Orkut e comunidades

Um tempinho aí, eu fiz um post sobre Twitter, se eu deveria ou não fazer um. Mas, e o Orkut, que já tem um tempinho que eu tenho?

Orkut é uma rede social, ou seja, um lugar que parece um fórum gigante onde pessoas entram em comunidades específicas onde podemos fazer amigos pelos interesses. Tem umas comunidades lá bem legais, inclusive, que eu participo.

Qual a sua favorita?

Além disso, podemos encontrar músicas de cantores que gostamos, lugares onde vemos sobre nossos livros favoritos e ainda conversar muita abobrinha.

Tem uns tópicos inúteis também como: Beija ou passa a pessoa de cima e etc.

Também tem a disputa do topo do depoimento para falarmos o quão importante tal pessoa é para nós. Muitos recursos bem divertidos. Já encontrei uns amigos por lá.

E, você, tem orkut?

Duas com Toddy

Vocês também têm aquela receitinha que vocês fizeram quando eram crianças e sentem uma certa nostalgia por se lembrarem dela? Sabe quando, por exemplo, você aprendeu a fazer brigadeiro de colher e hoje, sendo adulto, só faz para trazer um pouco a infância de volta? (E também porque é gostosa), mesmo que não seja tão saudável?

Não, não estou falando de receitas como macarrão instantâneo, é coisa de criança mesmo. E hoje estou afim de compartilhar com vocês duas que eu fazia quando criança.

No café da manhã, eu gostava de uma que era assim: eu pegava um prato fundo e enchia de bolacha maizena. Esquentava o leite (não gostava dele exatamente quente, morno já era bom). Antes de colocá-lo sobre as bolachas, eu jogava toddy em cima delas até cobri-las (criança gosta de tudo doce, não é?). Depois jogava mel e terminava com o leite. Esperava um pouco para a bolacha amolecer e depois só dava uma amassadinha e comia. Tomava no café da manhã antes de ir pra escola (aquele friozinho das 6h da manhã, sabe?). Hum, deu até vontade de fazer novamente.

A tarde, uma que eu gosto é assim: Você pega um pão, tira o miolo e passa margarina. Depois joga toddy e espalha pelo pão, sacudindo. Manda vê!

Ah, ser criança é tão bom!

O Charmander abandonado

Quando você está jogando Pokémon Yellow no seu velho gameboy, ao fim de uma rota próxima à cidade de Cerulean, você encontra um treinador que, educadamente, informa que tem um pokémon que não consegue evoluir, pois ele não se considera um bom treinador. Você, como bom samaritano (e de olho no seu futuro Charizard) aceita cuidar dele e o integra em sua equipe, certo? Certo.

Só que esse treinador bonzinho só existe nos jogos. No anime, a história é completamente diferente.

Indo para Vermilion, Ash, Misty, Brock e Pikachu, perdidos, como de costume, encontram um Charmander deitado em uma pedra.

Charmander, cansado, diz que está a espera de seu dono. Então, eles vão embora e partem para o Centro Pokémon mais próximo para se protegerem da chuva. Lá eles encontram seu treinador, que admite que o abandonou por conta da fraqueza da lagartinha.

Brock é o mais preocupado do trio, pois acredita que ele realmente foi abandonado, o que já percebemos que ele estava certo.

“Vai buscar! Aquele Charmander ainda está te esperando, vai buscá-lo agora!”

A gente pensando que ia rolar briga e a enfermeira Joy vai lá e aparta. Poxa!

E lá vão nossos heróis a fim de resgatá-lo.

Como Charmander está sob chuva e ataque de Spearows, ele acaba ficando muito fraco para poder se defender. Por sorte, nossos amigos o levam para a enfermaria para que Joy possa cuidar dele.

Ok! Tudo muito lindo, mas na manhã seguinte, Charmander vai atrás de seu antigo treinador. Orgulho? Vingança? Não sei, mas que ele vai atrás, ele vai.

Aí, a Equipe Rocket aparece (não estava fazendo falta) faltando 6 minutos para o episódio acabar para… cavar um buraco?

Os nossos heróis, com exceção de Pikachu, caem no buraco. Aí, eles sequestram o amarelinho usando roupas de borracha e os bobões, ao invés de usar outro pokémon, não! Ficam lá esperando um herói aparecer. Por sorte, ele aparece.

Demasiado poder provindo de um pokémon nível 10 (que só aprende um golpe de fogo – Ember) desperta o sentimento de retorno do treinador antigo que admite que só voltou por ver potencial no pequeno lagarto de fogo.

Charmander até fica balançado, mas prefere não ir com ele. No fim, ele e Pikachu o atacam. Charmander vai para o time dos nossos heróis.

Por fim, uma última curiosidade: Brock é o que mais preocupa e o que mais motiva Charmander a seguir lutando bravamente, além de convencer o pequeno pokémon de fogo o que seu antigo treinador é capaz de fazer. Então, por que ele foi com Ash e não com Brock. Protagonismo, talvez?

Atualização: Veja o episódio completo abaixo:

Uma boa noite de sono

Uma boa noite de sono, com aproximadamente 8h sem interrupção, ajudam a termos uma vida saudável. Muitas vezes, podemos não conseguir tal feito, pois a noite pode ser o reflexo do nosso dia-a-dia, ou ao menos o que vivemos. Por isso, algumas dicas que podemos para termos uma boa noite de sono (e, consequentemente uma vida mais saudável) são:

1 – Pratique atividades físicas. Não seja sedentário. Exercitar-se pode ser ruim, mas sempre há algum exercício feito para você. O importante é se movimentar e ter constância.

2 – Alimente-se bem. Você não precisa parar de comer doces ou frituras, mas lembre-se de reduzi-los e priorizar os alimentos saudávels, como fontes de vitaminas.

3 – Esteja sempre ao redor de pessoas que tragam energias positivas (atitudes positivas). Não dá pra ficar só perto de quem apenas reclama.

4 – Compense o dia estressante, com momentos relaxantes: uma boa caminhada, uma leitura, conversar com pessoas legais.

5 – Esvazie a cabeça: não tem problema passar horas fazendo nada ou vendo um filminho legal, por exemplo.

E você? O que faz para ter um dia melhor?

Fizeste isto por mim?

Ele jogou a cor laranja no nascer do sol
e pintou o céu de azul.
E se você gosta de ver o voo dos gansos
poderá observar isto também.

Teve Ele de fazer a bela cauda do esquilo?
Foi Ele obrigado a fazer o canto dos pássaros?
E a forma engraçada como as galinhas ciscam
ou a majestade do trovão quando emite seu som?

Por que dar cheiro à flor? Por que dar sabor aos alimentos?
Seria porque
Ele adora ver
este olhar em seu rosto?

— Extraído do texto “Fizeste isto por mim?” do livro “Ele escolheu os cravos” de Max Lucado

No consultório de psiquiatria

– Doutor, eu tenho um problema. Não consigo lembrar de nada do que me dizem depois de um minuto, um minutinho apenas, doutor.
– E há quanto tempo apareceu esse problema?
– Há quanto tempo apareceu o que, doutor?

Joãozinho na padaria

Joãozinho chega na padaria e pergunta:
– Moço, tem pão?
O padeiro responde:
– Só tem pão dormido.
– Ah, então acorda cinco aí pra mim.

Tela em branco

Às vezes, fica um pouco difícil imaginar: o que posso por aqui?

Passam os dias, vejo uma tela em branco e passo horas pensando no que digitar, mas nada vem. Tem uma mente criativa é diferente de ativar o modo criativo, seja ele em qual momento for. E, aí, a gente fica horas sem pensar e sem escrever nada. Já até perdi o rumo.

Manter um blog nem é fácil, quando nem sempre os assuntos vêm à luz. O jeito é deitar, relaxar e, quem sabe, no dia seguinte, aparece algo.

Por que é assim?

Você sabe diferenciar os porquês? Saber qual usar em determinada situação sempre é algo complicado de se fazer, não é? Hoje, irei te ensinar de forma rápida como usá-los:

Por que: É o mais comum utilizado em perguntas.
Exemplo: “Por que você não foi à escola ontem?”
Note que, neste exemplo, o porquê vem ao início da frase.

Por quê: Usado no final de perguntas
Exemplo: “Ouvimos a bronca sem saber por quê”.
Normalmente, próximo a pontos. Pode também aparecer em perguntas indiretas, sem ponto de interrogação.

Porque: Usado em respostas
Exemplo: “Falo isso porque me importo com você”.

Porquê: Tem valor de substantivo e indica o motivo ou a razão.
Exemplo: “Qual é o porquê de toda essa festa?”
Note que, neste exemplo, você pode trocar “o porquê” por “a razão” ou “o motivo”. Também note que este porquê é usado com um artigo antes.

Aprendeu? Então comenta um exemplo aqui nos comentários!

Fear – Creed

The cradle of civilization sparks my fascination
Truth ignites our generation to change what’s been programmed
Inside my mind

Don’t you turn a blind eye
Change what’s been programmed inside
Don’t you turn a blind eye

Listen to me when i tell you
Feel the passion in my breath
Stay on top if they let you
Cause the change is permanent!
Change is permanent

Rudiments of interpersonal communication
Truth will uproot and bring war’s devastation to light

Don’t you turn a blind eye
Change what’s been programmed inside
Don’t you turn a blind eye
Staying silent is a crime

Listen to me when i tell you
Feel the passion in my breath
Stay on top if they let you
Cause the change is permanent!
Change is permanent

Change starts in your mind
Leave the past behind
Forget everything you know
Make a change, let go
Make a change, let go

Let go, let go, let go

Listen to me when I tell you
Feel the passion in my breath
Stay on top if they let you
Cause the change is permanent!
Change is permanent
Change is permanent

Perguntinhas para passar o tempo

Qual é o fim da picada?
Quando o mosquito vai embora.

O que são dois pontos pretos no microscópio?
Uma blacktéria e um pretozoário.

Qual é a comida que liga e desliga?
O Strog-ON-OFF.

Qual o vinho que não tem álcool?
Ovinho de Codorna.

Como se faz para ganhar um Chokito?
É só colocar o dedito na tomadita.

Qual é o doce preferido do átomo?
Pé-de-moléculas.

O que é uma molécula?
É uma meninola muito sapécula.

Como o elétron atende ao telefone?
Próton!

O que um cromossomo disse para o outro?
Oh! Cromossomos felizes!

Como as enzimas se reproduzem?
Fica uma enzima da outra.

O que é um ponto marrom no pulmão?
Uma brownquite.

O que é um pontinho vermelho no meio da porta?
Um olho mágico com conjuntivite.

Por que as estrelas não fazem miau?
Por que Astro-no-mia.

Por que a vaca foi para o espaço?
Para se encontrar com o vácuo.

O que o canibal vegetariano come?
A planta do pé e a batata da perna.

Pequeno Bulbinha

Bulbasaur, do tipo Planta/Veneno é o pokémon nº 1 da pokedéx. Um dos iniciais da região de Kanto, onde você pode escolhê-los nos jogos Red e Blue.

Ele não foi a primeira opção do nosso herói Ash, mas o capturou quando foi para a Vila Escondida, depois de enfrentar Misty no Ginásio de Cerulean, um pouco diferente da versão Yellow de pokémon, que você pega com Melanie na cidade de Cerulean, caso seu Pikachu esteja no nível 26 (acho).

No anime, eles começam perdidos, pra variar. E aí eles acham um Oddish. Ash e Misty brigam pra tentarem capturá-lo, mas aparece um bichinho que os impede de fazer tal coisa.

“Pesquisadores estão incertos se devem classificá-los como planta ou animal”… oi?

Ash até tenta capturá-lo, mas, por algum motivo, o inseto de Ash, que é mais forte do que pokémon planta, leva uma surra que deixa a própria borboleta de Ash de olhos vermelhos (e pelo branquinho).

Empolgados com a descoberta de novos pokémon, eles atravessam uma ponte toda lascada (muito confiável) que acaba caindo. O resultado, é uma cena traumatizante para qualquer criança dos anos 90/2000: Brock caindo de uma altura de uns 30 metros direto para o rio.

Nem cinco minutos de episódio e eu já estou achando tudo isso muito pesado. Tá louco.

Ok, vamos pular um pouco o episódio (após sabermos que Brock está são e salvo sem nenhum ferimento, visto que ele foi muito bem cuidado por uma garota bonita e… adivinhem o nome dela? Exatamente: Julisclene. Não, tô zoando, é a Melanie. A mesma que te dá um Bulbasaur no Pokémon Yellow).

Melanie tem uma espécie de Spa Pokémon, onde pokémon feridos podem se curar e descansar, comendo ervas medicinais, tomando café, almoço e ainda relaxando num pequeno riacho. Bulbasaur a ajuda.

Aqui temos Brock envergonhado, pois Misty desbobre que ele está gostando de Melanie. Mas, vamos combinar, ela realmente é uma garota bonita.

Não se enganem pela carinha bonitinha, ela é malvada e cruel, pois bota armadilhas pra todos os cantos para que treinadores malvados não saiam por aí capturando os pokémon feridos (ok, isso não faz dela uma má pessoa).

Agora vejam Staryu tomando banho:

Bulbasaur protege a vila da Equipe Rocket que tenta capturar todos os pokémon com um aspirador gigante.

Aí é aquela história: Bulbasaur ajuda Oddish e Ash ajuda Bulbasaur. Vendo todo o empenho de Ash, Bulbasaur, que odeia treinadores pokémon, cria uma certa estima pelo treinador e disse que gostaria de seguir viagem com ele desde que ele o derrotasse numa batalha pokémon.

Agora vamos à lógica: se Bulbasaur ganha de Butterfree, que é sua fraqueza, claro que perderia de um pokémon como Pikachu (lógica do anime).

E, aí, temos o final do episódio com mais um amiguinho para o Ash.

Ah, peraí, tem uma última coisinha.

“Eu dei um beijo nela sim, e daí?”. Pera, como assim Brock perdeu sua BV e isso nos passou despercebido?

Frases de Reflexão (pt. 2)

“Como são admiráveis as pessoas que não conheço bem… nunca acredite em ninguém!”

“Antes de magoar o coração, pense bem, pois você está dentro dele”

“Nada é impossível, quando se acredita em Deus” – Carlla Luiza Pessoa

“Não sou o dono do mundo, mas sou o filho do dono”

“Não mude seu jeito apenas porque alguém pediu, mude para cada dia tornar-se melhor e uma pessoa de bem”

“Para conseguir realizar um sonho, não basta apenas sonhar, tem que acreditar”

“Sempre pense duas ou até mais vezes antes de agir ou dizer qualquer coisa”

“A vida é como se fosse um espelho, devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos, crenças e entusiasmo”

“Os homens se ocupam mil vezes mais em adquirir riqueza do que cultura e, no entanto, o que somos contribui muito mais para a nossa felicidade do que o que temos” – Schopenhauer

“Todo o caminho do homem é reto aos seus próprios olhos, mas o senhor sonda os corações” – Provérbios 21:2-4

“A justiça se defende com razão e não com armas. Não se perde nada com paz, e pode perder-se tudo com a guerra”

“Onde há boa vontade, há esperança”

“A felicidade é um direito de todos, mas para ser feliz, é preciso saber perdoar e amar”

“As nossas ações estão marcadas na mente das pessoas que nos cercam, façamos delas um instrumento de amor, lutando por um mundo melhor”

“O homem deve criar as oportunidades e não somente encontrá-las” – Francis Bacon

“Somos o que fazemos, mas somos, principalmente o que fazemos para mudar o que somos” – Eduardo Galeano

“Quando se busca o cume da montanha, não se dá importância às pedras do caminho” – Provérbio oriental

“Faça de si uma pessoa honesta e esteja certo que há menos um patife no mundo”

Chocolatinho para adoçar

Acho que uma das coisas que a gente mais gosta quando é criança, geralmente claro, é doce. São tantas lembranças de guloseimas que fazem parte da nossa vida que a gente percebe o quão mínimo era para sermos felizes.

Ali entre meus 9 ou 10 anos de idade, mexer com fogão poderia até ser algo distante (talvez não perigoso, mas não era algo que eu mexeria com frequência). Sei que muitas crianças já aprendem a cozinhar, mas não foi exatamente o meu caso.

Porém, uma antiga amiga de minha mãe nos ensinou a fazer uma das receitas mais gostosas quando se é criança: brigadeiro de colher. Claro que, hoje em dia, a gente conhece muitas outras receitas, mas quero ensinar a vocês como eu aprendi:

Primeiro, você coloca meia colher de manteiga numa panela e mexe até ela derreter. Aí você coloca uma boa quantidade de leite e mistura com achocolatado e açúcar. Sim, o negócio fica bem doce e eu, já um jovem adulto, não me atreveria comer tanto doce, mas era o que tinha, né galera.

Aí vem a parte chata: misturar tudo até o doce ficar naquela consistência que a gente já conhece.

Claro que, hoje, eu não faço essa receita, mas é uma memória que tenho que me agrada muito recordar.

E você? Tem alguma receita de infância?

Troca de corpos

Um pouco antes do nacional “Se eu fosse você”, estrelado por Toni Pires e Glória Ramos (oh, wait!), Lindsay Lohan e Jamie Lee Cutis já trocavam seus corpos lá em 2003 em Sexta-Feira Muito Louca depois de terem contato com um bolinho chinês dado pela dona de um restaurante safada que só queria ver o caos dominar aquela família que vivia brigando porque, aparentemente, uma não entendia a outra. 

Anna, que não tinha cara de banana, é a filha adolescente rebelde da mãe sempre-sem-tempo Tess, que era apaixonada por um cara chamado Ryan, um qualquer sem importância

Um belo dia elas trocam de corpo, e aí a senhora (senhora?) vai reviver sua vida estudantil, com as melhores amigas, o amor da jovem que a mãe é completamente contra e a briga com Stacey, uma antiga amiga, atual inimiga que a mãe não entende os motivos que levaram a isso (na verdade, nem a gente entende). 

Enquanto isso, a jovenzinha vira uma senhora (de novo essa piadinha?) vira uma psicóloga e só fica ouvindo. E aí ela entende o quanto a mãe é ocupada (será que entende mesmo)? 

Claro que tem os pontos máximos do filme, como a apresentação de rock e a festa de noivado. Nesses pontos, é onde finalmente mãe e filha tem sua compreensão máxima uma sobre a outra. E aí, nesse momento, elas voltam para seus corpos. 

Vale a pena?  

Ah, sei lá! Vai lá e assiste… 

Brincadeira, vale sim! 

Yoshi e seus jogos

O personagem Yoshi foi criado pelo designer gráfico Shigefumi Hino em 1990. Ele foi criado para atender a demanda da Nintendo de realizar uma aventura em que Mario viajasse montado em um dinossauro.

A primeira aparição de Yoshi foi no jogo Super Mario World para o Super Nintendo. Yoshi tem sido um personagem popular na série Super Mario Bros e já protagonizou alguns jogos. 

Super Mario World: Este é o jogo que marcou a primeira aparição de Yoshi, lançado em 1990.

Super Mario World 2: Yoshi’s Island: Lançado em 1995, este foi o primeiro jogo de plataforma de Yoshi e uma sequência do clássico Super Mario World. 

Yoshi’s Safari: Lançado em 1993, este jogo utilizava a bazuca Super Scope do console.

Tetris Attack: Lançado em 1996, este é um clássico quebra-cabeça baseado em Yoshi. 

Yoshi’s Story: Este jogo foi lançado em 1998 e é lembrado pelo seu charme, com visual baseado em livros de histórias infantis e gráficos pré-renderizados em 2D. 

Todo nerd merece um cantinho para chamá-lo de seu

Habitación Virtual

Todo nerd necesita una habitación para llamarla de suya