Todos os posts de Áℓiѕѕση Suriani

Sabe aquele cara que gostar de jogar um videogame, ler um livro, vez ou outra ver uma série, anime ou filme, escutar uma boa música, viajar e relaxar com o verde da natureza? Este sou eu. Viaje comigo neste mundo nerd!

Agosto se finda

Acabando o mês de agosto, mais um mês que estamos com nosso blog e o primeiro mês completo do blog, ou seja, 30 dias de postagens diárias.

Um mês postando coisas aleatórias por aqui! Nem parece que já passou isso tudo, não é? Já falamos muitas coisas mesmos: músicas, jogos, escrevemos poemas e contos (quem se lembra da história do urso polar?), falamos da infância (e várias histórias de infâncias, né?). Falamos de amigos, primos, professores e de família. Falei como era viajar com meu pai para o escritório onde ele trabalha. Mostrei um pouco do meu gosto musical, dos jogos que eu curto, e etc.

Ah, uma curiosidade pra vocês: Sabe a história do urso polar? Pois é, foi uma história boba que escrevi na minha infância. E aí, para não perder a essência, resolvi fazer uma releitura, levemente mais madura, mas sem perder o encanto de uma criança.

Bom. Hoje, daremos um descanso para os olhos de vocês. Até amanhã, onde começaremos o mês de setembro.

E, não percam! Após agosto vem: Setembro! Fiquem de olho, pois pode ser que venha outro mês no lugar. Espero vocês aqui!

Mafalda en español

Já leram as tirinhas da Mafalda em espanhol? São maravilhosos! Veja:

Mestres do saber, tão amigos quanto

Sei perfeitamente que não sou uma das melhores pessoas de se ter relacionamentos pessoais e nem que eu tenha tantos amigos quanto gostaria de ter, mas eu o tento e, quando o consigo, sou capaz de fazer de tudo por uma pessoa que gosto tanto, independente de quem seja.

Este ano, andei percebendo que meu leque de amizades tem crescido bastante: nunca fui de manter um contato de amizade com professor algum na escola, não mesmo, mas este ano foi diferente.

Antes, o meu contato com os professores era uma coisa do tipo “professor e aluno”: como estavam minhas notas, se eu fiz tarefa, quais eram minhas dúvidas e nada demais, depois o contato passou a ser mais profissional: perguntando sobre empregos, futuros, carreira, cursos, faculdades e etc. E, por fim, passou a ser um pouco mais pessoal: a vida, as pessoas, etc.

O último fato que achei interessante foi com um professor de Web que tenho [que também me deu aula no ano passado]. O professor é super gente boa e permite que você o zoe sem que isso interfira em notas, provas ou algo do tipo [pode até ser um absurdo, mas há quem desconte nota por raiva].

Ele é daquele tipo que bate foto com você com o maior prazer e ainda sai com os alunos para tomar uma cerveja enquanto come um rodízio de pizza [isso nós ainda não conseguimos fazer, mas estamos quase lá…], chega até o ponto de uma de nossas colegas o chamar de Tio e ainda poder abreviar seu nome sem problema algum [pior que ao invés de o professor tomar raiva, se torna mais próximo e mais íntimo de nós].

Resolvi arriscar, na última sexta-feira [21], fui o último aluno a sair do laboratório de informática [tanto que ele chegou a perguntar se queria lhe perguntar algo e eu lhe respondi que não], saímos do laboratório, conversamos um pouco [principalmente sobre a gélida temperatura que fazia e que eu iria pra casa de moto] e, quando ele entrou em seu carro soltei um tímido “tchau”, chamando-o de tio em seguida. Resultado: ele fez aquela cara de raiva que ele sempre faz (¬¬) de modo brincalhão. Fiquei com medo de ele me atropelar, mas, ainda estou inteiro e, caso queiram saber, não, ele não ficou com receios ou qualquer coisa do tipo, afinal foi essa liberdade que ele nos deu e só digo que isso só tende a piorar [rs].

Por fim, quando chego no sábado, encontro uma antiga professora minha [de 6 anos atrás] e qual minha surpresa quando conversamos como se falássemos todos os dias [fiquei feliz por saber que ela havia passado na primeira fase de um concurso que estava fazendo]. Além disso, ainda tive oportunidade de desfrutar de um abraço e um singelo beijo no rosto, intimidade que jamais imaginaria ter com algum professor.

Conclusão: cresci com o pensamento de que professor é um ser completamente diferente de nós, simples mortais, e acabei quebrando essa imagem de que somos apenas meros mortais, com qualidades, defeitos, pensamentos diferentes ou iguais e que agimos de maneiras semelhantes. Deveríamos quebrar essa imagem com qualquer pessoa, independente do cargo, pensamento, país ou religião, não acham?

Pare para pensar se você também não age de forma superior ou inferior com outra pessoa e conserte!

Image by WikimediaImages from Pixabay

Alguém que sou – Agnela

O dia amanheceu
Você não está aqui
Enquanto encontro um canto meu
Só pra te ver sorrir

Veja o que eu sinto
Entenda porque sou assim

É momento meu que invade os sonhos teus
Esse é o meu caminho
Eu prometo não errar, nunca vou te magoar
Mas não vou mudar alguém que sou
Não vou mudar alguém que sou

Na minha história o tempo vai
Conforme a sorte que me leva
Você chora e a chuva cai
Me deixa ser alguém mais

Entenda o meu destino
É isso que me faz feliz

É momento meu que invade os sonhos teus
Esse é o meu caminho
Eu prometo não errar, nunca vou te magoar
Mas não vou mudar alguém que sou
Não vou mudar alguém que sou
Não vou mudar alguém que sou
Não vou mudar alguém que sou
Não vou mudar alguém que sou…

E o espanhol?

No post da semana passada, falando de inglês, eu introduzi um pouco de como eu decidi me aprofundar no espanhol. Ok, vamos falar um pouco mais a respeito.

Claro que, nos anos 90, o espanhol não era tão comum como o inglês. Geralmente tínhamos influências, como Shakira, Thalia, nas milhões de novela dela que começavam com Maria, Usurpadora, entre outros.

Todos sabem que o SBT é um canal que importa muita novela mexicana da Televisa e, em 2005, veio Rebelde para cá.

Rapidamente, Rebelde conquistou meu coração, que ainda não tinha muita influência espanhola. Com eles, acabei aprendendo a falar espanhol e correr atrás. Até o dia de hoje, o espanhol que eu sei não teve influencia de nenhum aprendizado como escolas.

Lá em 2005, eu cheguei a ler algumas apostilas em espanhol, mas, claro, tive certas dificuldades. O RBD lançando muitas em português também me ajudou a conhecer certas palavras que eu não conhecia. Hoje, fica difícil não cantar alguma música deles misturando as duas línguas (não vamos falar do CD em Inglês neste post).

Infelizmente, eles não vão seguir mais suas carreiras como banda, apenas individualmente. Uma pena, pois o seu último álbum é magnífico (uma hora, eu comento um pouco mais sobre ele).

Quem sabe, algum dia, eu não amplie meu espanhol de outras formas.

E, você. Sabe espanhol?

Ash pega sua primeira insígnia

Ash está na floresta de Viridian a caminho de Pewter, quando encontra um Caterpie.

E ele consegue capturá-lo. Misty mostra que detesta insetos, por isso detesta o primeiro capturado do nosso herói.

Acho bonitinho que Caterpie conta a Pikachu que seu sonho é poder algum dia voar pelos céus (ou, pelo menos, é o que parece).

No dia seguinte, Ash captura um Pidgeotto.

Aí a Equipe Rocket, cita seu lema e informam que tem um novo objetivo de vida: roubar o Pikachu de Ash que, até o momento, era só um pokémon comum e sem graça.

E aí temos nossa primeira batalha pokémon: Ekans e Koffing contra Caterpie e Pidgeotto.

“Ekans, vai buscar o seu jantar”.

O brilho da luta fica por conta de Caterpie.

Que usa o tiro de estilingue mega power, visto que o efeito dele é só diminuir a velocidade do oponente, mas que o anime fez questão de roubar para o Ash porque ele é o protagonista. Mas, algo suficiente para fazer nossa pequena lagartinha evoluir.

E aí temos uma das lutas mais épicas do mundo pokémon.

Não essa, esta:

Dois metapodes cujo único poder é Harden, um ataque que aumenta a defesa do pokémon. Pikachu e Misty concordam com minha fala.

Mais cedo, Ash tinha tentando capturar um Weedle, mas como foi impedido pelo Samurai, o dono do Metapod, ele consegue fugir e a fofoqueira da larva de abelha conta pras outras Beedrills, o que nos permite ver nossos herois correndo para salvar suas vidas.

O Samurai protege os outros dois levando-os para a cabana dele. Aí tem uma discussão porque o Samurai acusa Ash de deixar Metapod ser sequestrado por uma Beedrill. O Samurai conta que derrotou os outros três treinadores não-preguiçosos de Pallet, mas que Ash era um treinador ruim.

Aí começa a missão de resgate do Metapod, mas a Equipe Rocket aparece, faz um barulhão e desperta as Beedrills, que ataca nosso querido trio de vilões.

Ash consegue resgatar Metapod e nos brinda com a linda cena da evolução.

Agora, com três grandes pokémon, Ash finalmente chega a Pewter e vai enfrentar o primeiro líder de ginásio de Kanto – Brock. Quem os guia é um anônimo vendedor de pedras. Ou melhor, souvenirs da cidade de Pewter, também conhecidos como pedras.

Então Ash chega e já vai desafiando Brock, como se fosse uma ida à padaria.

Brock já manda um gigantesco Onix, que assusta e, ao final, esmaga o pequeno rato amarelo. Ash desiste.

Vendo sua cara de derrotado, o vendedor de pedras tenta ajudá-lo, fortalecendo Pikachu.

Antes, o vendedor conta que Brock tem 10 irmãos e irmãs. Também conta que a mãe dele já é falecida, pois havia ficado triste que seu pai, um imprestável, largou a família para tentar ser um mestre pokémon.

O vendedor leva Ash e Pikachu para Usina Hidrelétrica para tentar fortalecer o trovão do nosso pokémon amarelo. E aí, o Ash vai lá carregar a bateria do seu pokémon.

Aí o Ash volta e temos mais uma luta, dessa vez 2 a 2. A primeira entre Geodude e Pidgeotto. Pidgeotto perde em menos de dois segundos.

E aí ele manda Pikachu que, por alguma razão, consegue eletrocutar um pokémon do tipo terrestre. Aí temos nosso amigo gigante de pedras surgindo novamente.

Pikachu, novamente com medo, tenta soltar raios por todos os lados, quase atingindo a todos. Onix o agarra e Pikachu manda um raio em Onix que o atinge (???). Onix, vendo que Pikachu está quase derrotado o solta, mas o raio de Pikachu causa danos ao circuito elétrico do ginásio,, ativando os irrigadores, enfraquecendo o pokémon de pedra, dando vantagem a Pikachu, que só não segue a luta porque os irmãos de Brock impedem Ash de continuar.

Aí Ash percebe que os irrigadores foram injustos e abandona a arena. Mesmo assim, Brock dá a insígnia a Ash e aí rola um discurso bonitinho e tals que a gente vai ignorar.

O vendedor de pedras aparece e manda Brock seguir os sonhos. Ele é o pai de Brock.

Por fim, Brock também segue viagem com Ash.

DKC2 é um jogão!

1995. Ano de lançamento de Donkey Kong Country 2 – Diddy’s Kong Quest. Dessa vez, K. Rool (agora kapitão) não está mais de olho nas bananas de Donkey Kong, mas sim no próprio gorilão (que se mantém amarrado enquanto Diddy e, agora a nova companheira, Dixie, escalam seis mundos inteiros para poder resgatá-lo). DKC2 é, com certeza, o jogo mais memorável da trilogia, claro, na minha opinião.

Tradução: Eu sequestrei esse gorilão idiota e vocês, macacos idiotas, nunca mais irão vê-lo. Agora ele é todo meu! Muahahaha

Ok. A parte do “Agora ele é todo meu” é por minha conta.

Roteiro do próprio fracasso

O mundo resolve dar toda a atenção, é hora de mostrar todo seu talento. Depois de ter ensaiado, preparado a voz e repetir, inúmeras vezes, o discurso, ele está pronto para declamá-lo em público. As cortinas se abrem, a plateia aplaude, ele dá pequenos passos, o auditório se cala e é a sua vez. 

Ele olha para todos os outros, nervoso, começa a suar frio, a voz não sai, o desespero aumenta. Seria melhor recuar ou nem ter subido no palco? A plateia ainda espera e ele não sabe o que vai acontecer se falhar. Imagina que todos vão desconstruir toda sua imagem naquele momento, pois este não é o seu lugar. 

Simplesmente, não é o seu lugar. 

Desesperado, foge dali, com seus medos e seus pensamentos negativos. Ele não consegue aceitar que falhou mais uma vez, mesmo ensaiando tanto. As risadas ecoam por sua mente, enquanto corre, aos prantos, sem destino a rumar. Não consegue ser mais um na multidão, é alguém que está aquém dos padrões da sociedade. 

Não consegue se lembrar de tudo de bom que já foi capaz de realizar, do que já fez pelos outros. Nunca parou para pensar nos êxitos que logrou, ou quase. Só pensa naquele momento, em todo seu fracasso, nas falhas que sempre teve. Não percebe que todos são assim, porque só se lembra do êxito deles. 

Não quer mais erguer a cabeça, não pensa em lugar, não pensa em gritar. Não quer saber mais de ninguém, por acreditar que não tem mais ninguém. Ninguém é capaz de tirá-lo daquele buraco que ele mesmo havia se jogado. A vida nunca te dá as mãos, só lhe dá as costas, só pensa em derrubá-lo. 

Não consegue contar seus problemas a ninguém, porque sabe que será motivo de piada. Mas, não permite que outras pessoas se afundem em seus próprios problemas, porque ele não quer ninguém como ele. Não permite que outros chorem, mesmo que lhe custe a própria felicidade. Sente-se sozinho por não conhecer quem o compreenda profundamente. 

Afasta-se dos mais próximos e os transforma em seus piores inimigos. Nada mais lhe importa, não quer mais saber de seguir assim. Continua a atuar pelos palcos da vida, sem ânimo, sem vontade, apenas com a ideia de que nada mais importa. 

Até que um dia, foge do roteiro para rascunhar o que, talvez seja, o fim de sua própria peça. 

Créditos da imagem: Light vector created by upklyak – www.freepik.com

Pérolas do Jornalismo

Notícia: “Biblioteca terá livro gravado em Fita K-7 para surdos”
Comentário: Será que os surdos conseguem ouvir Fitas K-7

Notícia: “A nova terapia traz esperanças a todos que morrem de câncer a cada ano”
Comentário: Viva a ressurreição!

Notícia: “Apesar da meteorologia estar em greve, o tempo esfriou ontem intensamente”
Comentário: Não pagaram os direitos do El Niño, olha no que deu!

Notícia: “Os 7 (sete) artistas compões um trio de talento”
Comentário: Alguém aí tem calculadora?

Notícia: “No corredor do hospital psiquiátrico, os doentes corriam como loucos”
Comentário: É mesmo? Que coisa impressionante!

Notícia: “Ela contraiu a doença na época em que ainda estava viva!”
Comentário: Que azar, coitada!

Notícia: “O aumento do desemprego foi de 0% em novembro”
Comentário: Onde vamos parar desse jeito?

Notícia: “O presidente de honra é um jovem septuagenário de 81 anos”
Comentário: Quanta confusão!

Notícia: “Parece que ela foi morta pelo seu assassino”
Comentário: Como conseguiram desvendar o mistério?

Notícia: “A polícia e a justiça são as duas mãos de um mesmo braço”
Comentário: É, todo mundo já sabia que eram defeituosas.

Notícia: “O acidente foi tristemente no célebre Retângulo das Bermudas”
Comentário: Retângulo das Bermudas?

Notícia: “Quatro hectares de trigo foram queimados. A princípio trata-se de um incêndio”
Comentário: Achei que fosse uma churrascaria vegetariana.

Notícia: “O velho reformado, antes de apertar o pescoço da mulher até a morte, se suicidou”
Comentário: A volta dos mortos-vivos.

Notícia: “Na chegada da polícia, o cadáver se encontrava rigorosamente imóvel”
Comentário: Viu como ele é disciplinado?

Notícia: “O cadáver foi encontrado morto dentro do carro”
Comentário: Por pouco não pegam um cadáver vivo.

Retiradas do site falhanossa.com.br (que não existe mais)

Photo by Suzy Hazelwood

Parabéns, irmãzinha!

Ter um amigo é um dom. Ter essa menina como amiga é uma honra. Modificando um pouco daquela piadinha de internet, assim que começo o post de hoje, para parabenizar uma amiga minha, que completou mais um aninho nesta semana.

Ela completou X anos. Não substitua o X, pois ela não gosta de revelar sua verdadeira idade, então vamos dizer que é um pouquinho mais de 15 e menos de 84. Aprendi muita coisa com ela. Ah, sem contar que ela já me ouviu tanta reclamação, tanto problema que já aconteceu comigo, sem contar toda a força que ela tem me dado.

Já aprontamos muito e ela se lembra muito bem. Agora, como nos conhecemos? Através de um flog. Bem, a história é meio complicada, mas foi por causa de uma confusão que a amizade se preserva até hoje. E já são mais de 3 anos!

Menina guerreira, de grande força, eu tenho muito que agradecê-la. Nem sei o que faria se não pudesse mais tê-la em minha vida. Seria muito triste… Achei bacana um simples fato: pedi a uma amiga de faculdade mandar uma mensagem de celular para ela [detalhe: ambas nunca conversaram com a outra] e ela aceitou meu pedido. Foi muito bacana isso, você pedir pra um amigo fazer uma loucura por você (mesmo que essa loucura não seja tão louca assim).

A imagem que posto aqui é de nossos Buddy Pokes (Orkut).

Tamires, você sabe o qual especial é pra mim, né? Ainda resta dúvidas? Claro que não, né? Ah, mas mesmo assim, eu ainda tenho que pular nas suas costas pra gente comemorar. Aêêê. Posso dizer perfeitamente que você, pra mim, é sinônimo de amizade, companheirismo e alegria.

Obrigado por fazer parte da minha vida! Adoro!

Imagem do banner by StockSnap from Pixabay

Shakira luta contra o vento

A apresentação faz parte da Oral Fixation Tour da colombiana.

Inglês pra valer

Um pouco antes do grupo pop mexicano RBD, formado na novela Rebelde, se consagrar aqui no Brasil (vindo pra cá em 2005), eu comecei a me interessar em estudar espanhol, visto que, até o momento, a única língua que sei dominar é a minha nativa, o velho português.

Entretanto, eu já sei um pouco de inglês, porém aquele em que aprendemos na escola. Algumas técnicas me falham e, apesar de ter algum vocabulário e saber traduzir textos não muito difíceis, sinto que tenho muito o que aprender.

Na faculdade, apesar de ser uma língua muito importante para minha área – a de informática / programação – só tivemos, em um ano, o que se chama de “Inglês Instrumental”.

A gente às vezes tem aquelas conversas de que se quiser fazer mestrado ou seguir brilhantemente na carreira, é necessário ter certo domínio da língua inglesa, de preferência da parte técnica (algumas a gente até acaba aprendendo), mas eu acredito que eu vou precisar me aprofundar mesmo na área.

Eu não fiz cursos de inglês quando era criança (o valor não era tão convidativo). E agora, prestes a fazer 20 anos, fico aqui pensando se deveria fazer ou não.

É uma questão importante a se pensar nos próximos meses.

A jornada pokémon começa

Hoje iremos passear pela região de Kanto.

Ash é um garoto preguiçoso de Pallet (região de Kanto) que tem apenas 10 anos. Seu sonho é se tornar um mestre pokémon. Porém, como ele é um garoto que dorme demais, perde a hora e não consegue escolher nenhum dos iniciais (Bulbasaur, Charmander ou Squirtle).

Em sua jornada, ele tem um embate direto com seu grande rival, o Gary, que leva sua própria torcida feminina em seu carrão conversível (vamos voltar a dizer que ele também tem 10 anos).

Gary conseguiu seu inicial (não é revelado), enquanto Ash…

No início, Ash e Pikachu não se dão muito bem, então em suas primeiras tentativas de captura, ele precisa enfrentá-las sozinho, o que não lhe gera nenhum sucesso.

E depois de algumas tentativas, eles sofrem um ataque de Spearows.

Ainda no primeiro episódio, conhecemos Misty, uma treinadora de pokémons aquáticos.

Como Pikachu está muito machucado, Misty o obriga a ir a um Centro Pokémon, porém, como a pressa é grande, ele pega a bicicleta dela sem autorização e foge, mesmo após começar a cair a chuva.

Ash sofre um acidente, derrubando Pikachu e aí os Spearows vão pra cima dele. Ash tenta impedir, colocando-se à frente, mas Pikachu entende o poder da amizade e eletrocuta todo mundo. O episódio termina com Ash avistando um pássaro misterioso no céu.

Eles conseguem chegar à cidade de Viridian e aí somos apresentados a duas novas personagens – Jenny, que está em busca de uma galerinha do mal e Joy, a enfermeira do centro pokémon.

“Temos estacionamento, sabia?” – Essa é a primeira fala de Joy para a Oficial Jenny (e se Joy fosse presa, hein?)

Ok, sabemos que são Articuno, Zapdos e Moltres, os pássaros lendários. Mas, e o cachorro? Seria Arcanine?

Aí ele faz uma ligação para sua mãe e o professor Carvalho.

Então, conhecemos a famosa Equipe Rocket, que tenta roubar os pokémons do Centro Pokémon.

Mas é claro que eles são derrotados por um bando de Pikachus, liderados pelo Pikachu do Ash.

Ok, vamos deixar um pouco de episódios para os próximos posts.

Fraquezas dos bosses de Mega Man X

Lançado em 1993 e conhecido no japão como Rockman X, Mega Man X é uma das franquias de Mega Man que eu me diverti muito em minha infância, lá no Super Nintendo. O jogo consiste em derrotar 8 bosses em qualquer ordem antes de se aventurar pelas últimas quatro fases finais.

Lembro que um dos primeiros bosses que enfrentei foi o Chill Penguin, na base do Buster mesmo (ou do famoso “tirinho”). O último foi o Sting Chameleon (eita boss difícil). Descobrir os corações, tanks e partes da armadura também foi bastante difícil. E a emoção ao conseguir pegar o “Raduken” de Ryu para o nosso pequenino robozinho azul?

Quando a gente é uma criança dos anos 90, início dos anos 2000, muitas coisas temos que descobrir na “raça” ou por meio de revistas. Bom, sabemos que cada boss tem sua fraqueza e hoje vamos falar sobre elas.

Chill Penguin: Fraqueza: Fire Wave (o foguinho do elefante)

Spark Mandrill: Fraqueza: Shotgun Ice (o gelo do pinguim)

Armored Armadillo: Fraqueza: Electric Spark (o raio do brutamontes)

Launch Octopus: Fraqueza: Rolling Shield (a bola azul da toupeira)

Boomer Kuwanger: Fraqueza: Homing Torpedo (o torpedo do polvo)

Sting Chameleon: Fraqueza: Boomerang Cutter (o chifre do chifrudo)

Storm Eagle: Fraqueza: Chameleon Sting (o laser do camaleão)

Flame Mammoth: Fraqueza: Storm Tornado (o tornado da águia)

E aí, em que ordem você joga Mega Man x?

Breve história de uma natação

Atenção que a história vai ser extremamente curta.

Quando eu era garoto, eu tinha um prima que era campeã em competições mirins de natação. Ela sempre estava em competição e vivia com a cabeceira da cama carregada de medalhas. Ela só tem três anos a mais do que eu.

Meu irmão também praticava natação e eu, morrendo de medo de água, jamais me atrevia a entrar na piscina grande do clube.

Sempre me perguntavam quando eu iria começar a fazer natação e eu sempre jogava alguma data para frente. A verdade é que, além do medo de afogar, eu também tinha certo medo da professora, que era muito rígida. O cômico da história é que, mais tarde, ela foi minha professora de Educação Física e, sempre que podia, nos visitava em nossas casas.

Um medo bobo, mas que evitou a praticar um esporte que até hoje eu não sei como funciona na prática. Quem sabe algum dia?

Sol, flores e chuva

O nascer do sol sempre carrega um convite silencioso. Sinta alegria ao ver o horizonte se acender em tons dourados, como se o dia te abrisse os braços para um recomeço suave. Perceba a luz entrando pela janela e suspire. Existe algo quase mágico nesse primeiro brilho que toca sua a pele e desperta sua alma devagar.

Quando o céu mistura laranja e azul, o mundo parece ganhar um novo ritmo. As folhas que dançam ao vento, as flores que se inclinam como se te cumprimentassem pela manhã. E isso pode te trazer paz, nostalgia e, às vezes, aquele conforto silencioso de perceber que a vida continua se movendo, mesmo quando a gente precisa de um instante para respirar.

E então vem a chuva, com seu jeito de acalmar o que está inquieto. Ouça o som das gotas batendo no chão que cria uma melodia que embala, que desacelera e que acolhe. Você pode dormir melhor com esse ritmo suave? E o cheiro da terra molhada, misturado ao perfume das plantas, te traz uma sensação de pertencimento como se a natureza lembrasse, com delicadeza, que tudo tem seu tempo, seu ciclo e sua beleza?

Pop da semana – Lady Gaga e Rouge

Lady Gaga – Poker Face

Can’t read my, can’t read my
No, he can’t read my poker face
(She’s got me like nobody)
Can’t read my, can’t read my
No, he can’t read my poker face
(She’s got me like nobody)

Rouge – Popstars

Tudo o que um dia você sonhou
Num flash (flash, flash, flash) pode acontecer
A vida de repente pode até mudar
Pra quem não tem medo de acreditar

Dia da criança no trabalho do papai

O mundo corporativo, para uma criança, é completamente diferente. Parece um mundo mágico, mais divertido, mais criativo e gigante. Isso, talvez aconteça por sermos aquelas crianças que conseguem tirar a diversão de todos os lugares.

Quando era criança, meu pai me levava, às vezes, para o seu trabalho. Era uma viagem de quarenta (e poucos) quilômetros até a cidade onde ele trabalhava. Uma cidade pequena, de pouco menos de 5 mil habitantes, onde ele tem (até hoje) um escritório de contabilidade.

É aquilo: computadores antigos, máquinas de escrever, cheques, poucos funcionários e etc. Eu, às vezes, conversava com os colegas de trabalho e, quando queria passar o tempo, brincava com rascunhos, desenhando, escrevendo, datilografando na máquina de escrever, desenhando no paint e etc. Cheguei a desenhar cheques, escrever histórias e até fazer revistas. Claro, tudo perfeito na cabeça de uma criança.

A gente almoçava numa pensão (a única) que tinha ali. Era uma comidinha bem caseira e bem gostosa e éramos sempre muito bem tratados pelos donos de lá. Eu achava um máximo me servir e ainda ouvir da cozinheira, por exemplo, que eu poderia pedir um ovo que ela imediatamente fritava pra mim (me achava um rei por conta disso).

Antes de voltarmos ao escritório, dávamos um passeio pela cidade a pé mesmo. Depois, no fim da tarde, voltávamos para casa.

Bons tempos.

Jornal da Hebe

Hebe, ao lado de Cynthia Benini, apresenta o Jornal da Hebe, notícias de verdade com uma boa dose de bom-humor: