suprimidos
O corvo diz: “Nunca mais!”

Não parece haver mais motivo
Ou coragem pra botar a cara pra bater
Um silêncio assim pesado
Nos esmaga cada vez mais

Não espere, levante!
Sempre vale a pena bradar
É hora!
Alguém tem que falar

Alguém tem que falar

Há quem diga que isso é velho
Tanta gente sem fé num novo ar
Mas existe o bom combate
É não desistir sem tentar

Não espere, levante!
Sempre vale a pena bradar
É hora!
Alguém tem que falar.

Desconstruindo Amélia

Já é tarde, tudo está certo
Cada coisa posta em seu lugar
Filho dorme, ela arruma o uniforme
Tudo pronto pra quando despertar

O ensejo a fez tão prendada
Ela foi educada pra cuidar e servir
De costume, esquecia-se dela
Sempre a última a sair

Disfarça e segue em frente, todo dia, até cansar (uhu!)
E eis que de repente ela resolve então mudar
Vira a mesa, assume o jogo, faz questão de se cuidar (uhu!)
Nem serva, nem objeto, já não quer ser o outro, hoje ela é um também

A despeito de tanto mestrado
Ganha menos que o namorado e não entende o porquê
Tem talento de equilibrista
Ela é muita, se você quer saber

Hoje aos 30 é melhor que aos 18
Nem Balzac poderia prever
Depois do lar, do trabalho e dos filhos
Ainda vai pra night ferver

Disfarça e segue em frente, todo dia, até cansar (uhu!)
E eis que de repente ela resolve então mudar
Vira a mesa, assume o jogo, faz questão de se cuidar (uhu!)
Nem serva, nem objeto, já não quer ser o outro, hoje ela é um também

Uhu, uhu, uhu, uhu
Uhu, uhu, uhu

Disfarça e segue em frente
Disfarça e segue em frente, todo dia, até cansar (uhu!)
E eis que de repente ela resolve então mudar
Vira a mesa, assume o jogo, faz questão de se cuidar (uhu!)
Nem serva, nem objeto, já não quer ser o outro, hoje ela é um também (uhu!)

Simulado de Língua Portuguesa

Aí, galera
Luís Fernando Veríssimo

“Jogadores de futebol podem ser vítimas de estereotipação. Por exemplo, você pode imaginar um jogador de futebol dizendo “estereotipação”? E, no entanto, por que não?

— Aí, campeão. Uma palavrinha pra galera.
— Minha saudação aos aficionados do clube e aos demais esportistas, aqui presentes ou no recesso dos seus lares.
— Como é?
— Aí, galera.
— Quais são as instruções do técnico?
— Nosso treinador vaticinou que, com um trabalho de contenção coordenada, com energia otimizada, na zona de preparação, aumentam as probabilidades de, recuperado o esférico, concatenarmos um contragolpe agudo com parcimônia de meios e extrema objetividade, valendo-nos da desestruturação momentânea do sistema oposto, surpreendido pela reversão inesperada do fluxo da ação.
— Ahn?
— É pra dividir no meio e ir pra cima pra pegá eles sem calça.
— Certo. Você quer dizer mais alguma coisa?
— Posso dirigir uma mensagem de caráter sentimental, algo banal, talvez mesmo previsível e piegas, a uma pessoa à qual sou ligado por razões, inclusive, genéticas?
— Pode.
— Uma saudação para a minha genitora.
— Como é?
— Alô, mamãe!
— Estou vendo que você é um, um…
— Um jogador que confunde o entrevistador, pois não corresponde à expectativa de que o atleta seja um ser algo primitivo com dificuldade de expressão e assim sabota a estereotipação?
— Estereoquê?
— Um chato?
— Isso.”

1. A expressão “pegar eles sem calça” poderia ser substituída, sem comprometimento de sentido, em língua culta, formal, por:
a) pegá-los na mentira.
b) pegá-los desprevenidos.
c) pegá-los em flagrante.
d) pegá-los rapidamente.
e) pegá-los momentaneamente.

Resposta: b

2. O texto relata duas situações que fogem à expectativa do público. São elas:
a) A saudação do jogador aos fãs do clube, no início da entrevista, e a saudação final dirigida à sua mãe.
b) O desconhecimento, por parte do entrevistador, da palavra “estereotipação”, e a fala do jogador em “é pra dividir no meio e ir pra cima pra pegá eles sem calça.”
c) O uso da expressão “galera” por parte do entrevistador, e da expressão “progenitora”, por parte do jogador.
d) A linguagem muito formal do jogador, inadequada à situação da entrevista, e um jogador que fala com desenvoltura, de modo muito rebuscado.
e) O fato de os jogadores de futebol serem vítimas de estereotipação e o jogador entrevistado não corresponder ao estereótipo.

Resposta: d

3. O texto mostra uma situação em que a linguagem usada é inadequada ao contexto. Considerando as diferenças entre língua oral e língua escrita, assinale a opção que representa também uma inadequação da linguagem usada ao contexto:
a) “O carro bateu e capotou, mas num deu pra vê direito” – um pedestre que assistiu ao acidente comenta com o outro que vai passando.
b) “E aí, ô meu! Como vai essa força?” – um jovem que fala ao amigo.
c) “Só um instante, por favor. Eu gostaria de fazer uma observação.” – alguém comenta em uma reunião de trabalho.
d) “Venho manifestar meu interesse em candidatar-me ao cargo de Secretária Executiva desta conceituada empresa” – alguém que escreve uma carta candidatando-se a um emprego.
e) “Porque se a gente não resolve as coisas como tem que ser, a gente corre o risco de termos, num futuro próximo, muito pouca comida nos lares brasileiros.” – um professor universitário em um congresso internacional.

Resposta: a

4. “Mas que significam as palavras? Que significam na verdade as palavras? Que significa a palavra verdade, a palavra mentira ou a palavra amor?” A afirmativa incorreta em relação ao conceito de literatura é:
a) Literatura é linguagem carregada de significado.
b) No texto literário, as palavras possuem predominantemente o sentido denotativo.
c) Em literatura, cada palavra tem mil faces secretas sob a face neutra.
d) O texto literário é plurissignificativo, passível de várias interpretações.
e) A linguagem literária é predominantemente conotativa e metafórica.

Resposta: b

5. O soneto é uma das formas poéticas mais tradicionais e difundidas nas literaturas ocidentais e expressa, quase sempre, conteúdo:
a) dramático
b) satírico
c) lírico
d) épico
e) corístico

Resposta: c

6. Observe as orações:
I- Afogou-se num mar de tristezas.
II- Só existem pedras no meu caminho.
III- Não gosto de café muito doce.
IV- São doces as lembranças da infância querida.

Houve conotação:
a) apenas em III
b) em I e IV
c) apenas em II
d) em II, III e IV
e) em I, II e IV

Resposta: e

7. Leia os trechos abaixo e identifique a função da linguagem predominante em cada um:

I – Eu sei que vou te amar Por toda minha vida eu vou te amar (Vinícius de Moraes)
II – O feriado de primeiro de maio, neste ano, cai num sábado.
III – No dia 12 de junho, dê uma flor a sua namorada. Ela vai “vibrar” de emoção.
IV – Alô, Dona Maria, como vai sua tia? Alô, Dona Aurora, como vai a senhora? (Chacrinha)
V – (…) e além do som e das dobras do que sobra ao olho nu – vem outro além, mas já sopra o verde alento do azul. (Gilberto Mendonça Teles)
VI – A poesia – toda – é uma viagem ao desconhecido. A poesia É como a larva do rádio, um ano para cada grama. Para extrair uma palavra, Milhões de toneladas de palavra-prima. (Vladimir Maiakóvski)

a) I – referencial; II – metalinguística; III – conativa; IV – fática; V – poética; VI – metalinguística
b) I – poética; II – conativa; III – referencial; IV – emotiva; V – fática; VI – metalinguística
c) I – emotiva; II – referencial; III – conativa; IV – fática; V – poética; VI – metalinguística
d) I – conativa; II – referencial; III – fática; IV – emotiva; V – metalinguística; VI – poética
e) I – fática; II – emotiva; III – referencial; IV – poética; V – metalinguística; VI – conativa

Resposta: c

8. De acordo com o texto:
a) as palavras da língua correspondem às peças do jogo;
b) as palavras da língua correspondem às regras do jogo;
c) as peças do jogo correspondem às regras do jogo;
d) jogos diferentes exigem peças diferentes;
e) frases diferentes exigem palavras diferentes.

Resposta: a

9. Segundo o texto:
a) quem joga combina palavras;
b) quem joga combina regras;
c) quem fala combina peças;
d) quem fala combina palavras;
e) tanto quem fala como quem joga combina regras.

Resposta: d

10. O texto afirma que:
a) seria útil aplicar, na aprendizagem das regras do jogo, o mesmo método que se emprega ao aprender uma língua;
b) aprender uma língua é tão complicado como aprender as regras de um jogo;
c) as línguas são complicadas porque a maioria de suas regras são comparáveis a jogos complexos;
d) o conhecimento das regras de jogos complicados facilita o entendimento das regras da língua;
e) se chega às possibilidades da língua da mesma forma que às regras do jogo, praticando.

Resposta: e

11. A partir do texto pode-se concluir que:
a) nos diversos discursos – científico, literário, etc. – as palavras devem ser diferentes porque é imperícia repetir as mesmas palavras;
b) as palavras tornam-se diferentes nos diversos discursos graças às combinações diferentes, como acontece com as peças do jogo;
c) a linguagem torna possível expressar os diferentes discursos porque possui um número muito grande de palavras;
d) o que identifica um discurso linguístico como tal são certas expressões comuns que todos usam;
e) mudando o jogo, mudam-se as peças; mudando o discurso, mudam-se igualmente, as palavras.

Resposta: e

12. No trecho “São expressões possíveis da língua…”, temos:
a) cinco ditongos e três dígrafos
b) três ditongos e dois dígrafos
c) quatro ditongos e três dígrafos
d) quatro ditongos e dois dígrafos
e) cinco ditongos e dois dígrafos

Resposta: a

13. Nas palavras enriquecimento, inúmeras, diferentes e linguagem temos sucessivamente a quantidade de letras e fonemas:
a) 14 e 6 / 8 e 4 / 10 e 4 / 9 e 3;
b) 14 e 14 / 8 e 8 / 10 e 10 / 9 e 9;
c) 14 e 11 / 8 e 8 / 10 e 9 / 9 e 8;
d) 14 e 13 / 8 e 7 / 10 e 10 / 9 e 8;
e) 14 e 12 / 8 e 7 / 10 e 7 / 9 e 6.

Resposta: c

14. Relacione as colunas:
(1) Trovadorismo
(2) Humanismo
(3) Arcadismo
(4) Simbolismo
(5) Modernismo

(A) Decadentismo; Oaristos
(B) Iluminismo; Bocage
(C) Revista Orpheu; Fernando Pessoa
(D) Cantigas de amor e de amigo
(E) Historiografia; Fernão Lopes

A sequência correta é:
a) 1A – 2B – 3C – 4D – 5E;
b) 1E – 2D – 3C – 4B – 5A;
c) 1B – 2C – 3A – 4E – 5D;
d) 1D – 2E – 3B – 4A – 5C;
e) 1C – 2A – 3E – 4B – 5D.

Resposta: d

15. A literatura portuguesa tem sua história dividida em três grandes períodos:
a) Medieval, Clássico, Romântico
b) Trovadorismo, Renascimento, Modernismo
c) Trovadorismo, Humanismo, Renascimento
d) Renascimento, Barroco, Arcadismo
e) Romantismo, Realismo, Modernismo

Resposta: a

16. De acordo com a concepção aristotélica os três gêneros literários são:
a) tragédia, comédia, tragicomédia;
b) novela, narrativo e trágico;
c) farsa, fábula e epopeia;
d) romance, conto e crônica
e) lírico, épico e dramático

Resposta: e

A difícil lutra contra os psíquicos

Talvez este seja o ginásio mais assustador da primeira temporada de Pokémon, em Saffron, lá na época de Kanto (1ª geração).

Ash, Misty e Brock encontram uma menina estranha numa floresta em horário noturno. Ela faz Ash quase cair de um penhasco, mas lá está Bulbasaur para salvá-lo.

Aqui temos Jessie e James beijando o rosto de Ash, que dizem que ele ganhou um prêmio, mas na verdade é só uma emboscada pra roubarem o Pikachu, como sempre.

Imagino que aqui seja uma referência ao prédio da Equipe Rocket na cidade de Saffron

E, claro, tem a parte dos teleports também e eles acabam sendo salvos pela garotinha do início do episódio e tal.

Ok, deixando os mistérios de lado e o fato de um corredor anônimo pedir pra que eles ficarem longe do ginásio (se eles fizerem isso, não tem como ir pra liga pokémon, né, burrice?) e blá-blá-blá, Ash enfrenta a Sabrina, porque ele é teimoso.

Agora, o que eu não entendo é como eles foram logo parar em Saffron, sendo que ainda precisavam passar por um monte de lugar, ainda mais por Celadon (e ainda tinham que dar refresco para um cara com sede na fronteira).

A partida é entre Pikachu e Abra que, em teste, este deveria só ter o ataque de Teleport, mas o anime rouba pra Sabrina, fazendo com que Abra evolua no meio da partida, sendo que isso não existe (!!!) e faz com que o Ash perca.

Perdendo, Ash, Misty e Brock vão parar numa casa de bonecas e tudo de errado acontece.

Tá, mas como que o Ash vence?

Seguindo os conselhos do corredor estranho, os nossos heróis voltam pra Lavender e lá encontram os 3 únicos pokémon fantasmas da primeira geração: Gastly, Haunter e Gengar (que está ali por algum motivo, visto que precisava ser trocado com outro treinador para evoluir).

E aí, mais coisas estranhas acontecem, como o Ash dando uma de babaca.

Como o James, que pisa em falso, cai até o segundo andar, aí o pessoal lá de fora ouve os gritos de dentro da torre do terror…

Ou a Jessie que fica com uma linda maquiagem de Gastly.

Ou o Brock, queimado pelo Charmander.

Ou os fantasmas assistindo a programas de comédia. Pera… fantasmas assistindo aos programas de comédia?

A louça que sai voando por aí…

O cabelo chamuscado da Jessie.

E aí, quando finalmente o Ash conhece os fantasmas, descobre que, na verdades, eles só queriam brincar e fazer os outros rirem (o que não dá certo para o sem-graça do Ash)

E também tem a cena que a alma de Ash se separa do corpo.

No fim das contas, Ash consegue virar amigo dos fantasmas, que só eram crianças crescidas, e Haunter resolve ir com Ash.

Agora Ash vence da Sabrina, certo? Errado!

Primeiro que o Haunter abandona o pobre do Ash.

Com isso, Ash tem que arrumar outro jeito, mas os pokémon se recusam, ela transforma Misty e Brock em bonecos e aí eles são levados para a casa de bonecas da Sabrina, enquanto Ash é salvo pelo corredor estranho (de novo).

O estranho conta a história de Sabrina, que ela nem sempre foi malvado, mas que desde pequena ela já havia desenvolvido poderes paranormais, chegando a destruir a casa e blá blá blá. Pela história, todos entendemos que o corredor é, na verdade, o pai da Sabrina, certo? Não para o tonto do Ash, que acha que ele é um fotógrafo.

Ok, vamos ignorar a parte da Equipe Rocket e ir pra luta. Haunter finalmente volta, mas abandona Ash novamente. Com isso, Ash é obrigado a enviar Pikachu que, mesmo com medo, vai pra batalha. Mas o rato amarelo leva outra surra…

Inesperadamente, Haunter aparece, faz um monte de caretas, a Sabrina velha começa a rir, a Sabrina criança desaparece e Ash finalmente ganha a sua insígnia.

E Ash continua achando que o pai de Sabrina é o fotógrafo da família há muitos anos.

A situação dos pobres brasileiros

O Brasil hoje é resultado de seu passado. Por ele, é recordista olímpico em várias modalidades como a falta de recursos.

A sociedade brasileira vive em uma grande desigualdade social, sendo a maioria pobre. Não tem recursos para comprar o que mais deseja ou até mesmo fazer algo necessário, deixando a autoestima baixa.

Apesar disso, é possível encontrar mais filhos nas famílias que não têm dinheiro (poder aquisitivo).

Também há, nessa maioria, àquelas que saem de suas casas à procura de emprego, decepcionando muitas vezes, pois o governo não ajuda e, mesmo sabendo disso, o brasileiro acaba esquecendo rápido e elegendo o mesmo tipo de políticos.

Desta forma, a população continua vivendo do mesmo modo podendo gerar mais pobreza. O que falta é atitude dos dois lados.

Texto que escrevi no ensino médio

Oração de Santo Expedito

Meu Santo Expedito das causas justas e urgentes, intercede por mim junto a Nosso Senhor Jesus Cristo, para que venha em meu socorro nesta hora de aflição e desesperança.

Meu Santo Expedito, tu que és o Santo guerreiro; tu que és o Santo dos aflitos e desamparados; tu que és o Santo dos desempregados; tu que és o Santo das causas urgentes, protege-me, ajuda-me, concedendo-me força, coragem e serenidade.

Atende meu pedido! (Fazer o pedido)

Meu Santo Expedito ajudai-me a superar estas horas difíceis, protegendo-me de todos os que possam me prejudicar, protegendo minha família, atende meu pedido com urgência, devolvendo-me a paz e a tranquilidade. Meu Santo Expedito!

Estarei agradecido pelo resto de minha vida e propagarei teu nome a todos os que tiverem fé.

Amém!

Trabalho na casa dos colegas

No ensino fundamental, os professores lotam a gente de trabalhos criativos. Não só isso, mas trabalhos em grupos. Ali nos anos 90 e início dos anos 2000, ter um computador com internet em casa era um luxo. Biblioteca em cidade pequena também não é um dos melhores lugares do mundo. E aí, o que fazer? Reunir na casa dos colegas!

A logística era bem simples: a gente recebia o trabalho, combinava de fazer o trabalho na casa de alguém e avisava aos nossos pais que, depois da aula, iríamos pra lá. Depois, eles nos buscavam (ou, se fosse perto, a gente ia a pé pra casa mesmo). Como eu estudava a tarde, eu ia pra lá por volta das 17h e voltava pra casa ali pelas 19h.

Os trabalhos eram criativos: a gente tinha que usar cartazes, simular um jornal ou um noticiário, fazia teatros, passos de danças, fazia cópias em folhas. Até visitar uma borracharia eu visitei.

Entre as crianças, sempre tinha aquela mãe que adorava receber as crianças. Ela gostava de ver a casa cheia e sempre nos recebia com algum lanche. A gente ainda aproveitava pra conversar e colocar o papo em dia. Discussão era raro de ter. Éramos crianças! E a gente se divertia por sair de casa e conhecer a casa de outro colega que sempre foi tão diferente.

Eu tinha uma colega de serviço que adorava fazer teatro. Ela criava todo o roteiro e a gente decorava as falas e encenava. Lembro que a gente até encenou “Viagem ao céu”, título do Sítio do Pica-Pau amarelo, do Monteiro Lobato (que ganhará uma publicação aqui no blog). E, na situação, eu era o Pedrinho.

Bons tempos de estarmos reunidos com nossos colegas. Na faculdade também tivemos coisas do tipo, mas não é a mesma criança de quando somos crianças. Os colegas, infelizmente, se vão, mas a memória de ter tido essa conexão com eles sempre será eterna.

Ano 2000 – Lendas musicais

Runaway – Linkin Park

One Wild Night – Bon Jovi

Most Girls – P!nk

Tema de Amor – Marisa Monte

Yellow – Coldplay

My Way – Limp Bizkit

Elevation – U2

Run for cover – Sugababes

She bangs – Ricky Martin

Fonologia – um pequeno resumo

Letra – Símbolo gráfico usado para reproduzir as palavras na língua escrita – grafema.

Fonema – São as menores unidades sonoras da fala. Ex: sala – 4 letras, 4 fonemas; galinha – 7 letras, 6 fonemas; táxi – 4 letras e 5 fonemas; encantador – 10 letras e 8 fonemas.

Encontros vocálicos – São três: ditongo, tritongo, hiato.

Ditongo é a combinação de uma vogal + uma semivogal, ou vice-versa, na mesma sílaba. Exs: pai, rei, sou, quando.

Dividem-se os ditongos em:
a) Orais – pai, pouco, jeito, fui
b) Nasais – mãe, pão, põe, muito, bem, andavam
c) Decrescente (vogal + semivogal) – pauta, meu, riu
d) Crescente (semivogal + vogal) – gênio, pátria, névoa, aguentar, tênue

Tritongo é o conjunto semivogal + vogal + semivogal formando uma só sílaba. Pode ser:

a) Oral: iguais, averiguei, averiguou
b) Nasal: quão, saguão, minguam, enxáguem

Hiato é o encontro de duas vogais pronunciadas em dois impulsos distintos, formando sílabas diferentes.

sa – a – ra | pre – en – cher | cre – em | fa – ís – ca | cru – el | po – ei – ra | po – di – a | fre – ar | la – go – a | sa – ú – de | vo – o

Encontros consonantais – Encontro consonantal é a sequência de dois ou mais fonemas consonânticos num vocábulo e pode ocorrer:

a) na mesma sílaba: clima, flores, du-plo, bra-do, re-pre-sa, le-tra, czar, pneu-dô-ni-mo, mne-mô-ni-co

b) em sílabas diferentes: ad-ven-to, ob-tu-so, ap-to, pac-to, suc-ção, sub-lo-car, in-cóg-ni-ta, ét-ni-co, obs-tá-cu-lo

Dígrafo – é o grupo de duas letras representando um só fonema.

a) Dígrafos que representam consoantes:
ch – chapéu, cheio | gu – guerra, seguinte
lh – pilha, galho | qu – querido, quinto
nh – banho, ganhar | sc – descer, piscina
rr – erro, carro | sç – desça, cresça
ss – asseio, passo | xc – exceção, exceto

b) Dígrafos que figuram vogais nasais:
am – tampa | an – santo
em – tempo | en – vento
im – limpo | in – lindo
om – ombro | on – sonda
um – jejum | un – mundo

Liquidação maluca dos 10 minutos

O primeiro episódio de Os Feiticeiros de Waverly Place começa com Justin Russo duplicando um coelho enjaulado com o feitiço Edgebono utoosis. Mas dá errado, pois Justin pensa num cachorro ao conjurar o feitiço e seu coelho acaba latindo.

Alex Russo recebe uma mensagem dizendo que em alguns dias haverá a liquidação de 10 minutos, que é uma promoção maluca que uma loja de roupas faz e ela quer ir porque sua inimiga número 1, a Gigi, vai estar lá. Entretanto, seu pai não a deixa ir.

Tá, mas quem é Gigi? Gigi é uma patricinha que anda com 2 amigas que são mais parecidas com clones. Elas descem a escada com as suas amigas com curativos no nariz, enquanto Alex conversa com sua melhor amiga Harper.

— Quando sarar, eles serão iguais ao da Gigi.

— E quando o da Gigi vai sarar?

O que faz que Alex mude de ideia e resolva faltar ao compromisso de família é que Gigi diz que vai comprar a jaqueta que ela viu que Alex estava babando por ela. Então, o que a Alex faz? Edgebono utoosis.

— Quem não pode ir mesmo?

Ela vai, mas não conta com sua mãe indo ao evento, que tenta se enturmar com Harper. Porém, a melhor amiga faz de tudo pra ela sumir e manda ela comprar um tal de Tapuccino. O que é isso? Ninguém sabe!

Gigi já está colada na vitrine da loja quando Alex aparece.

—Eu não tô acreditando que trouxe a sua avó pra cá. Ela não vai te ajudar a achar primeiro.

—Ela não é a minha avó, achei ela num parquinho. Tá aqui só pra bloquear.

Harper continua na saga para tirar a mãe de Alex da jogada, mas ela está na luta para encontrar algo legal para sua filha.

—Só pode ser brincadeira! Eu só tenho 8 minutos pra achar alguma coisa pra Alex. O que acha que ela ia gostar?

—Que você fosse embora!

—O quê?

— É do seu tamanho. Vá experimentar!

Do outro lado da série, a varinha de Max chega e ele a usa no clone de Alex na função marionete. Então, a Alex de verdade se estapeia, imita galinha, roda que nem um pião e etc. Nessa confusão toda, Alex é pega pelos pais.

—Bate na cara, bate na cara, bate na cara!

—Por que que você está se batendo?

—Eu não sei.

— Ah, eu já sei o que você tá fazendo. A gente tá perto da jaqueta e você tá tentando me distrair.

—Ah! Você tá se batendo? Que baixa autoestima, hein?

— Gostei!

— É! Eu pensei e falei. Legal, né?

No final, alguém molha Gigi, que acham que ela fez xixi nas calças, Max leva bronca e Alex fica de castigo.

— Atenção, pessoal! Atenção, pessoal! O nome verdadeiro da Gigi é Gertrudes, hahahaha. Agora eu posso ir presa!

— A cada ano essa liquidação fica cada vez mais maluca.

Forest of Illusion – Super Mario World

Entre as tantas mecânicas existentes em Super Mario World, de super nintendo, estão as fases vermelhas, que devem ser passadas duas vezes. Geralmente sendo uma na chegada original e outra na chavinha.

Há um mundo bem melhor, todo feito pra você localizado logo após o castelo do Ludwig’s (conhecido por castelo 4) que se domina como Floresta da ilusão (as mortes são bem reais pra mim) que, praticamente todas as fases são vermelhas. Vamos comentar algumas delas.

Forest of Illusion 1

A primeira fase, Forest of Illusion 1, é aquela cheia de cobrinhas amarelas que, quando você pisa nelas, ficam vermelhas de raiva. Esta já é uma fase para você se equipar: conta com cogumelos, vida, yoshi e também existe a possibilidade de pegar uma estrela e sair coletando vidas ao derrotar inimigos em sequência.

Depois de passar o checkpoint, basta caminhar um pouco mais e você encontrará a chave. Para pegá-la. Ande um pouco mais, bate num bloco de interrogação imediatamente a frente, pegue o P e volte voando como um balão.

Forest Ghost House

Esse é mais um daqueles castelos lotado de pequenos fantasmas e com os gigantes invadindo a área, mas não se assuste! Ele é bem tranquilo pra passar, principalmente se você não morrer.

Assim que você passar a primeira porta, você vai se deparar com mais uma dose de um monte de fantasmas. Se eles estiverem transparentes, eles não te matam, mas acho que você, de qualquer forma, não vai se preocupar com eles e sim com a outra metade do milhão que está ali presente, pronto para lamberem o seu rosto.

Pegue o botão P e leve-o até o fim da fase. Pise nele e entre na porta azul.

Aí é só voltar. A primeira porta te leva para a próxima fase. A segunda, só te dá uma lua com 3 vidas mesmo (mas é importante pegar esta saída também!).

Forest of Illusion 2

Essa é aquela fase que, depois de passada, você entra duas vezes para pegar as peninhas.

Aqui, você irá nadar, nadar, nadar e nadar mais um pouco até chegar a este bloco.

Aí é só nadar para a esquerda e pegar a chave. Não se preocupe se você achar esta fase um labirinto. Nem dá pra se perder tanto assim, pois todos os caminhos, basta dar meia volta e prosseguir. O caminho da chave te leva para o último bloco, o azul. O caminho tradicional te leva pra próxima fase.

Forest of Illusion 3

Você até pode pensar que está fase é cheia de ilusões, pois todos os monstros estão voando em bolhas e não podem atacar você. Aí você pensa: só deixá-lo em paz que eles não me atacam, correto?

Sim, mas como o limite do seu cartão de crédito, as bolhas também estouram. Aí, pode correr. Se você passar do modo tradicional, você volta para a Ghost House

Há um cano alto verde quase no fim da fase que te leva para a chave. Não entre nele pequeno, pois você precisará quebrar os blocos amarelos com sua rodada mortal.

Pegando a chave, você sai desta floresta (que ainda não acabou!).

Forest of Illusion 4

Se você não for uma pessoa gananciosa, vai sair fácil da fase. Basta não pecar a isca de vida.

Entre no cano azul e sua vida já terá sido resolvida!

Aqui, finalizamos as fases vermelhas. O resto é contigo =)

Todo nerd merece um cantinho para chamá-lo de seu

Habitación Virtual

Todo nerd necesita una habitación para llamarla de suya