Matéria duvidosa. Estampados em uma boa capa, uma carcaça tão bem trabalhada e um sorriso tão branco de invejar qualquer fantasma. O que parecia ser algo tão banal, uma tragédia viral.

Deu-se início por um pensamento. Uma opinião. Ora! Não somos livres para pensar? Será que fui interpretado de forma tão ruim? Sim, fui. Ativei a arapuca para meu próprio pássaro, antes tão sonoro.

Mas eu sou alguém. Reles palavras, sempre ignoradas. Ao meu lado uma legião, meu escudo. Atirem em mim, mas os atingirão primeiro.

Atitudes e pensamentos tão raivosos, sumarizou-se uma palavra. Soou-me tão banal que nem remorso presente esteve. Amenizo esse cheiro com meu lamento. “Não passa de uma brincadeira”. Não se ofenda, não é pessoal. Não quero que seja, não precisa ser. São todos iguais. De verdade.

Por fim, faço papel de bom homem. Contradição é a solução. Provo em arte que estão errados. É inveja, de quem não me quer bem. É inveja, de quem não é ninguém.

Sigo tranquilo. É apenas balbúrdia. Se hoje é apenas explosão, amanhã resta apenas o esquecimento, pois eu sou alguém e o alguém sempre tem alguém que não o deixa virar ninguém.

Rabisque abaixo

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s