É impressionante como as coisas têm evoluído de uns anos para cá. Há 10 anos, quando eu ainda estava no ensino fundamento (4ª série), vinha uma galera na minha escola pra vender um kit completo da Barsa, que era uma coletânea de livros com vários conteúdos escolares para nos ajudar a fazer pesquisa.
E quem faz isso hoje? Exato, o google. Você apenas digita o que você quer e já consegue o resultado.
Agora, imagine-se pesquisando vários conteúdos em vários livros diferentes.
Um adendo: não era nem um pouco barato (motivo que meu pai nunca me deu dinheiro pra comprar um).
Um soldado não identificado apanhou galhos – maduros o suficiente para serem espinhos, maleáveis o suficiente para serem moldados – e os transformou em uma coroa de escárnio, uma coroa de espinhos.
Os espinhos simbolizam, nas Escrituras, não o pecado, mas a consequência dele.
Retirado de “Eu vos amei o suficiente para tornar-me um de vós”, do livro “Ele escolheu os cravos”, de Max Lucado.
Às vezes eu só queria que o mundo diminuísse o ritmo por um instante. Sinto como se tudo ao meu redor estivesse sempre correndo, sempre exigindo algo, e eu só desejasse um pouco de silêncio dentro de mim. Não é cansaço físico, é aquela vontade de respirar fundo sem sentir o peso do dia grudado nos ombros. Pedir para o mundo parar para eu poder descer, entende?
Tem momentos em que eu paro e percebo que preciso de paz, de um espaço onde minha mente não esteja sendo puxada para mil direções ao mesmo tempo. Eu queria conseguir me desligar da correria, das expectativas, das cobranças que eu mesmo coloco sobre mim. Só queria um intervalo, um respiro, algo que me lembrasse que eu também mereço descanso.
E, no fundo, eu sei que esses pequenos instantes existem — às vezes num gesto simples, num silêncio breve, numa pausa que quase passa despercebida. Talvez eu só precise aprender a enxergá-los melhor. Porque, sinceramente, tudo o que eu quero agora é um pouco de calma, um pouco de leveza e daquele tempinho comigo mesmo.
Vocês também têm aquela receitinha que vocês fizeram quando eram crianças e sentem uma certa nostalgia por se lembrarem dela? Sabe quando, por exemplo, você aprendeu a fazer brigadeiro de colher e hoje, sendo adulto, só faz para trazer um pouco a infância de volta? (E também porque é gostosa), mesmo que não seja tão saudável?
Não, não estou falando de receitas como macarrão instantâneo, é coisa de criança mesmo. E hoje estou afim de compartilhar com vocês duas que eu fazia quando criança.
No café da manhã, eu gostava de uma que era assim: eu pegava um prato fundo e enchia de bolacha maizena. Esquentava o leite (não gostava dele exatamente quente, morno já era bom). Antes de colocá-lo sobre as bolachas, eu jogava toddy em cima delas até cobri-las (criança gosta de tudo doce, não é?). Depois jogava mel e terminava com o leite. Esperava um pouco para a bolacha amolecer e depois só dava uma amassadinha e comia. Tomava no café da manhã antes de ir pra escola (aquele friozinho das 6h da manhã, sabe?). Hum, deu até vontade de fazer novamente.
A tarde, uma que eu gosto é assim: Você pega um pão, tira o miolo e passa margarina. Depois joga toddy e espalha pelo pão, sacudindo. Manda vê!
Um esporte que eu praticava na minha infância era o Karatê. Talvez, sendo incentivado pelo meu irmão que também fazia, esse foi um esporte que eu pratiquei até pegar a faixa verde (a 5ª faixa, na época). E, por algum motivo, eu parei.
Claro que não me lembro de muitos nomes de golpes, eram todos japoneses e, talvez, eu passe um pouco de vergonha ao escrevê-los, mas eu tenho lembranças de sempre chegarmos, tirarmos nossos relógios e chinelos, fazermos um alongamento e depois começarmos as lutas. Também tinha a luta imaginária e também a luta de sumô entre os companheiros.
Na troca de faixa, no fim do ano, toda a escola (estudávamos, acredite, em um conservatório municipal) se reunia para apresentar frente a muitos pais e amigos (geralmente, no estádio poliesportivo da cidade).
Todo ano era um professor diferente, trazido de outra cidade. Cada um com sua técnica.
Acho que não tenho muito mais o que falar sobre. Você praticava algo na infância?
Novembro chegou trazendo uma energia diferente, quase como um sopro novo que toca a alma. É o mês em completo 20 anos e isso por si só já carrega um brilho especial. A sensação é de recomeço, de portas que se abrem, de caminhos que começam a ganhar forma sob a luz divina que acompanha cada passo.
Há algo de abençoado em novembro — uma calma que se mistura com expectativa, uma fé silenciosa de que dias melhores estão vindo. É como se o universo inteiro conspirasse para que este mês fosse leve, próspero e cheio de boas surpresas.
Que novembro seja um mês de conquistas, de momentos marcantes e, claro, de muitos posts que registrem tudo isso. Que a luz divina ilumine seus planos, fortaleça seus sonhos e faça desse ciclo um dos mais especiais da sua vida. Que venha um mês bonito, cheio de fé, alegria e novas histórias para contar.
Às vezes, pequeno gafanhoto, o que você precisa não é de silêncio absoluto, mas de um tipo diferente de calma — aquela que surge quando você se permite observar o mundo com mais suavidade.
Imagine-se sentado em um lugar tranquilo, ouvindo o som distante de uma fonte ou o farfalhar de cortinas tocadas por um vento leve. Nada exige sua atenção imediata. Você apenas sente o corpo repousar, como se cada músculo entendesse que pode finalmente soltar o peso que carregou o dia inteiro. É um momento seu, íntimo, onde o tempo parece se esticar só para te dar espaço.
E enquanto você respira devagar, percebe detalhes que normalmente passam despercebidos: o cheiro de algo familiar no ar, a textura de um tecido macio entre os dedos, a luz suave que entra pela janela e colore o ambiente de um jeito quase poético.
Esses pequenos instantes, tão simples, têm uma força enorme. Eles lembram que a vida não é feita só de obrigações e pressa — também é feita de pausas que aquecem, de sensações que acolhem, de momentos que devolvem equilíbrio. E você merece cada um deles.
É, pessoal. Em menos de um mês entrarei na casa dos 20 anos. Duas décadas neste mundão.
Já contei um pouco de como foi minha vida até aqui. Falei dos esportes, falei das músicas que curto, das brincadeiras que fazia quando era criança, algumas viagens que fiz e alguns pensamentos e contos que compartilhei.
Claro, até o momento não foi muito, visto que ainda estamos com 3 meses de blog.
Um pouco antes do nacional “Se eu fosse você”, estrelado por Toni Pires e Glória Ramos (oh, wait!), Lindsay Lohan e Jamie Lee Cutis já trocavam seus corpos lá em 2003 em Sexta-Feira Muito Louca depois de terem contato com um bolinho chinês dado pela dona de um restaurante safada que só queria ver o caos dominar aquela família que vivia brigando porque, aparentemente, uma não entendia a outra.
Anna, que não tinha cara de banana, é a filha adolescente rebelde da mãe sempre-sem-tempo Tess, que era apaixonada por um cara chamado Ryan, um qualquer sem importância.
Um belo dia elas trocam de corpo, e aí a senhora (senhora?) vai reviver sua vida estudantil, com as melhores amigas, o amor da jovem que a mãe é completamente contra e a briga com Stacey, uma antiga amiga, atual inimiga que a mãe não entende os motivos que levaram a isso (na verdade, nem a gente entende).
Enquanto isso, a jovenzinha vira uma senhora (de novo essa piadinha?) vira uma psicóloga e só fica ouvindo. E aí ela entende o quanto a mãe é ocupada (será que entende mesmo)?
Claro que tem os pontos máximos do filme, como a apresentação de rock e a festa de noivado. Nesses pontos, é onde finalmente mãe e filha tem sua compreensão máxima uma sobre a outra. E aí, nesse momento, elas voltam para seus corpos.
A cantora Pitty é uma das minhas paixões no cenário da música, ainda mais do Rock Nacional. Recentemente, ela lançou seu novo álbum, o Chiaroscuro, que contém um monte de músicas maravilhosas. Vale a pena conferir!
Conta-se uma lenda judaica que dois amigos, um solteiro e outro casado, e que dividiam o mesmo campo de trigo, tiveram prosperidade em seu cultivo. Então, acreditando que o outro precisaria mais dessa prosperidade que o outro, ambos têm a mesma ideia, porém sem que o outro saiba, e resolvem presentear um ao outro com essa prosperidade.
Na conferência da E3 deste ano, a Nintendo anunciou jogos como New Super Mario Bros Wii, Wii Fit Plus, Mario and Luigi: Bowser’s Inside Story, The Legend of Zelda: Spirit Tracks, e etc.
Senhor, no silêncio deste dia que amanhece, venho pedir-te a paz, a sabedoria, a força. Quero olhar hoje o mundo com olhos cheios de amor, Ser paciente, compreensivo, manso e prudente, ver alem das aparências teus filhos como tu mesmo os vês e, assim, não ver senão o bem em cada um.
Fecha meus ouvidos a toda calúnia. Guarda minha língua de toda maldade.
Que só de bênçãos se encha meu espírito, Que eu seja tão bondoso e alegre que todos quantos se achegarem de mim sintam tua presença.
Reveste-me de tua beleza, Senhor, e que, no decurso desse dia, eu não te ofenda eu te revele a todos.
Às vezes, tudo o que você precisa é de um instante para si. Pode ser algo simples, como caminhar devagar pela casa enquanto sente o chão sob os pés, ou preparar um café com calma, observando o vapor subir como se o tempo estivesse disposto a esperar por você. Esses pequenos rituais, quase invisíveis no meio da rotina, têm o poder de abrir janelas de respiro no dia. É como se o mundo diminuísse o volume só para você ouvir sua própria presença.
Existem atividades que funcionam como abrigo. Ler algumas páginas de um livro sem pressa, cuidar de uma planta, organizar um cantinho da casa, ouvir uma música suave… tudo isso cria um espaço onde a mente se acomoda e o corpo relaxa. Não é sobre produtividade, nem sobre fazer algo “útil”. É sobre permitir que a vida tenha momentos de leveza, onde você se reconecta com aquilo que te faz bem, mesmo que por poucos minutos.
E, no meio dessa correria toda, as pausas são como pequenas ilhas de descanso. Fechar os olhos por um instante, alongar o corpo, respirar fundo, sentir o ar entrar e sair — são gestos simples, mas que devolvem equilíbrio. Quando você se permite parar, mesmo que por pouco tempo, percebe que a calma não está distante. Ela mora nesses intervalos, nesses respiros, nesses cuidados discretos que você oferece a si mesmo.
O mais interessante em relação a ele é que ele registra todas as MP3 do computador que eu escuto. Por isso, vai ser interessante ver quais as músicas, álbuns e artistas eu mais tenho escutado. Só é uma pena que ele não registre minhas reproduções do Youtube.
E a pergunta é: Será que usarei por muitos anos? Será que eu estarei conferindo quais músicas eu escutava num passado distante? Veremos!
Bom, até o momento, a forma como tenho de registrar as músicas que eu mais ouvia em determinada época do ano era gravando CDs ou comprando originais.
O primeiro artista que estou registrando em meu perfil do Last.FM chama-se Matheus Herriez. Confira a música abaixo: