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The Climb

Cenário: A formatura

Se você está cursando alguma faculdade ou já a completou, sabe como a escalada dessa montanha é árdua e cheia de obstáculos. Olhamos do chão até o topo e pensamos: Poxa, a montanha é alta, mas estou empolgado em seguir por este caminho. Subimos um pouco, vem as matérias complicadas, as notas vermelhas, os trabalhos, apresentações em grupo, estágios e tudo mais. O que passa na sua cabeça?

Você já pensou em desistir alguma vez? Mesmo que já estejamos nos últimos semestres e enxerguemos nosso diploma, muitas dúvidas nos pairam. Nos perguntamos se estamos no curso certo, pra onde iremos depois, ficamos perdidos no meio do caminho e o stress de tanta atividade para tão pouco tempo nos atormenta.

No meio do caminho, perdemos colegas e amigos para as desistências e reprovações, também perdemos momentos, viagens, namoros e muito do que possa abalar nosso emocional. Então, vem a formatura e percebemos que tudo ao fim valeu a pena e que, mesmo que tenhamos que escalar novas montanhas, já temos a experiência da primeira.

Para a nossa playlist de hoje, vou recomendar a música “The Climb” da Miley Cyrus. A eterna Hanna Montana lançou essa música em 2009 com uma letra que diz o que escrevi acima.

E por quê justo ela?

Esta semana, Miley postou em seu twitter essa música em homenagem aos graduando deste ano. Uma bela canção com uma letra forte que passa uma mensagem de motivação e superação para todos que estejam enfrentando, não só a faculdade, mas um grande desafio. Independente de gostarem da cantora ou não, vale a pena conferir a letra.

Maldito brilho que me ofusca

Era sábado de manhã. Eu, Rayne e Álvaro estávamos sentados vendo vídeos de música, enquanto esperávamos pelo horário de aula. Estávamos no saguão da faculdade, sentados em um banco. Eu com meu notebook no colo e os dois ao meu lado, pedindo para que buscássemos algum vídeo no youtube.
De repente, meu coordenador surge. Ele se senta e começa a papear conosco. Ele nos conta uma história que eu achei ser muito interessante, pois é o que passamos em certas ocasiões na vida.
É válido ressaltar que o texto que se segue serve para refletirmos, não só como a vítima (o vagalume), mas como o “predador” (serpente). Será que apenas os outros querem nos ver mal? Será que não tratamos algumas pessoas assim também?

 

A SERPENTE E O VAGALUME

Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vagalume.
Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada….
No terceiro dia, já sem forças o vagalume parou e disse à cobra:
– Posso lhe fazer uma pergunta?
– Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar.
– Pertenço a sua cadeia alimentar?
– Não.
– Eu te fiz algum mal?
– Não.
– Então, por que você  quer acabar comigo?
– Porque não suporto ver você brilhar!

“Pense nisso e selecione as pessoas em quem confiar.”

Trêmulo

Trêmulo. É assim que eu termino meu 20º ciclo de vida. Pode parecer estranho, mas é assim que eu posso expressar como estou me sentido agora: trêmulo e acanhado. E qual o motivo disso? Antecipação. Tive meus 21 anos antecipados em 1 dia. Esse ano, meu aniversário foi comemorado justo no dia 26 de novembro. Talvez pelo fato de amanhã ser sábado e eu não encontrar  quase nenhum de meus amigos. Vamos aos fatos:

Cheguei à faculdade, meio atrasado e fui pra sala assim que o professor chegou. Quando ia passando pelo corredor, dois colegas meus me puxaram e me deram o primeiro presente: uma barra de chocolates. Queriam cantar parabéns para mim ali mesmo, em meio a três salas lotadas de alunos fazendo provas.

Para não chamar muita atenção, a Mayara (amiga e colega minha de sala) contou ao professor (que, por acaso era o Tiago Baciotti) e pediu-lhe que cantassem parabéns para mim. Ele insistiu que fôssemos à sala do terceiro ano e eu fui carregado até lá por dois colegas (Rafael e Saint’ Clair).

Chegando lá, foi aquela cantoria com duas salas. O primeiro também escutou. Depois, recebendo os parabéns de alguns professores e colegas, voltamos pra sala. Trêmulo e envergonhado, sentei-me na cadeira. O professor fez uma dinâmica em sala, pedindo que respondêssemos uma pergunta na frente da sala, entre 2 e 3 minutos. Mesmo com toda a minha aflição, consegui apresentar.

Após isso, o professor falou que iria sortear alguns brindes (caderno, corrente de pendrive e caneta) e resolveu me dar um caderno, sem qualquer sorteio, por ser meu aniversário e por eu ser representante de sala. Óbvio que fiquei muito feliz e sem jeito, mas foi algo gratificante.

Fiquei muito feliz pela surpresa, homenagem e pelos gestos sinceros. E olha que ainda nem tinha começado o dia 27. Mas, valeu mais do que eu esperava. Pra mim, meus 21 começou ali mesmo. Obrigado a todos pelo carinho.

E, claro, um agradecimento aos primeiros que me deram parabéns ao início do dia, no meu serviço: Hudson, Ana Míriam, Fabíola e Silmon. Vocês todos são muito importantes para mim de alguma forma.

Ótimo fim de semana a todos.

Inglês pra valer

Um pouco antes do grupo pop mexicano RBD, formado na novela Rebelde, se consagrar aqui no Brasil (vindo pra cá em 2005), eu comecei a me interessar em estudar espanhol, visto que, até o momento, a única língua que sei dominar é a minha nativa, o velho português.

Entretanto, eu já sei um pouco de inglês, porém aquele em que aprendemos na escola. Algumas técnicas me falham e, apesar de ter algum vocabulário e saber traduzir textos não muito difíceis, sinto que tenho muito o que aprender.

Na faculdade, apesar de ser uma língua muito importante para minha área – a de informática / programação – só tivemos, em um ano, o que se chama de “Inglês Instrumental”.

A gente às vezes tem aquelas conversas de que se quiser fazer mestrado ou seguir brilhantemente na carreira, é necessário ter certo domínio da língua inglesa, de preferência da parte técnica (algumas a gente até acaba aprendendo), mas eu acredito que eu vou precisar me aprofundar mesmo na área.

Eu não fiz cursos de inglês quando era criança (o valor não era tão convidativo). E agora, prestes a fazer 20 anos, fico aqui pensando se deveria fazer ou não.

É uma questão importante a se pensar nos próximos meses.