Chocolatinho para adoçar

Acho que uma das coisas que a gente mais gosta quando é criança, geralmente claro, é doce. São tantas lembranças de guloseimas que fazem parte da nossa vida que a gente percebe o quão mínimo era para sermos felizes.

Ali entre meus 9 ou 10 anos de idade, mexer com fogão poderia até ser algo distante (talvez não perigoso, mas não era algo que eu mexeria com frequência). Sei que muitas crianças já aprendem a cozinhar, mas não foi exatamente o meu caso.

Porém, uma antiga amiga de minha mãe nos ensinou a fazer uma das receitas mais gostosas quando se é criança: brigadeiro de colher. Claro que, hoje em dia, a gente conhece muitas outras receitas, mas quero ensinar a vocês como eu aprendi:

Primeiro, você coloca meia colher de manteiga numa panela e mexe até ela derreter. Aí você coloca uma boa quantidade de leite e mistura com achocolatado e açúcar. Sim, o negócio fica bem doce e eu, já um jovem adulto, não me atreveria comer tanto doce, mas era o que tinha, né galera.

Aí vem a parte chata: misturar tudo até o doce ficar naquela consistência que a gente já conhece.

Claro que, hoje, eu não faço essa receita, mas é uma memória que tenho que me agrada muito recordar.

E você? Tem alguma receita de infância?

Zero e um em binário

Como é zero e um em binário? Assim: 01.

Tá, mas e se for em extenso? 01111010 01100101 01110010 01101111 00100000 01100101 00100000 01110101 01101101

Bandeirinha estourou, brincadeira começou!

Uma boa brincadeira de infância, que também é um ótimo exercício, é a bandeirinha.

Dois times de números iguais de pessoas são selecionados. Cada um fica de um lado do campo. A gente pega um galho e coloca num lugar do lado do adversário. O objetivo é pegar esse galho e trazer de volta ao campo. Se o adversário te pega no campo dele, você fica congelado e só pode sair de lá se alguém te salvar.

Muito boa a brincadeira.

Rir é o melhor remédio

Vamos deixar o dia melhor? Uma piadinha para alegrar o dia:

Os animais pelo rio

Um vaqueiro chega com seu rebanho de vacas à beira de um rio. Preocupado com os animais, ele pergunta a um menino que ali passava:
– Ô, menino, você sabe se este rio é fundo?
– A criação do meu pai passa com a água no peito. – Respondeu.
Confiante, o vaqueiro segue com seu rebanho, mas todas as vacas se afogam. Furioso, pergunta ao menino:
– O que seu pai cria?
– Pato.

Aos grandes mestres

Esses são responsáveis pelo nosso aprendizado, pelo nosso futuro, por nos ensinar a viver. Eles merecem toda nossa atenção. Eles se orgulham com nosso esforço, com nosso desenvolvimento e com nossas iniciativas. Eles se preocupam com nossas dificuldades. Eles querem que tenhamos grande sucesso durante toda nossa vida.

Pronto. Basta apenas ter um professor assim e já sabemos que estamos rodeado de alguém que vale a pena. Se temos um time completo assim, então a equipe é perfeita. Durante toda nossa vida, temos os mestres que valem a pena correr atrás e aqueles que apenas o tem como profissão.

Quando se tem um professor que é, verdadeiramente, um mestre, dá orgulho de dizer: eu aprendi e você também foi responsável pelo meu crescimento. Ainda mais quando o temos como grande amigos, sem que isso interfira em nosso lado profissional. Sabe quando a gente tem alguém que na sala chamamos de professor, mas fora dela chamamos de amigo? E pra mim, o verdadeiro mestre é esse, não ensina apenas na escola, ensina na vida.

Há quem brigue, quem xingue, quem desrespeite algum professor, por não concordar com suas ideias. Já parou pra pensar que ele pode só estar querendo seu bem? O que você já tirou de bom proveito de todos eles?

A matéria está apertada e o professor é o pior deles por isso? Aquele professor que só dá notas é seu melhor professor? O professor que te pegou colando é a pior raça que existe? O professor certinho nunca entende o lado dos alunos e deve ter algum problema na vida pessoal? Se você pensa assim, pare para pensar novamente, pois você pode ser o problema.

Este ano, como disse em alguns posts anteriores, consegui uma amizade grandiosa com muitos deles. Agradeço ao time que eu tenho, pois são os melhores que já vi. Fico muito contente ao saber que eles, verdadeiramente, se preocupam com meu saber. Tudo bem, podemos nos desentender às vezes, mas o importante é que nos entendemos depois. É uma honra poder chamá-los de mestres e de amigos.

Feliz dia do mestre a todos os verdadeiros mestres! E que, cada dia que passe, vocês contribuam mais e mais para a educação do país, pois vocês também são responsáveis por essa engrenagem que move o mundo. Um grande abraço a todos e que Deus possa iluminar sempre o caminho de cada um.  

Três músicas – três línguas

Creed – Fear

Amanda Miguel – Él Me Mintió

Glória – Tudo Outra Vez

Sobre duas rodas

Hoje eu gostaria de falar um pouco sobre minha vida de ‘motoqueiro’. Não, eu não sou profissional no ramo, nem nada, só tenho uma moto mesmo. Nada de mais.

Na faculdade, tenho alguns colegas que pilotam moto. Então, sempre tirei algumas dúvidas sobre, pois andar de moto pode ser perigoso, mas é um veículo mais barato e mais rápido para o dia-a-dia.

Eu trabalho e estudo um pouco longe de onde moro (mais ou menos 5km, então não dá pra andar a pé todos os dias pra tal coisa). Para sanar esse problema, comprei uma moto um ano após tirar carteira. Sim, tirei minha “A” já com meus 18 anos (depois veio a “B”).

A primeira vez que subi numa moto foi uma sensação maravilhosa: o vento na cara, mesmo no frio, e aquela sensação de caminho livre. Confesso que, no início, ficava com certo medo de pilotar uma (aquele medo de cair ou de bater em algum lugar perigoso), mas, até o momento, tá tudo certo. Já estou indo pra todo canto da cidade.

Mas, a minha moto não foi a primeira que eu pilotei (sem contar a da autoescola, claro), um colega meu já havia me emprestado. Foi uma boa sensação.

Agora um fato engraçado: como eu sou baixinho, preciso inclinar a moto pra poder estacionar. Fica até engraçado.

Você já experimentou essa sensação antes?

E meu Wiimote finalmente chega

Quem curte jogos sabe perfeitamente como é ruim comprar um videogame que tanto espera e se decepcionar por saber muito bem que os consoles de hoje não vêm com mais de um controle (isso pode variar de loja pra loja também).

Pois bem, desde junho estávamos jogando (eu, irmão, família e amigos) apenas com um controle. Isso para quem adora fazer competições ou até mesmo jogar em modo cooperativo (em que um ajuda o outro).

No mês de agosto tentamos pedir um controle e nada. Esperamos durante dois meses inteiros (agosto e setembro) até que dia 09 (sexta) desse mês, finalmente ele chega dos correios.

Terceira vez que pedimos ele e só agora. Já dá pra imaginar o quanto a gente sofreu em esperar (ok, ok, sei que é um drama meu, mas é muito ruim). Agora podemos jogar jogos clássicos da Nintendo e nos divertirmos bastante. Só é uma pena que jogos, como Mario Kart Wii tenha me decepcionado nesse modo de jogabilidade (não se pode fazer campeonatos como no modo one player, apenas competições de 4 fases aleatórias, resumindo, não dá pra zerar o jogo no modo multiplayer).

O que mais me fascinou, com certeza, foi o jogo Residente Evil: The Umbrella Chronicles. Curta o jogo abaixo:

Baixinho no basquete

Tava aqui lembrando: Nem 1,70m, com apenas 15 anos e eu jogando basquete na educação física da escola. Logo eu.

Discorrerei sobre em outros posts, mas hoje não, pois bateu a preguiça de postar!

Joãozinho na padaria

Joãozinho chega na padaria e pergunta:
– Moço, tem pão?
O padeiro responde:
– Só tem pão dormido.
– Ah, então acorda cinco aí pra mim.

Orkut e comunidades

Um tempinho aí, eu fiz um post sobre Twitter, se eu deveria ou não fazer um. Mas, e o Orkut, que já tem um tempinho que eu tenho?

Orkut é uma rede social, ou seja, um lugar que parece um fórum gigante onde pessoas entram em comunidades específicas onde podemos fazer amigos pelos interesses. Tem umas comunidades lá bem legais, inclusive, que eu participo.

Qual a sua favorita?

Além disso, podemos encontrar músicas de cantores que gostamos, lugares onde vemos sobre nossos livros favoritos e ainda conversar muita abobrinha.

Tem uns tópicos inúteis também como: Beija ou passa a pessoa de cima e etc.

Também tem a disputa do topo do depoimento para falarmos o quão importante tal pessoa é para nós. Muitos recursos bem divertidos. Já encontrei uns amigos por lá.

E, você, tem orkut?

Muse – Uprising

A banda Muse apresentou no último MTV VMA [apresentado neste domingo, 13] uma de suas músicas do novo album The Resistance . O trio, formado por  Matthew Bellamy, Christopher Wolstenholme e Dominic Howard, é britânco e está na estrada há mais de 10 anos. Pra quem curte um rock mais alternativo, essa é uma boa pedida.

Como não temos o vídeo, vejamos o clipe:

The paranoia is in bloom, the PR
The transmissions will resume
They’ll try to push drugs
Keep us all dumbed down and hope that
We will never see the truth around

Another promise, another scene, another
A package not to keep us trapped in greed
With all the green belts wrapped around our minds
And endless red tape to keep the truth confined

They will not force us
They will stop degrading us
They will not control us
We will be victorious

Interchanging mind control
Come let the revolution take it’s toll if you could
Flick the switch and open your third eye, you’d see that
We should never be afraid to die

Rise up and take the power back, it’s time that
The fat cats had a heart attack, you know that
Their time is coming to an end
We have to unify and watch our flag ascendThey will not force us
They will stop degrading us
They will not control us
We will be victorious

Tabuada de 9

Vamos fazer a tabuada de 9?

9×1
9×2
9×3
9×4
9×5
9×6
9×7
9×8
9×9
9×10

Para o resultado, escrevemos em ordem de 0 a 9, assim:

9×1=0
9×2=1
9×3=2
9×4=3
9×5=4
9×6=5
9×7=6
9×8=7
9×9=8
9×10=9

Agora escrevemos na ordem inversa: de 9 a 0:

9×1=09
9×2=18
9×3=27
9×4=36
9×5=45
9×6=54
9×7=63
9×8=72
9×9=81
9×10=90

Pronto! Você acabou de aprender a tabuada do 9.

O Charmander abandonado

Quando você está jogando Pokémon Yellow no seu velho gameboy, ao fim de uma rota próxima à cidade de Cerulean, você encontra um treinador que, educadamente, informa que tem um pokémon que não consegue evoluir, pois ele não se considera um bom treinador. Você, como bom samaritano (e de olho no seu futuro Charizard) aceita cuidar dele e o integra em sua equipe, certo? Certo.

Só que esse treinador bonzinho só existe nos jogos. No anime, a história é completamente diferente.

Indo para Vermilion, Ash, Misty, Brock e Pikachu, perdidos, como de costume, encontram um Charmander deitado em uma pedra.

Charmander, cansado, diz que está a espera de seu dono. Então, eles vão embora e partem para o Centro Pokémon mais próximo para se protegerem da chuva. Lá eles encontram seu treinador, que admite que o abandonou por conta da fraqueza da lagartinha.

Brock é o mais preocupado do trio, pois acredita que ele realmente foi abandonado, o que já percebemos que ele estava certo.

“Vai buscar! Aquele Charmander ainda está te esperando, vai buscá-lo agora!”

A gente pensando que ia rolar briga e a enfermeira Joy vai lá e aparta. Poxa!

E lá vão nossos heróis a fim de resgatá-lo.

Como Charmander está sob chuva e ataque de Spearows, ele acaba ficando muito fraco para poder se defender. Por sorte, nossos amigos o levam para a enfermaria para que Joy possa cuidar dele.

Ok! Tudo muito lindo, mas na manhã seguinte, Charmander vai atrás de seu antigo treinador. Orgulho? Vingança? Não sei, mas que ele vai atrás, ele vai.

Aí, a Equipe Rocket aparece (não estava fazendo falta) faltando 6 minutos para o episódio acabar para… cavar um buraco?

Os nossos heróis, com exceção de Pikachu, caem no buraco. Aí, eles sequestram o amarelinho usando roupas de borracha e os bobões, ao invés de usar outro pokémon, não! Ficam lá esperando um herói aparecer. Por sorte, ele aparece.

Demasiado poder provindo de um pokémon nível 10 (que só aprende um golpe de fogo – Ember) desperta o sentimento de retorno do treinador antigo que admite que só voltou por ver potencial no pequeno lagarto de fogo.

Charmander até fica balançado, mas prefere não ir com ele. No fim, ele e Pikachu o atacam. Charmander vai para o time dos nossos heróis.

Por fim, uma última curiosidade: Brock é o que mais preocupa e o que mais motiva Charmander a seguir lutando bravamente, além de convencer o pequeno pokémon de fogo o que seu antigo treinador é capaz de fazer. Então, por que ele foi com Ash e não com Brock. Protagonismo, talvez?

Atualização: Veja o episódio completo abaixo:

O relógio de infância

Eu achava o máximo ter um relógio que eu tive na minha infância. Ele tinha as funções: despertador, mostrava o dia da semana na parte superior das horas, tinha cronômetro e ainda tinha luz para poder ver a hora durante a noite. Pra criança, aquilo era perfeito. Tentei repetir o feito na adolescência, mas nem era a mesma coisa.

Em tempo: eu tinha um primo que tinha um compartimento para guardar chiclete. Ele guardava moedas também (esse eu até queria por um tempo).

Tela em branco

Às vezes, fica um pouco difícil imaginar: o que posso por aqui?

Passam os dias, vejo uma tela em branco e passo horas pensando no que digitar, mas nada vem. Tem uma mente criativa é diferente de ativar o modo criativo, seja ele em qual momento for. E, aí, a gente fica horas sem pensar e sem escrever nada. Já até perdi o rumo.

Manter um blog nem é fácil, quando nem sempre os assuntos vêm à luz. O jeito é deitar, relaxar e, quem sabe, no dia seguinte, aparece algo.

Sopro de tranquilidade

Imagine, por um instante, que tudo ao seu redor desacelera. A noite fica mais macia, o ar parece mais leve, e você sente como se estivesse sentado em um lugar seguro, onde nada exige pressa. A minha voz chega até você como um sussurro calmo, quase como o som de uma brisa passando por entre folhas. Não há cobranças aqui, nem relógios correndo. Só um espaço silencioso onde você pode simplesmente existir.

Enquanto respira fundo, a tensão do dia começa a se desfazer, como se cada preocupação derretesse devagar. A correria, o trabalho, as expectativas — tudo isso fica lá fora, distante, pequeno. Aqui dentro, só importa o seu bem-estar. É como se o mundo desse uma pausa para que você pudesse se reencontrar consigo mesmo, sem peso, sem pressa, sem ruído.

E, nesse instante de quietude, você percebe que a paz não é algo que precisa ser buscado longe. Ela se revela quando você permite que o corpo descanse e a mente se aquiete. Fique um pouco mais nesse lugar suave. Deixe que essa calma te envolva como um cobertor morno. Você merece esse respiro, essa leveza, essa sensação de que, por alguns minutos, tudo está exatamente onde deveria estar.

Chão – Skank

Chão que desliza
Noite de ilusões à deriva
Groove, groove, groove, hey negrita
Teu prazer me cai na saliva

Céu que convida
Onde o som bater eu me encaixo
Groove, groove, groove na medida
Eu te espero em cima ou embaixo?

Dentro da noite do mundo
Vamos brindar à solidão
E acordar nas tábuas desse chão, oh

Não, não vacila
Vem aqui mostrar sua arte
Groove, groove, groove na medida
Teu prazer é o meu estandarte
(Runaway)

Dentro da noite do mundo
Vamos brindar à solidão
E acordar nas tábuas desse chão, oh

Todo nerd merece um cantinho para chamá-lo de seu

Habitación Virtual

Todo nerd necesita una habitación para llamarla de suya