
Los colores en español


Ash e seus amigos encontram um ginásio que não está licenciado após sua 10ª vitória (a de Ash, no caso). O treinador do ginásio já possui 98 vitórias.

AJ treina pokémon selvagens e desafia Ash para uma batalha (que só conta com apenas 2 pokémon, além de seu velho companheiro Pikachu).

Depois da surra que Sandshrew dá nos pokémon de Ash, eles vão lá conhecer os pokémon.

Não vou me estender muito no episódio, pois não gosto muito dele. Vou apenas resumir que AJ ganha sua 100ª vitória derrotando a Equipe Rocket

Sua próxima rota está no meio de névoas. Lá, eles encontram uma escola que treina crianças já para a Liga Pokémon, sem que elas saiam viajando por todo Kanto (sacou a piada?) – ou seja, tira toda a graça de um treinador pokémon (imagina um jogo de pokémon desse jeito).

Um dos alunos sofre com alunos mais velhos e eles estão a mando de uma garota, a Gisele, que não se importa de fazer os coleguinhas sofrerem (cadê os professores?)

Diferente dos garotos, que se apaixonam por ela, Misty vai atrás dela para dar-lhe uma lição. Mas antes, Misty desafia o garoto que sofre. Weepinbell leva uma surra de Starmie.

Gisele aparece e as duas batalham. Infelizmente, quem leva uma surra agora é Misty.

Gisele provoca Ash, que a desafia para uma batalha. E, aí, ele se vinga dela com seu Pikachu.

No final, a Equipe Rocket aparece, mas iremos ignorá-los.
Vou parar por aqui, pois o próximo episódio é o Ash pegando o Bulbasaur e esse episódio eu quero trazer com mais detalhes.
Exatamente em 20 de dezembro de 1998, pouco após iniciarmos as férias de fim de ano e, presenteados pelas boas notas na escola, ganhamos um video game: o super nintendo.
Não era exatamente o primeiro videogame que ganhamos, era o segundo. O primeiro foi o Atari, há muitos anos. Lembro-me como se fosse hoje: fomos até a loja e tinha duas caixas para escolhermos. Entre os vários jogos, escolhemos, como nosso primeiro cartucho, o Star Wars, episódio V. Não, meu super nintendo não veio com o jogo do Super Mario World. Pra ser sincero, nem esse jogo eu tinha.
Depois dele, ganhamos uma fita que tinha 5 jogos em um: Alien 3, Side Pocket, Sonic Wing, Top Gear e Ms. Pac Man. Bons tempos.
O último jogo que tivemos foi o Donkey Kong Country 3. Mas, além de todos esses, sempre alugávamos cartuchos (chamávamos de fita, na época) ou pegávamos emprestado com os amigos. Lembro-me que eu tinha um primo que tinha fitas como Rei Leão, Super Metroid e Super Mario All-stars.
Pena que meu irmão vendeu o videogame pouco tempo depois. Por conta disso, passamos vários anos sem videogame.
E você? Quais videogames tinha?
Hoje fecharemos nosso blog por conta do feriado. Retornaremos amanhã.
Na feira, a gorda senhora protestou a altos brados contra o preço do chuchu:
— Isto é um assalto!
Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém, correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua inteira, atravancada, mas provida de um admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco
naquela rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser assaltado?
— Um assalto! Um assalto!
— A senhora continuava a exclamar, e quem não tinha escutado, escutou, multiplicando a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes era como a própria sirena policial, documentando, por seu uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém pudesse evitá-la.
Moleques de carrinho corriam em todas as direções, atropelando-se uns aos outros. Queriam salvar as mercadorias que transportavam. Não era o instinto de propriedade que os impelia. Sentiam-se responsáveis pelo transporte. E no atropelo da fuga, pacotes rasgavam-se, melancias rolavam, tomates esborrachavam-se no asfalto. Se a fruta cai no chão, já não é de ninguém; é de qualquer um, inclusive do transportador. Em ocasiões de assalto, quem é que vai reclamar uma penca de bananas meio amassadas?
— Olha o assalto! Tem um assalto ali adiante!
O ônibus na rua transversal parou para assuntar. Passageiros ergueram-se, puseram o nariz para fora. Não se via nada. O motorista desceu, desceu o trocador, um passageiro advertiu:
— No que você vai a fim do assalto, eles assaltam sua caixa.
Ele nem escutou. Então os passageiros também acharam de bom alvitre abandonar o veículo, na ânsia de saber, que vem movendo o homem, desde a idade da pedra até a idade do módulo lunar.
Outros ônibus pararam, a rua entupiu.
— Melhor. Todas as ruas estão bloqueadas. Assim eles não podem dar no pé.
— É uma mulher que chefia o bando!
— Já sei. A tal dondoca loira.
— A loura assalta em São Paulo. Aqui é morena.
— Uma gorda. Está de metralhadora. Eu vi.
— Minha Nossa Senhora, o mundo está virado!
— Vai ver que está caçando é marido.
— Não brinca numa hora dessas. Olha aí sangue escorrendo!
— Sangue nada, é tomate.
Na confusão, circularam notícias diversas.
O assalto fora a uma joalheria, as vitrinas tinham sido esmigalhadas a bala. E havia joias pelo chão, braceletes, relógios. O que os bandidos não levaram, na pressa, era agora objeto de saque popular. Morreram no mínimo duas pessoas, e três estavam gravemente feridas. Barracas derrubadas assinalavam o ímpeto da convulsão coletiva. Era preciso abrir caminho a todo custo. No rumo do assalto, para ver, e no rumo contrário, para escapar. Os grupos divergentes chocavam-se, e às vezes trocavam de direção; quem fugia dava marcha à ré, quem queria espiar era arrastado pela massa oposta. Os edifícios de apartamentos tinham fechado suas portas, logo que o primeiro foi invadido por pessoas que pretendiam, ao mesmo tempo, salvar o pelo e contemplar lá de cima. Janelas e balcões apinhados de moradores, que gritavam:
— Pega! Pega! Correu pra lá!
— Olha ela ali!
— É um mascarado! Não, são dois mascarados!
Ouviu-se nitidamente o pipocar de uma metralhadora, a pequena distância. Foi um deitar no chão geral, e como não havia espaço uns caíam por cima de outros. Cessou o ruído, Voltou. Que assalto era esse, dilatado no tempo, repetido, confuso?
— Olha, um menino tocando matraca! E a gente com dor-de-barriga, pensando que era metralhadora!
Caíram em cima do garoto, que sorveteu na multidão. A senhora gorda apareceu, muito vermelha, protestando sempre:
— É um assalto! Chuchu por aquele preço é um verdadeiro assalto!
Foto de Omotayo Tajudeen: https://www.pexels.com/pt-br/foto/mulher-segurando-tomates-3213283/
“Nunca diga que a vitória está perdida, pois são de batalhas que se vive a vida”
“A dúvida é um dos nomes da inteligência” – Jorge Luis Borges
“Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos”
“Na amizade, não importa a quantidade, mas sim a qualidade”
“Tudo o que é bom dura o tempo necessário para ser inesquecível” – Fernando Pessoa
“Somos a resposta exata para aquilo que perguntamos”
“Bom de briga é aquele que cai fora” – Adoniran Barbosa
“A cada minuto que passamos com raiva, perdemos 60 felizes segundos” – William Somerset Maugham
“Tudo o que, um dia, você sonhou, num piscar de olhos pode acontecer. A vida repentinamente muda para quem acredita” – Rouge (modificado)
“Nunca é tarde para recomeçar e é sempre cedo para desistir”
“Que Deus te dê em dobro o que você desejar ao próximo”
“Viva cada dia, intensamente, como se fosse o último, porque um dia poderá ser”
“Se você ama uma pessoa que te faz sofrer, faça dela uma música. Você ouviu, gostou e hoje enjoou”
“Se não veio para ajudar, não atrapalhe”
“A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena” – Seu Madruga
“As pessoas não se tornam especiais pela forma de ser ou agir, mas sim pela profundidade que atinge nossos sentimentos”
“Nunca deixe que a saudade do passado ou o medo do futuro estraguem a beleza do hoje, pois há dias que valem um momento que valem por toda a vida”
“Chorar uma dor do passado no presente é criar outra dor e chorar novamente”
“Quem come e não reparte nada, fica com a barriga inchada” – Chaves
“As pessoas boas devem amar seus inimigos” – Seu Madruga
“Não ligue se rirem de você, pois o riso é a maior homenagem que um idiota presta a um gênio”
Él me mintió
Él me dijo que me amaba
Y no era verdad
Él me mintió
No me amaba, nunca me amó
Él dejó que lo adorara
Él me mintió
Él me mintió
Era un juego y nada más
Era solo un juego cruel de su vanidad
Él me mintió
Con el corazón destrozado, y el rostro mojado
Soy tan desdichada quisiera morirme
Mentiras todo era mentira palabras al viento
Tan solo un capricho que el niño tenía
Él me mintió
Él me dijo que me amaba
Y no era verdad
Él me mintió
No me amaba, nunca me amó
Él dejó que lo adorara
Él me mintió
Él me mintió
Era un juego y nada más
Era solo un juego cruel de su vanidad
Él me mintió
De todo el amor que juraba, jamás hubo nada
Yo fui simplemente una más que lo amaba
Mentiras todo era mentira, los besos las rosas
Las falsas caricias que me estremecían
Él me mintió, él me mintió, él me mintió, él me mintió
Oh, oh
Él me mintió, él me mintió, él me mintió, él me mintió
Él me mintió, él me mintió
Oh, oh
Mentiras todo era mentira palabras al viento
Tan solo un capricho que el niño tenía, ah
Já pararam pra pensar como nossa rotina mudou depois que ficamos mais velhos? Se a gente estudava de manhã, basicamente poderíamos assistir aos desenhos mais animados na parte da manhã, estudar a tarde e brincar no quase início da noite. Depois, passou a depender de trabalho, desde o início do dia até o fim da tarde.
Quando eu era criança, minha rotina dependia de qual turno eu estudaria. Durante o ensino fundamental, com exceção da terceira e da quarta série, meus estudos eram vespertinos. Então, eu poderia assistir desenhos na parte da manhã, certo? Certo, mas nem sempre. Na minha infância, existia algo chamado conservatório (como se não existisse ainda hoje, não é mesmo?) e lá eu aprendia a tocar piano, teclado e violão, além de aulas de musicalização e karatê. Mas, isso não ocupava tanto minha rotina, era bem tranquilo.
Depois das aulas, a gente ia pra rua pra brincar com as crianças da vizinhança. Pique-esconde, pega-pega, vivo ou morto, detetive, assassino e vítima, jogos de tabuleiro, bandeirinha e bete eram algumas das inúmeras brincadeiras que tínhamos em nossas ruas. Até futebol, usando os chinelos como trave de gol e, em certa época, o tal do videogame.
Ah, a infância. Dela eu sinto falta.
Após ganhar sua primeira insígnia de forma “peculiar”, os nossos mestres pokémon favoritos entram na caverna da lua, também conhecido como Mt. Moon, e lá encontram um monte de Zubats atacando um cara qualquer. Aí o Ash, ao invés de ajudar, usa a pokédex.

Seimon, o cientista, está tentando entender porque tem tanta luz na caverna, enquanto nós tentamos entender porque traduziram “Paras” para parasitas.

Ok, a gente sabe que o problema é a Equipe Rocket, então vamos pular pra parte que eles encontram a pedra da lua (o cientista tá bem crente que os pokémon vieram do espaço, por isso o nome).
Pausa para o Pikachu dançando a macarena:

Segundo eles, as Clefairies rezam para a pedra da lua (Moon Stone)

Aí a Equipe Rocket aparece, eles lutam e a Equipe Rocket decola de novoooooo.
Depois que eles atravessam o Mt. Moon, eles vão em direção ao ginásio de Cerulean. Por algum motivo, Misty age muito estranho.

Infelizmente, está tendo uma multidão porque roubaram um gigantesco aspirador e uma mangueira. E aí, a Oficial Jenny (uma das muitas do desenho) aparece e desconfia de Ash e Brock (acha que eles são criminosos só porque eles conheceram a Jenny de Viridian).

Brock arruma uma desculpa qualquer e deixa Ash sozinho, que vai atrás do ginásio e se depara com as três espiãs demais.

Ok, eu não falei sério. Mas são três garotas que usam o próprio ginásio para fazer apresentações.

As irmãs sensacionais são desafiadas por Ash, mas elas dizem que estão sem pokémon e dizem que vai dar a insígnia a Ash. Entretanto, uma quarta irmã sensacional (elas dizem que uma quarta sensacional não existe) o desafia para uma batalha de ginásio, batalha essa que Pikachu se recusa por gostar muito dela (o que deixaria a batalha muito mais fácil).

A batalha começa entre Butterfree e Staryu (este que vemos pela primeira vez no anime).

Butterfree tenta atordoar Staryu, mas ele fica mergulhando o tempo todo. Temos uma luta fraca sem muitos ataques expressivos. Até que, finalmente, Staryu acerta a pequena borboleta azul e, assim que ele cai na água, Ash o chama de volta (Misty faz o mesmo).

Entre Pidgeotto e Starmie, o pombo de Ash consegue uma vantagem, fazendo Starmie bater contra a parede, depois de um ataque de vento.

Aí a Equipe Rocket aparece, atrapalha a luta, eles precisam interromper e o Ash ganha a insígnia.

No fim do episódio, Brock retorna e os três continuam a jornada.
Pra você: Ash mereceu a insígnia?
Eu tenho um primo mais velho que tem celular há muito tempo e tem aquele jogo da cobrinha e tal. Quando éramos crianças, era muito divertido de jogar.
Hoje, os celulares são mais modernos. Eu fui ter meu primeiro celular só ano passado e era exatamente esse:

É um celular que tem como foco música e eu estou adorando ouvir música com ele. Inclusive, quero deixar aqui registrado o meu toque:
Nota: precisei atualizar o vídeo, pois o anterior estava em péssima qualidade.
Mas é engraçado ver a galera se assustando quando ouve esse toque.
Todo nerd necesita una habitación para llamarla de suya