Creed – Fear
Amanda Miguel – Él Me Mintió
Glória – Tudo Outra Vez
Creed – Fear
Amanda Miguel – Él Me Mintió
Glória – Tudo Outra Vez
Hoje eu gostaria de falar um pouco sobre minha vida de ‘motoqueiro’. Não, eu não sou profissional no ramo, nem nada, só tenho uma moto mesmo. Nada de mais.
Na faculdade, tenho alguns colegas que pilotam moto. Então, sempre tirei algumas dúvidas sobre, pois andar de moto pode ser perigoso, mas é um veículo mais barato e mais rápido para o dia-a-dia.
Eu trabalho e estudo um pouco longe de onde moro (mais ou menos 5km, então não dá pra andar a pé todos os dias pra tal coisa). Para sanar esse problema, comprei uma moto um ano após tirar carteira. Sim, tirei minha “A” já com meus 18 anos (depois veio a “B”).
A primeira vez que subi numa moto foi uma sensação maravilhosa: o vento na cara, mesmo no frio, e aquela sensação de caminho livre. Confesso que, no início, ficava com certo medo de pilotar uma (aquele medo de cair ou de bater em algum lugar perigoso), mas, até o momento, tá tudo certo. Já estou indo pra todo canto da cidade.
Mas, a minha moto não foi a primeira que eu pilotei (sem contar a da autoescola, claro), um colega meu já havia me emprestado. Foi uma boa sensação.
Agora um fato engraçado: como eu sou baixinho, preciso inclinar a moto pra poder estacionar. Fica até engraçado.
Você já experimentou essa sensação antes?

Quem curte jogos sabe perfeitamente como é ruim comprar um videogame que tanto espera e se decepcionar por saber muito bem que os consoles de hoje não vêm com mais de um controle (isso pode variar de loja pra loja também).
Pois bem, desde junho estávamos jogando (eu, irmão, família e amigos) apenas com um controle. Isso para quem adora fazer competições ou até mesmo jogar em modo cooperativo (em que um ajuda o outro).
No mês de agosto tentamos pedir um controle e nada. Esperamos durante dois meses inteiros (agosto e setembro) até que dia 09 (sexta) desse mês, finalmente ele chega dos correios.
Terceira vez que pedimos ele e só agora. Já dá pra imaginar o quanto a gente sofreu em esperar (ok, ok, sei que é um drama meu, mas é muito ruim). Agora podemos jogar jogos clássicos da Nintendo e nos divertirmos bastante. Só é uma pena que jogos, como Mario Kart Wii tenha me decepcionado nesse modo de jogabilidade (não se pode fazer campeonatos como no modo one player, apenas competições de 4 fases aleatórias, resumindo, não dá pra zerar o jogo no modo multiplayer).
O que mais me fascinou, com certeza, foi o jogo Residente Evil: The Umbrella Chronicles. Curta o jogo abaixo:
Tava aqui lembrando: Nem 1,70m, com apenas 15 anos e eu jogando basquete na educação física da escola. Logo eu.
Discorrerei sobre em outros posts, mas hoje não, pois bateu a preguiça de postar!
Joãozinho chega na padaria e pergunta:
– Moço, tem pão?
O padeiro responde:
– Só tem pão dormido.
– Ah, então acorda cinco aí pra mim.
Um tempinho aí, eu fiz um post sobre Twitter, se eu deveria ou não fazer um. Mas, e o Orkut, que já tem um tempinho que eu tenho?
Orkut é uma rede social, ou seja, um lugar que parece um fórum gigante onde pessoas entram em comunidades específicas onde podemos fazer amigos pelos interesses. Tem umas comunidades lá bem legais, inclusive, que eu participo.
Qual a sua favorita?
Além disso, podemos encontrar músicas de cantores que gostamos, lugares onde vemos sobre nossos livros favoritos e ainda conversar muita abobrinha.
Tem uns tópicos inúteis também como: Beija ou passa a pessoa de cima e etc.
Também tem a disputa do topo do depoimento para falarmos o quão importante tal pessoa é para nós. Muitos recursos bem divertidos. Já encontrei uns amigos por lá.
E, você, tem orkut?
A banda Muse apresentou no último MTV VMA [apresentado neste domingo, 13] uma de suas músicas do novo album The Resistance . O trio, formado por Matthew Bellamy, Christopher Wolstenholme e Dominic Howard, é britânco e está na estrada há mais de 10 anos. Pra quem curte um rock mais alternativo, essa é uma boa pedida.
Como não temos o vídeo, vejamos o clipe:
The paranoia is in bloom, the PR
The transmissions will resume
They’ll try to push drugs
Keep us all dumbed down and hope that
We will never see the truth around
Another promise, another scene, another
A package not to keep us trapped in greed
With all the green belts wrapped around our minds
And endless red tape to keep the truth confined
They will not force us
They will stop degrading us
They will not control us
We will be victorious
Interchanging mind control
Come let the revolution take it’s toll if you could
Flick the switch and open your third eye, you’d see that
We should never be afraid to die
Rise up and take the power back, it’s time that
The fat cats had a heart attack, you know that
Their time is coming to an end
We have to unify and watch our flag ascendThey will not force us
They will stop degrading us
They will not control us
We will be victorious
Vamos fazer a tabuada de 9?
9×1
9×2
9×3
9×4
9×5
9×6
9×7
9×8
9×9
9×10
Para o resultado, escrevemos em ordem de 0 a 9, assim:
9×1=0
9×2=1
9×3=2
9×4=3
9×5=4
9×6=5
9×7=6
9×8=7
9×9=8
9×10=9
Agora escrevemos na ordem inversa: de 9 a 0:
9×1=09
9×2=18
9×3=27
9×4=36
9×5=45
9×6=54
9×7=63
9×8=72
9×9=81
9×10=90
Pronto! Você acabou de aprender a tabuada do 9.
Quando você está jogando Pokémon Yellow no seu velho gameboy, ao fim de uma rota próxima à cidade de Cerulean, você encontra um treinador que, educadamente, informa que tem um pokémon que não consegue evoluir, pois ele não se considera um bom treinador. Você, como bom samaritano (e de olho no seu futuro Charizard) aceita cuidar dele e o integra em sua equipe, certo? Certo.

Só que esse treinador bonzinho só existe nos jogos. No anime, a história é completamente diferente.
Indo para Vermilion, Ash, Misty, Brock e Pikachu, perdidos, como de costume, encontram um Charmander deitado em uma pedra.

Charmander, cansado, diz que está a espera de seu dono. Então, eles vão embora e partem para o Centro Pokémon mais próximo para se protegerem da chuva. Lá eles encontram seu treinador, que admite que o abandonou por conta da fraqueza da lagartinha.

Brock é o mais preocupado do trio, pois acredita que ele realmente foi abandonado, o que já percebemos que ele estava certo.

“Vai buscar! Aquele Charmander ainda está te esperando, vai buscá-lo agora!”
A gente pensando que ia rolar briga e a enfermeira Joy vai lá e aparta. Poxa!

E lá vão nossos heróis a fim de resgatá-lo.

Como Charmander está sob chuva e ataque de Spearows, ele acaba ficando muito fraco para poder se defender. Por sorte, nossos amigos o levam para a enfermaria para que Joy possa cuidar dele.

Ok! Tudo muito lindo, mas na manhã seguinte, Charmander vai atrás de seu antigo treinador. Orgulho? Vingança? Não sei, mas que ele vai atrás, ele vai.
Aí, a Equipe Rocket aparece (não estava fazendo falta) faltando 6 minutos para o episódio acabar para… cavar um buraco?

Os nossos heróis, com exceção de Pikachu, caem no buraco. Aí, eles sequestram o amarelinho usando roupas de borracha e os bobões, ao invés de usar outro pokémon, não! Ficam lá esperando um herói aparecer. Por sorte, ele aparece.

Demasiado poder provindo de um pokémon nível 10 (que só aprende um golpe de fogo – Ember) desperta o sentimento de retorno do treinador antigo que admite que só voltou por ver potencial no pequeno lagarto de fogo.

Charmander até fica balançado, mas prefere não ir com ele. No fim, ele e Pikachu o atacam. Charmander vai para o time dos nossos heróis.

Por fim, uma última curiosidade: Brock é o que mais preocupa e o que mais motiva Charmander a seguir lutando bravamente, além de convencer o pequeno pokémon de fogo o que seu antigo treinador é capaz de fazer. Então, por que ele foi com Ash e não com Brock. Protagonismo, talvez?
Atualização: Veja o episódio completo abaixo:
Eu achava o máximo ter um relógio que eu tive na minha infância. Ele tinha as funções: despertador, mostrava o dia da semana na parte superior das horas, tinha cronômetro e ainda tinha luz para poder ver a hora durante a noite. Pra criança, aquilo era perfeito. Tentei repetir o feito na adolescência, mas nem era a mesma coisa.
Em tempo: eu tinha um primo que tinha um compartimento para guardar chiclete. Ele guardava moedas também (esse eu até queria por um tempo).
Às vezes, fica um pouco difícil imaginar: o que posso por aqui?
Passam os dias, vejo uma tela em branco e passo horas pensando no que digitar, mas nada vem. Tem uma mente criativa é diferente de ativar o modo criativo, seja ele em qual momento for. E, aí, a gente fica horas sem pensar e sem escrever nada. Já até perdi o rumo.
Manter um blog nem é fácil, quando nem sempre os assuntos vêm à luz. O jeito é deitar, relaxar e, quem sabe, no dia seguinte, aparece algo.
O Jardineiro é Jesus e as árvores somos nós.
Imagine, por um instante, que tudo ao seu redor desacelera. A noite fica mais macia, o ar parece mais leve, e você sente como se estivesse sentado em um lugar seguro, onde nada exige pressa. A minha voz chega até você como um sussurro calmo, quase como o som de uma brisa passando por entre folhas. Não há cobranças aqui, nem relógios correndo. Só um espaço silencioso onde você pode simplesmente existir.
Enquanto respira fundo, a tensão do dia começa a se desfazer, como se cada preocupação derretesse devagar. A correria, o trabalho, as expectativas — tudo isso fica lá fora, distante, pequeno. Aqui dentro, só importa o seu bem-estar. É como se o mundo desse uma pausa para que você pudesse se reencontrar consigo mesmo, sem peso, sem pressa, sem ruído.
E, nesse instante de quietude, você percebe que a paz não é algo que precisa ser buscado longe. Ela se revela quando você permite que o corpo descanse e a mente se aquiete. Fique um pouco mais nesse lugar suave. Deixe que essa calma te envolva como um cobertor morno. Você merece esse respiro, essa leveza, essa sensação de que, por alguns minutos, tudo está exatamente onde deveria estar.
Chão que desliza
Noite de ilusões à deriva
Groove, groove, groove, hey negrita
Teu prazer me cai na saliva
Céu que convida
Onde o som bater eu me encaixo
Groove, groove, groove na medida
Eu te espero em cima ou embaixo?
Dentro da noite do mundo
Vamos brindar à solidão
E acordar nas tábuas desse chão, oh
Não, não vacila
Vem aqui mostrar sua arte
Groove, groove, groove na medida
Teu prazer é o meu estandarte
(Runaway)
Dentro da noite do mundo
Vamos brindar à solidão
E acordar nas tábuas desse chão, oh
Você sabe diferenciar os porquês? Saber qual usar em determinada situação sempre é algo complicado de se fazer, não é? Hoje, irei te ensinar de forma rápida como usá-los:
Por que: É o mais comum utilizado em perguntas.
Exemplo: “Por que você não foi à escola ontem?”
Note que, neste exemplo, o porquê vem ao início da frase.
Por quê: Usado no final de perguntas
Exemplo: “Ouvimos a bronca sem saber por quê”.
Normalmente, próximo a pontos. Pode também aparecer em perguntas indiretas, sem ponto de interrogação.
Porque: Usado em respostas
Exemplo: “Falo isso porque me importo com você”.
Porquê: Tem valor de substantivo e indica o motivo ou a razão.
Exemplo: “Qual é o porquê de toda essa festa?”
Note que, neste exemplo, você pode trocar “o porquê” por “a razão” ou “o motivo”. Também note que este porquê é usado com um artigo antes.
Aprendeu? Então comenta um exemplo aqui nos comentários!
Galera, fala a verdade, esse velhinho tem classe, vejam:

Não sei se talvez tenha sido pela influência nas Olimpíadas ou se era só porque a pista de areia não estava sendo usada e ela ocupava um grande tamanho na escola, mas houve um ano (e um único ano) que nós praticamos saldo em distância na educação física do colégio. Se eu tive mais de uma aula, foi muito.
A regra era simples: correr, correr, correr, pisar no meio da tábua e cair no meio de uma caixa de areia. Você não poderia sair por trás, ou seja, de onde você veio, pois atrapalhava a medição, que era feita com uma trena (e eu acabei fazendo isso na primeira vez hehe).
Era isso!
Ah, um bônus: tinha umas colegas minhas que ficavam alegando que não pulavam naquilo porque a areia estava cheia de fezes caninas. O curioso era que eu nunca vi um cachorro na escola.
Começam a cair uns pingos de chuva. Tão leves e raros que nem as borboletas ainda perceberam, e continuam a pousar, às tontas, de jasmim em jasmim. As pedras estão muito quentes, e cada gota que cai logo se evapora. Os meninos olham para o céu cinzento, estendem a mão — e vão tratar de outra coisa. (Como desejariam pular em poças d’água! — Mas a chuva não vem…)
Nas terras secas, tanta gente, a esta hora, estará procurando também no céu um sinal de chuva! E, nas terras inundadas, quanta gente a suspirar por um raio de sol!
Penso em chuvas de outrora: chuvas matinais, que molham cabelos soltos, que despencam as flores das cercas, entram pelos cadernos escolares e vão apagar a caprichosa caligrafia dos exercícios.
Chuvas de viagens: tempestades na Mantiqueira, quando nem os ponteiros dos para-brisas dão vencimento à água; quando apenas se avista, recortada na noite, a paisagem súbita e fosfórea mostrada pelos relâmpagos. Catadupas despenhando sobre Veneza, misturando o céu e os canais numa água única, e transformando o Palácio dos Doges num imenso barco mágico, onde se movem, pelos tetos e paredes, os deuses do paganismo e os santos cristãos. Chuva da Galiléia, salpicando as ruas pobres de Nazaré, regando os campos virentes, toldando o lago de Tiberíades coberto ainda pelo eterno olhar dos Apóstolos. Chuva pontual sobre os belos campos semeados da França, e na fluida paisagem belga, por onde imensos cavalos sacodem, com displicente orgulho, a dourada crina…
Chuvas antigas, nesta cidade nossa, de perpétuas enchentes: a de 1811, que, com o desabamento de uma parte do morro do Castelo, soterrou várias pessoas, arrastou pontes, destruiu caminhos e causou tal pânico que durante sete dias as igrejas e capelas estiveram abertas, acesas, com os sacerdotes e o povo a implorarem a misericórdia divina. Uma, de 1864, que Vieira Fazenda descreve minuciosamente, com árvores arrancadas, janelas partidas, telhados pelos ares, desastres no mar e “vinte mil Lampiões da iluminação pública completamente inutilizados”.
Chuvas modernas, sem trovoada, sem igrejas em prece, mas com as ruas igualmente transformadas em rios, os barracos a escorregarem pelos morros, barreiras, pedras, telheiros a soterrarem pobre gente. Chuvas que interrompem estradas, estragam lavouras, deixam na miséria aquêles justamente que desejariam a boa rega do céu para a fecundidade de seus campos.
Por enquanto, caem apenas algumas gotas daqui e dali. Nem as borboletas ainda percebem. Os meninos esperam em vão pelas poças dágua onde pulariam contentes. Tudo é apenas calor e céu cinzento, um céu de pedra onde os sábios e avisados tantas coisas liam outrora:
“São Jerônimo, Santa Bárbara Virgem,
lá no céu está escrito, entre a cruz e a água benta:
Livrai-nos, Senhor, desta tormenta!”
Texto extraído do livro “Quadrante 2 – 4ª Edição (com Biografias)”, Editora do Autor – Rio de Janeiro, 1963, págs. 48 e 49.
Todo nerd necesita una habitación para llamarla de suya