Todos os posts de Áℓiѕѕση Suriani

Sabe aquele cara que gostar de jogar um videogame, ler um livro, vez ou outra ver uma série, anime ou filme, escutar uma boa música, viajar e relaxar com o verde da natureza? Este sou eu. Viaje comigo neste mundo nerd!

Frases de Reflexão (pt. 2)

“Como são admiráveis as pessoas que não conheço bem… nunca acredite em ninguém!”

“Antes de magoar o coração, pense bem, pois você está dentro dele”

“Nada é impossível, quando se acredita em Deus” – Carlla Luiza Pessoa

“Não sou o dono do mundo, mas sou o filho do dono”

“Não mude seu jeito apenas porque alguém pediu, mude para cada dia tornar-se melhor e uma pessoa de bem”

“Para conseguir realizar um sonho, não basta apenas sonhar, tem que acreditar”

“Sempre pense duas ou até mais vezes antes de agir ou dizer qualquer coisa”

“A vida é como se fosse um espelho, devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos, crenças e entusiasmo”

“Os homens se ocupam mil vezes mais em adquirir riqueza do que cultura e, no entanto, o que somos contribui muito mais para a nossa felicidade do que o que temos” – Schopenhauer

“Todo o caminho do homem é reto aos seus próprios olhos, mas o senhor sonda os corações” – Provérbios 21:2-4

“A justiça se defende com razão e não com armas. Não se perde nada com paz, e pode perder-se tudo com a guerra”

“Onde há boa vontade, há esperança”

“A felicidade é um direito de todos, mas para ser feliz, é preciso saber perdoar e amar”

“As nossas ações estão marcadas na mente das pessoas que nos cercam, façamos delas um instrumento de amor, lutando por um mundo melhor”

“O homem deve criar as oportunidades e não somente encontrá-las” – Francis Bacon

“Somos o que fazemos, mas somos, principalmente o que fazemos para mudar o que somos” – Eduardo Galeano

“Quando se busca o cume da montanha, não se dá importância às pedras do caminho” – Provérbio oriental

“Faça de si uma pessoa honesta e esteja certo que há menos um patife no mundo”

Duo Rock para o fim de semana

Sensorium – Epica

No one surveys the whole
Focus on things so small
But life’s objective is to make it meaningful
Only searching for this
That which doesn’t exist

Away From the Sun – 3 Doors Down

I’m over this
I’m tired of living in the dark
Can anyone see me down here?
The feeling’s gone
There’s nothing left to lift me up
Back into the world I know

Perguntinhas para passar o tempo

Qual é o fim da picada?
Quando o mosquito vai embora.

O que são dois pontos pretos no microscópio?
Uma blacktéria e um pretozoário.

Qual é a comida que liga e desliga?
O Strog-ON-OFF.

Qual o vinho que não tem álcool?
Ovinho de Codorna.

Como se faz para ganhar um Chokito?
É só colocar o dedito na tomadita.

Qual é o doce preferido do átomo?
Pé-de-moléculas.

O que é uma molécula?
É uma meninola muito sapécula.

Como o elétron atende ao telefone?
Próton!

O que um cromossomo disse para o outro?
Oh! Cromossomos felizes!

Como as enzimas se reproduzem?
Fica uma enzima da outra.

O que é um ponto marrom no pulmão?
Uma brownquite.

O que é um pontinho vermelho no meio da porta?
Um olho mágico com conjuntivite.

Por que as estrelas não fazem miau?
Por que Astro-no-mia.

Por que a vaca foi para o espaço?
Para se encontrar com o vácuo.

O que o canibal vegetariano come?
A planta do pé e a batata da perna.

Pequeno Bulbinha

Bulbasaur, do tipo Planta/Veneno é o pokémon nº 1 da pokedéx. Um dos iniciais da região de Kanto, onde você pode escolhê-los nos jogos Red e Blue.

Ele não foi a primeira opção do nosso herói Ash, mas o capturou quando foi para a Vila Escondida, depois de enfrentar Misty no Ginásio de Cerulean, um pouco diferente da versão Yellow de pokémon, que você pega com Melanie na cidade de Cerulean, caso seu Pikachu esteja no nível 26 (acho).

No anime, eles começam perdidos, pra variar. E aí eles acham um Oddish. Ash e Misty brigam pra tentarem capturá-lo, mas aparece um bichinho que os impede de fazer tal coisa.

“Pesquisadores estão incertos se devem classificá-los como planta ou animal”… oi?

Ash até tenta capturá-lo, mas, por algum motivo, o inseto de Ash, que é mais forte do que pokémon planta, leva uma surra que deixa a própria borboleta de Ash de olhos vermelhos (e pelo branquinho).

Empolgados com a descoberta de novos pokémon, eles atravessam uma ponte toda lascada (muito confiável) que acaba caindo. O resultado, é uma cena traumatizante para qualquer criança dos anos 90/2000: Brock caindo de uma altura de uns 30 metros direto para o rio.

Nem cinco minutos de episódio e eu já estou achando tudo isso muito pesado. Tá louco.

Ok, vamos pular um pouco o episódio (após sabermos que Brock está são e salvo sem nenhum ferimento, visto que ele foi muito bem cuidado por uma garota bonita e… adivinhem o nome dela? Exatamente: Julisclene. Não, tô zoando, é a Melanie. A mesma que te dá um Bulbasaur no Pokémon Yellow).

Melanie tem uma espécie de Spa Pokémon, onde pokémon feridos podem se curar e descansar, comendo ervas medicinais, tomando café, almoço e ainda relaxando num pequeno riacho. Bulbasaur a ajuda.

Aqui temos Brock envergonhado, pois Misty desbobre que ele está gostando de Melanie. Mas, vamos combinar, ela realmente é uma garota bonita.

Não se enganem pela carinha bonitinha, ela é malvada e cruel, pois bota armadilhas pra todos os cantos para que treinadores malvados não saiam por aí capturando os pokémon feridos (ok, isso não faz dela uma má pessoa).

Agora vejam Staryu tomando banho:

Bulbasaur protege a vila da Equipe Rocket que tenta capturar todos os pokémon com um aspirador gigante.

Aí é aquela história: Bulbasaur ajuda Oddish e Ash ajuda Bulbasaur. Vendo todo o empenho de Ash, Bulbasaur, que odeia treinadores pokémon, cria uma certa estima pelo treinador e disse que gostaria de seguir viagem com ele desde que ele o derrotasse numa batalha pokémon.

Agora vamos à lógica: se Bulbasaur ganha de Butterfree, que é sua fraqueza, claro que perderia de um pokémon como Pikachu (lógica do anime).

E, aí, temos o final do episódio com mais um amiguinho para o Ash.

Ah, peraí, tem uma última coisinha.

“Eu dei um beijo nela sim, e daí?”. Pera, como assim Brock perdeu sua BV e isso nos passou despercebido?

Para mim, a copa de 98

Copa do mundo é uma coisa engraçada. Reúne todas as pessoas de todos os times para torcer apenas pela sua seleção, aqui para nós, o Brasil, claro.

Mesmo não gostando de futebol, copa era uma coisa que sempre me fazia querer assistir, com exceção da de 2002, a última que ganhamos (o penta), pois era de madrugada.

A copa de 98 foi na França e, depois de uma ótima copa, perdemos de 3 a 0. Alguns diziam na época que a copa havia sido comprada e tal. Nesta copa, a vencedora foi a própria França. Hum.

Era engraçado pensar que eu sabia toda a escalação da seleção, até alguns da reserva. A gente comemorava mesmo, eu tinha camisa, saía pelas ruas comemorando e tal. E isso que eu ainda era uma criança de 8 anos.

Acredita que nem assim eu passei a gostar de futebol?

A final, assistimos na casa de um tio nosso. Todos ficaram tristes naquele dia. Lembro que, no jogo contra a Holanda, que ganhamos de 4 a 2 nos pênaltis, eu cheguei a fazer uma redação para escola e até cheguei a fazer desenhos (eram os meus desenhos, então pra mim estava maravilhoso).

E você? Assistiu?

A menina que pisou no pão – Andersen

Era uma vez uma menina pobre, mas de natureza rebelde, que revelou más inclinações desde muito cedo. Quando pequenina, seu maior prazer era apanhar moscas e arrancar-lhes as asas, para vê-las depois andar se arrastando. Apanhava besouros e grilos e espetava-os em um alfinete; punha depois uma folha de livro, ou qualquer pedaço de papel bem próximo dele, para que pudessem segurá-lo com as patinhas – só pelo prazer de vê-los agitaram-se e torcerem-se, na ânsia de se libertar do alfinete.

– O besouro está lendo – dizia a pequena Inger.

– Vejam como ele vira a página!

E, ao passo que ia crescendo, tornava-se cada vez pior. Era muito bonita, mas foi isso a sua infelicidade, sem dúvida.

– Será preciso um rude golpe para te fazer curvar a cabeça, – dizia a mãe. – Quando era menor, muitas vezes pisoteaste meu avental; receio muito que quando fores grande me pisoteies o coração!

E assim aconteceu.

Inger teve de ir para o campo, para servir em casa de uma família rica. Tratavam-na como se fosse filha e vestiam-na muito bem. Ia ficando cada vez mais bonita, mas o seu caráter não melhorava.

Um ano depois de estar lá, disseram-lhe os patrões:

– Deves ir visitar teus pais, Inger!

Ela foi, mas apenas com a intenção de se mostrar, para que vissem como andava bem-vestida. Ao chegar aos portões da cidade, viu alguns moços e moças que conversavam à beira do lago, e, sentada entre eles, sua mãe, com um feixe de lenha ao ombro.

Inger deu volta. Sentiu-se envergonhada de ter por mãe – ela, tão fina! – aquela velha esfarrapada, que juntava lenha no mato. Não ficou nem de leve compadecida; ao contrário, sentia-se irritada com aquilo.

Passou-se mais meio ano, e sua ama disse-lhe:

– Inger, é preciso que vás visitar teus pais. Leva-lhes este pão de trigo. Hão de ficar bem contente de te ver.

Inger vestiu suas melhores roupas e calçou os sapatos mais finos que tinha. Ergueu as saias, e caminhava com muito cuidado, para não sujar os sapatos. Certamente não merece censura por isso; mas quando chegou àquele ponto em que o caminho atravessa o brejo, e viu que estava todo cheio de lama, atirou no barro o pão que trazia, para passar por cima dele sem sujar os sapatos. Quando estava assim, com um pé sobre o pão e o outro erguido para dar mais um passo, o pão afundou-se, e foi se enterrando cada vez mais, até que desapareceu, levando-a consigo. E nada mais se viu ali a não ser o charco negro e cheio de bolhas.

Mas a menina? Que foi feito dela?  Inger foi dar onde estava a mulher do Brejo, que tem uma cervejaria lá embaixo. A mulher do Brejo é irmã do rei dos Duendes, e tia da Bruxas, que são muito conhecidas. Muita gente tem escrito versos a respeito delas; outros pintaram os seus retratos; mas só o que sabemos a respeito da mulher do Brejo é que quando o nevoeiro se ergue nos campos, no verão, é que ela está fabricando sua cerveja. E foi nessa cervejaria que Inger caiu; mas lá ninguém pode permanecer muito tempo. Um carro de lixeiro é coisa suave, comparada com a cervejaria da mulher do Brejo. O cheiro dos barris é o quanto basta para deixar uma pessoa doente, e estão tão juntos que não se pode passar entre eles; além disso, onde há por acaso alguma frestinha, está cheia de sapos asquerosos e cobras viscosas. E foi entre todas estas horrendas imundícies vivas que caiu a pequena Inger. O frio era tão intenso que ela tremia, e já sentia os membros rígidos. O pão aderiu firmemente aos seus pés, e levou-a para baixo.

A mulher do brejo estava em casa. O velho Trasgo e seu bisavô encontravam-se lá de visita. A bisavó é uma mulher venenosa, e nunca está ociosa. Nunca sai sem levar o seu trabalho, e tinha-o à mão naquele dia. Estava ocupada em fabricar couro andejo para por nos sapatos das pessoas, de modo que quem os usasse não podia ter descanso. Bordava mentiras, e juntava todas as palavras inúteis que caíam no chão, para fazer dano com elas. Sim! A velha bisavó pode fazer tricôs e bordados muito finos!

Assim que avistou Inger pôs os óculos e olhou-a de alto a baixo, dizendo logo:

– Esta menina me interessa! Gostaria de levá-la, como lembrança da minha visita. Daria uma boa estátua para o corredor exterior da casa do meu bisneto.

Desse modo Inger foi a Terra dos Trasgos. Nem sempre as pessoas vão lá por esse caminho direto, visto que é fácil ir por caminhos mais extenso.

Era um corredor que nunca se acabava: dava vertigem olhar para diante ou para trás. Lá estava uma multidão ignominiosa, à espera de que se abrisse a porta da misericórdia; mas muito tinham que esperar! Grandes e gordas aranhas agitavam-se, tecendo teias de mil anos ao redor de seus pés: e aquelas teias pareciam parafusos, que a prendiam fortemente, como se estivessem amarradas com correntes de cobre. Além disso, todas as almas padeciam um eterno desassossego; um tormento perpétuo. O infeliz que tinha esquecido a chave do seu cofre, sabia que a deixara na fechadura. Mas seria uma nunca acabar, se eu quisesse enumerar todas as torturas daquele lugar. Inger sofria o tormento de parar em pé como uma estátua, com um pão colado aos pés.

– Foi o que ganhei, por querer conservar os sapatos limpos! – dizia ela consigo. – Vejam como eles olham para mim!

Era verdade que todos olhavam para ela, e todas as suas más paixões lhes brotava, dos olhos, falando sem que os lábios se abrissem em palavras. Era uma visão terrível!

– Deve dar grande prazer olhar para  mim!- pensava Inger. – Tenho um rosto lindo e belas roupas.

Voltou então os olhos para se ver; o pescoço também estava rígido. Mas oh! como se sujara na cervejaria da esposa do Brejo! Nunca se lembrara de semelhante coisa…A roupa estava coberta de lama viscosa; uma cobra se lhe enroscara no cabelo e caía-lhe pelas costas. De cada prega do vestido espiava um sapo, coaxando sem parar. Era horrível! Mas sentia consolo, pensando:

– Todo os outros que se encontraram aqui embaixo estão tão medonho como eu!

Mas o pior era a fome devoradora que sentia; e não podia abaixar-se para tirar um pedaço do pão que tinha nos pés. Não; não podia; mãos e braços haviam endurecido, e todo o seu corpo era como um pilar de pedra. Só podia mover os olhos, mas isso, sim! podia movê-los em redor e olhar para trás. E que medonha visão aquela! Vieram as moscas, que lhe andavam por cima dos olhos, e por mais que ela pestanejasse, não iam embora; não, as moscas não podiam sair, porque ela lhes tinha arrancado as asas, virando-as em insetos rastejantes.

Era um grande suplício da fome que a devorara por dentro; parecia-lhe que já estava completamente vazia.

– Se isto durar muito, eu não poderei suportar – pensou Inger.

Mas aquilo continuou, ela teve de suportar.

Foi então que uma lágrima escaldante lhe caiu sobre a fronte, e foi escorrendo pela face e pelo peito abaixo, até cair sobre o pão; e depois outra, e mais outra, e aquilo já parecia uma chuva.

Mas quem estaria chorando pela pequena Inger? Pois ela não tinha uma mãe na terra? As lágrimas de tristeza que uma mãe chora pelo seu filho sempre o alcançam; contudo, não lhe trazem alívio; elas queimam, e tornam o tormento cinquenta vezes pior. E a fome terrível de novo a assaltou, e ela sem poder apanhar o pão que tinha nos pés! Afinal experimentou uma sensação estranha: parecia-lhe que estava a se comer a si própria, e que já nada mais era senão um caniço oco, que conduz todos os sons. Ouvia distintamente tudo o que se dizia na terra a seu respeito, e tudo o que ouvia eram palavras duras.

Sua mãe, é certo, chorava triste e amargurada, mas dizia:

– O orgulho sempre precede a queda! Foi a tua infelicidade, Inger! Como magoaste tua mãe!

Não só sua mãe, mas todos na terra sabiam o que ela havia feito; sabiam que tinha pisado no pão e que submergira no paul. Souberam pelo pastor, que tinha visto tudo de cima do montículo onde se achava.

– Como afligiste tua mãe -Inger – dizia a pobre mulher. – Mas eu bem te avisava!

– Antes eu nunca tivesse nascido! – pensava Inger. – Seria muito melhor para mim. As lágrimas de minha mãe não me servem de nada agora!

Ouviu também seus antigos patrões, pessoas tão boas, que tinham sido para ela o mesmo que pais, falando a seu respeito:

– Era uma menina pecadora. Não dava valor aos dons de Deus, e pisava-os aos pés. Será difícil para ela abrir a porta da misericórdia!

Mas Inger pensava lá embaixo;

– Deviam ter-me educado melhor! Deviam ter dominado a minha soberba, se eu a tinha.

Ouviu também uma canção que escreveram e que era cantada por toda a parte:
                 
                               ” Menina tão arrogante.
                                 Que caminhou sobre um pão
                                  P’ra não sujar os sapatos!”

– E terei de ouvir sempre esta velha história, e sofrer com isso! – pensava ela. – Mas os outros também deviam ser punidos pelos seus pecados. Haveria muito o que castigar! Oh! como sofro!

E seu coração se endurecia ainda mais que a casca de fora.

Ninguém poderá melhorar nada nesta companhia em que estou!  E eu não quero mesmo ficar melhor…Oh! Agora estão todos olhando para mim!

E Inge tinha o coração cheio de ódio e má vontade para com todos.

– Agora terão assunto para conversar lá em cima! Que tortura!

Ouvia as pessoas contarem, sua história às crianças; e estas diziam sempre:

– Malvada Inger! Era tão perversa que teve de sofrer tormentos!

E só ouvia da boca das crianças palavras duras.

Mas um dia, quando sentia o ódio e a fome a lhe roerem a casca vazia, ouviu o seu nome; alguém contava a sua história a uma criancinha inocente, uma meninazinha, e a criança rompeu a chorar, ouvindo a história da orgulhosa e vaidosa Inger. E perguntou:

– Ela nunca subirá para a terra outra vez?

– Ela nunca tornará a subir para a terra- disse a outra voz.

– Mas e se ela pedir perdão e prometer não tornar a fazer isso? – perguntou a criança.

– Ela não pedirá perdão – disseram-lhe.

– Mas eu queria que ela pedisse! – insistiu a criancinha, que não aceitava explicações. – Eu dou a casa da minha boneca, para ela subir outra vez…É horrível o que aconteceu com a pobre da Inger!

Aquelas palavras chegaram ao coração de Inger, e parece que lhe fizeram bem. Era a primeira vez que alguém dizia: ” Pobre da Inger!” sem acrescentar alguma coisa a respeito das sua más ações. Uma criancinha inocente chorava e orava por ela, e aquilo lhe causava uma sensação estranha: desejaria chorar também, mas seus olhos não podiam derramar uma só lágrima, e isso ainda lhe aumentava o tormento.

Assim como os anos iam passando em cima, foram também correndo lá embaixo, sem que coisa alguma se modificasse: Inger já não ouvia falar tanto de si. Mas um dia percebeu um suspiro:

– Inger, Inger, quanto desgosto me causaste! Eu bem sabia que havia de ser assim!

Era sua mãe que estava moribunda.

Ouviu também o seu nome repetido pelos seus antigos patrões, e as palavras menos cruéis que sua ama disse foram estas:

– Chegarei a ver-te outra vez, Inger? A gente nunca sabe para onde irá!

Mas Inger sabia bem que sua ama, tão boa, tão virtuosa, jamais iria ter ao lugar onde ela estava.

Passou-se novo e longo período cheio de amargura. Inger tornou a ouvir o seu nome; e viu acima da sua cabeça duas coisas que pareciam duas estrelas cintilantes; eram de fato dois olhos que se fechavam na terra, tantos anos se passaram depois que aquela criança tinha chorado tão sentidamente ao ouvir a história da “pobre Inger”, que ela era agora uma anciã, a quem o senhor chamava para ao Seu lado. No último momento, quando a vida inteira da criatura lhe volta à memória, ela se lembrou das lágrimas que derramara por causa de Inger. E a impressão era tão clara na hora da morte, que a velhinha exclamou em voz alta:

– Senhor! Oxalá eu não tenha jamais, como Inger, calçados aos pés, sem o saber, teus dons abençoados. Oxalá também eu não tenha jamais nutrido orgulho no coração. Não me abandones agora na minha última hora!

Fecharam-se os olhos da velha dama, e os olhos de sua alma se abriram para ver as coisa ocultas; e como Inger tinha estado tão nitidamente presente nos seus últimos pensamentos, via agora quão profunda fora a queda da menina. E, àquela vista, desatou a chorar. E fico, feito uma criança, chorando pela pobre Inger, no reino dos Céus. Suas lágrimas e suas preces ecoaram na casca oca e vazia que encerrava a alma prisioneira e torturada, agora completamente vencida por todo aquele amor vindo de cima. Um anjo de Deus, chorando por ela! Por que lhe era feita esta concessão? A alma torturada lembrava-se de cada ação terrena que praticara, e afinal desatou a chorar, e Inger chorou, como jamais fizera. Sentia-se agora cheia de tristeza pelos seus atos; chorou como se a grande porta de misericórdia nunca pudesse abrir-se para ela. Mas quando reconheceu isso em humildade e contrição, um raio de luz brilhou no abismo em que caíra. O poder daquele raio de luz era muito maior do que o da luz do sol que derrete o homem de neve feito pelos meninos no jardim; e mais depressa, muito mais depressa do que se derrete um floco de neve dos lábios quentes de uma criança, dissolveu-se diante dele a forma petrificada de Inger, e um passarinho voou com a rapidez do relâmpago para o mundo de cima. Estava muito assustado e tinha medo de tudo. Sentia-se vexado; receava encontrar o olhar de qualquer ser vivente; e procurou mais que depressa abrigar-se em uma fenda da parede. Naquele esconderijo encolheu-se todo, tremendo da cabeça aos pés; não podia articular som algum, porque não tinha voz. E ali ficou muito tempo, antes que pudesse olhar com calma as coisas admiráveis que o cercavam. Sim, era na verdade admiráveis! O ar era tão suave e tão fresco, a lua brilhava com tanto fulgor, as árvores e arbustos exalavam tanto perfume! E além de tudo isso, já tão agradável, ainda suas penas estava limpas, tão brilhantes! Como toda a criação falava de amor e de beleza! O passarinho bem desejaria cantar alegremente, exprimindo todos os sentimentos que lhe brotavam no peito; entretanto não lhe era possível cantar. Teria gorjeado com a maior alegria, como os cucos e os rouxinóis fazem no verão. O bom Deus, que ouve até os mudos hinos de louvor de um verme, compreendia também aquele cântico de gratidão que tremia no peito do passarinho, da mesma maneira que os salmos de David ecoavam no seu coração antes que tomassem forma em palavras e melodia. Aqueles pensamentos e aqueles cânticos sem voz foram crescendo e foram aumentando durante semanas; deviam expandir-se, e à primeira tentava para praticar uma boa ação, achariam a saída.

Era o tempo da Festa de Natal. Os camponeses ergueram um mastro contra um muro e amarraram um feixe de aveia na ponta, para que os passarinhos pudessem ter um bom repasto naquele dia feliz.

O sol surgiu brilhante e iluminou o molho de aveia, e os passarinhos cercaram o mastro, pipilando. Foi Então que daquela fresta da parede veio um pio fraquinho; os sentimentos sempre em aumento do passarinho tinham achado uma voz, e aquele débil pipilar era ao seu hino de louvor. Tinha despertado nele o pensamento de uma boa ação, e o passarinho voou, abandonando seu esconderijo; no Reino dos Céus era ele bem conhecido.

O inverno corria áspero, e toda  a água estava coberta por uma camada de gelo. Era com grande dificuldade que as aves e os outros animais encontravam alimento. O passarinho voava à beira da estrada, encontrava de vez em quando um grão de trigo nos sulcos dos trenós. Achava também alguns farelos de pão perto das hospedarias, mas comia apenas uma migalha, pois queria deixar bastante alimento para os outros passarinhos que ali aparecessem. Voou então para as cidades e espiava nas cercanias. Onde quer que alguma mão carinhosa tivesse espalhado migalhas de pão para os passarinhos, ele comia apenas uma só e deixava o restante.

No decorrer do inverno o passarinho tinha assim renunciado, em favor dos outros, tantas migalhas de pão que elas já igualavam em peso aquele pão inteiro que a pequena Inger calçara aos pés, para não sujar os sapatos. Então as asas cinzentas do passarinho ficaram brancas e foram se distendendo, e as crianças que viram aquela ave branca disseram:

– Lá anda uma gaivota, voando sobre o mar.

A ave ora mergulhava nas águas, ora voava e remontava muito alto. E, contra a intensa luz que brilhavam no espaço, não foi possível ver que fim levou.

As crianças afirmaram que ela entrou no sol.

Adicionar Título

Tem dias que a gente não tem nada pra escrever, nada pra comentar e nenhuma ideia na cabeça.

Acho que hoje é esse dia…

Dynamite – Cash Cash

I never knew myself enough
And let it get the best of me
22 years late but now on time
I won my war and now I’m fine

You’re still here but barely whole
You never seem to take control
You’re trucking through the years alone
Just to find me waiting here still by your side

Light me up like dynamite
Don’t need a hit when I’m with you
Fall into my bed, don’t fight
A little love to get you through

Always knew you’d stay the same
But I’ll tell it straight, I’m done today
‘Cause I missed it once, can’t miss it twice
I’m not giving up this chance, this one last dance

Light me up like dynamite
Don’t need a hit when I’m with you
Fall into my bed, don’t fight
A little love to get you through

Light me up like dynamite
Don’t need a hit when I’m with you
Catch a breath for the last goodbye
We’re setting off with something new
We’re setting off to something new

Look and you’ll find something simple deep inside
But you never take the time, let it breathe, give it time
You don’t need the rush to ease the pain
Just take the cards and play the game

Light me up like dynamite
Don’t need a hit when I’m with you
Fall into my bed, don’t fight
A little love to get you through

Light me up like dynamite
Don’t need a hit when I’m with you
Catch a breath for the last goodbye
We’re setting off with something new

Almoçando na casa dos avós

2009, infelizmente, foi o ano que eu perdi meu avô materno (meu avô paterno já tinha falecido em 2003 e minha avó paterna eu não conheci, pois faleceu quando meu pai ainda era moleque). Sim! Meu avô faleceu no início deste ano. Agora, só tenho minha avó materna.

Talvez por um destino, passei o último ano da vida dele visitando-o e almoçando quase todos os dias com ele. E, antes que me perguntem, meu avô foi saudável até seus últimos dias de vida. Estava lúcido (era bem briguento, mas ok, hehe) e tinha todas as faculdades em bom estado. Ninguém imaginaria que de uma hora para outra ele bateria as botas.

Agora, por que o destino?

Como comecei a trabalhar ano passado e meu trabalho era próximo à casa da minha avó e eu ainda não havia tirado carteira de motorista (estava em processo), não era fácil me locomover, visto que eu tinha a percorrer cinco quilômetros de caminhada. O único carro que temos, meu pai usa para se deslocar para o serviço (lembra quando contei que ele trabalhava em outra cidade?). Por conta disso, era mais fácil almoçar lá e tomar banho logo após, pois eu iria pra faculdade de lá (que também era perto).

A minha rotinha mudou nesse ponto depois que, finalmente, comprei minha moto (cerca de três meses). E agora eu posso voltar para casa tranquilamente.

Ah, antes que me perguntem, minha avó está muito bem, obrigado. Claro que ela sente falta, mas são coisas da vida e isso a gente cura com o tempo.

Yoshi e seus jogos

O personagem Yoshi foi criado pelo designer gráfico Shigefumi Hino em 1990. Ele foi criado para atender a demanda da Nintendo de realizar uma aventura em que Mario viajasse montado em um dinossauro.

A primeira aparição de Yoshi foi no jogo Super Mario World para o Super Nintendo. Yoshi tem sido um personagem popular na série Super Mario Bros e já protagonizou alguns jogos. 

Super Mario World: Este é o jogo que marcou a primeira aparição de Yoshi, lançado em 1990.

Super Mario World 2: Yoshi’s Island: Lançado em 1995, este foi o primeiro jogo de plataforma de Yoshi e uma sequência do clássico Super Mario World. 

Yoshi’s Safari: Lançado em 1993, este jogo utilizava a bazuca Super Scope do console.

Tetris Attack: Lançado em 1996, este é um clássico quebra-cabeça baseado em Yoshi. 

Yoshi’s Story: Este jogo foi lançado em 1998 e é lembrado pelo seu charme, com visual baseado em livros de histórias infantis e gráficos pré-renderizados em 2D. 

Embaixadinha até o chão

Futebol nunca foi uma das minhas paixões. Até tentei jogar em algumas escolinhas de futebol, mas, por exemplo, na escola eu não jogava. Na verdade, só fui querer praticar alguma coisa na educação física a partir da quinta série e, não, futebol não estava entre eles.

Por não gostar de futebol, eu também não sabia fazer embaixadinhas. Me arriscava, mas não passava de duas ou três, isso por conta de ter um vizinho que fazia algumas e, como criança, às vezes a gente quer imitar, né?

Pra não dizer que eu era um 0 no futebol, vamos dizer que eu brincava na rua, com poucos amigos, só por brincar mesmo. Fazíamos os chinelos de trave de gol e mandávamos ver. E, sim, sempre fui muito ruim.

O problema foi uma vez que eu tentei fazer algumas embaixadinhas, num sábado com ventos. Eu batia o joelho na bola e na outra ela batia no chão. Na minha cabeça, aquilo valia, mas eu contava só as que eu batia no joelho.

Quando ia bater minha 10ª embaixadinha, não deu outra. Escorreguei na areia e beijei o chão. Mas, acho que é assim que os jogadores profissionais fazem, não é? Não? Então, tá!

Segunda ou terça-feira – Virginia Woolf

Preguiçosa e indiferente, vibrando facilmente o espaço com suas asas, conhecendo seu rumo, a garça sobrevoa a igreja por baixo do céu. Branca e distante, absorta em si mesma, percorre e volta a percorrer o céu, avança e continua. Um lago? Apaguem suas margens! Uma montanha? Ah, perfeito – o sol doura-lhe as margens. Lá ele se põe. Samambaias, ou penas brancas para sempre e sempre.

Desejando a verdade, esperando-a, laboriosamente vertendo algumas palavras, para sempre desejando – (um grito ecoa para a esquerda, outro para a direita. Carros arrancam divergentes. Ônibus conglomeram-se em conflito) para sempre desejando – (com doze batidas eminentes, o relógio assegura ser meio-dia; a luz irradia tons dourados; crianças fervilham) – para sempre desejando a verdade. O domo é vermelho; moedas pendem das árvores; a fumaça arrasta-se das chaminés; ladram, berram, gritam “Vende-se ferro!” – e a verdade?

Radiando para um ponto, pés de homens e pés de mulheres, negros e incrustados a ouro – (Este tempo nublado – Açúcar? Não, obrigado – a comunidade do futuro) – a chama dardejando e enrubescendo o aposento, exceto as figuras negras com seus olhos brilhantes, enquanto fora um caminhão descarrega, Miss Fulana toma chá à escrivaninha e vidraças conservam casacos de pele.

Trêmula, leve-folha, vagueando nos cantos, soprada além das rodas, salpicada de prata, em casa ou fora de casa, colhida, dissipada, desperdiçada em tons distintos, varrida para cima, para baixo, arrancada, arruinada, amontoada – e a verdade?

Agora recolhida pela lareira, no quadrado branco de mármore. Das profundezas do marfim ascendem palavras que vertem seu negrume. Caído o livro; na chama, no fumo, em momentâneas centelhas – ou agora viajando, o quadrado de mármore pendente, minaretes abaixo e mares indianos, enquanto o espaço investe azul e estrelas cintilam – verdade? Ou agora, consciente da realidade?

Preguiçosa e indiferente, a garça retoma; o céu vela as estrelas; e então as revela.

O de web e o de redes

Surpreender-me com as pessoas que estão ao meu redor, já não são mais surpresa, mas, confesso que nas últimas semanas me surpreendi com dois professores meus. Explico o motivo:

Começo com o de redes: O pessoal aqui não é muito antenado com as tecnologias da internet (diga-se de passagem: Twitter, Facebook, LastFM, MySpace, Flickr, WordPress, LiveSpace, entre tantos outros), quanto mais o pessoal mais velho. Mas, me surpreendi ao conversar com um professor meu, ele conhecia muitas dessas ferramentas e me surpreendi quando ele disse que tinha twitter (quando lhe disse que eu tinha um Space, ele ainda chegou a pensar que fosse o MySpace). Ainda perguntou se eu teria algum blog ou coisa do tipo, respondi-lhe que não.

Mas, o que gerou toda essa conversa foi o fato de eu querer elaborar um fórum para minha sala: a ideia é, nada mais, nada menos, que ajudar o pessoal com as matérias e a motivar o pessoal no curso (não vou entrar em muitos detalhes) e lhe perguntei se ele teria alguma ideia. Ele gostou da tal ideia e aí começamos a falar sobre o nível do curso (que infelizmente não anda bem das pernas). Era a primeira vez que o tinha visto falar sério na minha vida (e olha que isso foi só uma parcela do que acredito que ele ainda seria), até porque considero meu professor um pouco bobo (bastante risonho, trocando em miúdos) e que prefere curtir a vida sorrindo. Enfim, um grande professor que sei que tem muito a me ensinar e, pelo visto, podemos discutir quanto ao nível do pessoal, afinal, não fomos bem numa prova, exatamente porque ninguém estava interessado em aumentar o nível (trocando em miúdos: o pessoal queria ver o curso se ferrando mesmo).

Com o de Web o negócio foi mais surpreendente. Tudo bem que eu e uma amiga minha adoramos encher o saco dos professores, mas, chegar ao ponto de chamar um deles de tio, realmente, foi o fim da picada. Antes era só entre nós, depois fomos além e começamos a chamá-lo assim. Claro que, de princípio ele não chegou a gostar nenhum pouco (ele chegou a mim e disse que estava muito novo para ter sobrinho barbado e aí minha colega o chamou logo em seguida assim porque ela não tinha barba e ele respondeu com um: “até você?”).

O mais interessante foi quando (via MSN) ele a chamou de sobrinha. A menina ficou louca! Muito bizarro isso! Como o professor cedeu dessa vez? Mas, não passou disso. Alguns dias depois, tenho a surpresa de ler em meu próprio MSN ele mesmo me chamando de sobrinho. Resultado: a menina ficou doida mais uma vez, queria uma explicação de uma vez por todas e estava com medo de ter se tornado minha “irmã” (depois esclarecemos tudo e no fim das contas nos tornamos “primos”).

Chegamos à faculdade e comentamos sobre o estranho caso que havia acontecido quando, na aula dele, ele resolve assumir pra todos ali presentes que somos sobrinhos dele. Isso nos deixou boquiabertos e garantimos altas gargalhadas depois. É, agora é oficial, somos sobrinhos dele e, quer saber? Parece que o professor está mais empolgado que nós (no final ainda despedi dele com um “tio” e ele se despediu com um “sobrinho” pra mim).

É, pra você ver que não somos só nós, meros mortais, que somos meio “bobos” ou “crianças” como você gostaria de dizer. Mas está aí!

Um abraço a todos.

Image by freepik

Don’t Trust Me – 3OH!3

Black dress with the tights underneath
I got the breath of the last cigarette on my teeth
And she’s an actress (actress)
But she ain’t got no need

She’s got money from her parents in a trust fund back east
T-t-t-tongues always pressed to your cheeks
While my tongue is on the inside of some other girls teeth
T-tell your boyfriend if he says he’s got beef
That I’m a vegetarian and I ain’t fucking scared of him

She wants to touch me (whoa)
She wants to love me (whoa)
She’ll never leave me (whoa, whoa, oh, oh)

Don’t trust a ho
Never trust a ho
‘Cause a hoe won’t trust me

She wants to touch me (whoa)
She wants to love me (whoa)
She’ll never leave me (whoa, whoa, oh, oh)

Don’t trust a ho
Never trust a ho
‘Cause a hoe won’t trust me

X’s on the back of your hands
Wash them in the bathroom to drink like the bands
And your set list (set list)
You stole off the stage

Had red and purple lipstick all over the page
Be-be-be-bruises cover your arms
Shaking in the fingers with the bottle in your palm
And the best is (best is)
No one knows who you are
Just another girl alone at the bar

She wants to touch me (whoa)
She wants to love me (whoa)
She’ll never leave me (whoa, whoa, oh, oh)

Don’t trust a ho
Never trust a ho
Cause a hoe won’t trust me

She wants to touch me (whoa)
She wants to love me (whoa)
She’ll never leave me (whoa, whoa, oh, oh)

Don’t trust a ho
Never trust a ho
‘Cause a hoe won’t trust me

Shush girl shut your lips,
Do the Helen Keller and talk with your hips
I said, Shush girl shut your lips
Do the Helen Keller and talk with your hips
I said, Shush girl shut your lips
Do the Helen Keller and talk with your hips

Whoa, whoa, whoa

She wants to touch me (whoa)
She wants to love me (whoa)
She’ll never leave me (whoa, whoa, oh, oh)

Don’t trust a ho
Never trust a ho
‘Cause a hoe won’t trust me

She wants to touch me (whoa)
She wants to love me (whoa)
She’ll never leave me (whoa, whoa, oh, oh)

Don’t trust a ho
Never trust a ho
‘Cause a hoe won’t trust me

A escola para golpes duros

Ash e seus amigos encontram um ginásio que não está licenciado após sua 10ª vitória (a de Ash, no caso). O treinador do ginásio já possui 98 vitórias.

AJ treina pokémon selvagens e desafia Ash para uma batalha (que só conta com apenas 2 pokémon, além de seu velho companheiro Pikachu).

Depois da surra que Sandshrew dá nos pokémon de Ash, eles vão lá conhecer os pokémon.

Não vou me estender muito no episódio, pois não gosto muito dele. Vou apenas resumir que AJ ganha sua 100ª vitória derrotando a Equipe Rocket

Sua próxima rota está no meio de névoas. Lá, eles encontram uma escola que treina crianças já para a Liga Pokémon, sem que elas saiam viajando por todo Kanto (sacou a piada?) – ou seja, tira toda a graça de um treinador pokémon (imagina um jogo de pokémon desse jeito).

Um dos alunos sofre com alunos mais velhos e eles estão a mando de uma garota, a Gisele, que não se importa de fazer os coleguinhas sofrerem (cadê os professores?)

Diferente dos garotos, que se apaixonam por ela, Misty vai atrás dela para dar-lhe uma lição. Mas antes, Misty desafia o garoto que sofre. Weepinbell leva uma surra de Starmie.

Gisele aparece e as duas batalham. Infelizmente, quem leva uma surra agora é Misty.

Gisele provoca Ash, que a desafia para uma batalha. E, aí, ele se vinga dela com seu Pikachu.

No final, a Equipe Rocket aparece, mas iremos ignorá-los.

Vou parar por aqui, pois o próximo episódio é o Ash pegando o Bulbasaur e esse episódio eu quero trazer com mais detalhes.

Super Nintendo, o presente de natal

Exatamente em 20 de dezembro de 1998, pouco após iniciarmos as férias de fim de ano e, presenteados pelas boas notas na escola, ganhamos um video game: o super nintendo.

Não era exatamente o primeiro videogame que ganhamos, era o segundo. O primeiro foi o Atari, há muitos anos. Lembro-me como se fosse hoje: fomos até a loja e tinha duas caixas para escolhermos. Entre os vários jogos, escolhemos, como nosso primeiro cartucho, o Star Wars, episódio V. Não, meu super nintendo não veio com o jogo do Super Mario World. Pra ser sincero, nem esse jogo eu tinha.

Depois dele, ganhamos uma fita que tinha 5 jogos em um: Alien 3, Side Pocket, Sonic Wing, Top Gear e Ms. Pac Man. Bons tempos.

O último jogo que tivemos foi o Donkey Kong Country 3. Mas, além de todos esses, sempre alugávamos cartuchos (chamávamos de fita, na época) ou pegávamos emprestado com os amigos. Lembro-me que eu tinha um primo que tinha fitas como Rei Leão, Super Metroid e Super Mario All-stars.

Pena que meu irmão vendeu o videogame pouco tempo depois. Por conta disso, passamos vários anos sem videogame.

E você? Quais videogames tinha?