Todos os posts de Áℓiѕѕση Suriani

Sabe aquele cara que gostar de jogar um videogame, ler um livro, vez ou outra ver uma série, anime ou filme, escutar uma boa música, viajar e relaxar com o verde da natureza? Este sou eu. Viaje comigo neste mundo nerd!

Squirtle fechando o time

Diferente do jogo, em que você só pega o Squirtle após enfrentar Lt. Surge, no anime, você o conhece numa baderna em uma cidade. Resumindo, ele faz parte de uma gangue.

Vamos começar dizendo que, mais uma vez, eles enfiam o pé na jaca.

Escuerou escuerou escuerou escuerou

Em clima de faroeste, Pikachu já manda um choque do trovão, mas eles fogem ao ouvir a sirene (que não é da ambulância, besta).

Era Jenny mesmo, uma das milhões de primas idênticas que possuem o mesmo nome.

Desafio: você consegue identificar qual é a Jenny que estamos nos referindo neste episódio?

Aí ela explica que uma galera mal caráter os abandonou e aí eles ficaram arruaçando por aí

Tá, vamos pular pra parte que eles raptam os nossos menininhos. Deixando de lado a informação importante de que os Squirtles se unem à equipe Rocket, nossas tartaruguinhas amarram as crianças a mando de Meowth (por favor, é pra ler Miau e não Meu-ti).

Depois de levar uma picadinha no bumbum, Pikachu está com o HP baixo e eles precisam de uma Super Poção. Aí Ash começa a chorar e Squirtle, emocionado, deixa-o ir. Mas, ele precisa voltar às 12h do dia seguinte para que o cabelo de Misty não fique púrpuro (isso que é ameaça). Corre, Ash!

Óbvio que acontecem uns contratempos, como Ash voar do nada ou uma galera ‘faroesteira’ ameaçá-lo com armas (isso pode?), mas ele consegue.

Só que o episódio não para por aí e aí a Equipe Rocket dá seu show (sem graça, como sempre) e o time Squirtle com o time Pikachu tem lá seu momento de ajuda mútua, como este:

E, no fim, vocês já sabem. Squirtle se une ao time de Ash. Claro que tem mais detalhes, mas isso eu deixo pra vocês verem quando assistirem.

Metroid Other M vem aí

E já estou empolgado com esse novo jogo. O trailer mostra um jogaço, com outra perspectiva e Samus em novas aventuras. Ansioso!

Obs.: Tive de mudar o vídeo, pois o primeiro bugou o áudio (???)

Silêncio que abraça por dentro

Quando tudo parece apertar, às vezes o que mais precisamos é de um espaço interno onde o mundo desacelera. Imagine-se respirando devagar, como se cada inspiração abrisse uma janela para o ar fresco entrar, e cada expiração deixasse ir um pouco do que pesa. Não há pressa, não há exigências, só você permitindo que o corpo encontre um ritmo mais suave.

Às vezes, a calma chega como um sussurro, quase imperceptível no começo. Ela se aproxima quando você se permite simplesmente existir, sem tentar resolver tudo de uma vez. Pense em um fim de tarde silencioso, aquele momento em que a luz fica dourada e o tempo parece se esticar. É nesse intervalo que a mente encontra um lugar para descansar, mesmo que por alguns instantes.

E enquanto você se recolhe nesse pequeno refúgio, lembre-se de que dias difíceis não definem quem você é. Eles passam, mesmo quando parecem intermináveis. Você merece paz, merece leveza, merece um respiro. Que este momento seja um lembrete de que ainda há espaço para tranquilidade dentro de você, e que ela pode voltar sempre que você precisar.

Run, Don’t Walk – Hey Monday

I am restless and I keep trembling
Everyone watch me as I descend
Into a feeling that’s overwhelming me
I finally stopped
Stopped making sense

I can’t stop talking to myself
I’m a desperate cry for help

Run, don’t walk
The sky is falling through
Don’t talk tonight
I’m so confused
I’m lost
I’m lost with you
I don’t care
Where we are
Or where we’re headed to
But I know I’m lost
I’m lost with you
With You

Your mouth keeps moving
But I’ve lost focus now
Clock keeps ticking, time’s running out
Where we’re headed, there is no heading back
Tripping ugly, I’m losing ground

I can’t stop talking to myself
I’m a desperate cry for help

Run, don’t walk
The sky is falling through
Don’t talk tonight
I’m so confused
I’m lost
I’m lost with you
I don’t care
Where we are
Or where we’re headed to
But I know I’m lost
I’m lost with you
With You

For the record
When I’m with you
Things are looking better
For once
Everything is brighter
Than the darkness
Before you

Run, don’t walk
The sky is falling through
Don’t talk tonight
I’m so confused
I’m lost
I’m lost with you

Run, don’t walk
The sky is falling through
Don’t talk tonight
I’m so confused
I’m lost
I’m lost with you
I don’t care
Where we are
Or where we’re headed to
But I know I’m lost
I’m lost with you

Biscoito de polvilho doce

Ingredientes:
1kg de polvilho
4 copos americano de óleo pelo vinco
2 copos americano cheio
10 ovos

Terminar de amassar com leite morno ou água morna
Sal a gosto

Modo de fazer
Ferver bem a água com o óleo com o sal. Escaldar o polvilho, deixar esfriar e amassar bem e terminar com leite.

Pedra, papel ou tesoura

O jogo pedra, papel ou tesoura funciona como uma disputa simples entre duas pessoas, em que cada uma escolhe um dos três gestos ao mesmo tempo. A pedra vence a tesoura porque a quebra, a tesoura vence o papel porque o corta, e o papel vence a pedra porque a envolve. Não existe outra regra além dessa pequena cadeia de força, que mantém o jogo equilibrado e imprevisível. Como as escolhas são simultâneas, ninguém sabe o que o outro vai mostrar, o que torna tudo mais divertido.

Apesar de ser um jogo rápido, ele funciona quase como um sorteio estratégico. Cada jogador tenta adivinhar o movimento do outro, criando uma espécie de duelo mental leve e espontâneo. Por isso ele é tão usado para decisões do dia a dia: é simples, justo e não exige nada além das mãos e um instante de atenção.

Resumindo:

Tesoura ganha de papel
Papel ganha de pedra
Pedra ganha de tesoura

Como era a Educação Física?

Eu já postei alguns esportes aqui falando sobre alguns esportes que praticávamos durante o ensino fundamental, então muitas coisas vocês já entenderam. Mesmo assim, como era a Educação Física na época de vocês da escola? Vamos fazer um leve resumo?

No meu Ensino Fundamental (que iria da 5ª à 8ª série), nós tínhamos vários jogos para jogar, dificilmente era teoria (a parte escrita, no quadro, essas coisas). Geralmente, dividia-se os homens em futebol e as mulheres no handebol. Claro que havia exceções e ele não era dividido 100% assim. Também tínhamos um espaço para peteca num campo de terra improvisado entre duas árvores.

Até a quarta série, meus colegas jogavam sim alguns esportes. Normalmente, eu ficava de fora, pois não curtia esses esportes (nem as brincadeiras, de modo geral), mas a partir da 5ª série, isso meio que ficou obrigatório, pois era uma matéria que poderia te repetir de ano.

Além dos esportes supracitados, também tínhamos vôlei, queimada e salto em distância. Basquete eu só fui conhecer mesmo no ensino médio. Mesmo baixinho, eu jogava e conseguia fazer algumas cestas.

Nos dias de chuva, o que reinava eram os jogos de tabuleiro: dama, ludo, dominó, entre outros.

Tempos bons.

Orgulho e vergonha

Você nunca diria que são irmãos. Eles parecem ser diferentes. O orgulho empinou seu peito. A vergonha pesa em sua cabeça. O orgulho ostenta. A vergonha esconde. O orgulho busca o reconhecimento. A vergonha busca ser evitada.

Mas não se engane, as emoções possuem a mesma parentela. E as emoções têm o mesmo impacto. Elas o afastam de seu Pai.

O orgulho diz: “Você é muito bom para ele”.
A vergonha diz: “Você é muito ruim para ele”.
O orgulho o afasta.
A vergonha o mantém afastado.
Se o orgulho procede à queda, então a vergonha é o que o impede de levantar-se após a queda.

Retirado do livro “Ele escolheu os cravos”, de Max Lucado.

Um momento para relaxar

Encontre um lugar onde sua mente possa descansar.
Sente-se de um jeito que o corpo reconheça como conforto.
Deixe a respiração guiar o ritmo do momento, suave e constante.
E permita que lembranças especiais venham à tona, iluminando você por dentro.

Do What you Want – Drake Bell

The people around the world they say I’m bitter
But I can say I’m not a quitter
(Ha-ha-ha), and you can’t

And people
No, they don’t apologize
That’s why we have to advertise in the paper
(Sunday news)

I can’t make you stop and listen that won’t save you
I can’t believe
Everybody wants to party all night long until the birds are singing

So do what you want to do
Be what you want to be
Live how you want to live
If you want to be free then you’re gonna be free

People, don’t you know it’s not polite to point and stare
No, it’s the way to show you care
About the way you live
But I bet you don’t give a (hoo)

And people
We’ve got to give it up with credits too
But you only did it ‘cause I told you to
Too bad, so sad
Hope I didn’t make you mad

I can’t make you stop and listen that won’t save you
I can’t believe
Everybody wants to party all night long until the birds are singing
‘Til the birds are singing

So do what you want to do
Oh, be what you want to be
Live how you want to live
If you want to be free then you’re gonna be free

So say what you want to say
And hear what you want to hear
Live how you want to live
If you want to be free then you’re gonna be free

I can’t make you stop and listen that won’t save you
(And I can’t believe)
Everybody wants to party all night long, until the

Birds are singing (until the birds are singing

So do what you want to do
(Do what you want to do)
Oh, be what you want to be
(Be what you want to be)

Live how you want to live (like you’re free)
If you want to be free then you’re gonna be free

So say what you want to say
(What you want to say)
And hear what you want to hear
(Hear what you want to hear)

Live how you want to live
If you want to be free
You’re gonna be free

If you want to be, got to be
Have to be
Nothing but free

Please hold for the important message

Olhando a hora nos ponteiros

Você sabe olhar a hora no ponteiro dos relógios?

Horas: O ponteiro menor é o ponteiro das horas. Lemos normalmente. Se ele ainda não chegou ao 10, então ainda são 9h (mesmo que esteja bem próximo). Você só vai dizer que são 10h quando o ponteiro menor apontar para o quadrado (em destaque) atrás do número 10,

Minutos: O relógio vai até o 12, correto? Temos 60 minutos. 60 dividido por 12 é 5, ou seja, cada número apontado pelo ponteiro maior deverá ser multiplicado por 5. Se ele está no 2, 2×5=10. Ou seja, são 9h10. Repare também que entre o 2 e o 3 temos 4 tracinhos. Cada um representa um minuto. Então, o quadrado em destaque atrás do 2 representa o minuto 10. Depois vem 4 tracinhos (minutos 11, 12, 13 e 14) levando o ponteiro maior ao quadrado em destaque atrás do 3 (15).

Segundos: Ignore o ponteiro vermelho e vá ser feliz.

Imagem de macrovector no Freepik

Onze

Olha que interessante:

Hoje é o 11º dia do mês.
Estamos no mês 11
O ano é 2009 (ou seja, 2+9=11)
Este é o post nº 116 (11*10). Fica exatamente entre o post 111 (-5) e o post 121 (+5). E 121 = 11×11

Nada a ver mesmo, só quis comentar =)

Barsa x Google

É impressionante como as coisas têm evoluído de uns anos para cá. Há 10 anos, quando eu ainda estava no ensino fundamento (4ª série), vinha uma galera na minha escola pra vender um kit completo da Barsa, que era uma coletânea de livros com vários conteúdos escolares para nos ajudar a fazer pesquisa.

E quem faz isso hoje? Exato, o google. Você apenas digita o que você quer e já consegue o resultado.

Agora, imagine-se pesquisando vários conteúdos em vários livros diferentes.

Um adendo: não era nem um pouco barato (motivo que meu pai nunca me deu dinheiro pra comprar um).

Suficiente para serem moldados

Um soldado não identificado apanhou galhos – maduros o suficiente para serem espinhos, maleáveis o suficiente para serem moldados – e os transformou em uma coroa de escárnio, uma coroa de espinhos.

Os espinhos simbolizam, nas Escrituras, não o pecado, mas a consequência dele.

Retirado de “Eu vos amei o suficiente para tornar-me um de vós”, do livro “Ele escolheu os cravos”, de Max Lucado.

Peso e Alívio

Às vezes eu só queria que o mundo diminuísse o ritmo por um instante. Sinto como se tudo ao meu redor estivesse sempre correndo, sempre exigindo algo, e eu só desejasse um pouco de silêncio dentro de mim. Não é cansaço físico, é aquela vontade de respirar fundo sem sentir o peso do dia grudado nos ombros. Pedir para o mundo parar para eu poder descer, entende?

Tem momentos em que eu paro e percebo que preciso de paz, de um espaço onde minha mente não esteja sendo puxada para mil direções ao mesmo tempo. Eu queria conseguir me desligar da correria, das expectativas, das cobranças que eu mesmo coloco sobre mim. Só queria um intervalo, um respiro, algo que me lembrasse que eu também mereço descanso.

E, no fundo, eu sei que esses pequenos instantes existem — às vezes num gesto simples, num silêncio breve, numa pausa que quase passa despercebida. Talvez eu só precise aprender a enxergá-los melhor. Porque, sinceramente, tudo o que eu quero agora é um pouco de calma, um pouco de leveza e daquele tempinho comigo mesmo.