Todos os posts de Áℓiѕѕση Suriani

Sabe aquele cara que gostar de jogar um videogame, ler um livro, vez ou outra ver uma série, anime ou filme, escutar uma boa música, viajar e relaxar com o verde da natureza? Este sou eu. Viaje comigo neste mundo nerd!

Letras que tem outros sons

Palavras com S que tem som de Z: análise, aplauso, cheiroso, coisa, francesa, gasosa, japonesa, quiser, paralisia, pesquisar, repouso.

Palavras com Z que tem som de S: acidez, atriz, imperatriz, mesquinhez.

Palavras com G que tem som de J: geladeira, gesto, girafa, viagem.

Palavras com C que tem som de S: acender, acessório, cetim, coice, foice, vacilo.

Palavras com X que tem som de Z: exagero, exame, exato.

Agora, me fala: pra quê isso?

Duas com Toddy

Vocês também têm aquela receitinha que vocês fizeram quando eram crianças e sentem uma certa nostalgia por se lembrarem dela? Sabe quando, por exemplo, você aprendeu a fazer brigadeiro de colher e hoje, sendo adulto, só faz para trazer um pouco a infância de volta? (E também porque é gostosa), mesmo que não seja tão saudável?

Não, não estou falando de receitas como macarrão instantâneo, é coisa de criança mesmo. E hoje estou afim de compartilhar com vocês duas que eu fazia quando criança.

No café da manhã, eu gostava de uma que era assim: eu pegava um prato fundo e enchia de bolacha maizena. Esquentava o leite (não gostava dele exatamente quente, morno já era bom). Antes de colocá-lo sobre as bolachas, eu jogava toddy em cima delas até cobri-las (criança gosta de tudo doce, não é?). Depois jogava mel e terminava com o leite. Esperava um pouco para a bolacha amolecer e depois só dava uma amassadinha e comia. Tomava no café da manhã antes de ir pra escola (aquele friozinho das 6h da manhã, sabe?). Hum, deu até vontade de fazer novamente.

A tarde, uma que eu gosto é assim: Você pega um pão, tira o miolo e passa margarina. Depois joga toddy e espalha pelo pão, sacudindo. Manda vê!

Ah, ser criança é tão bom!

No consultório de psiquiatria

– Doutor, eu tenho um problema. Não consigo lembrar de nada do que me dizem depois de um minuto, um minutinho apenas, doutor.
– E há quanto tempo apareceu esse problema?
– Há quanto tempo apareceu o que, doutor?

Novembro aí

Novembro chegou trazendo uma energia diferente, quase como um sopro novo que toca a alma. É o mês em completo 20 anos e isso por si só já carrega um brilho especial. A sensação é de recomeço, de portas que se abrem, de caminhos que começam a ganhar forma sob a luz divina que acompanha cada passo.

Há algo de abençoado em novembro — uma calma que se mistura com expectativa, uma fé silenciosa de que dias melhores estão vindo. É como se o universo inteiro conspirasse para que este mês fosse leve, próspero e cheio de boas surpresas.

Que novembro seja um mês de conquistas, de momentos marcantes e, claro, de muitos posts que registrem tudo isso. Que a luz divina ilumine seus planos, fortaleça seus sonhos e faça desse ciclo um dos mais especiais da sua vida. Que venha um mês bonito, cheio de fé, alegria e novas histórias para contar.

Onde a calma encontra você

Às vezes, pequeno gafanhoto, o que você precisa não é de silêncio absoluto, mas de um tipo diferente de calma — aquela que surge quando você se permite observar o mundo com mais suavidade.

Imagine-se sentado em um lugar tranquilo, ouvindo o som distante de uma fonte ou o farfalhar de cortinas tocadas por um vento leve. Nada exige sua atenção imediata. Você apenas sente o corpo repousar, como se cada músculo entendesse que pode finalmente soltar o peso que carregou o dia inteiro. É um momento seu, íntimo, onde o tempo parece se esticar só para te dar espaço.

E enquanto você respira devagar, percebe detalhes que normalmente passam despercebidos: o cheiro de algo familiar no ar, a textura de um tecido macio entre os dedos, a luz suave que entra pela janela e colore o ambiente de um jeito quase poético.

Esses pequenos instantes, tão simples, têm uma força enorme. Eles lembram que a vida não é feita só de obrigações e pressa — também é feita de pausas que aquecem, de sensações que acolhem, de momentos que devolvem equilíbrio. E você merece cada um deles.

Já em contagem regressiva

É, pessoal. Em menos de um mês entrarei na casa dos 20 anos. Duas décadas neste mundão.

Já contei um pouco de como foi minha vida até aqui. Falei dos esportes, falei das músicas que curto, das brincadeiras que fazia quando era criança, algumas viagens que fiz e alguns pensamentos e contos que compartilhei.

Claro, até o momento não foi muito, visto que ainda estamos com 3 meses de blog.

Mas, é isso, pessoal, logo teremos mais.

Troca de corpos

Um pouco antes do nacional “Se eu fosse você”, estrelado por Toni Pires e Glória Ramos (oh, wait!), Lindsay Lohan e Jamie Lee Cutis já trocavam seus corpos lá em 2003 em Sexta-Feira Muito Louca depois de terem contato com um bolinho chinês dado pela dona de um restaurante safada que só queria ver o caos dominar aquela família que vivia brigando porque, aparentemente, uma não entendia a outra. 

Anna, que não tinha cara de banana, é a filha adolescente rebelde da mãe sempre-sem-tempo Tess, que era apaixonada por um cara chamado Ryan, um qualquer sem importância

Um belo dia elas trocam de corpo, e aí a senhora (senhora?) vai reviver sua vida estudantil, com as melhores amigas, o amor da jovem que a mãe é completamente contra e a briga com Stacey, uma antiga amiga, atual inimiga que a mãe não entende os motivos que levaram a isso (na verdade, nem a gente entende). 

Enquanto isso, a jovenzinha vira uma senhora (de novo essa piadinha?) vira uma psicóloga e só fica ouvindo. E aí ela entende o quanto a mãe é ocupada (será que entende mesmo)? 

Claro que tem os pontos máximos do filme, como a apresentação de rock e a festa de noivado. Nesses pontos, é onde finalmente mãe e filha tem sua compreensão máxima uma sobre a outra. E aí, nesse momento, elas voltam para seus corpos. 

Vale a pena?  

Ah, sei lá! Vai lá e assiste… 

Brincadeira, vale sim! 

Brutal: Paws of Fury

Vocês se lembram de um jogo de luta chamado Brutal? Ou será que só eu jogava essa bomba?

Brutal é um jogo de luta, em que animais brigavam uns com os outros, com direito a poderes. Meu personagem favorito era o urso Ivan.

Joguei uns trocados na casa de um primo meu.

Obs.: Os vídeos foram adicionados depois para uma melhor ilustração.

Post nº 100

Desde 19 de julho deste ano (2009), estamos escrevendo posts neste blog. Hoje, chegamos ao post de número 100! Por isso, vamos relembrar alguns deles:

1 – Novo clipe da Pitty: Me adora

A cantora Pitty é uma das minhas paixões no cenário da música, ainda mais do Rock Nacional. Recentemente, ela lançou seu novo álbum, o Chiaroscuro, que contém um monte de músicas maravilhosas. Vale a pena conferir!

2 – Verdadeira Amizade

Conta-se uma lenda judaica que dois amigos, um solteiro e outro casado, e que dividiam o mesmo campo de trigo, tiveram prosperidade em seu cultivo. Então, acreditando que o outro precisaria mais dessa prosperidade que o outro, ambos têm a mesma ideia, porém sem que o outro saiba, e resolvem presentear um ao outro com essa prosperidade.

3 – Lilian rindo da reportagem

Uma mulher de 81 anos, numa cadeira de rodas, foi o motivo de arrancar risadas de Lilian Witte Fibe no meio do jornal.

4 – Nintendo na E3 2009

Na conferência da E3 deste ano, a Nintendo anunciou jogos como New Super Mario Bros Wii, Wii Fit Plus, Mario and Luigi: Bowser’s Inside Story, The Legend of Zelda: Spirit Tracks, e etc.

5 – A menina que pisou no pão – Andersen

Ela só não queria sujar os sapatos.

Ficaremos só nestes cinco posts, pois, com certeza, teremos mais posts retrôs daqui pra frente.

Oração da manhã

Senhor,
no silêncio deste dia que amanhece,
venho pedir-te a paz,
a sabedoria, a força.
Quero olhar hoje o mundo
com olhos cheios de amor,
Ser paciente, compreensivo,
manso e prudente,
ver alem das aparências teus filhos
como tu mesmo os vês e, assim,
não ver senão o bem em cada um.

Fecha meus ouvidos a toda calúnia.
Guarda minha língua de toda maldade.

Que só de bênçãos se encha meu espírito,
Que eu seja tão bondoso e alegre
que todos quantos se achegarem de mim
sintam tua presença.

Reveste-me de tua beleza, Senhor,
e que, no decurso desse dia,
eu não te ofenda
eu te revele a todos.

Entre Respiros e Recomeços

Às vezes, tudo o que você precisa é de um instante para si. Pode ser algo simples, como caminhar devagar pela casa enquanto sente o chão sob os pés, ou preparar um café com calma, observando o vapor subir como se o tempo estivesse disposto a esperar por você. Esses pequenos rituais, quase invisíveis no meio da rotina, têm o poder de abrir janelas de respiro no dia. É como se o mundo diminuísse o volume só para você ouvir sua própria presença.

Existem atividades que funcionam como abrigo. Ler algumas páginas de um livro sem pressa, cuidar de uma planta, organizar um cantinho da casa, ouvir uma música suave… tudo isso cria um espaço onde a mente se acomoda e o corpo relaxa. Não é sobre produtividade, nem sobre fazer algo “útil”. É sobre permitir que a vida tenha momentos de leveza, onde você se reconecta com aquilo que te faz bem, mesmo que por poucos minutos.

E, no meio dessa correria toda, as pausas são como pequenas ilhas de descanso. Fechar os olhos por um instante, alongar o corpo, respirar fundo, sentir o ar entrar e sair — são gestos simples, mas que devolvem equilíbrio. Quando você se permite parar, mesmo que por pouco tempo, percebe que a calma não está distante. Ela mora nesses intervalos, nesses respiros, nesses cuidados discretos que você oferece a si mesmo.

Criado o Last.fm

Uma rede social que tenho visto por algum tempo (até por uma influência de um primo meu), é o Last.FM. E agora resolvi criar um perfil.

Dá uma conferida lá se você quiser conhecer meus gostos musicais.

O mais interessante em relação a ele é que ele registra todas as MP3 do computador que eu escuto. Por isso, vai ser interessante ver quais as músicas, álbuns e artistas eu mais tenho escutado. Só é uma pena que ele não registre minhas reproduções do Youtube.

E a pergunta é: Será que usarei por muitos anos? Será que eu estarei conferindo quais músicas eu escutava num passado distante? Veremos!

Bom, até o momento, a forma como tenho de registrar as músicas que eu mais ouvia em determinada época do ano era gravando CDs ou comprando originais.

O primeiro artista que estou registrando em meu perfil do Last.FM chama-se Matheus Herriez. Confira a música abaixo:

Tabuada de 11

Depois da tabuada de 9, vamos aprender a de 11:

Qualquer número até 9 que multiplique por 11, você só repete o número:

11×1=11
11×3=33
11×7=77

Se o número tiver dois digitos, você deve fazer assim:

11×35

Iguale o valor do resultado com o número que estamos multiplicando:

11×35=35

Some os dois algarismos. No caso, somaremos 3 e 5 = 8 e colocamos no meio:

11×35=385

Se a soma passar 9, acrescente 1 na centena:

11×58. Sendo 5+8=13, ficaria 5138? Não, né! Então, coloque o 1 lá no 5.

11×58=638.

Simples, não?

Chocolatinho para adoçar

Acho que uma das coisas que a gente mais gosta quando é criança, geralmente claro, é doce. São tantas lembranças de guloseimas que fazem parte da nossa vida que a gente percebe o quão mínimo era para sermos felizes.

Ali entre meus 9 ou 10 anos de idade, mexer com fogão poderia até ser algo distante (talvez não perigoso, mas não era algo que eu mexeria com frequência). Sei que muitas crianças já aprendem a cozinhar, mas não foi exatamente o meu caso.

Porém, uma antiga amiga de minha mãe nos ensinou a fazer uma das receitas mais gostosas quando se é criança: brigadeiro de colher. Claro que, hoje em dia, a gente conhece muitas outras receitas, mas quero ensinar a vocês como eu aprendi:

Primeiro, você coloca meia colher de manteiga numa panela e mexe até ela derreter. Aí você coloca uma boa quantidade de leite e mistura com achocolatado e açúcar. Sim, o negócio fica bem doce e eu, já um jovem adulto, não me atreveria comer tanto doce, mas era o que tinha, né galera.

Aí vem a parte chata: misturar tudo até o doce ficar naquela consistência que a gente já conhece.

Claro que, hoje, eu não faço essa receita, mas é uma memória que tenho que me agrada muito recordar.

E você? Tem alguma receita de infância?

Zero e um em binário

Como é zero e um em binário? Assim: 01.

Tá, mas e se for em extenso? 01111010 01100101 01110010 01101111 00100000 01100101 00100000 01110101 01101101

Bandeirinha estourou, brincadeira começou!

Uma boa brincadeira de infância, que também é um ótimo exercício, é a bandeirinha.

Dois times de números iguais de pessoas são selecionados. Cada um fica de um lado do campo. A gente pega um galho e coloca num lugar do lado do adversário. O objetivo é pegar esse galho e trazer de volta ao campo. Se o adversário te pega no campo dele, você fica congelado e só pode sair de lá se alguém te salvar.

Muito boa a brincadeira.

Rir é o melhor remédio

Vamos deixar o dia melhor? Uma piadinha para alegrar o dia:

Os animais pelo rio

Um vaqueiro chega com seu rebanho de vacas à beira de um rio. Preocupado com os animais, ele pergunta a um menino que ali passava:
– Ô, menino, você sabe se este rio é fundo?
– A criação do meu pai passa com a água no peito. – Respondeu.
Confiante, o vaqueiro segue com seu rebanho, mas todas as vacas se afogam. Furioso, pergunta ao menino:
– O que seu pai cria?
– Pato.

Aos grandes mestres

Esses são responsáveis pelo nosso aprendizado, pelo nosso futuro, por nos ensinar a viver. Eles merecem toda nossa atenção. Eles se orgulham com nosso esforço, com nosso desenvolvimento e com nossas iniciativas. Eles se preocupam com nossas dificuldades. Eles querem que tenhamos grande sucesso durante toda nossa vida.

Pronto. Basta apenas ter um professor assim e já sabemos que estamos rodeado de alguém que vale a pena. Se temos um time completo assim, então a equipe é perfeita. Durante toda nossa vida, temos os mestres que valem a pena correr atrás e aqueles que apenas o tem como profissão.

Quando se tem um professor que é, verdadeiramente, um mestre, dá orgulho de dizer: eu aprendi e você também foi responsável pelo meu crescimento. Ainda mais quando o temos como grande amigos, sem que isso interfira em nosso lado profissional. Sabe quando a gente tem alguém que na sala chamamos de professor, mas fora dela chamamos de amigo? E pra mim, o verdadeiro mestre é esse, não ensina apenas na escola, ensina na vida.

Há quem brigue, quem xingue, quem desrespeite algum professor, por não concordar com suas ideias. Já parou pra pensar que ele pode só estar querendo seu bem? O que você já tirou de bom proveito de todos eles?

A matéria está apertada e o professor é o pior deles por isso? Aquele professor que só dá notas é seu melhor professor? O professor que te pegou colando é a pior raça que existe? O professor certinho nunca entende o lado dos alunos e deve ter algum problema na vida pessoal? Se você pensa assim, pare para pensar novamente, pois você pode ser o problema.

Este ano, como disse em alguns posts anteriores, consegui uma amizade grandiosa com muitos deles. Agradeço ao time que eu tenho, pois são os melhores que já vi. Fico muito contente ao saber que eles, verdadeiramente, se preocupam com meu saber. Tudo bem, podemos nos desentender às vezes, mas o importante é que nos entendemos depois. É uma honra poder chamá-los de mestres e de amigos.

Feliz dia do mestre a todos os verdadeiros mestres! E que, cada dia que passe, vocês contribuam mais e mais para a educação do país, pois vocês também são responsáveis por essa engrenagem que move o mundo. Um grande abraço a todos e que Deus possa iluminar sempre o caminho de cada um.