Tava aqui lembrando: Nem 1,70m, eu tenho. Na verdade, eu deveria ter, sei lá, 1,60 com apenas 15 anos. Acho que a puberdade não me ajudava muito. Era, talvez, o menor dos colegas e, possivelmente, o mais novo.
Eu sei, nem faz tanto tempo assim. 15 anos não foi nem há 4 anos, mas parece que já faz um bom tempo que eu estava batendo com a bola contra o chão da quadra da escola eu jogando basquete na educação física da escola. Sim, logo eu!
Não que meus colegas fossem gigantes ou parrudos. Na verdade, a diferença era de poucos centímetros, mas basquete, com certeza, era um dos esportes que eu jamais imaginaria jogar. Também nem preciso dizer que meu pulo era pouco efetivo, né?
“Ah, mas você jogava vôlei”. Não é a mesma coisa! Apesar de vôlei tirar vantagem de baixinhos, você ainda pode estar em outras posições e apenas mandar um toque ou uma manchete. Sacar também não era difícil, se você fosse jogar no modo seguro (quando você para a mãozinha e bate na bola com a outra mão em formato de copinho). Agora, basquete? Precisa pular e alcançar a cesta pra marcar ponto!
Tá, mas e aí? Você deve estar se perguntando se eu era bom no negócio, né? Não vou dizer, pois não me lembro disso (ou não quero me lembrar no momento em que posto isso), mas… se você quiser saber, então te chamo para um duelo 1×1 onde eu, com certeza, irei fugir para as colinas para bem longe de você.
Um beijo do baixinho.

Uma consideração sobre “Baixinho no basquete”