Todos os posts de Áℓiѕѕση Suriani

Sabe aquele cara que gostar de jogar um videogame, ler um livro, vez ou outra ver uma série, anime ou filme, escutar uma boa música, viajar e relaxar com o verde da natureza? Este sou eu. Viaje comigo neste mundo nerd!

Jogamos muito em 2009

Jogar é um dos meus prazeres da vida. Sentar-se no sofá para jogar só ou com os amigos, para um passatempo tranquilo e divertido é sempre uma maravilha. 2009 também foi o ano que comprei o meu primeiro console de mesa, após adulto (veio depois do DS). Como contei pra vocês aqui.

Não, eu não comprei um PS3 e o Nintendo Wii foi o meu console da Nintendo depois de ter um Super Nintendo (e jogado bastante o Nintendo 64). Então, esperem mais posts de Wii num futuro distante.

Vimos este ano os novos jogos de Wii, como:

New Super Mario Bros. Wii

Mario Galaxy 2

E Metroid Other M

Também aprendemos os truques para derrotar os nossos queridos bosses em Mega Man X

E, claro, falamos dos macaquinhos mais famosos e mais queridos do mundo dos games: Donkey Kong Country 2

Claro que teve muitos outros posts, mas vamos ficar por aqui mesmo.

O que o lápis escreveu em 2009

Este ano, me arrisquei a escrever algumas coisas de próprio punho, porém, muitas vezes me faltou criatividade.

Por essa razão, acabei usando meu “lápis de escrever” (e, muitas vezes, a minha borracha), para escrever um ponto de contos. Fazendo uma análise do meu blog, foram 5 (cinco) nesta categoria, a maioria postada numa segunda-feira. Vemos ver o que veio aí?

Tem dias que a mente buga

O dia que eu percebi que, em certos momentos, a gente quer fazer algo, mas muitas vezes ou a gente não sabe como ou acaba perdendo o jeito em como fazê-lo. Pois é, virou uma poesia.

Roteiro do próprio fracasso

O primeiro conto que escrevo aqui no blog (e espero que seja o primeiro de muitos). Ah, o conto é um pouco triste, com um final não muito animador, mas foi um bom conto.

Urso Polar

Uma historinha infantil, escrita há alguns anos sem qualquer pretensão, mas que ganhou uma repaginada aqui neste blog.

Apenas um oi

Sim, gente. É um oi, não um tchau.

Salve Rainha

Salve, Rainha, 
mãe de misericórdia, 
vida, doçura, esperança nossa, salve! 
A Vós bradamos, 
os degredados filhos de Eva. 
A Vós suspiramos, gemendo e chorando 
neste vale de lágrimas. 
Eia, pois, advogada nossa, 
esses Vossos olhos misericordiosos 
a nós volvei. 
E, depois deste desterro, 
nos mostrai Jesus, bendito fruto 
do Vosso ventre. 
Ó clemente, ó piedosa, 
ó doce Virgem Maria. 
Rogai por nós, Santa Mãe de Deus, 
para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Brincadeiras de rua

Quando era criança, vivia numa rua que era, praticamente, o fim da cidade. Sim, antes de virem todos os vizinhos, o que demorou um pouco, nossa casa ficava de frente para um monte de mato. E, não, não era perigoso, principalmente por ser uma cidade com pouco mais de 10 mil habitantes.

A medida que os vizinhos se mudavam, íamos juntando as crianças para brincarmos. Seja em casa jogando videogame ou na rua ralando o joelho, a diversão depois da escola era garantida.

Era formar times, colocar chinelos em algum canto da rua e fingir que era gol, ou juntar os amigos para escondermos nos lugares mais criativos, enquanto um ficava de frente para a parede, sem olhar para os lados, contando. Brincar de pega-pega, bandeirinha (que já até falei aqui), e até mesmo de cartinhas de yu-gi-oh ou beyblade.

Mesmo que não fossem tantas crianças (menos de dez, acredito eu), sempre tinha os primos dos amigos que apareciam de vez em quando. Alguns tinham regras diferentes e brincadeiras também, mas o importante era a diversão. Bete? Cada jogada, uma regra diferente, e eu não estou falando da minha tia Beth.

Mas o mais gostoso de tudo é ser criança e ter os amigos para compartilhar nossa infância.

En tu abrazo, quisiera volver a nacer

E o Akon que lançou a música Beautiful:

E depois lançou com a Dulce Maria:

E ainda tem versão com a Negra Li:

Aprender a pedalar

Quando somos mais velhos, nem parece que aprendemos a andar de bike tão velho, na verdade, nos parece que andar de bicicleta foi há tanto que temos a impressão que a gente realmente aprendeu a andar ainda novos. Mas, quando somos crianças, não é bem assim.

Eu aprendi a andar de bicicleta aos 11 anos, quando a maioria dos meus amigos aprendia ainda com 7 ou 8 anos. Sim, eu fui o último dos meus amigos que havia aprendido. Enquanto eles tinham suas bicicletas de rodinha e iam aprendendo ao longo do tempo, eu não conseguia (e isso me deixava frustrado).

Lembro-me uma vez que estava na casa de uma tia minha, tentando andar, mas eu sempre precisava me apoiar numa parede (e era uma bicicleta pequena!).

Quando eu aprendi, um primo meu me emprestou sua bike (já grande). Ele ia segurando o banco e, quando me dei conta, estava andando sem qualquer apoio. Depois disso, foi festa.

Hoje, adulto, eu não tenho minha própria bike, mas meu pai comprou uma quando ainda tinha 11, grande e para a família. Lembro que dei uma volta tranquilamente pelo quarteirão, mas, quando fui estacioná-la na porta de casa. Cai. Bike batizada, agora era só ir me divertir.

E você? Com quantos anos aprendeu a andar de bike?

A sobremesa sumiu

Esta história aconteceu já tem um tempinho…

Estava na casa de uns primos meus e a intenção era passar um fim de semana ali, algo que já era um costume. Naquele dia estávamos minha prima e seus dois filhos (deixando registrado que ambos tinham uma idade próxima à minha)

No almoço de sábado, meu primo mais novo e eu ajudamos sua mãe a montar uma deliciosa torta de sonho de valsa. Claro que ela se demoraria a estar pronta, portanto só poderíamos prová-la pela noite. Era uma deliciosa (e grande) tigela de sobremesa que queríamos muito provar, mas tínhamos que esperar.

E aí passamos o dia, tranquilamente, jogando, ouvindo música e assistindo TV, mas já com aquele pensamento de degustarmos a deliciosa sobremesa.

A noite chega…

Jantamos, enquanto víamos um filme e fomos de cabeça pra aquela deliciosa sobremesa. Estava tão deliciosa quanto linda e nos demos por satisfeito. Obviamente, como éramos três e a tigela era enorme, havia sobrado muita sobremesa para os próximos dias.

E aí, dormimos (talvez o nosso erro).

No domingo, após almoçarmos, já estávamos com nossas mentes conectadas àquele doce divino, porém, algo estava errado: a grande tigela de torta estava jogada (e ainda suja) por completo na pia, porém, vazia. O filho mais velho havia comido TODA a sobremesa (e era muita a quantidade que havia sobrado) pela noite. Infelizmente, aquele doce apenas ficou em nossa mente com o gostinho de quero mais.

Sim, ele comeu muito doce no dia anterior e até hoje me pergunto como ele não passou mal.

Image by Christine Sponchia from Pixabay

Não tirem os meus e-mails

Quando trabalhamos com suporte em informática, a gente pensa que todos terão o mesmo nível de conhecimento que a gente. Afinal, muita coisa não é tão difícil quanto se pensa.

Acontece que é sim. E isso eu confirmei numa vez em que estávamos num projeto de trocar os monitores de tubo em monitores mais magrinhos, digamos, pois são mais leves e mais fáceis de se manipular.

Pois bem. Eis que fomos trocar de uma moça, que deve ter mais ou menos a minha idade, e, na hora que estávamos trocando, ela solta um: eu não vou perder meus e-mails não, né?

E por um pouco, aquele monitor pesado não escapa das minhas mãos e vai parar como caco no chão (eu realmente não acreditei, mas acontece né?).

Sei lá. Só que pra mim parecia meio óbvio, mas depois dessa entendi que não é bem assim.

Apenas um oi

Escrevo, talvez, com esse meu lápis torto, quase desapontado e um pouco gasto pelos meus dentes quando tenho o que pensar, apenas um oi. Um oi sincero, um oi tranquilo, um oi alegre, mas, ainda assim, apenas um oi.

Basta um oi e já nos entregam um sorriso. Ou um oi estranho, e, talvez, um olhar estranho. E se não há oi, se ele nos falta, a educação esqueceu de bater a porta e saiu vagando pelas ruas feitas de ladrilho.

O oi é rápido, até pra quem a gente não gosta e já evita o clima ruim. O oi é a conexão rápida de uma desconexão que vem logo em seguida. O oi vem e vai no mesmo instante. É rápido, mas não é imperceptível. E apenas um oi que vem como se já quisesse dar um tchau.

Livros pro ano que vem

No ensino médio, quando ainda estamos pensando no que iremos exercer como profissão, passamos pelo tão temido vestibular. No meu ensino médio, uma faculdade tinha uma espécie de vestibular seriado, que você fazia em todos os três anos do seu vestibular e uma parte dessa prova consistia em ler alguns livros naqueles três anos.

Para nos incentivar a ler, as professoras de português nos passavam a lista de livros e depois nos cobravam perguntas em uma prova específica de português. Só que esses livros têm um vocabulário mais complexo, visto a data em que foram publicados e são de difícil acesso numa cidade pequena como a que eu moro (apenas uma biblioteca, além da biblioteca da escola, com poucos exemplares para quase 100 alunos lerem na mesma época).

Confesso que livros nunca foram meu forte, com exceção de HQ’s, como gibis da Mônica ou histórias como Asterix e Obelix, mas eu não conseguia entender a história em todos os seus detalhes e isso me afastou de uma forma a não gostar de livros. Só que, a partir do ano que vem, uma meta que quero fazer em minha vida é a de me interessar por histórias e livros. Então, começarei por histórias que realmente me prendam e me interessam.

E para você? Qual a real relação que você tem com os livros?

Outro que não quis escutar

Ok, nem todo conselho que a gente manda pra uma pessoa é válido. Algumas vezes, somos nós quem quebramos a cara, só que nem sempre é assim.

Bom, eu não sei vocês, mas eu não consigo adivinhar o futuro, pelo menos, não ainda. Porém, quando a gente realmente gosta de uma pessoa (e acha que o sentimento é mútuo), a gente toma como partido que é importante aconselharmos outra pessoa para que esta não cometa tamanha besteira.

Pois bem, foi o que aconteceu com um “amigo” (não mais, talvez) por esses dias. Por conta de alguns comportamentos ruins, tentei alertá-lo que aquilo não estava sendo visto em bons olhos. Conversei com calma, expliquei os pontos e tal. Bom, ele não quis escutar e, em nossa última conversa, disse para eu parar de tentar alertá-lo, pois ele era daquele jeito e não iria mudar.

Pode até parecer algo bobo e algo que eu poderia deixar para lá. Realmente, até era, afinal, quem decide é ele, não é? Mas quando isso já é recorrente de algum tempo e perceber que em muitos momentos fui descredibilizado (ainda mais contando com nossa tamanha amizade, pelo menos da minha parte), dá pra perceber que a gente não tem tanto valor assim, ainda mais partindo de uma pessoa que também me dá conselhos. É justa essa troca, não é?

Bom, como meus conselhos não estavam dando em nada, resolvi tomar a melhor atitude possível: resolvi ficar quieto na minha e ir cuidar da minha vida. Até porque eu também queria minha paz.

Acontece que, algum tempo depois (coisa de alguns anos), ele acabou recebendo feedbacks ruins em relação ao seu comportamento. E, em silêncio, apenas pensei: “nada do que eu não havia dito”. Mas, não posso mudar o jeito de uma pessoa. Agora, o melhor que posso fazer é absorver o comentário e me vigiar para nunca ter um comportamento semelhante ao que ele teve.

Como soava 1989 (pt. 1)

Há poucos dias de completar 20 anos, fiquei me perguntando: quais eram as músicas que tocavam no ano em que nasci? Bom, conheçam comigo algumas delas:

Faith No More – Epic

Queen – I Want It All

Dinâmicas que não compreendo

Talvez tivesse pouco mais de 50 pessoas naquela sala, divididas em dois grupos, alinhados um do lado do outro, sentados em uma cadeira. O primeiro de cada coluna recebia uma bola, colocava-a nas pernas esticadas e passava para o companheiro do lado, sem usar as mãos. A bola não poderia cair, senão, voltaria para o primeiro da fila. A equipe vencedora seria a que conseguisse passar a bola até o final da fila.

Neste dia, a minha fila foi a vencedora. A moça que conduzia a brincadeira dizia lá na frente que ela também havia feito a dinâmica há algum tempo, mas que sua equipe não havia ganhado. No palco, outra derrota: ninguém havia prestado atenção ou, sequer, manifestado qualquer resquício de empatia. A equipe vencedora comemorava e a perdedora lamentava. Segue o jogo, vamos para a próxima brincadeira.

E eu me perguntava: pra quê? Alguns dizem que era para um bem maior: saber confiar na equipe ou mostrar o quanto era importante um trabalho bem feito para que todos ali pudessem ganhar. O dia ainda contou com brincadeiras como ‘escravo de jó’ e aquele que você guia uma pessoa vendada por aí.

A equipe responsável por essas dinâmicas eram três psicólogas que, coincidentemente, fizeram uma das etapas da minha entrevista de contratação. A mesma que me pediu pra desenhar um monte de tracinhos numa folha de papel em um espaço pequeno, mas determinado. E eu até hoje não entendi essa dinâmica. Além disso, ela ainda me deixou algum tempo sozinho lá na sala e eu sem saber o que fazer após terminar aquele confuso exercício. Até achei que estava sendo observado.

Mas, a verdade é: a teoria dessas dinâmicas até parecem fazer sentido, mas eu me pergunto se elas realmente se aplicam de verdade na prática, pois na segunda-feira, a interpretação que eu tinha era que nada havia mudado desde então.

Preparado para perder, Benzinho?

Após a captura de Squirtle, Ash vai atrás de sua terceira insígnia. Porém, antes de chegar a Vermilion, algumas coisas acontecem.

Perdidos mais uma vez

Se você se lembra dos eventos em Pokémon Yellow, após ganhar Bulbasaur e Charmander de treinadores aleatórios e a insígnia de cascata de Misty, é preciso ir até o farol do Bill para seguir caminho. E é aqui que ele está!

Preparado para a liga?

Antes de chegarmos lá, Brock explica a Ash que é necessário possuir 6 pokémon e 8 insígnias. Ele e Misty debocham do nosso protagonista exatamente por suas insígnias terem sido presentes de ambos e também dos pokémon que não foram capturados, mas sim seguidos para ele.

O Krabby mixuruca

Para provar que é um ótimo treinador, Ash captura um Krabby na praia, apenas usando graveto e uma pokébola. Como ele já possui 6 pokémon, Krabby é transportado para o prof. Carvalho. Por conta disso, eles vão atrás de um telefone naquela ilha e tal. E, aí chegamos ao Farol do Bill.

Kabuto ou Bill?

Bill é um pesquisador pokémon que usa fantasia em suas pesquisas. Aí ele explica que há 150 pokémon (e contando), o que desespera Ash, pois ele só possui menos de 10 registrados.

O dragãozinho aparece

Com apenas 13 episódios e sendo uma criança dos anos 90 que ainda está descobrindo o mundo pokémon, é uma surpresa ver a primeira aparição de Dragonite, mesmo que seja só por silhueta. Bill é doido para pesquisá-lo, mas aí, aparece a Equipe Rocket (que sempre atrapalha) e acaba assustando o dragãozinho que vai embora para sempre (até ele aparecer como carteiro por aí).

E é hora do show elétrico

Finalmente, os três chegam a Vermilion. Claro que tem toda uma história antes, onde eles precisam comer, tomar banho, se recuperar e tal. Aí eles vão pro centro pokémon e descobrem que o líder do ginásio é difícil pra caramba. Ao contrário do jogo, que basta capturar um Dugtrio nível 29 que você já ganha dele.

Vamos pular direto para o ginásio

Lt. Surge, o terceiro líder, é um líder que adora chamar os outros de benzinho. Agora entendeu o título do post, né? Surge debocha do Pikachu de Ash, exatamente por este motivo:

O Raichu de Surge

Assim que o capturou, Surge jogou uma pedra do trovão no nosso querido rato elétrico. Mesmo com toda potência do rato-gigante-laranja-roqueiro, Pikachu vai a batalha, mas perde, obrigado Ash a recuar.

Pikachu é teimoso, porém dedicado. Mas, toda a força de vontade do amarelinho não é suficiente para uma vitória.

Evoluir ou não?

No leito do centro pokémon, Pikachu está irritado pela derrota. A enfermeira Joy mostra a Ash uma pedra do trovão e faz ele pensar se deve ou não evoluir seu pokémon, porém, não há volta. Ele passará a ser um Raichu eternamente.

O discurso de Pikachu

Pikachu dá uma aula para Ash, dizendo que quer se ‘vingar’ em nome de todos os Pikachus, por honra. Então, uma nova chama acende no coração de ambos e eles estão dispostos a lutar novamente. Agora, é preciso estratégia: o que um pokémon já evoluído por pedra tem de desvantagem?

Equipe Rocket do lado dos bonzinhos

A Equipe Rocket nesse episódio aparece disfarçada para torcer pelo Pikachu. Mas, Misty logo descobre.

A estratégia de Pikachu

Raichu não aprende nenhum ataque, por isso, sempre que puder, deixe pra evoluí-lo quando Pikachu aprender o último golpe útil, coisa que Surge não fez. Por conta disso, Pikachu ganha na agilidade e Ash garante sua terceira insígnia.

Dezembro pra fechar

Terminando 2009, faltando apenas 30 dias para o fim do ano, podemos já dizer que vivemos muito nesses 11 meses que passou, não é mesmo?

A ver pelo que ainda temos pela frente, estava pensando em revivermos um pouco os nossos mais de 100 posts do blog. Com temas diversos que envolve música, jogos, livros, academia, cotidiano, orações, escritas, entre outros e também contar um pouco de como tem sido durante meus 20 anos já vividos.

E 2010 tá chegando, né? O que será que vem aí pra gente? Será que vem novas aventuras? Bom, tá sendo para um post assim, no momento, então vamos focar em uma retrospectiva primeiro.

Academia para fortalecer

Ali nos meus 17 anos, indo visitar o médico e pesando apenas 49 kg (sim, bastante magro), um médico me disse que eu precisava engordar um pouquinho. Ele sugeriu algo como 59 kg, o que eu acreditava que precisava engordar tudo aquilo o quanto antes. Mas, não era bem assim. De princípio, ele me pediu para engordar nos próximos dias 3 kg. Pois bem, a sugestão do profissional foi que eu precisava fazer academia.

Oi, academia?

Não que eu vá me descrever como sedentário, afinal, até meus 17 anos, quando eu estava no fim do meu ensino médio, praticava os esportes na educação física (peteca, vôlei, basquete, handball e queimada) e ia caminhando (ida e volta) para a escola (coisa de 15 a 20 minutos para cada percurso). É interessante que a caminhada sempre se fez presente na minha vida, seja indo para o conservatório quando era criança, indo para escola ou até mesmo indo para o serviço ou para a faculdade.

Caminhar não é nenhum problema para mim, mas, aparentemente, não dá pra ganhar massa apenas caminhando. Então, lá vou eu me matricular na academia mais próxima.

Antes de começar a trabalhar, era tranquilo estar na academia, pois era um horário em que não ia tanta gente assim. Mas, com minha pouca experiência, precisei da ajuda dos instrutores, que sempre foram muito solícitos comigo. Conhecer aparelhos como supino e halteres ou posições corretas para não danificar a coluna pode parecer simples, se você não é um leigo como eu, mas é um ambiente interessante de se estar. Só não é bom quando você precisa mudar o horário por conta do serviço, como às vezes que precisei ir antes das 8h da manhã.

Hoje, aos dezeno… er, quer dizer, aos 20 anos, consegui conquistar a primeira meta de 52kg. Agora, vamos ver até onde consigo chegar.

E você? Que tipo de exercícios pratica?

Povo da redoma

Um homem vivia na redoma de vidro e lá ele não era considerado uma pessoa de bem. Os bons eram os quietos, os que não se moviam. Os que se deixavam ficar inertes. O ar era pouco e o valor consistia em se movimentar e respirar o menos possível.

O homem, por não seguir o exemplo dos bons da redoma de vidro, foi expulso. E sentiu-se mergulhado na vergonha e na tristeza. No mundo fora da redoma ele se movimentou livremente e se tornou um dos bons. E se esqueceu do mundo de onde viera.

Um dia, ao passar ao lado da parede de vidro, viu a quietude de seus antigos companheiros. Tentou convencê-los a sair dali. Gritou e falou do ridículo daquelas atitudes. Mas eles não se moveram. Não lhe deram respostas. Continuaram quietos e inertes como era exigido dentro da redoma.

Oswaldo França Júnior

As últimas 20 frases

É… Tô a ponto de fazer 20 anos (faltam 12 horas na verdade) e vim atualizar aqui. Há 15 dias, estou fazendo contagem pra que esse dia chegue logo e, além disso, coloco uma frase (ou mais) por dias nas mensagens pessoais do meu MSN.

É, quando eu vi foram muitas. Vou listar todas aqui (coisas de quem não tem mais o que fazer…).

Frases atual: Amanhã serão duas décadas. Só não sei se estou preparado pra isso…

As 20 frases anteriores (separados por categoria):

Frases de reflexão

01 – Na amizade, o que mais se espera não é a humildade, é o respeito pelo outro…

02 – E se destroçaram, não se mantiveram em paz, não queriam compartilhar, era apenas um.

03 – O pior desequilíbrio não está sobre duas rodas, está sobre a mente não capacitada.

04 – Quem não acredita que amizade também tenha seus símbolos, não acredita realmente nela.

05 – O tempo não só amadurece, mas revela as imaturidades e as frutas podres na cesta.

06 – A medida que o tempo passa devemos decidir se queremos amadurecer ou se só devemos ficar mais velhos

Frases de estado de espírito

07 – E fere o peito quando a saudade aperta, de um singelo filhote que ainda procura…

08 – Deixe-me descansar em paz para não ter que continuar a contar uma história assim.

09 – E não é que funciona? Não, não funciona… ¬¬’

10 – Quanto mais se aproxima, mais se aperta, mais se observa, mais tímido se fica…

11 – Em estado de overloading…

Frases para o professor de redes

12 – Aô Flavão, é nois ‘tra veiz ano que vem, yuhu \o/!

13 – Como assim, ninguém tacou ovo no Flávio? Ele saiu ileso!!!

14 – Parabéns, Flávio! Nosso melhor professor de redes! Deus te ilumine sempre!

Frases relacionadas à faculdade

15 – Contagem regressiva para as ferias: 10 semestrais / 3 Trabalhos / TCC / PHI

16 – Contagem regressiva para as ferias: 500 provas e 800 trabalhos…

17 – Trab de redes, do tio, do Anderson, Pré-TCC, relatório, Antunes, semestral… ufa… Quem qr ir pro bar encher a cara?

Frases de músicas

18 – Se eu fui embora algum dia foi só pra te proteger, eu faria tudo outra vez.

19 – Ontem eu aprendi, amanhã é simplesmente um dia incerto, então, pq não posso fazer do meu jeito só por hoje?

20 – Estaremos aqui sempre q precisar ou sentir só, junte-se a nós, como numa família.

Um grande abraço a todos!

Image by wirestock on Freepik

Chinese – Lily Allen

I see you from the sky
And I wonder how long it’ll take me to get home
I wait for an hour or so at the carousel
I have a cigarette to pass the time
‘Cause the traffic’s hell

I don’t want anything more
Than to see your face when you open the door
You’ll make me beans on toast and a nice cup of tea
And we’ll get a Chinese and watch TV
Tomorrow we’ll take the dog for a walk
And in the afternoon then maybe we’ll talk
I’ll be exhausted so I’ll probably sleep
And we’ll get a Chinese and watch TV

You wipe the tears from my eye
And you say that all that it takes is a phone call
I cry at the thought of being alone and then
I wonder how long it will take ‘til I’m home again

I don’t want anything more
Than to see your face when you open the door
You’ll make me beans on toast and a nice cup of tea
And we’ll get a Chinese and watch TV
Tomorrow we’ll take the dog for a walk
And in the afternoon then maybe we’ll talk
I’ll be exhausted so I’ll probably sleep
And we’ll get a Chinese and watch TV

I know it doesn’t seem so fair
But I’ll send you a postcard when I get there

I don’t want anything more
Than to see your face when you open the door
You’ll make me beans on toast and a nice cup of tea
And we’ll get a Chinese and watch TV
Tomorrow we’ll take the dog for a walk
And in the afternoon then maybe we’ll talk
I’ll be exhausted so I’ll probably sleep
And we’ll get a Chinese and watch TV

Que venha a segunda década

Quando eu completei a primeira década de vida, eu tinha apenas 10 anos (ah, vá!). Quando eu completar a minha segunda década, eu completo 20 anos (jura?)

Dois anos após a maioridade, conquistei minhas carteiras de moto e carro, meu primeiro emprego (depois de uns meses fazendo estágio) e até a minha própria moto, visto que moro há alguns km do meu serviço e da minha faculdade, aí fica inviável andar a pé.

Por falar em moto, para se ter uma ideia, entre meus 18 e conseguir a carteira de moto foi exatamente 1 ano, assim como minha moto. Antes disso, eu estava vindo à casa da minha avó e da minha tia para almoçar, pois elas moram muito próximo ao meu serviço (basicamente 8 minutos caminhando) e até que não muito longe da faculdade (acredito que seja uns 20 minutos a pé). Por isso, é mais fácil almoçar e jantar por ali e seguir meu caminho, visto que há um intervalo curto de 90 minutos entre o fim do expediente do serviço e o início do horário da faculdade.

Este ano também conquistei minha carteira de carro (após reprovar duas vezes no exame prático). Eu sei, ainda não tenho aquela total segurança de dirigir, mas sinto que estou progredindo. Por exemplo, quando tive de ir de carro para a faculdade pois estava chovendo muito e precisei ir com bastante prudência e estacionar no local certo (a visibilidade era terrível), mas tudo deu certo, com minha paciência, enquanto ouvia o novo CD da Pitty, o Chiaroscuro.

Muitas coisas aconteceram neste ano e no ano passado. Estava até pensando que eu deveria trazer mais relatos por aqui da minha vida (acho que está faltando). Mas, por enquanto, vou me despedindo aqui. Obrigado a todos que têm me acompanhado em meu blog.

Bom, faltando menos de 6 horas para a minha nova idade, só tenho a dizer: Feliz aniversário para mim! E que venham muitas e muitas décadas por aí.

Ah, uma observação: quando eu completar três décadas, terei feito 30 anos! (Ah, jura?)