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5 km de meta para o ano

Tem gente que diz que correr 5 km é para qualquer um. Ok, é possível fazê-lo tranquilamente, independentemente do pace que você consiga ter.

Algumas pessoas só conseguiria fazer andando, aquela caminhadinha leve. Outros, já conseguem fazer com uma boa passada, correndo e cansando pouco.

Eu não sou da segunda opção, pode ter certeza. Corrida não é exatamente o esporte que me vem a mente quando o assunto é praticar alguma atividade física, porém, uma das minhas metas neste ano é mudar isso completamente e fazer dela um dos meus esportes principais.

Atualmente, não estou exatamente sedentário, mas posso melhorar. Caminhar é algo que faço com frequência, fazendo a metade do percurso numa média de 30 minutos (ou seja, cerca de 60 minutos para 5 km (Cada km, digamos, 12 minutos?). Então, vamos colocar aqui que, atualmente, eu faça 12 minutos por quilômetro (12 min/km). Isso é o que se chama de pace numa corrida.

Agora, fica a dúvida. Será que, até 31 de dezembro de 2026, eu consiga algum progresso?

Karatê na infância

Um esporte que eu praticava na minha infância era o Karatê. Talvez, sendo incentivado pelo meu irmão que também fazia, esse foi um esporte que eu pratiquei até pegar a faixa verde (a 5ª faixa, na época). E, por algum motivo, eu parei.

Claro que não me lembro de muitos nomes de golpes, eram todos japoneses e, talvez, eu passe um pouco de vergonha ao escrevê-los, mas eu tenho lembranças de sempre chegarmos, tirarmos nossos relógios e chinelos, fazermos um alongamento e depois começarmos as lutas. Também tinha a luta imaginária e também a luta de sumô entre os companheiros.

Na troca de faixa, no fim do ano, toda a escola (estudávamos, acredite, em um conservatório municipal) se reunia para apresentar frente a muitos pais e amigos (geralmente, no estádio poliesportivo da cidade).

Todo ano era um professor diferente, trazido de outra cidade. Cada um com sua técnica.

Acho que não tenho muito mais o que falar sobre. Você praticava algo na infância?

Esporte, vamos praticar?

Ok, para uma pessoa que nem está adepta ao esporte (ainda, gente, vou mudar isso), até postei bastante coisas sobre o tema aqui no blog. Bom, depois de ter comido bastante nesse natal, seria uma boa dar uma corridinha para queimarmos as calorias, certo? – Disse o cara magrelo. Por isso, vamos ver o que falamos sobre esportes este ano.

É curioso pensar que a primeira coisa que falei sobre esportes foi sobre a saúde do Felipe Massa. É, ele foi atingido por uma peça de um dos carros o atingiu. Ele tá bem, só não vai competir este ano.

Depois disso, falamos de basquete. Justo eu, que tem nem 1,70m de altura direito, falando em jogar basquete. Mas, se algum dia eu pude, você também pode!

Falamos dos esportes infantis também, conhecidos como brincadeiras de ruas. Aqui, falei um pouco sobre a minha brincadeira favorita: a bandeirinha!

Mas, e aí? Eu jogava futebol na Educação Física do colégio?

Bom, não sei. A única coisa que eu sei é que o médico me pediu pra fazer academia, pois eu tô bem magrelinho. Então, bora, né?

Academia para fortalecer

Ali nos meus 17 anos, indo visitar o médico e pesando apenas 49 kg (sim, bastante magro), um médico me disse que eu precisava engordar um pouquinho. Ele sugeriu algo como 59 kg, o que eu acreditava que precisava engordar tudo aquilo o quanto antes. Mas, não era bem assim. De princípio, ele me pediu para engordar nos próximos dias 3 kg. Pois bem, a sugestão do profissional foi que eu precisava fazer academia.

Oi, academia?

Não que eu vá me descrever como sedentário, afinal, até meus 17 anos, quando eu estava no fim do meu ensino médio, praticava os esportes na educação física (peteca, vôlei, basquete, handball e queimada) e ia caminhando (ida e volta) para a escola (coisa de 15 a 20 minutos para cada percurso). É interessante que a caminhada sempre se fez presente na minha vida, seja indo para o conservatório quando era criança, indo para escola ou até mesmo indo para o serviço ou para a faculdade.

Caminhar não é nenhum problema para mim, mas, aparentemente, não dá pra ganhar massa apenas caminhando. Então, lá vou eu me matricular na academia mais próxima.

Antes de começar a trabalhar, era tranquilo estar na academia, pois era um horário em que não ia tanta gente assim. Mas, com minha pouca experiência, precisei da ajuda dos instrutores, que sempre foram muito solícitos comigo. Conhecer aparelhos como supino e halteres ou posições corretas para não danificar a coluna pode parecer simples, se você não é um leigo como eu, mas é um ambiente interessante de se estar. Só não é bom quando você precisa mudar o horário por conta do serviço, como às vezes que precisei ir antes das 8h da manhã.

Hoje, aos dezeno… er, quer dizer, aos 20 anos, consegui conquistar a primeira meta de 52kg. Agora, vamos ver até onde consigo chegar.

E você? Que tipo de exercícios pratica?

Como era a Educação Física?

Eu já postei alguns esportes aqui falando sobre alguns esportes que praticávamos durante o ensino fundamental, então muitas coisas vocês já entenderam. Mesmo assim, como era a Educação Física na época de vocês da escola? Vamos fazer um leve resumo?

No meu Ensino Fundamental (que iria da 5ª à 8ª série), nós tínhamos vários jogos para jogar, dificilmente era teoria (a parte escrita, no quadro, essas coisas). Geralmente, dividia-se os homens em futebol e as mulheres no handebol. Claro que havia exceções e ele não era dividido 100% assim. Também tínhamos um espaço para peteca num campo de terra improvisado entre duas árvores.

Até a quarta série, meus colegas jogavam sim alguns esportes. Normalmente, eu ficava de fora, pois não curtia esses esportes (nem as brincadeiras, de modo geral), mas a partir da 5ª série, isso meio que ficou obrigatório, pois era uma matéria que poderia te repetir de ano.

Além dos esportes supracitados, também tínhamos vôlei, queimada e salto em distância. Basquete eu só fui conhecer mesmo no ensino médio. Mesmo baixinho, eu jogava e conseguia fazer algumas cestas.

Nos dias de chuva, o que reinava eram os jogos de tabuleiro: dama, ludo, dominó, entre outros.

Tempos bons.

Bandeirinha estourou, brincadeira começou!

Uma boa brincadeira de infância, que também é um ótimo exercício, é a bandeirinha.

Dois times de números iguais de pessoas são selecionados. Cada um fica de um lado do campo. A gente pega um galho e coloca num lugar do lado do adversário. O objetivo é pegar esse galho e trazer de volta ao campo. Se o adversário te pega no campo dele, você fica congelado e só pode sair de lá se alguém te salvar.

Muito boa a brincadeira.

Baixinho no basquete

Tava aqui lembrando: Nem 1,70m, com apenas 15 anos e eu jogando basquete na educação física da escola. Logo eu.

Discorrerei sobre em outros posts, mas hoje não, pois bateu a preguiça de postar!

Salto na Educação Física

Não sei se talvez tenha sido pela influência nas Olimpíadas ou se era só porque a pista de areia não estava sendo usada e ela ocupava um grande tamanho na escola, mas houve um ano (e um único ano) que nós praticamos saldo em distância na educação física do colégio. Se eu tive mais de uma aula, foi muito.

A regra era simples: correr, correr, correr, pisar no meio da tábua e cair no meio de uma caixa de areia. Você não poderia sair por trás, ou seja, de onde você veio, pois atrapalhava a medição, que era feita com uma trena (e eu acabei fazendo isso na primeira vez hehe).

Era isso!

Ah, um bônus: tinha umas colegas minhas que ficavam alegando que não pulavam naquilo porque a areia estava cheia de fezes caninas. O curioso era que eu nunca vi um cachorro na escola.

Para mim, a copa de 98

Copa do mundo é uma coisa engraçada. Reúne todas as pessoas de todos os times para torcer apenas pela sua seleção, aqui para nós, o Brasil, claro.

Mesmo não gostando de futebol, copa era uma coisa que sempre me fazia querer assistir, com exceção da de 2002, a última que ganhamos (o penta), pois era de madrugada.

A copa de 98 foi na França e, depois de uma ótima copa, perdemos de 3 a 0. Alguns diziam na época que a copa havia sido comprada e tal. Nesta copa, a vencedora foi a própria França. Hum.

Era engraçado pensar que eu sabia toda a escalação da seleção, até alguns da reserva. A gente comemorava mesmo, eu tinha camisa, saía pelas ruas comemorando e tal. E isso que eu ainda era uma criança de 8 anos.

Acredita que nem assim eu passei a gostar de futebol?

A final, assistimos na casa de um tio nosso. Todos ficaram tristes naquele dia. Lembro que, no jogo contra a Holanda, que ganhamos de 4 a 2 nos pênaltis, eu cheguei a fazer uma redação para escola e até cheguei a fazer desenhos (eram os meus desenhos, então pra mim estava maravilhoso).

E você? Assistiu?

Embaixadinha até o chão

Futebol nunca foi uma das minhas paixões. Até tentei jogar em algumas escolinhas de futebol, mas, por exemplo, na escola eu não jogava. Na verdade, só fui querer praticar alguma coisa na educação física a partir da quinta série e, não, futebol não estava entre eles.

Por não gostar de futebol, eu também não sabia fazer embaixadinhas. Me arriscava, mas não passava de duas ou três, isso por conta de ter um vizinho que fazia algumas e, como criança, às vezes a gente quer imitar, né?

Pra não dizer que eu era um 0 no futebol, vamos dizer que eu brincava na rua, com poucos amigos, só por brincar mesmo. Fazíamos os chinelos de trave de gol e mandávamos ver. E, sim, sempre fui muito ruim.

O problema foi uma vez que eu tentei fazer algumas embaixadinhas, num sábado com ventos. Eu batia o joelho na bola e na outra ela batia no chão. Na minha cabeça, aquilo valia, mas eu contava só as que eu batia no joelho.

Quando ia bater minha 10ª embaixadinha, não deu outra. Escorreguei na areia e beijei o chão. Mas, acho que é assim que os jogadores profissionais fazem, não é? Não? Então, tá!

Breve história de uma natação

Atenção que a história vai ser extremamente curta.

Quando eu era garoto, eu tinha um prima que era campeã em competições mirins de natação. Ela sempre estava em competição e vivia com a cabeceira da cama carregada de medalhas. Ela só tem três anos a mais do que eu.

Meu irmão também praticava natação e eu, morrendo de medo de água, jamais me atrevia a entrar na piscina grande do clube.

Sempre me perguntavam quando eu iria começar a fazer natação e eu sempre jogava alguma data para frente. A verdade é que, além do medo de afogar, eu também tinha certo medo da professora, que era muito rígida. O cômico da história é que, mais tarde, ela foi minha professora de Educação Física e, sempre que podia, nos visitava em nossas casas.

Um medo bobo, mas que evitou a praticar um esporte que até hoje eu não sei como funciona na prática. Quem sabe algum dia?

Vai que é tua, Felipe Massa!

Sábado, nós, brasileiros, tomamos um grande susto: uma peça de Rubinho se soltara de seu carro e atingira Felipe Massa, ambos pilotos da Fórmula 1.

Dá pra imaginar nossos pensamentos (na maioria, pessimistas) no momento e, também, as orações de recuperação.

Fica a dúvida: Será que ele voltará a correr? Enquanto, aguardamos sua melhora (que esperamos ser breve) ficamos aqui torcendo para que tudo dê certo. Não poderia acontecer nova tragédia, assim como foi com Ayrton Senna, e não acontecerá!

Felipe, força rapaz! Sabemos que você sairá ileso dessa e conquistará o primeiro lugar na recuperação! Você é massa! Pra quem é capaz de enfrentar tantos pilotos e conseguir chegar em primeiro, meio a curvas perigosas, em tantos lugares do mundo, consegue tirar essa de letra!

Para quem quiser ler a matéria completa, pode acessar o site Terra clicando aqui.