Todos os posts de Áℓiѕѕση Suriani

Sabe aquele cara que gostar de jogar um videogame, ler um livro, vez ou outra ver uma série, anime ou filme, escutar uma boa música, viajar e relaxar com o verde da natureza? Este sou eu. Viaje comigo neste mundo nerd!

Biscoito de polvilho doce

Ingredientes:
1kg de polvilho
4 copos americano de óleo pelo vinco
2 copos americano cheio
10 ovos

Terminar de amassar com leite morno ou água morna
Sal a gosto

Modo de fazer
Ferver bem a água com o óleo com o sal. Escaldar o polvilho, deixar esfriar e amassar bem e terminar com leite.

Pedra, papel ou tesoura

O jogo pedra, papel ou tesoura funciona como uma disputa simples entre duas pessoas, em que cada uma escolhe um dos três gestos ao mesmo tempo. A pedra vence a tesoura porque a quebra, a tesoura vence o papel porque o corta, e o papel vence a pedra porque a envolve. Não existe outra regra além dessa pequena cadeia de força, que mantém o jogo equilibrado e imprevisível. Como as escolhas são simultâneas, ninguém sabe o que o outro vai mostrar, o que torna tudo mais divertido.

Apesar de ser um jogo rápido, ele funciona quase como um sorteio estratégico. Cada jogador tenta adivinhar o movimento do outro, criando uma espécie de duelo mental leve e espontâneo. Por isso ele é tão usado para decisões do dia a dia: é simples, justo e não exige nada além das mãos e um instante de atenção.

Resumindo:

Tesoura ganha de papel
Papel ganha de pedra
Pedra ganha de tesoura

Como era a Educação Física?

Eu já postei alguns esportes aqui falando sobre alguns esportes que praticávamos durante o ensino fundamental, então muitas coisas vocês já entenderam. Mesmo assim, como era a Educação Física na época de vocês da escola? Vamos fazer um leve resumo?

No meu Ensino Fundamental (que iria da 5ª à 8ª série), nós tínhamos vários jogos para jogar, dificilmente era teoria (a parte escrita, no quadro, essas coisas). Geralmente, dividia-se os homens em futebol e as mulheres no handebol. Claro que havia exceções e ele não era dividido 100% assim. Também tínhamos um espaço para peteca num campo de terra improvisado entre duas árvores.

Até a quarta série, meus colegas jogavam sim alguns esportes. Normalmente, eu ficava de fora, pois não curtia esses esportes (nem as brincadeiras, de modo geral), mas a partir da 5ª série, isso meio que ficou obrigatório, pois era uma matéria que poderia te repetir de ano.

Além dos esportes supracitados, também tínhamos vôlei, queimada e salto em distância. Basquete eu só fui conhecer mesmo no ensino médio. Mesmo baixinho, eu jogava e conseguia fazer algumas cestas.

Nos dias de chuva, o que reinava eram os jogos de tabuleiro: dama, ludo, dominó, entre outros.

Tempos bons.

Orgulho e vergonha

Você nunca diria que são irmãos. Eles parecem ser diferentes. O orgulho empinou seu peito. A vergonha pesa em sua cabeça. O orgulho ostenta. A vergonha esconde. O orgulho busca o reconhecimento. A vergonha busca ser evitada.

Mas não se engane, as emoções possuem a mesma parentela. E as emoções têm o mesmo impacto. Elas o afastam de seu Pai.

O orgulho diz: “Você é muito bom para ele”.
A vergonha diz: “Você é muito ruim para ele”.
O orgulho o afasta.
A vergonha o mantém afastado.
Se o orgulho procede à queda, então a vergonha é o que o impede de levantar-se após a queda.

Retirado do livro “Ele escolheu os cravos”, de Max Lucado.

Um momento para relaxar

Encontre um lugar onde sua mente possa descansar.
Sente-se de um jeito que o corpo reconheça como conforto.
Deixe a respiração guiar o ritmo do momento, suave e constante.
E permita que lembranças especiais venham à tona, iluminando você por dentro.

Do What you Want – Drake Bell

The people around the world they say I’m bitter
But I can say I’m not a quitter
(Ha-ha-ha), and you can’t

And people
No, they don’t apologize
That’s why we have to advertise in the paper
(Sunday news)

I can’t make you stop and listen that won’t save you
I can’t believe
Everybody wants to party all night long until the birds are singing

So do what you want to do
Be what you want to be
Live how you want to live
If you want to be free then you’re gonna be free

People, don’t you know it’s not polite to point and stare
No, it’s the way to show you care
About the way you live
But I bet you don’t give a (hoo)

And people
We’ve got to give it up with credits too
But you only did it ‘cause I told you to
Too bad, so sad
Hope I didn’t make you mad

I can’t make you stop and listen that won’t save you
I can’t believe
Everybody wants to party all night long until the birds are singing
‘Til the birds are singing

So do what you want to do
Oh, be what you want to be
Live how you want to live
If you want to be free then you’re gonna be free

So say what you want to say
And hear what you want to hear
Live how you want to live
If you want to be free then you’re gonna be free

I can’t make you stop and listen that won’t save you
(And I can’t believe)
Everybody wants to party all night long, until the

Birds are singing (until the birds are singing

So do what you want to do
(Do what you want to do)
Oh, be what you want to be
(Be what you want to be)

Live how you want to live (like you’re free)
If you want to be free then you’re gonna be free

So say what you want to say
(What you want to say)
And hear what you want to hear
(Hear what you want to hear)

Live how you want to live
If you want to be free
You’re gonna be free

If you want to be, got to be
Have to be
Nothing but free

Please hold for the important message

Olhando a hora nos ponteiros

Você sabe olhar a hora no ponteiro dos relógios?

Horas: O ponteiro menor é o ponteiro das horas. Lemos normalmente. Se ele ainda não chegou ao 10, então ainda são 9h (mesmo que esteja bem próximo). Você só vai dizer que são 10h quando o ponteiro menor apontar para o quadrado (em destaque) atrás do número 10,

Minutos: O relógio vai até o 12, correto? Temos 60 minutos. 60 dividido por 12 é 5, ou seja, cada número apontado pelo ponteiro maior deverá ser multiplicado por 5. Se ele está no 2, 2×5=10. Ou seja, são 9h10. Repare também que entre o 2 e o 3 temos 4 tracinhos. Cada um representa um minuto. Então, o quadrado em destaque atrás do 2 representa o minuto 10. Depois vem 4 tracinhos (minutos 11, 12, 13 e 14) levando o ponteiro maior ao quadrado em destaque atrás do 3 (15).

Segundos: Ignore o ponteiro vermelho e vá ser feliz.

Imagem de macrovector no Freepik

Onze

Olha que interessante:

Hoje é o 11º dia do mês.
Estamos no mês 11
O ano é 2009 (ou seja, 2+9=11)
Este é o post nº 116 (11*10). Fica exatamente entre o post 111 (-5) e o post 121 (+5). E 121 = 11×11

Nada a ver mesmo, só quis comentar =)

Barsa x Google

É impressionante como as coisas têm evoluído de uns anos para cá. Há 10 anos, quando eu ainda estava no ensino fundamento (4ª série), vinha uma galera na minha escola pra vender um kit completo da Barsa, que era uma coletânea de livros com vários conteúdos escolares para nos ajudar a fazer pesquisa.

E quem faz isso hoje? Exato, o google. Você apenas digita o que você quer e já consegue o resultado.

Agora, imagine-se pesquisando vários conteúdos em vários livros diferentes.

Um adendo: não era nem um pouco barato (motivo que meu pai nunca me deu dinheiro pra comprar um).

Suficiente para serem moldados

Um soldado não identificado apanhou galhos – maduros o suficiente para serem espinhos, maleáveis o suficiente para serem moldados – e os transformou em uma coroa de escárnio, uma coroa de espinhos.

Os espinhos simbolizam, nas Escrituras, não o pecado, mas a consequência dele.

Retirado de “Eu vos amei o suficiente para tornar-me um de vós”, do livro “Ele escolheu os cravos”, de Max Lucado.

Peso e Alívio

Às vezes eu só queria que o mundo diminuísse o ritmo por um instante. Sinto como se tudo ao meu redor estivesse sempre correndo, sempre exigindo algo, e eu só desejasse um pouco de silêncio dentro de mim. Não é cansaço físico, é aquela vontade de respirar fundo sem sentir o peso do dia grudado nos ombros. Pedir para o mundo parar para eu poder descer, entende?

Tem momentos em que eu paro e percebo que preciso de paz, de um espaço onde minha mente não esteja sendo puxada para mil direções ao mesmo tempo. Eu queria conseguir me desligar da correria, das expectativas, das cobranças que eu mesmo coloco sobre mim. Só queria um intervalo, um respiro, algo que me lembrasse que eu também mereço descanso.

E, no fundo, eu sei que esses pequenos instantes existem — às vezes num gesto simples, num silêncio breve, numa pausa que quase passa despercebida. Talvez eu só precise aprender a enxergá-los melhor. Porque, sinceramente, tudo o que eu quero agora é um pouco de calma, um pouco de leveza e daquele tempinho comigo mesmo.

Letras que tem outros sons

Palavras com S que tem som de Z: análise, aplauso, cheiroso, coisa, francesa, gasosa, japonesa, quiser, paralisia, pesquisar, repouso.

Palavras com Z que tem som de S: acidez, atriz, imperatriz, mesquinhez.

Palavras com G que tem som de J: geladeira, gesto, girafa, viagem.

Palavras com C que tem som de S: acender, acessório, cetim, coice, foice, vacilo.

Palavras com X que tem som de Z: exagero, exame, exato.

Agora, me fala: pra quê isso?

Duas com Toddy

Vocês também têm aquela receitinha que vocês fizeram quando eram crianças e sentem uma certa nostalgia por se lembrarem dela? Sabe quando, por exemplo, você aprendeu a fazer brigadeiro de colher e hoje, sendo adulto, só faz para trazer um pouco a infância de volta? (E também porque é gostosa), mesmo que não seja tão saudável?

Não, não estou falando de receitas como macarrão instantâneo, é coisa de criança mesmo. E hoje estou afim de compartilhar com vocês duas que eu fazia quando criança.

No café da manhã, eu gostava de uma que era assim: eu pegava um prato fundo e enchia de bolacha maizena. Esquentava o leite (não gostava dele exatamente quente, morno já era bom). Antes de colocá-lo sobre as bolachas, eu jogava toddy em cima delas até cobri-las (criança gosta de tudo doce, não é?). Depois jogava mel e terminava com o leite. Esperava um pouco para a bolacha amolecer e depois só dava uma amassadinha e comia. Tomava no café da manhã antes de ir pra escola (aquele friozinho das 6h da manhã, sabe?). Hum, deu até vontade de fazer novamente.

A tarde, uma que eu gosto é assim: Você pega um pão, tira o miolo e passa margarina. Depois joga toddy e espalha pelo pão, sacudindo. Manda vê!

Ah, ser criança é tão bom!

Karatê na infância

Um esporte que eu praticava na minha infância era o Karatê. Talvez, sendo incentivado pelo meu irmão que também fazia, esse foi um esporte que eu pratiquei até pegar a faixa verde (a 5ª faixa, na época). E, por algum motivo, eu parei.

Claro que não me lembro de muitos nomes de golpes, eram todos japoneses e, talvez, eu passe um pouco de vergonha ao escrevê-los, mas eu tenho lembranças de sempre chegarmos, tirarmos nossos relógios e chinelos, fazermos um alongamento e depois começarmos as lutas. Também tinha a luta imaginária e também a luta de sumô entre os companheiros.

Na troca de faixa, no fim do ano, toda a escola (estudávamos, acredite, em um conservatório municipal) se reunia para apresentar frente a muitos pais e amigos (geralmente, no estádio poliesportivo da cidade).

Todo ano era um professor diferente, trazido de outra cidade. Cada um com sua técnica.

Acho que não tenho muito mais o que falar sobre. Você praticava algo na infância?

Novembro aí

Novembro chegou trazendo uma energia diferente, quase como um sopro novo que toca a alma. É o mês em completo 20 anos e isso por si só já carrega um brilho especial. A sensação é de recomeço, de portas que se abrem, de caminhos que começam a ganhar forma sob a luz divina que acompanha cada passo.

Há algo de abençoado em novembro — uma calma que se mistura com expectativa, uma fé silenciosa de que dias melhores estão vindo. É como se o universo inteiro conspirasse para que este mês fosse leve, próspero e cheio de boas surpresas.

Que novembro seja um mês de conquistas, de momentos marcantes e, claro, de muitos posts que registrem tudo isso. Que a luz divina ilumine seus planos, fortaleça seus sonhos e faça desse ciclo um dos mais especiais da sua vida. Que venha um mês bonito, cheio de fé, alegria e novas histórias para contar.

Onde a calma encontra você

Às vezes, pequeno gafanhoto, o que você precisa não é de silêncio absoluto, mas de um tipo diferente de calma — aquela que surge quando você se permite observar o mundo com mais suavidade.

Imagine-se sentado em um lugar tranquilo, ouvindo o som distante de uma fonte ou o farfalhar de cortinas tocadas por um vento leve. Nada exige sua atenção imediata. Você apenas sente o corpo repousar, como se cada músculo entendesse que pode finalmente soltar o peso que carregou o dia inteiro. É um momento seu, íntimo, onde o tempo parece se esticar só para te dar espaço.

E enquanto você respira devagar, percebe detalhes que normalmente passam despercebidos: o cheiro de algo familiar no ar, a textura de um tecido macio entre os dedos, a luz suave que entra pela janela e colore o ambiente de um jeito quase poético.

Esses pequenos instantes, tão simples, têm uma força enorme. Eles lembram que a vida não é feita só de obrigações e pressa — também é feita de pausas que aquecem, de sensações que acolhem, de momentos que devolvem equilíbrio. E você merece cada um deles.