De qual grupo você faz parte? Dos 5%?

Quando eu estava fazendo primeiro ano de faculdade, minha professora Maria Tereza, em sua primeira aula, nos apresentou um texto que fala sobre os melhores da turma. O texto, exatamente, se refere que apenas uma pequena porcentagem (no caso, 5) se destaca (independente de qual lugar seja).

Pois bem, aquele foi um texto que ficou na cabeça de muitos e vimos que, realmente, as coisas funcionam assim. No primeiro ano, nós éramos 55. Agora, no último, da mesma turma, somos 13 (há os outros que entraram logo após mas não fizeram parte da turma original). Muitos desistiram, outros repetiram, outros mudaram de curso, de cidade, enfim.

Tudo bem que 13 é, mais ou menos 23% do que éramos, mas é interessante (e lastimável) ver como nossa turma foi diminuindo gradativamente (55 no primeiro, 45 no segundo, 14 no terceiro e agora 13).

O texto segue abaixo, vale a pena conferi-lo.

Os 5% que fazem a diferença

Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula pedindo um pouco mais de silêncio, mas ninguém daquela turma se preocupou em atendê-lo.

Com certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou muito, pois os alunos ignoraram a solicitação e continuaram firmes com a animada conversa dentro da sala de aula. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e decidiu tomar uma atitude mais drástica.

– Agora prestem atenção, porque eu vou falar isso uma única vez – disse, levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou.

– Desde que comecei a lecionar, isso já faz muito anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.

– O interessante, é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção, notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.

– É uma pena muito grande, não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo, sabendo ter investido nos melhores.

– Mas, infelizmente, não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo, será capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês, sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje.

Não é preciso dizer, que o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso foi devastador. Aliás, essa observação, tocou fundo em todos aqueles alunos, pois a partir dali, aquela turma teve um comportamento exemplar, em todas as aulas.

Hoje, certamente há muitos que não lembram muita coisa destas aulas, mas a observação do professor, essa nunca mais esquecerão. Aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença na vida de muitos. De fato, podemos perceber que ele tinha razão e desde então, a maioria de seus alunos, fizeram de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não haveria como saber quem estava indo bem ou não; só o tempo mostraria a qual grupo cada um pertenceria no futuro próximo.

A pergunta persiste: Você faz parte do grupo dos 5% ?”

Uma ótima semana a todos.

28 dicas de como escrever melhor

Essa aqui foi tirada do blog do meu professor Baciotti, que tirou de outro lugar na internet, vai se saber onde. As dicas trazem de forma, cômica, dicas de como se escrever bem. Gosto deste tipo de linguagem, é mais fácil de memorizar.

  1. Vc. deve evitar abre., etc.
  2. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente
    rebuscado, segundo deve ser do conhecimento inexorável dos copidesques.
    Tal prática advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo
    narcisístico.
  3. Anule aliterações altamente abusivas.
  4. “não esqueça das maiúsculas”, como já dizia dona loreta, minha professora lá no colégio alexandre de gusmão, no ipiranga.
  5. Evite lugares-comuns assim como o diabo foge da cruz.
  6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
  7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
  8. Chute o balde no emprego de gíria, mesmo que sejam maneiras, tá ligado?
  9. Palavras de baixo calão podem transformar seu texto numa merda.
  10. Nunca generalize: generalizar, em todas as situações, sempre é um erro.
  11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma
    palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra
    repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
  12. Não abuse das citações. Como costuma dizer meu amigo: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.
  13. Frases incompletas podem causar
  14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas
    diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em
    outras palavras, não fique repetindo a mesma idéia.
  15. Seja mais ou menos específico.
  16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
  17. Em escrevendo, não se esqueça de estar evitando o gerúndio.
  18. A voz passiva deve ser evitada.
  19. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação
  20. Quem precisa de perguntas retóricas?
  21. Conforme recomenda a A.G.O.P., nunca use siglas desconhecidas.
  22. Exagerar é cem bilhões de vezes pior do que a moderação.
  23. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá- las-ei!”
  24. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
  25. Não abuse das exclamações! Nunca! Seu texto fica horrível!
  26. Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a
    compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem
    mais de uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo
    acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-la em seus
    componentes diversos, de forma a torná-las compreensíveis, o que não
    deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que
    devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
  27. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língüa portuguêza.
  28. Seja incisivo e coerente, ou não.

Descobrindo o mundo de Nárnia

Nunca fui muito fã de ler, nunca mesmo. Lia sempre o que achava necessário, como informações úteis, uma coisa ali ou aqui ou piadinha de blog, coisas do gênero. O último livro que havia lido fora “Helena” de Machado de Assis (há quase 3 anos, nem me lembro da história).

Mas, nos últimos dias, com essa febre de Crepúsculo e Harry Potter (ele já foi mais), resolvi dar umas passeadas pelos livros do Submarino, quando encontro um leão na capa que me chama a atenção (não, não estou falando daquele da declaração de impostos, ou qualquer coisa do tipo), estou falando de “As crônicas de Nárnia”.

A primeira coisa que me chamou a atenção foi o “Volume único”, que eu ainda não tinha certeza do que era (não, não estou falando que não sabia que aquilo era um único volume, mas queria saber porque ele o era, entende? Não? Então não me peça explicações). Quando pesquisei mais a fundo, percebi que a série tem 7 volumes, escritos em uma ordem totalmente estranha.

Sim, alguns podem até dizer que conhece, já que a obra tem (mais ou menos) sessenta anos de existência, entretanto, eu só descobri agora (descobri a América, pessoal, que emoção!). Resolvi começar pela ordem cronológica das históricas (o livro tem duas ordens de leitura, a de publicação e a cronológica, qualquer uma é recomendada). Então, li o primeiro livro “O sobrinho do mago” em 4 horas (isso num sábado, a noite). Depois resolvi ler “O leão, a feiticeira e o guarda-roupa” no mesmo dia em que vi o filme.

Confesso que, apesar da história infantil, o livro me prendeu bastante, a ponto de eu querer ler os outros. O livro conta sobre um mundo que coisas fantásticas aconteciam, mas é contado de uma forma em que você consegue se prender. Percebi que não estou tão velho para ler esse tipo de história (é bom soltar a criança que há em nós).

A série é uma obra de C.S. Lewis e já possui 2 filmes (o terceiro promete sair no fim deste ano).
E você? Lê algum livro?

Tirando a teia de aranha por aqui

Pois é, depois de alguns meses, resolvo dar uma volta aqui pra escrever, nem que seja, uma pequena coisinha.

É muito bom poder escrever e ver como a gente evolui (ou não) em pensamentos, em redação e etc. Também é bacana contarmos a nós mesmos (o eu do passado contar para o eu do presente) o que estava pensando no momento. Como fomos nós mesmos, sabemos exatamente o que estavámos pensando e sentindo, não é o mesmo que contar para alguém.

Bem, agora o que estou fazendo por agora? Último ano de faculdade, preciso fazer o projeto final, estágio e estudar para as outras nove matérias que temos. Sem contar que isso é só a noite e fins de semana, porque (junto e sem acento por não ser pergunta e não estar perto de ponto nem ser substantivado) no resto do tempo estou no trabalho, mas, não quero deixar isso de lado, isso é algo pessoal, é algo onde possa me expressar.

Só respondendo ao comentário do Léo (acho que o único que lê aqui e talvez nem mais, já que não estou a atualizar por um bom tempo), falta de tempo ainda é perdoável, mas não postar no blog por falta de motivação? Isso é falta de surra hehe.. (tô brincando, vê se não leva a sério, só na parte que ter que postar alguma coisa).

Sempre vi como um ponto positivo a troca de experiências, não aquilo de sanguessuga (sangue-suga/ sangue suga/ çangue çuga), em que apenas um tenta obter êxito em cima dos outros, não está certo, mas enfim…

Bem, tenho um monte de coisas pra postar aqui, então vou começar, né? Até porque tô inspirado! (Na verdade tô é com sono, mas parece que meu cérebro só funciona assim, enfim…)

Espero que todos tenham um ótimo sábado, domingo, segunda e terça. Quarta não, porque aí é demais.

Pitty – Todos estão mudos

Já não ouço mais clamores
Nem sinal das frases de outrora
Os gritos são suprimidos
O corvo diz: “Nunca mais!”

Não parece haver mais motivo
Ou coragem pra botar a cara pra bater
Um silêncio assim pesado
Nos esmaga cada vez mais

Não espere, levante!
Sempre vale a pena bradar
É hora!
Alguém tem que falar

Alguém tem que falar

Há quem diga que isso é velho
Tanta gente sem fé num novo ar
Mas existe o bom combate
É não desistir sem tentar

Não espere, levante!
Sempre vale a pena bradar
É hora!
Alguém tem que falar.

Troféu “Quarto Virtual” 2009

Tais como prêmios importantes como Oscar, Grammy e Troféu Imprensa do SBT, criamos agora o Troféu “Quarto Virtual” 2009. Neste post, iremos premiar apenas posts feitos em 2009. Também teremos as categorias de premiar melhor livro, melhor música, melhor jogo e etc. Então, vamos começar elencando a partir das 14 categorias do blog.

Atualização: quando este post foi feito, ainda não havíamos definido um nome para as categorias e o nome do blog ainda não havia sido batizado como “Quarto Virtual”. Atualizamos os posts após isso.

Categoria: Connection

Categoria: Degustação

Categoria: Estante

Categoria: Fones

Categoria: Iluminar

Categoria: Joystick

Categoria: Lápis e Borracha

Categoria: Move It

Categoria: Primer Player

Categoria: Sunshine

Categoria: Treasure

Categoria: Watching

Categoria: XP

Categoria: Zero e Um

Refúgio de paz

No coração do campo, onde o vento dança devagar entre as árvores e o silêncio tem som de descanso, a vida parece respirar mais leve. O verde se estende até onde a vista alcança, abraçando quem chega com uma calma que não se encontra nas pressas do dia a dia. É um lugar onde o tempo desacelera e a alma encontra espaço para se esticar, como quem finalmente tira os sapatos depois de uma longa caminhada.

Ali perto, a piscina reflete o céu como um espelho azul, convidando para um mergulho que refresca não só o corpo, mas também os pensamentos. A água parada, tranquila, parece guardar segredos de serenidade, enquanto o sol aquece a pele na medida certa. É o tipo de cenário que faz qualquer preocupação perder a força, dissolvendo-se como gotas que evaporam ao toque da luz.

E logo adiante, o rio corre manso, levando consigo histórias, folhas e a sensação de que tudo segue seu curso natural. A água fresca escorre entre as pedras, criando uma melodia simples e perfeita, capaz de acalmar até o coração mais inquieto. Sentar-se à beira dele é como conversar com a própria natureza — sem pressa, sem cobrança, apenas presença. Um convite para respirar fundo e lembrar que a paz, às vezes, está exatamente onde a gente decide parar.

Casa com piscina

Morar numa casa de piscina é assim:

Você tem a piscina ao seu dispor 24h por dia, então você sempre vai entrar nela, correto? Errado! A gente mal passa perto.

Sabe quando a gente entra? Exatamente, quando há visitas (elas aproveitam mais do que a gente).

E o trabalho para limpar? Terrível! Melhor nem ter uma.

Pokémon – A rota até o show para-normal

Se você conhece bem Kanto por todos os cantos, sabe que o próximo ginásio é o de grama, comando pela líder Erika, correto? Porém, o anime dá uma certa mudada nisso. Excluindo os episódios banidos, vamos seguir e fazer um comparativo com o jogo.

Após vencer Lt. Surge, Ash e os outros vão para o navio Saint Anne, que logo afunda. No jogo, a ordem é diferente e, depois disso, você pode seguir para a Diglett’s Cave e seguir todo o caminho de Pewter até Cerulean antes de seguir viagem para a Rock Tunnel. Daí, vamos para Lavender.

Pokémon sem flash? Vai passar raiva aqui, hein?

Após saírem do navio, os nossos heróis e nossos vilões que vivem decolando na viagem da luz vão parar em uma ilha de pokémon gigantes, que na verdade, se revela um grande parque que seria inaugurado se não fosse a travessura dos pokémon. Nesse episódio, mestres e monstros se separam e temos uma história de pokémon vivendo livremente.

Curiosidade: se poucos pokémon se separaram do time, por que eles não usaram os outros monstros que eles tinham, como Pidgeotto, para ajudá-los? A resposta é muito simples: porque aí não teria episódio, né?

Depois eles vão parar numa ilha com muitos tentacools e tentacruels, mas esse episódio a gente só vai passar mesmo. Nesse episódio, eles encontram um horsea todo machucado pelos pokémon de tentáculos gigantes. Misty o captura para ajudá-lo. No jogo, essa parte, simplesmente, não existe.

Antes de chegarmos em Lavender, conhecemos Gastly no pico da donzela. Eles aportam numa ilha onde está tendo o festival do fim de verão. Lá, Brock vê uma garota ao longe e logo é pisoteado por uma multidão.

Sim, Brock está sob a fumaça.

Como Brock está muito apaixonado, uma velha senhora chega só para dizer pra ele tomar cuidado. E isso também se refere a James, que não fica tão apaixonado como Brock (só no início mesmo, depois ele supera).

Gente, sério, eu tô preocupado com o Brock. Ele tá apaixonado por uma pedra!

A história é que a garota está esperando que seu amor, que saiu em uma viagem, volte para ela. Ela se petrificou ao esperá-lo nesse pico por dois mil anos. E aí, pra não ficar só, ela fica por aí encantando os homens que visitam sua pedra.

Sou James, da Equipe Rocket.

E aí, a nossa fantasminha camarada atrai os dois e se revela um gastly. Eles tentam lutar contra, mas ele só é derrotado quando a luz do sol aparece, o que é uma mentira gigante, visto que bufaram demais esse gastly, onde ele pode derrotar qualquer pokémon usando uns truques muito nada a ver. No jogo, todo mundo sabe que gastly não é tão bom assim, visto que possui poucos ataques fantasmas, como Night Shade.

No episódio mais triste da primeira temporada (ou o segundo mais triste), nos despedimos de Butterfree. Bom, o Free não é à toa.

E pensar que no início da temporada ela era tão importante e, depois que ele capturou o trio de iniciais, ela foi completamente negligenciada. Decerto, o autor pensou: ah, ela tá inútil no time, vamos jogá-la fora. Ah, e claro, esse episódio só acontece no jogo se você libertar a sua Butterfree =). No início, a Butterfree de Ash é ignorada por todas as outras, incluindo uma rosa.

Fala sério, mas, essa deveria ser a verdadeira Butterfree Shiny.

A carinha triste de uma Butterfree que acabou de levar um fora. Igualzinho a você quando leva fora na balada. Segue o episódio dos nossos heróis tentando reanimá-la e fazê-la conseguir um par até a chegada da Equipe Rocket, que tenta roubar todas as manteiguinhas livres. Aí, claro. Quem salva as borboletinhas? Ela, claro, a Butterfree do Ash. Nessas horas nos perguntamos: por que os outros treinadores simplesmente ignoraram tal evento?

Virando o herói da garotada, finalmente, a nossa pequena Butterfree de ouro finalmente consegue o coração da borboletinha rosa.

E o final a gente já sabe, né? Aquele momento que cai a lágrima de nossos olhos.

Zelda e o trem fantasmagórico

Novo Zelda embarca nos trilhos fantasmagóricos, enquanto você usa a canetinha para guiá-lo. Vem ver o novo jogo do elfo da Nintendo.

Vamos falar de Bete?

Não, não vamos falar da tia Bete, da avó Bete e nem da Bete Balanço, vamos falar de um jogo de tacos chamado de Bete (você chama assim também na sua terra?). Algumas pessoas chamam de jogo do taco.

Apesar de não ser saudável comer tacos imediatamente antes de se jogarmos taco, ou bete, é bem possível saciar a fome após uma longa partida do jogo que parece baseball (mas não tem nada a ver).

Tá, voltando pro jogo, o que se espera de um jogo de bete? Pra começo de conversa, a gente junta 4 pessoinhas, preferencialmente, feias. Duas delas farão o time azul e o outro, o beterraba (você pode escolher outras palavras aleatórias do dicionário, caso queiram).

Pense assim: você tem um campo. Aí você arruma dois tijolos em uma construção (na minha rua sempre tinha uma… era terminar uma e já começava outra), mas de preferência, aqueles tijolos inteiros mesmo (tem gente que usa garrafa pet, mas eu prefiro os tijolos). Aí você desenha uma área em volta do tijolo. Faça isso do lado esquerdo e outro do lado direito.

Em cada lado, deverá haver uma pessoa de cada time. Se o time A fica dentro da área delimitada, o time B fica atrás do tijolo. O time B é responsável por jogar a bola para o outro lado ou derrubar o tijolo, caso cometa alguma infração, como sair da área. O time A fica com o bete e deve rebater a bola o mais longe possível.

Se você jogar a bola longe o suficiente para fazer o time adversário correr atrás dela, você terá tempo suficiente para trocar de lado com seu companheiro. Cada volta dessas garantirá a vocês 100 pontos. Se você chegar a 1000, vai para a segunda fase.

Entretanto, se você joga a bola pra trás, é falta. Três faltas e os times trocam suas posições. Outra forma de perder a posição é se a galera que está atrás do tijolo acertar o tijolo do outro lado.

Passada a primeira fase, você deve cruzar os betes e o próximo ponto deverá ser feito no chute (isso mesmo), pra assim poder pegar os betes de volta e fazer o ponto final. Se, nesse período, você perder sua posição de atacante, deverá cruzar os betes novamente.

Outras formas de se perder a posição: você sai da área delimitada e o cara atrás do tijolo derruba-o. Quando você joga a bola pra cima e o time adversário consegue rebatê-la com a mão antes que ela possa tocar o chão. Três faltas também te tiram da jogada. Por último, se você chutar a bola, quando o bete estiver cruzado no meio da pista e acertá-los, você também perde a vez.

Bom, era assim que eu jogava na minha infância. Digamos que é um baseball bem resumido. E você? Como jogava?

Imagem de Jonathan Amana por Pixabay

No consultório de psiquiatria

– Doutor, eu tenho um problema. Não consigo lembrar de nada do que me dizem depois de um minuto, um minutinho apenas, doutor.
– E há quanto tempo apareceu esse problema?
– Há quanto tempo apareceu o que, doutor?

Pausa para se sentir bem

Vamos parar um pouco para uma reflexão?

Como você está se sentindo? Como você tem se sentido? Tá tudo bem? Tá tudo bem mesmo?

Sei que, muitas vezes, precisamos parar o que fazemos, desacelerarmos. Você tem feito esta pausa constantemente para refletir sobre tudo o que se passa na vida? Tem conversado consigo mesmo? Então, que tal fazermos um exercício assim?

Tire uma horinha, dê uma caminhadinha. Pare embaixo da sombra de uma árvore, mas faça tudo para se sentir bem.

Eu espero que você esteja bem!

Relatos de uma criança em um rancho

Lendo histórias que eu contava há 10 anos, lá em 2000, no fim do segundo milênio e do século XX, me divirto na forma como me expressei sobre uma “fazenda” que passamos num fim de semana, nas férias. Eu chamei de fazenda, mas era um rancho localizada na beira de um grande rio.

Meu pai trabalhava numa cidade diferente à nossa que era banhada por um rio famoso que corta MG e GO, o Rio Paranaíba. Próximo a ele, há vários ranchos, onde se pode pescar e nadar. Nesse rancho, em questão, tinha a piscina, mas ficava tão próximo ao rio que se podia nadar direto lá.

A minha raiva, no meu relato, é de que eu não consegui dormir a noite inteira (não me lembro do motivo), mas eu relato também que jamais voltaria lá (voltei) e que eu só tinha ido por conta da piscina. Entretanto, essa piscina estava vazia e o que mais tinha lá era sapo. Vocês se lembram de quando eu disse que não sabia nadar, né? Pois bem, no rio, precisei usar uma boia de salva-vidas.

Para piorar, eu tinha levado meu super nintendo, mas como lá não tinha TV, acabou que nem jogar eu joguei.

Calma, jovem Álisson, a vida é muito melhor do que passar raiva com coisa boba como essa.

Pastelzinho da infância

Uma massa bem crocante, quentinha, frita na hora. Uma massa de pastel, toda cheia de bolhinha. Uma massa de pastel, temperada, toda gordurosa, no ponto, pronto para ser deliciada. Um gostoso pastel que eu comia sempre nos recreios da escola, recheado apenas de presunto e muçarela, em formato retangular, fechado como se fecha uma carteira de bolso. Uma delícia.

E o melhor de tudo é o seu nome: cigarrete. Talvez não o encontre em lugar algum.

Acerte na mosca

Lá no fim dos anos 90 e início dos anos 2000, quando meu pai me apresentava o computador, ele me apresentou um jogo chamado “Acerte na mosca”.

Eu me lembro que tinha um monte de mosquinha na tela e você vinha com aquelas coisas de matar mosca (claro, tudo digital) e acertava em uma das mosquinhas na tela. Se você acertasse a mosca certa, poderia ganhar prêmios.

Era divertido. Por onde será que anda esse jogo?

Escrevendo para si mesmo

Com um papel na mão e uma borracha para seus equívocos, ele pode escrever seu próprio mundo, sua própria história e seus próprios dilemas. Talvez, não tivesse medo de o amanhã lhe pregar alguma peça.

Todo nerd merece um cantinho para chamá-lo de seu

Habitación Virtual

Todo nerd necesita una habitación para llamarla de suya