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Vamos falar de parceiros ou de outras coisas que estão acontecendo no mundo virtual

O turista que ainda não passou

Prestes a completar 15 anos neste 2026, algo que comecei no início da minha fase adulta foi a ter o prazer que sinto até hoje: o de viajar. Claro que viajar aos 20 tem uma pegada bem diferente aos 30. Não temos tanta energia ou tanta paciência como antes, ou aquela vontade de explorar cada pedacinho da cidade, mesmo a pé, mas já temos mais que experiência ou maturidade, e muitas vezes expertises, sobre o que queremos ver, comer, visitar ou o quanto podemos gastar.

Talvez seja consenso que viajar é lavar a alma, descobrir novos mundos, conhecer novas pessoas e experiências. E por mais que eu já tenha viajado muito e conhecido quase metade do Brasil (exagero, talvez?), ainda não tive o prazer de por os pés fora da fronteira.

Mesmo quando viajo para uma cidade que eu já conhecia, a experiência e as memórias são sempre diferentes. Cada hora uma aventura diferente.

Claro que, além dessas viagens, também fazemos nossas viagens digitais, passeando por outros blogs e experimentando a leitura de outras pessoas. E foi numa dessas viagens que me inspirei pra fazer pra fazer esse post, pousando na leitura do blog Telha do Tiago que conta um pouco sobre sua experiência em suas viagens internacionais. No post, ele relembra um período intenso de viagens que ampliou sua visão de mundo, mas que também trouxe incômodos ligados à padronização do turismo e ao impacto ambiental, mostrando, em post a parte, quais os impactos do turismo para a população local.

Tiago também relata que precisou se forçar em uma pausa. Primeiro pela paternidade e depois pela pandemia. E, agora, suas viagens principais passam a ser os livros de seu mestrado.

Com uma dualidade de pensamento entre turista, aquele que quer sempre aproveitar momentos e criar memórias, sempre tirando fotos e gravando vídeos para as redes sociais, e morador local de uma cidade turística, podemos ter um momento de reflexão a partir de seus textos: o que podemos fazer, enquanto turistas, para que possamos aproveitar nossas viagens sem trazer tanto impacto negativo para os viventes locais?

Quando somos meros turistas, precisamos nos lembrar de que não estamos em nossas casas. E, mesmo que estivéssemos, devemos nos lembrar de sempre agir com bom senso. Há o que se curtir, mas há maneiras corretas pra isso. E, devemos entender que, por estarmos em outra cultura ou outro território, o aprender é mais importante do que o ensinar. Faz parte da viagem.

(É claro que essa discussão de turismo pode render um bom debate, mas aí já posso estar entrando em um território um pouco desconhecido pra mim).

De qualquer forma, foi interessante ler um relato em uma visão diferente do meu. E você, o que opina de tudo isso?

O que é o Xoxando Games?

Na semana passada, aqui no blog, resolvi enaltecer um vídeo que um amigo fez homenageando os 25 anos de Resident Evil, algo muito bem produzido e que merece viralizar. Você pode conferir o post e o vídeo, clicando aqui nesta pequena frase que eu estou digitando.

E aí, vieram os refrescos…

Por conta disso, no post de hoje, vamos conhecer, nas palavras dele, seu canal no youtube.

P: O que é o Xoxando Games?

Rowguii: O XOXANDO GAMES nada mais é do que um grande brincadeira/deboche do cotidiano gamer! Em esquetes e personagens, em situações do dia-a-dia como partidas online entre amigos, notícias que saem da industria de games, memes de videogame, vou contando um pouco de cada lado e pescpectiva gamer que tem dentro de mim de forma divertida! E pra quem assiste, talvez se identificar com um pouquinho com aquela personalidade gamer que também tem dentro de si!

P: Há quanto tempo você tem esse canal?

Rowguii: O XOXANDO GAMES teve seu “grande deboche” iniciado em Novembro de 2020 no YouTube, e as idéias começaram a ser elaboradas Setembro do mesmo ano. Em Abril de 2021, passou a também ser “xoxado” no Instagram pelo IGTV. E a extensão disso tudo são as lives na Twitch, jogando principalmente os jogos doidos que nem o streamer!

P: Por que resolveu começar?

Rowguii: Sempre fui apaixonado por videogames, e desde pequeno estou com um controle de videogame na mão! E minha personalidade é muito inquieta, mas ao mesmo tempo explodindo de idéias. E sempre me diverti muito jogando com meus amigos videogames, e criativo com as piadas que surgiam no meio disso. E se a gente observar, saímos há muito tempo do esteriótipo gamer ser aquele nerd, com espinhas na cara, óculos de grau… Hoje, praticamente todo mundo é gamer! Seja no PC, videogame, celular, todo mundo está reservando aquele tempinho pra jogar algo. E foi observando essa grande nuance de jogadores, e meu lado rápido pra fazer piadas, então resolvi criar esse universo da brincadeira gamer, da ‘xoxação” dos jogadores, por isso o nome XOXANDO GAMES! E ao meu ver, foi uma forma de levar um pouco de risada ao meio tóxico gamer que, infelizmente, tem se tornado muito forte. Por isso tudo nasceu o XOXANDO GAMES: uma grande homenagem aos jogos, videogames, aos jogadores, e do nosso lado divertido de ser um gamer!

Confiram também o canal do Rowguii na twitch!

Obrigado pela entrevista, Rowguii

Xoxando Games homenageia Resident Evil

Desenvolvido pela Capcom desde 1996, o jogo de gênero survivor horror Resident Evil é um título bem conhecido. No primeiro jogo, Chris Redfield e Jill Valentine, entre outros personagens, são apresentados à nos e eles são chamados a uma missão assombrada para investigar de uma vez por todas o seguinte mistério: por que Bowser sempre sequestra a princesa Peach? Anos mais tarde, a mansão passa a ser infestada por fantasmas e Luigi é chamado para aspirá-los usando apenas um aspirador de pó.

Conheça a história real, clicando aqui

Neste ano, a franquia RE comemora 25 anos e eu gostaria de apresentar a vocês um vídeo que um amigo fez em comemoração. Com vocês, o canal Xoxando Games, do meu amigo Rowguii:

Xoxando games é um canal de esquetes de cotidiano gamer que possui vários quadros, como quadro de fofoca, análise de games, jornal, horóscopo e muito mais. Vale a pena conferir.

Ah, o especial de RE ficou ótimo.

Cinnamon Challenge [Desafio da Canela]

Há algum tempo, encontrei alguns vídeos sobre “Cinnamon Challenge”, traduzindo, o desafio da canela. Vídeos hilariantes sobre pessoas desafiadas a comer canela sem a ingestão de água. Parece coisa à toa, mas, para quem assiste, é uma experiência muito divertida. Não podemos dizer o mesmo das pessoas que topam esta loucura. Entenda um pouco mais sobre o assunto…

E assim começa nossa brincadeira...
Um pouco de canela é o suficiente para fazer um grande estrago.

Um bando de malucos e um punhado de canela

Cinnamon Challenge é um desafio popular inventado pelos americanos  que consiste em colocar uma colher cheia de canela na boca, sendo proibido ao desafiado vomitá-la ou inalar seu pó. A canela deve ser ingerida sem a ajuda de quaisquer líquidos. Em alguns casos, deve-se deixá-la por 60 segundos na boca.

Tão bobo, mas com tantos adeptos

Tudo começou quando, numa bela tarde de domingo, um cara qualquer e sem nada para fazer desafiou outro amigo que também não tinha o que fazer. Esse cara, Michael Buffington foi o responsável por desafiar, em 2001, seu amigo Erik Goodlad. A experiência foi registrada no Blog de Michael.

Depois, o game tornou-se popular graças aos vídeos de milhares de pessoas que mostraram como é extremamente difícil lograr semelhante  êxito.

De 2001 a 2007, o desafio atingiu uma popularidade incrível. Mas, apenas em 2010 que uma febre de vídeos surgiu na internet. É incrível como há tantas pessoas dispostas a registrar suas caretas para divertir uma leva de criaturas sedentas por vídeos malucos.

Atualmente, um dos vídeos mais populares ultrapassou a incrível marca de 14 milhões de views.

Pareceu fácil?

À primeira vista pode mesmo parecer fácil, até porque todos nós comemos canela. Mas a canela é uma substância extremamente ardida que, quando colocada no organismo, pura, causa uma boa queimação. O resultado disso é…

Ok! Agora que já sei, quero ver os vídeos

Mas, o vídeo vencedor foi esse:

Desafie seus amigos…

E tenha uma tarde maravilhosa de diversão…

Foto de Mareefe no Pexels

Falando sobre Amizade

Amizade não se vende nem se compra, se conquista!

Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira lata branco e preto que atendia pelo nome de Malhado. Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito com sobras de comida dos mais abastados. Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras. Serapião era conhecido como um homem bom, que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade. Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranquilo, mesmo quando não havia recebido nem um pouco de comida.

Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que Deus determinava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos. Serapião agradecia e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava. Tudo que ganhava, dava primeiro para o malhado, que, paciente, comia e ficava a esperar por mais um pouco. Não tinha onde dormir, onde anoiteciam, lá dormiam.

Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte do ribeirão Bonito e, ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte. Aquela figura me deixava sempre pensativo, pois eu não entendia aquela vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor que Serapião levava. Certo dia, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas fui bater um papo com o velho Serapião. Iniciei a conversa falando do Malhado, perguntei pela idade dele, o que Serapião, não sabia. Dizia não ter idéia, pois se encontraram um certo dia quando ambos andavam a toa pelas ruas.

– Nossa amizade começou com um pedaço de pão – disse o mendigo.
Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço e ele agradeceu abanando o rabo, e daí, não me largou mais. Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso.
– Como vocês se ajudam? Perguntei.
– Ele me vigia quando estou dormindo; ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Também quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.

Continuando a conversa, perguntei:
– Serapião, você tem algum desejo de vida?
– Sim, respondeu ele – tenho vontade de comer um cachorro quente, daqueles que a Zezé vende ali na esquina.
– Só isso? Indaguei.
– É, no momento é só isso que eu desejo.
– Pois bem, vou satisfazer agora esse grande desejo. Saí e comprei um cachorro quente para o mendigo. Voltei e lhe entreguei.

Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e em seguida tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos.
Não entendi aquele gesto do mendigo, pois imaginava ser a salsicha o melhor pedaço.
– Por que você deu para o Malhado logo a salsicha? – Perguntei intrigado.
Ele, com a boca cheia, respondeu:
– Para o melhor amigo, o melhor pedaço.

E continuou comendo, alegre e satisfeito. Despedi-me do Serapião, passei a mão na cabeça do Malhado e saí pensando com meus botões: Aprendi alguma coisa hoje.

Como é bom ter amigos. Pessoas em que possamos confiar. E saber reconhecer neles o seu real valor, agindo em consonância. Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal.

Jamais esquecerei a sabedoria daquele eremita:
“PARA O MELHOR AMIGO, O MELHOR PEDAÇO”.

Amigos e algo assim

Amigo, que palavra é essa? Um ser humano que, antes de dizermos que são amigos, eram completos estranhos? Então, por que gostamos tanto deles? Por que precisamos tanto criar esses laços? Por que não podemos, simplesmente, dar parabéns pra quem nem conheço? Será que isso soaria tão prazeroso quando dizer um, sei lá, Parabéns, irmãzinha?

Nossos amigos podem desempenhar papeis de muitas e muitas coisas. Mesmo sendo mestres do saber, tão amigos quanto eles também podem ser. Nada impede que tenham profissões ou áreas diversas. Nada impede que eles sejam o professor de artes, o de canto, o de web e o de redes, por exemplo, ou até mesmo a velha professora de geografia.

Amigos são amigos. Amigos compartilham momentos, alegrias e tristezas. Compartilhar histórias e dão e ouvem conselhos. Estão, de fato, presentes na sua vida. Não são apenas o um ou o outro que não quis escutar. Eles são o que adicionam um bom valor às nossas vidas.

E são eles que quero levar para a vida toda. Mesmo que seja para assistir a um filme, jogar um videogame, viajar ou até reviver as brincadeiras de rua. Amigos também são nossas vidas e é gostoso tê-los sempre conosco.

Brincadeiras de rua

Quando era criança, vivia numa rua que era, praticamente, o fim da cidade. Sim, antes de virem todos os vizinhos, o que demorou um pouco, nossa casa ficava de frente para um monte de mato. E, não, não era perigoso, principalmente por ser uma cidade com pouco mais de 10 mil habitantes.

A medida que os vizinhos se mudavam, íamos juntando as crianças para brincarmos. Seja em casa jogando videogame ou na rua ralando o joelho, a diversão depois da escola era garantida.

Era formar times, colocar chinelos em algum canto da rua e fingir que era gol, ou juntar os amigos para escondermos nos lugares mais criativos, enquanto um ficava de frente para a parede, sem olhar para os lados, contando. Brincar de pega-pega, bandeirinha (que já até falei aqui), e até mesmo de cartinhas de yu-gi-oh ou beyblade.

Mesmo que não fossem tantas crianças (menos de dez, acredito eu), sempre tinha os primos dos amigos que apareciam de vez em quando. Alguns tinham regras diferentes e brincadeiras também, mas o importante era a diversão. Bete? Cada jogada, uma regra diferente, e eu não estou falando da minha tia Beth.

Mas o mais gostoso de tudo é ser criança e ter os amigos para compartilhar nossa infância.

Outro que não quis escutar

Ok, nem todo conselho que a gente manda pra uma pessoa é válido. Algumas vezes, somos nós quem quebramos a cara, só que nem sempre é assim.

Bom, eu não sei vocês, mas eu não consigo adivinhar o futuro, pelo menos, não ainda. Porém, quando a gente realmente gosta de uma pessoa (e acha que o sentimento é mútuo), a gente toma como partido que é importante aconselharmos outra pessoa para que esta não cometa tamanha besteira.

Pois bem, foi o que aconteceu com um “amigo” (não mais, talvez) por esses dias. Por conta de alguns comportamentos ruins, tentei alertá-lo que aquilo não estava sendo visto em bons olhos. Conversei com calma, expliquei os pontos e tal. Bom, ele não quis escutar e, em nossa última conversa, disse para eu parar de tentar alertá-lo, pois ele era daquele jeito e não iria mudar.

Pode até parecer algo bobo e algo que eu poderia deixar para lá. Realmente, até era, afinal, quem decide é ele, não é? Mas quando isso já é recorrente de algum tempo e perceber que em muitos momentos fui descredibilizado (ainda mais contando com nossa tamanha amizade, pelo menos da minha parte), dá pra perceber que a gente não tem tanto valor assim, ainda mais partindo de uma pessoa que também me dá conselhos. É justa essa troca, não é?

Bom, como meus conselhos não estavam dando em nada, resolvi tomar a melhor atitude possível: resolvi ficar quieto na minha e ir cuidar da minha vida. Até porque eu também queria minha paz.

Acontece que, algum tempo depois (coisa de alguns anos), ele acabou recebendo feedbacks ruins em relação ao seu comportamento. E, em silêncio, apenas pensei: “nada do que eu não havia dito”. Mas, não posso mudar o jeito de uma pessoa. Agora, o melhor que posso fazer é absorver o comentário e me vigiar para nunca ter um comportamento semelhante ao que ele teve.

Aos grandes mestres

Esses são responsáveis pelo nosso aprendizado, pelo nosso futuro, por nos ensinar a viver. Eles merecem toda nossa atenção. Eles se orgulham com nosso esforço, com nosso desenvolvimento e com nossas iniciativas. Eles se preocupam com nossas dificuldades. Eles querem que tenhamos grande sucesso durante toda nossa vida.

Pronto. Basta apenas ter um professor assim e já sabemos que estamos rodeado de alguém que vale a pena. Se temos um time completo assim, então a equipe é perfeita. Durante toda nossa vida, temos os mestres que valem a pena correr atrás e aqueles que apenas o tem como profissão.

Quando se tem um professor que é, verdadeiramente, um mestre, dá orgulho de dizer: eu aprendi e você também foi responsável pelo meu crescimento. Ainda mais quando o temos como grande amigos, sem que isso interfira em nosso lado profissional. Sabe quando a gente tem alguém que na sala chamamos de professor, mas fora dela chamamos de amigo? E pra mim, o verdadeiro mestre é esse, não ensina apenas na escola, ensina na vida.

Há quem brigue, quem xingue, quem desrespeite algum professor, por não concordar com suas ideias. Já parou pra pensar que ele pode só estar querendo seu bem? O que você já tirou de bom proveito de todos eles?

A matéria está apertada e o professor é o pior deles por isso? Aquele professor que só dá notas é seu melhor professor? O professor que te pegou colando é a pior raça que existe? O professor certinho nunca entende o lado dos alunos e deve ter algum problema na vida pessoal? Se você pensa assim, pare para pensar novamente, pois você pode ser o problema.

Este ano, como disse em alguns posts anteriores, consegui uma amizade grandiosa com muitos deles. Agradeço ao time que eu tenho, pois são os melhores que já vi. Fico muito contente ao saber que eles, verdadeiramente, se preocupam com meu saber. Tudo bem, podemos nos desentender às vezes, mas o importante é que nos entendemos depois. É uma honra poder chamá-los de mestres e de amigos.

Feliz dia do mestre a todos os verdadeiros mestres! E que, cada dia que passe, vocês contribuam mais e mais para a educação do país, pois vocês também são responsáveis por essa engrenagem que move o mundo. Um grande abraço a todos e que Deus possa iluminar sempre o caminho de cada um.  

Orkut e comunidades

Um tempinho aí, eu fiz um post sobre Twitter, se eu deveria ou não fazer um. Mas, e o Orkut, que já tem um tempinho que eu tenho?

Orkut é uma rede social, ou seja, um lugar que parece um fórum gigante onde pessoas entram em comunidades específicas onde podemos fazer amigos pelos interesses. Tem umas comunidades lá bem legais, inclusive, que eu participo.

Qual a sua favorita?

Além disso, podemos encontrar músicas de cantores que gostamos, lugares onde vemos sobre nossos livros favoritos e ainda conversar muita abobrinha.

Tem uns tópicos inúteis também como: Beija ou passa a pessoa de cima e etc.

Também tem a disputa do topo do depoimento para falarmos o quão importante tal pessoa é para nós. Muitos recursos bem divertidos. Já encontrei uns amigos por lá.

E, você, tem orkut?

O de web e o de redes

Surpreender-me com as pessoas que estão ao meu redor, já não são mais surpresa, mas, confesso que nas últimas semanas me surpreendi com dois professores meus. Explico o motivo:

Começo com o de redes: O pessoal aqui não é muito antenado com as tecnologias da internet (diga-se de passagem: Twitter, Facebook, LastFM, MySpace, Flickr, WordPress, LiveSpace, entre tantos outros), quanto mais o pessoal mais velho. Mas, me surpreendi ao conversar com um professor meu, ele conhecia muitas dessas ferramentas e me surpreendi quando ele disse que tinha twitter (quando lhe disse que eu tinha um Space, ele ainda chegou a pensar que fosse o MySpace). Ainda perguntou se eu teria algum blog ou coisa do tipo, respondi-lhe que não.

Mas, o que gerou toda essa conversa foi o fato de eu querer elaborar um fórum para minha sala: a ideia é, nada mais, nada menos, que ajudar o pessoal com as matérias e a motivar o pessoal no curso (não vou entrar em muitos detalhes) e lhe perguntei se ele teria alguma ideia. Ele gostou da tal ideia e aí começamos a falar sobre o nível do curso (que infelizmente não anda bem das pernas). Era a primeira vez que o tinha visto falar sério na minha vida (e olha que isso foi só uma parcela do que acredito que ele ainda seria), até porque considero meu professor um pouco bobo (bastante risonho, trocando em miúdos) e que prefere curtir a vida sorrindo. Enfim, um grande professor que sei que tem muito a me ensinar e, pelo visto, podemos discutir quanto ao nível do pessoal, afinal, não fomos bem numa prova, exatamente porque ninguém estava interessado em aumentar o nível (trocando em miúdos: o pessoal queria ver o curso se ferrando mesmo).

Com o de Web o negócio foi mais surpreendente. Tudo bem que eu e uma amiga minha adoramos encher o saco dos professores, mas, chegar ao ponto de chamar um deles de tio, realmente, foi o fim da picada. Antes era só entre nós, depois fomos além e começamos a chamá-lo assim. Claro que, de princípio ele não chegou a gostar nenhum pouco (ele chegou a mim e disse que estava muito novo para ter sobrinho barbado e aí minha colega o chamou logo em seguida assim porque ela não tinha barba e ele respondeu com um: “até você?”).

O mais interessante foi quando (via MSN) ele a chamou de sobrinha. A menina ficou louca! Muito bizarro isso! Como o professor cedeu dessa vez? Mas, não passou disso. Alguns dias depois, tenho a surpresa de ler em meu próprio MSN ele mesmo me chamando de sobrinho. Resultado: a menina ficou doida mais uma vez, queria uma explicação de uma vez por todas e estava com medo de ter se tornado minha “irmã” (depois esclarecemos tudo e no fim das contas nos tornamos “primos”).

Chegamos à faculdade e comentamos sobre o estranho caso que havia acontecido quando, na aula dele, ele resolve assumir pra todos ali presentes que somos sobrinhos dele. Isso nos deixou boquiabertos e garantimos altas gargalhadas depois. É, agora é oficial, somos sobrinhos dele e, quer saber? Parece que o professor está mais empolgado que nós (no final ainda despedi dele com um “tio” e ele se despediu com um “sobrinho” pra mim).

É, pra você ver que não somos só nós, meros mortais, que somos meio “bobos” ou “crianças” como você gostaria de dizer. Mas está aí!

Um abraço a todos.

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Mestres do saber, tão amigos quanto

Sei perfeitamente que não sou uma das melhores pessoas de se ter relacionamentos pessoais e nem que eu tenha tantos amigos quanto gostaria de ter, mas eu o tento e, quando o consigo, sou capaz de fazer de tudo por uma pessoa que gosto tanto, independente de quem seja.

Este ano, andei percebendo que meu leque de amizades tem crescido bastante: nunca fui de manter um contato de amizade com professor algum na escola, não mesmo, mas este ano foi diferente.

Antes, o meu contato com os professores era uma coisa do tipo “professor e aluno”: como estavam minhas notas, se eu fiz tarefa, quais eram minhas dúvidas e nada demais, depois o contato passou a ser mais profissional: perguntando sobre empregos, futuros, carreira, cursos, faculdades e etc. E, por fim, passou a ser um pouco mais pessoal: a vida, as pessoas, etc.

O último fato que achei interessante foi com um professor de Web que tenho [que também me deu aula no ano passado]. O professor é super gente boa e permite que você o zoe sem que isso interfira em notas, provas ou algo do tipo [pode até ser um absurdo, mas há quem desconte nota por raiva].

Ele é daquele tipo que bate foto com você com o maior prazer e ainda sai com os alunos para tomar uma cerveja enquanto come um rodízio de pizza [isso nós ainda não conseguimos fazer, mas estamos quase lá…], chega até o ponto de uma de nossas colegas o chamar de Tio e ainda poder abreviar seu nome sem problema algum [pior que ao invés de o professor tomar raiva, se torna mais próximo e mais íntimo de nós].

Resolvi arriscar, na última sexta-feira [21], fui o último aluno a sair do laboratório de informática [tanto que ele chegou a perguntar se queria lhe perguntar algo e eu lhe respondi que não], saímos do laboratório, conversamos um pouco [principalmente sobre a gélida temperatura que fazia e que eu iria pra casa de moto] e, quando ele entrou em seu carro soltei um tímido “tchau”, chamando-o de tio em seguida. Resultado: ele fez aquela cara de raiva que ele sempre faz (¬¬) de modo brincalhão. Fiquei com medo de ele me atropelar, mas, ainda estou inteiro e, caso queiram saber, não, ele não ficou com receios ou qualquer coisa do tipo, afinal foi essa liberdade que ele nos deu e só digo que isso só tende a piorar [rs].

Por fim, quando chego no sábado, encontro uma antiga professora minha [de 6 anos atrás] e qual minha surpresa quando conversamos como se falássemos todos os dias [fiquei feliz por saber que ela havia passado na primeira fase de um concurso que estava fazendo]. Além disso, ainda tive oportunidade de desfrutar de um abraço e um singelo beijo no rosto, intimidade que jamais imaginaria ter com algum professor.

Conclusão: cresci com o pensamento de que professor é um ser completamente diferente de nós, simples mortais, e acabei quebrando essa imagem de que somos apenas meros mortais, com qualidades, defeitos, pensamentos diferentes ou iguais e que agimos de maneiras semelhantes. Deveríamos quebrar essa imagem com qualquer pessoa, independente do cargo, pensamento, país ou religião, não acham?

Pare para pensar se você também não age de forma superior ou inferior com outra pessoa e conserte!

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Parabéns, irmãzinha!

Ter um amigo é um dom. Ter essa menina como amiga é uma honra. Modificando um pouco daquela piadinha de internet, assim que começo o post de hoje, para parabenizar uma amiga minha, que completou mais um aninho nesta semana.

Ela completou X anos. Não substitua o X, pois ela não gosta de revelar sua verdadeira idade, então vamos dizer que é um pouquinho mais de 15 e menos de 84. Aprendi muita coisa com ela. Ah, sem contar que ela já me ouviu tanta reclamação, tanto problema que já aconteceu comigo, sem contar toda a força que ela tem me dado.

Já aprontamos muito e ela se lembra muito bem. Agora, como nos conhecemos? Através de um flog. Bem, a história é meio complicada, mas foi por causa de uma confusão que a amizade se preserva até hoje. E já são mais de 3 anos!

Menina guerreira, de grande força, eu tenho muito que agradecê-la. Nem sei o que faria se não pudesse mais tê-la em minha vida. Seria muito triste… Achei bacana um simples fato: pedi a uma amiga de faculdade mandar uma mensagem de celular para ela [detalhe: ambas nunca conversaram com a outra] e ela aceitou meu pedido. Foi muito bacana isso, você pedir pra um amigo fazer uma loucura por você (mesmo que essa loucura não seja tão louca assim).

A imagem que posto aqui é de nossos Buddy Pokes (Orkut).

Tamires, você sabe o qual especial é pra mim, né? Ainda resta dúvidas? Claro que não, né? Ah, mas mesmo assim, eu ainda tenho que pular nas suas costas pra gente comemorar. Aêêê. Posso dizer perfeitamente que você, pra mim, é sinônimo de amizade, companheirismo e alegria.

Obrigado por fazer parte da minha vida! Adoro!

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O primo e o brinquedo do irmão

Se tem uma coisa que eu nunca entendi é porque há irmãos que não ficam felizes com seus irmãos por terem alguma conquista?

Claro que essa é uma história de crianças, então não há um sentimento pleno de racionalidade, mas a história que eu vou contar é sobre dois primos meus que moravam perto da minha casa.

Acontece que eu era mais amigo do irmão caçula entre eles, então era natural que brincássemos mais tempo. Esse era mais estudioso, mais comportado e mais organizado que seu irmão mais velho, por conta disso, em seu aniversário, ganhou um brinquedo um pouco mais robusto (e mais desejado pelas crianças do bairro): um patinete.

Naquela época os patinetes não eram tão baratos ou feitos de plástico. Era uma coisa grandiosa para uma criança e podia servir de meio de transporte. Eu mesmo nunca tinha andado de patinete na vida (e morria de vontade).

Por sermos tão amigos, pedi a ele que me deixasse andar um pouco e ele aceitou. Fomos até sua casa e…

Seu patinete estava quebrado, poucos dias após ganhá-lo. Aparentemente, seu irmão o estava batendo contra o chão com toda a força, talvez tentando andar nele ou apenas “fazendo graça”, como dizíamos quando éramos criança.

Meu primo, claro, ficou triste e eu mesmo nunca pude andar, mesmo até o dia de hoje, que aqui escrevo. E esse não havia sido o único brinquedo que havia sofrido algum dano ou perda por conta do irmão.

O patinete, coitado, vai ficar só na memória mesmo.

Parabéns pra quem nem conheço

Quando alguém fala que eu não bato bem da cabeça, eu deveria acreditar.

Estava eu, passeando por aí pelas estradas do google, quando encontrei o blog Correndo mundo. Lendo uma mensagem, vi que foi aniversário de uma pessoa ontem, 24 de julho.

Tudo bem, eu admito que estava procurando uma pessoa que estivesse fazendo aniversário por esses dias, famoso, na verdade e vi esse blog. Encantei-me bastante com as palavras e as mensagens que li, sério mesmo.

Gostei também de algumas mensagens de Fernando Pessoa. Claro, como o tempo nunca está a nosso favor, não cheguei a ler todo o blog, mas li bastante coisa interessante. O mais interessante de tudo é que resolvi parabenizar uma pessoa que nem ao menos conheço. Normal, isso acontece, às vezes somos assim mesmo. Pra ser sincero, nem sei se realmente ela estava fazendo aniversário ou não, mas se tiver errado, agora “já era”.

Na capa, uma imagem que me chamou a atenção pela beleza do lugar (Illinois – EUA).

Crédito para imagem de banner: Wikipedia