Sabe aquele cara que gostar de jogar um videogame, ler um livro, vez ou outra ver uma série, anime ou filme, escutar uma boa música, viajar e relaxar com o verde da natureza? Este sou eu. Viaje comigo neste mundo nerd!
Um tempinho aí, eu fiz um post sobre Twitter, se eu deveria ou não fazer um. Mas, e o Orkut, que já tem um tempinho que eu tenho?
Orkut é uma rede social, ou seja, um lugar que parece um fórum gigante onde pessoas entram em comunidades específicas onde podemos fazer amigos pelos interesses. Tem umas comunidades lá bem legais, inclusive, que eu participo.
Qual a sua favorita?
Além disso, podemos encontrar músicas de cantores que gostamos, lugares onde vemos sobre nossos livros favoritos e ainda conversar muita abobrinha.
Tem uns tópicos inúteis também como: Beija ou passa a pessoa de cima e etc.
Também tem a disputa do topo do depoimento para falarmos o quão importante tal pessoa é para nós. Muitos recursos bem divertidos. Já encontrei uns amigos por lá.
A banda Muse apresentou no último MTV VMA [apresentado neste domingo, 13] uma de suas músicas do novo album The Resistance . O trio, formado por Matthew Bellamy, Christopher Wolstenholme e Dominic Howard, é britânco e está na estrada há mais de 10 anos. Pra quem curte um rock mais alternativo, essa é uma boa pedida.
Como não temos o vídeo, vejamos o clipe:
The paranoia is in bloom, the PR The transmissions will resume They’ll try to push drugs Keep us all dumbed down and hope that We will never see the truth around
Another promise, another scene, another A package not to keep us trapped in greed With all the green belts wrapped around our minds And endless red tape to keep the truth confined
They will not force us They will stop degrading us They will not control us We will be victorious
Interchanging mind control Come let the revolution take it’s toll if you could Flick the switch and open your third eye, you’d see that We should never be afraid to die
Rise up and take the power back, it’s time that The fat cats had a heart attack, you know that Their time is coming to an end We have to unify and watch our flag ascendThey will not force us They will stop degrading us They will not control us We will be victorious
Quando você está jogando Pokémon Yellow no seu velho gameboy, ao fim de uma rota próxima à cidade de Cerulean, você encontra um treinador que, educadamente, informa que tem um pokémon que não consegue evoluir, pois ele não se considera um bom treinador. Você, como bom samaritano (e de olho no seu futuro Charizard) aceita cuidar dele e o integra em sua equipe, certo? Certo.
Só que esse treinador bonzinho só existe nos jogos. No anime, a história é completamente diferente.
Indo para Vermilion, Ash, Misty, Brock e Pikachu, perdidos, como de costume, encontram um Charmander deitado em uma pedra.
Charmander, cansado, diz que está a espera de seu dono. Então, eles vão embora e partem para o Centro Pokémon mais próximo para se protegerem da chuva. Lá eles encontram seu treinador, que admite que o abandonou por conta da fraqueza da lagartinha.
Brock é o mais preocupado do trio, pois acredita que ele realmente foi abandonado, o que já percebemos que ele estava certo.
“Vai buscar! Aquele Charmander ainda está te esperando, vai buscá-lo agora!”
A gente pensando que ia rolar briga e a enfermeira Joy vai lá e aparta. Poxa!
E lá vão nossos heróis a fim de resgatá-lo.
Como Charmander está sob chuva e ataque de Spearows, ele acaba ficando muito fraco para poder se defender. Por sorte, nossos amigos o levam para a enfermaria para que Joy possa cuidar dele.
Ok! Tudo muito lindo, mas na manhã seguinte, Charmander vai atrás de seu antigo treinador. Orgulho? Vingança? Não sei, mas que ele vai atrás, ele vai.
Aí, a Equipe Rocket aparece (não estava fazendo falta) faltando 6 minutos para o episódio acabar para… cavar um buraco?
Os nossos heróis, com exceção de Pikachu, caem no buraco. Aí, eles sequestram o amarelinho usando roupas de borracha e os bobões, ao invés de usar outro pokémon, não! Ficam lá esperando um herói aparecer. Por sorte, ele aparece.
Demasiado poder provindo de um pokémon nível 10 (que só aprende um golpe de fogo – Ember) desperta o sentimento de retorno do treinador antigo que admite que só voltou por ver potencial no pequeno lagarto de fogo.
Charmander até fica balançado, mas prefere não ir com ele. No fim, ele e Pikachu o atacam. Charmander vai para o time dos nossos heróis.
Por fim, uma última curiosidade: Brock é o que mais preocupa e o que mais motiva Charmander a seguir lutando bravamente, além de convencer o pequeno pokémon de fogo o que seu antigo treinador é capaz de fazer. Então, por que ele foi com Ash e não com Brock. Protagonismo, talvez?
Eu achava o máximo ter um relógio que eu tive na minha infância. Ele tinha as funções: despertador, mostrava o dia da semana na parte superior das horas, tinha cronômetro e ainda tinha luz para poder ver a hora durante a noite. Pra criança, aquilo era perfeito. Tentei repetir o feito na adolescência, mas nem era a mesma coisa.
Em tempo: eu tinha um primo que tinha um compartimento para guardar chiclete. Ele guardava moedas também (esse eu até queria por um tempo).
Às vezes, fica um pouco difícil imaginar: o que posso por aqui?
Passam os dias, vejo uma tela em branco e passo horas pensando no que digitar, mas nada vem. Tem uma mente criativa é diferente de ativar o modo criativo, seja ele em qual momento for. E, aí, a gente fica horas sem pensar e sem escrever nada. Já até perdi o rumo.
Manter um blog nem é fácil, quando nem sempre os assuntos vêm à luz. O jeito é deitar, relaxar e, quem sabe, no dia seguinte, aparece algo.
Imagine, por um instante, que tudo ao seu redor desacelera. A noite fica mais macia, o ar parece mais leve, e você sente como se estivesse sentado em um lugar seguro, onde nada exige pressa. A minha voz chega até você como um sussurro calmo, quase como o som de uma brisa passando por entre folhas. Não há cobranças aqui, nem relógios correndo. Só um espaço silencioso onde você pode simplesmente existir.
Enquanto respira fundo, a tensão do dia começa a se desfazer, como se cada preocupação derretesse devagar. A correria, o trabalho, as expectativas — tudo isso fica lá fora, distante, pequeno. Aqui dentro, só importa o seu bem-estar. É como se o mundo desse uma pausa para que você pudesse se reencontrar consigo mesmo, sem peso, sem pressa, sem ruído.
E, nesse instante de quietude, você percebe que a paz não é algo que precisa ser buscado longe. Ela se revela quando você permite que o corpo descanse e a mente se aquiete. Fique um pouco mais nesse lugar suave. Deixe que essa calma te envolva como um cobertor morno. Você merece esse respiro, essa leveza, essa sensação de que, por alguns minutos, tudo está exatamente onde deveria estar.
Você sabe diferenciar os porquês? Saber qual usar em determinada situação sempre é algo complicado de se fazer, não é? Hoje, irei te ensinar de forma rápida como usá-los:
Por que: É o mais comum utilizado em perguntas. Exemplo: “Por que você não foi à escola ontem?” Note que, neste exemplo, o porquê vem ao início da frase.
Por quê: Usado no final de perguntas Exemplo: “Ouvimos a bronca sem saber por quê”. Normalmente, próximo a pontos. Pode também aparecer em perguntas indiretas, sem ponto de interrogação.
Porque: Usado em respostas Exemplo: “Falo isso porque me importo com você”.
Porquê: Tem valor de substantivo e indica o motivo ou a razão. Exemplo: “Qual é o porquê de toda essa festa?” Note que, neste exemplo, você pode trocar “o porquê” por “a razão” ou “o motivo”. Também note que este porquê é usado com um artigo antes.
Aprendeu? Então comenta um exemplo aqui nos comentários!
Não sei se talvez tenha sido pela influência nas Olimpíadas ou se era só porque a pista de areia não estava sendo usada e ela ocupava um grande tamanho na escola, mas houve um ano (e um único ano) que nós praticamos saldo em distância na educação física do colégio. Se eu tive mais de uma aula, foi muito.
A regra era simples: correr, correr, correr, pisar no meio da tábua e cair no meio de uma caixa de areia. Você não poderia sair por trás, ou seja, de onde você veio, pois atrapalhava a medição, que era feita com uma trena (e eu acabei fazendo isso na primeira vez hehe).
Era isso!
Ah, um bônus: tinha umas colegas minhas que ficavam alegando que não pulavam naquilo porque a areia estava cheia de fezes caninas. O curioso era que eu nunca vi um cachorro na escola.
Começam a cair uns pingos de chuva. Tão leves e raros que nem as borboletas ainda perceberam, e continuam a pousar, às tontas, de jasmim em jasmim. As pedras estão muito quentes, e cada gota que cai logo se evapora. Os meninos olham para o céu cinzento, estendem a mão — e vão tratar de outra coisa. (Como desejariam pular em poças d’água! — Mas a chuva não vem…)
Nas terras secas, tanta gente, a esta hora, estará procurando também no céu um sinal de chuva! E, nas terras inundadas, quanta gente a suspirar por um raio de sol!
Penso em chuvas de outrora: chuvas matinais, que molham cabelos soltos, que despencam as flores das cercas, entram pelos cadernos escolares e vão apagar a caprichosa caligrafia dos exercícios.
Chuvas de viagens: tempestades na Mantiqueira, quando nem os ponteiros dos para-brisas dão vencimento à água; quando apenas se avista, recortada na noite, a paisagem súbita e fosfórea mostrada pelos relâmpagos. Catadupas despenhando sobre Veneza, misturando o céu e os canais numa água única, e transformando o Palácio dos Doges num imenso barco mágico, onde se movem, pelos tetos e paredes, os deuses do paganismo e os santos cristãos. Chuva da Galiléia, salpicando as ruas pobres de Nazaré, regando os campos virentes, toldando o lago de Tiberíades coberto ainda pelo eterno olhar dos Apóstolos. Chuva pontual sobre os belos campos semeados da França, e na fluida paisagem belga, por onde imensos cavalos sacodem, com displicente orgulho, a dourada crina…
Chuvas antigas, nesta cidade nossa, de perpétuas enchentes: a de 1811, que, com o desabamento de uma parte do morro do Castelo, soterrou várias pessoas, arrastou pontes, destruiu caminhos e causou tal pânico que durante sete dias as igrejas e capelas estiveram abertas, acesas, com os sacerdotes e o povo a implorarem a misericórdia divina. Uma, de 1864, que Vieira Fazenda descreve minuciosamente, com árvores arrancadas, janelas partidas, telhados pelos ares, desastres no mar e “vinte mil Lampiões da iluminação pública completamente inutilizados”.
Chuvas modernas, sem trovoada, sem igrejas em prece, mas com as ruas igualmente transformadas em rios, os barracos a escorregarem pelos morros, barreiras, pedras, telheiros a soterrarem pobre gente. Chuvas que interrompem estradas, estragam lavouras, deixam na miséria aquêles justamente que desejariam a boa rega do céu para a fecundidade de seus campos.
Por enquanto, caem apenas algumas gotas daqui e dali. Nem as borboletas ainda percebem. Os meninos esperam em vão pelas poças dágua onde pulariam contentes. Tudo é apenas calor e céu cinzento, um céu de pedra onde os sábios e avisados tantas coisas liam outrora:
“São Jerônimo, Santa Bárbara Virgem,
lá no céu está escrito, entre a cruz e a água benta:
Livrai-nos, Senhor, desta tormenta!”
Texto extraído do livro “Quadrante 2 – 4ª Edição (com Biografias)”, Editora do Autor – Rio de Janeiro, 1963, págs. 48 e 49.
“Como são admiráveis as pessoas que não conheço bem… nunca acredite em ninguém!”
“Antes de magoar o coração, pense bem, pois você está dentro dele”
“Nada é impossível, quando se acredita em Deus” – Carlla Luiza Pessoa
“Não sou o dono do mundo, mas sou o filho do dono”
“Não mude seu jeito apenas porque alguém pediu, mude para cada dia tornar-se melhor e uma pessoa de bem”
“Para conseguir realizar um sonho, não basta apenas sonhar, tem que acreditar”
“Sempre pense duas ou até mais vezes antes de agir ou dizer qualquer coisa”
“A vida é como se fosse um espelho, devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos, crenças e entusiasmo”
“Os homens se ocupam mil vezes mais em adquirir riqueza do que cultura e, no entanto, o que somos contribui muito mais para a nossa felicidade do que o que temos” – Schopenhauer
“Todo o caminho do homem é reto aos seus próprios olhos, mas o senhor sonda os corações” – Provérbios 21:2-4
“A justiça se defende com razão e não com armas. Não se perde nada com paz, e pode perder-se tudo com a guerra”
“Onde há boa vontade, há esperança”
“A felicidade é um direito de todos, mas para ser feliz, é preciso saber perdoar e amar”
“As nossas ações estão marcadas na mente das pessoas que nos cercam, façamos delas um instrumento de amor, lutando por um mundo melhor”
“O homem deve criar as oportunidades e não somente encontrá-las” – Francis Bacon
“Somos o que fazemos, mas somos, principalmente o que fazemos para mudar o que somos” – Eduardo Galeano
“Quando se busca o cume da montanha, não se dá importância às pedras do caminho” – Provérbio oriental
“Faça de si uma pessoa honesta e esteja certo que há menos um patife no mundo”
No one surveys the whole Focus on things so small But life’s objective is to make it meaningful Only searching for this That which doesn’t exist
Away From the Sun – 3 Doors Down
I’m over this I’m tired of living in the dark Can anyone see me down here? The feeling’s gone There’s nothing left to lift me up Back into the world I know
Bulbasaur, do tipo Planta/Veneno é o pokémon nº 1 da pokedéx. Um dos iniciais da região de Kanto, onde você pode escolhê-los nos jogos Red e Blue.
Ele não foi a primeira opção do nosso herói Ash, mas o capturou quando foi para a Vila Escondida, depois de enfrentar Misty no Ginásio de Cerulean, um pouco diferente da versão Yellow de pokémon, que você pega com Melanie na cidade de Cerulean, caso seu Pikachu esteja no nível 26 (acho).
No anime, eles começam perdidos, pra variar. E aí eles acham um Oddish. Ash e Misty brigam pra tentarem capturá-lo, mas aparece um bichinho que os impede de fazer tal coisa.
“Pesquisadores estão incertos se devem classificá-los como planta ou animal”… oi?
Ash até tenta capturá-lo, mas, por algum motivo, o inseto de Ash, que é mais forte do que pokémon planta, leva uma surra que deixa a própria borboleta de Ash de olhos vermelhos (e pelo branquinho).
Empolgados com a descoberta de novos pokémon, eles atravessam uma ponte toda lascada (muito confiável) que acaba caindo. O resultado, é uma cena traumatizante para qualquer criança dos anos 90/2000: Brock caindo de uma altura de uns 30 metros direto para o rio.
Nem cinco minutos de episódio e eu já estou achando tudo isso muito pesado. Tá louco.
Ok, vamos pular um pouco o episódio (após sabermos que Brock está são e salvo sem nenhum ferimento, visto que ele foi muito bem cuidado por uma garota bonita e… adivinhem o nome dela? Exatamente: Julisclene. Não, tô zoando, é a Melanie. A mesma que te dá um Bulbasaur no Pokémon Yellow).
Melanie tem uma espécie de Spa Pokémon, onde pokémon feridos podem se curar e descansar, comendo ervas medicinais, tomando café, almoço e ainda relaxando num pequeno riacho. Bulbasaur a ajuda.
Aqui temos Brock envergonhado, pois Misty desbobre que ele está gostando de Melanie. Mas, vamos combinar, ela realmente é uma garota bonita.
Não se enganem pela carinha bonitinha, ela é malvada e cruel, pois bota armadilhas pra todos os cantos para que treinadores malvados não saiam por aí capturando os pokémon feridos (ok, isso não faz dela uma má pessoa).
Agora vejam Staryu tomando banho:
Bulbasaur protege a vila da Equipe Rocket que tenta capturar todos os pokémon com um aspirador gigante.
Aí é aquela história: Bulbasaur ajuda Oddish e Ash ajuda Bulbasaur. Vendo todo o empenho de Ash, Bulbasaur, que odeia treinadores pokémon, cria uma certa estima pelo treinador e disse que gostaria de seguir viagem com ele desde que ele o derrotasse numa batalha pokémon.
Agora vamos à lógica: se Bulbasaur ganha de Butterfree, que é sua fraqueza, claro que perderia de um pokémon como Pikachu (lógica do anime).
E, aí, temos o final do episódio com mais um amiguinho para o Ash.
Ah, peraí, tem uma última coisinha.
“Eu dei um beijo nela sim, e daí?”. Pera, como assim Brock perdeu sua BV e isso nos passou despercebido?
Copa do mundo é uma coisa engraçada. Reúne todas as pessoas de todos os times para torcer apenas pela sua seleção, aqui para nós, o Brasil, claro.
Mesmo não gostando de futebol, copa era uma coisa que sempre me fazia querer assistir, com exceção da de 2002, a última que ganhamos (o penta), pois era de madrugada.
A copa de 98 foi na França e, depois de uma ótima copa, perdemos de 3 a 0. Alguns diziam na época que a copa havia sido comprada e tal. Nesta copa, a vencedora foi a própria França. Hum.
Era engraçado pensar que eu sabia toda a escalação da seleção, até alguns da reserva. A gente comemorava mesmo, eu tinha camisa, saía pelas ruas comemorando e tal. E isso que eu ainda era uma criança de 8 anos.
Acredita que nem assim eu passei a gostar de futebol?
A final, assistimos na casa de um tio nosso. Todos ficaram tristes naquele dia. Lembro que, no jogo contra a Holanda, que ganhamos de 4 a 2 nos pênaltis, eu cheguei a fazer uma redação para escola e até cheguei a fazer desenhos (eram os meus desenhos, então pra mim estava maravilhoso).