Mais ou menos Salinas (1)

Capítulo 1: E esse ônibus que não chega nunca O relógio já marcava 21h quando cruzava os limites de Uberlândia. Ao meu lado, uma mulher, de sotaque baiano, já anunciava enquanto tiravas suas enormes botas pretas do pé: Não se preocupe, não tem chulé! Eu precisava disfarçar meu desconforto ao perceber que aquele cheiro subia … Continue lendo Mais ou menos Salinas (1)