Um jogo de futebol nunca foi um atrativo pra mim. Ok, eu brincava na rua e também cheguei a frequentar uma escolinha na minha infância, mas de todos os esportes, esse eu só praticava com pouca vontade, nada que fosse meu esporte favorito.
No video game não era diferente. Evitava alguns jogos, mas brincava com eles pela diversão de brincar com os amigos. Nada de mais.
Aí foi só um cara pegar um jogo de futebol famoso, dublá-lo e colocar o nome de Ronaldinho que eu fui me apaixonar. A propósito, a edição que eu tinha de fita era a “Ronaldinho Campeonato Brasileiro 98”, ambas com uma narração muito portunhol.

O pior é que, escrevendo este post, até deu vontade de jogá-lo de novo.
Ronaldinho era um jogo de super nintendo que, não bastasse o mal português, ainda falava “Lariatana” (ou algo assim) quando a bola saía pela lateral.

No jogo, a gente podia até personalizar a roupa da cor que a gente queria, colocar regras, participar de campeonatos, copas, treinos e tudo isso digitando passwords imensos, porque não tinha save nele. Ah, e quando um jogador fazia 3 gols, você ainda era homenageado com um telão.

Ah, e ainda dava pra escolher times brasileiros de futebol.
