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Donkey Kong Country 2

Olá, pessoal, tudo bem com vocês?
Hoje iremos falar de um dos melhores jogos de Super Nintendo: DKC2

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Quando você é um pirralho catarrento no final dos anos 90 e início dos anos 2000, precisa se contentar com aquele seu velho super nintendo e apenas 3 ou 4 fitas jogadas de novo e de novo e de novo e de novo…

Isso, quando você não tem a sorte de encontrar um amigo que, gentilmente, te emprestava jogos, e você poderia desfrutar de horas e horas de nova jogatina, até devolver a fita para seu verdadeiro dono.

Além disso, cruzava os dedos e torcia para que ela pegasse. Se isso não acontecesse, o velho sopro era acionado para fazer a fita pegar.

Quando eu tinha meu super nintendo, no alto dos meus 9 ou 10 anos, eu tinha o clássico Donkey Kong Country 3. Apenas 17 anos mais tarde, fui dono dos outros 2 Donkey Kongs (agora, por ironia do destino, o 3 é o único que me resta).

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O primeiro não fez parte da minha infância, só tive a oportunidade de por as mãos nele 10 anos depois que vendi meu super nintendo, quando o emulei no Wii, como você pode ler nessa matéria de 2011 que eu escrevi no blog, e a segunda agora, no fim de 2017 (pensa numa dificuldade que tive com todas aquelas fases, apenas o Kaptain K. Rool que foi fácil).

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Diddy é meu personagem favorito, pois ele é rápido, você não sente o peso dele ao jogar, parece que a jogabilidade dele flui bastante. Entre os stages, o meu favorito é esse aqui (destaque para a bela trilha sonora):

Como o post é dedicado ao Donkey Kong Country 2 (Diddy Kong’s Quest), vamos dar uma ênfase maior (precisei dar um espaço para o primeiro, pois minha primeira matéria sobre Donkey Kong nem falava tanto dele).

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Donkey Kong Country 2 é, realmente, meu predileto entre a trilogia do Super Nintendo. Foram anos jogando, vendo a tela de game over, explorando cada centímetro de cada fase a procura de Bônus e DK (o que é um ponto negativo no primeiro, já que não possui bônus decente e nem uma moeda DK).

O meu personagem favorito continua sendo o Diddy Kong, mesmo que muitos contestem que a Dixie é melhor por conseguir planar por aí, mas convenhamos, o melhor ataque é do Diddy, quando ele segura um barril, ele o usa como defesa por carregá-lo na frente do corpo, diferente da Dixie que o carrega para cima, tornando-se vulnerável a ataques inimigos, sem contar que o Diddy é mais rápido (Diddy ainda consegue se sair muito bem em locais onde Dixie facilita o jogo exatamente por sua habilidade de voar).

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A trilha sonora é divertida, as fases são memoráveis e os bosses são carismáticos (diferente do primeiro, que mais parece um peso morto que só andam para lá e para cá)

Sério, galera, quem teve essa ideia? Depois dizem que os bosses do DKC – Returns é que são ruins

Após anos jogando, fica fácil zerar um jogo como esse em apenas uma tarde (não-inteira). É assim que descobrimos como um jogo de super nintendo é assustadoramente curto.

Quero destacar 6 trilhas sonoras que sou apaixonado:

Mining Melancholy:

Stickerbrush Symphony (essa não pode faltar):

Flight of the Zinger:

Snakey Chantey:

Haunted Chase:

Krook’s March

Nota: Na verdade, queria destacar mais, mas daqui a pouco eu coloco a trilha sonora toda do jogo.

Diferente do primeiro, onde o objetivo era salvar todas as bananas de Donkey Kong, no segundo, seu objetivo é salvar o próprio Donkey Kong das garras do terrível Kaptain K. Rool. Rola até uma troladinha no último mundo, onde os kongs realmente acreditam que vão salvar o gorilão:

Sério: Essa musiquinha dava um medo quando eu era criança

Donkey Kong Country realmente é um jogaço, o melhor dos três, na minha opinião. Se você não teve a chance de experimentá-lo, vá de cabeça. Com certeza você não vai se arrepender!

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Imagem da capa: https://projectn.com.br/player-2-donkey-kong-country-2-muito-alem-de-bananas-e-kremlings-vingativos/

HQ: Calvin e Haroldo

Vamos ler mais algumas dessas incríveis histórias de Calvin e Haroldo, grandes personagens dos quadrinhos criados por Bill Watterson.

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Karatê na infância

Um esporte que eu praticava na minha infância era o Karatê. Talvez, sendo incentivado pelo meu irmão que também fazia, esse foi um esporte que eu pratiquei até pegar a faixa verde (a 5ª faixa, na época). E, por algum motivo, eu parei.

Claro que não me lembro de muitos nomes de golpes, eram todos japoneses e, talvez, eu passe um pouco de vergonha ao escrevê-los, mas eu tenho lembranças de sempre chegarmos, tirarmos nossos relógios e chinelos, fazermos um alongamento e depois começarmos as lutas. Também tinha a luta imaginária e também a luta de sumô entre os companheiros.

Na troca de faixa, no fim do ano, toda a escola (estudávamos, acredite, em um conservatório municipal) se reunia para apresentar frente a muitos pais e amigos (geralmente, no estádio poliesportivo da cidade).

Todo ano era um professor diferente, trazido de outra cidade. Cada um com sua técnica.

Acho que não tenho muito mais o que falar sobre. Você praticava algo na infância?

Brincadeiras de rua

Quando era criança, vivia numa rua que era, praticamente, o fim da cidade. Sim, antes de virem todos os vizinhos, o que demorou um pouco, nossa casa ficava de frente para um monte de mato. E, não, não era perigoso, principalmente por ser uma cidade com pouco mais de 10 mil habitantes.

A medida que os vizinhos se mudavam, íamos juntando as crianças para brincarmos. Seja em casa jogando videogame ou na rua ralando o joelho, a diversão depois da escola era garantida.

Era formar times, colocar chinelos em algum canto da rua e fingir que era gol, ou juntar os amigos para escondermos nos lugares mais criativos, enquanto um ficava de frente para a parede, sem olhar para os lados, contando. Brincar de pega-pega, bandeirinha (que já até falei aqui), e até mesmo de cartinhas de yu-gi-oh ou beyblade.

Mesmo que não fossem tantas crianças (menos de dez, acredito eu), sempre tinha os primos dos amigos que apareciam de vez em quando. Alguns tinham regras diferentes e brincadeiras também, mas o importante era a diversão. Bete? Cada jogada, uma regra diferente, e eu não estou falando da minha tia Beth.

Mas o mais gostoso de tudo é ser criança e ter os amigos para compartilhar nossa infância.

Aprender a pedalar

Quando somos mais velhos, nem parece que aprendemos a andar de bike tão velho, na verdade, nos parece que andar de bicicleta foi há tanto que temos a impressão que a gente realmente aprendeu a andar ainda novos. Mas, quando somos crianças, não é bem assim.

Eu aprendi a andar de bicicleta aos 11 anos, quando a maioria dos meus amigos aprendia ainda com 7 ou 8 anos. Sim, eu fui o último dos meus amigos que havia aprendido. Enquanto eles tinham suas bicicletas de rodinha e iam aprendendo ao longo do tempo, eu não conseguia (e isso me deixava frustrado).

Lembro-me uma vez que estava na casa de uma tia minha, tentando andar, mas eu sempre precisava me apoiar numa parede (e era uma bicicleta pequena!).

Quando eu aprendi, um primo meu me emprestou sua bike (já grande). Ele ia segurando o banco e, quando me dei conta, estava andando sem qualquer apoio. Depois disso, foi festa.

Hoje, adulto, eu não tenho minha própria bike, mas meu pai comprou uma quando ainda tinha 11, grande e para a família. Lembro que dei uma volta tranquilamente pelo quarteirão, mas, quando fui estacioná-la na porta de casa. Cai. Bike batizada, agora era só ir me divertir.

E você? Com quantos anos aprendeu a andar de bike?

Chocolatinho para adoçar

Acho que uma das coisas que a gente mais gosta quando é criança, geralmente claro, é doce. São tantas lembranças de guloseimas que fazem parte da nossa vida que a gente percebe o quão mínimo era para sermos felizes.

Ali entre meus 9 ou 10 anos de idade, mexer com fogão poderia até ser algo distante (talvez não perigoso, mas não era algo que eu mexeria com frequência). Sei que muitas crianças já aprendem a cozinhar, mas não foi exatamente o meu caso.

Porém, uma antiga amiga de minha mãe nos ensinou a fazer uma das receitas mais gostosas quando se é criança: brigadeiro de colher. Claro que, hoje em dia, a gente conhece muitas outras receitas, mas quero ensinar a vocês como eu aprendi:

Primeiro, você coloca meia colher de manteiga numa panela e mexe até ela derreter. Aí você coloca uma boa quantidade de leite e mistura com achocolatado e açúcar. Sim, o negócio fica bem doce e eu, já um jovem adulto, não me atreveria comer tanto doce, mas era o que tinha, né galera.

Aí vem a parte chata: misturar tudo até o doce ficar naquela consistência que a gente já conhece.

Claro que, hoje, eu não faço essa receita, mas é uma memória que tenho que me agrada muito recordar.

E você? Tem alguma receita de infância?

Rotina na infância

Já pararam pra pensar como nossa rotina mudou depois que ficamos mais velhos? Se a gente estudava de manhã, basicamente poderíamos assistir aos desenhos mais animados na parte da manhã, estudar a tarde e brincar no quase início da noite. Depois, passou a depender de trabalho, desde o início do dia até o fim da tarde.

Quando eu era criança, minha rotina dependia de qual turno eu estudaria. Durante o ensino fundamental, com exceção da terceira e da quarta série, meus estudos eram vespertinos. Então, eu poderia assistir desenhos na parte da manhã, certo? Certo, mas nem sempre. Na minha infância, existia algo chamado conservatório (como se não existisse ainda hoje, não é mesmo?) e lá eu aprendia a tocar piano, teclado e violão, além de aulas de musicalização e karatê. Mas, isso não ocupava tanto minha rotina, era bem tranquilo.

Depois das aulas, a gente ia pra rua pra brincar com as crianças da vizinhança. Pique-esconde, pega-pega, vivo ou morto, detetive, assassino e vítima, jogos de tabuleiro, bandeirinha e bete eram algumas das inúmeras brincadeiras que tínhamos em nossas ruas. Até futebol, usando os chinelos como trave de gol e, em certa época, o tal do videogame.

Ah, a infância. Dela eu sinto falta.

Breve história de uma natação

Atenção que a história vai ser extremamente curta.

Quando eu era garoto, eu tinha um prima que era campeã em competições mirins de natação. Ela sempre estava em competição e vivia com a cabeceira da cama carregada de medalhas. Ela só tem três anos a mais do que eu.

Meu irmão também praticava natação e eu, morrendo de medo de água, jamais me atrevia a entrar na piscina grande do clube.

Sempre me perguntavam quando eu iria começar a fazer natação e eu sempre jogava alguma data para frente. A verdade é que, além do medo de afogar, eu também tinha certo medo da professora, que era muito rígida. O cômico da história é que, mais tarde, ela foi minha professora de Educação Física e, sempre que podia, nos visitava em nossas casas.

Um medo bobo, mas que evitou a praticar um esporte que até hoje eu não sei como funciona na prática. Quem sabe algum dia?