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Dragon Ball 06 – Muscle Tower

Estamos no meio da batalha entre Goku e ninja Murasaki, guardião do quarto piso da Muscle Tower.

Goku usa seu bastão para…

Goku consegue desarmá-lo, mas Murasaki não se dá por vencido. Eles vão para o corpo a corpo. Ou, talvez não…

Goku até tenta usar as shurikens do ninja, mas talvez ele não seja tão habilidoso assim.

Aqui, descobrimos que Goku é mineiro.

O ninja tenta umas técnicas ousadas, como atravessar um rio cheio de piranhas, mas Goku atravessa tranquilamente, apenas com um pulo.

Como não dá certo, ele apela para a técnica da multiplicação.

Ou, talvez, não seja tão uma técnica assim…

Já percebemos que o ninja é um inútil, correto? Por conta disso, agora é hora de libertar o Android nº 8. Será que agora vai?

Mas, as palavras do android soam algo como “vou nada”, com a mesma vontade de um 30+ clt sendo chamado pra sair.

Não conseguindo convencê-lo a lutar, o ninja perde para o pedra, papel ou tesoura de Goku. O golpe, não o jogo.

Em agradecimento a Goku, o grandalhão o ajuda a chegar ao último andar.

E Goku consegue chegar ao Final Boss

Infelizmente, ainda havia uma armadilha

Agora é hora de enfrentar um monstro terrível, que parece faminto.

Porém, Goku tem uma certa dificuldade na luta.

Tá, leia o último quadrinho, que é alto explicativo.

Mas, Goku tem uma ideia, quebra a parede para deixar o ar gelado entrar e, assim, transformar o monstro em um dessaboroso picolé.

De volta à sala do Final Boss, agora é hora de enfrentá-lo.

Boatos de que tem até chute na canela

Quando pareceu que Goku havia conseguido derrotar o ‘homi’ e resgatar o prefeito, o comandante White dá sua última cartada e coloca o prefeito como refém.

Nessa batalha, até o Android nº 8 resolve ajudar, após Goku se ferir.

E aí eles conseguem derrotá-lo e saem da torre.

O mangá ainda tem mais 50% de leitura pra você curtir. Aproveite!

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Dragon Ball – 5º mangá

Estamos em reta final do torneio de artes marciais em que, sem saber, Goku luta contra seu mestre de luta, o grande Mestre Kame.

Obs.: Lembre-se de ler os quadrinhos do mangá da direita para a esquerda.

Goku se mostra ágil e um oponente dificílimo para seu mestre, que precisa utilizar muito de sua energia para conseguir derrotar o pequeno garoto.

E, aí, pra não ficar tão vergonhoso, Mestre Kame apela para a canção de ninar:

Mas Bulma tem uma técnica secreta pra fazer o garoto sair dali do chão e voltar pra luta:

Enquanto isso, a luta vai se desenrolando com outras técnicas mais perigosas:

E o nosso querido macaco surge novamente:

Por conta disso, Mestre Kame precisa apelar para o Kamehame-há:

Pra felicidade de todos, Goku não havia morrido. Mestre Kame apenas destruiu a lua para que ele pudesse voltar ao normal.

Apesar de a luta não ter acabado ainda, Goku volta com muita fome:

A luta fica cada vez mais emocionante:

E o que temos de tudo isso é quase um empate:

Como os dois foram à lona, quem se levantasse e dissesse a frase “Eu venci, nhê nhê nhê”, seria o vencedor. Goku, por um trisco, quase consegue o feito. Porém…

Ai, Goku, você sempre com essa sua fome de leão!

A saga do torneio de artes marciais acaba por aqui. A nova saga, ainda neste mangá, é a saga da Red Ribbon. Goku vai atrás da esfera de quatro estrelas, a que era presente de seu avô e acaba se deparando com esses novos vilões.

Goku começa achando a esfera de seis estrelas, bem próximo de onde os inúteis dos capangas estavam procurando (pelo visto, não estavam fazendo o serviço direito).

Obviamente, Goku é ameaçado de morte por não entregar a esfera, mas ele dá o seu jeitinho.

Claro que esses golpes chamam a atenção para algo mais terrível: O Coronel Silver passam a saber da existência de Goku, que passa a ser seu alvo.

O novo inimigo está na jogada.

O cara não é páreo para Goku, mas a nuvem voadora (Kitoun) acaba sendo destruída por conta do míssil do novo vilão. Por isso, Goku pega as cápsulas HoiPoi dentro da casa e acaba fazendo um inimigo robô, que o leva pilotando um avião.

Enquanto isso, no QG da Red Ribbon:

Xih! Deu ruim pro Silver:

É, o avião de Goku cai e explode. Por sorte, uma garotinha o encontra e o arrasta para um lugar seguro.

Todos os homens estão sendo obrigados a procurar as esferas do dragão para a Red Ribbon. Goku parte para a Muscle Tower, onde uma galera dessa equipe de vilões está, para derrotá-los.

O general White pergunta a Goku o que ele quer e ele responde que foi para salvar o prefeito da vila. Então, o desafio de Goku é chegar até o topo, enfrentando capangas pelo caminho. Será que Goku consegue?

Ele derrota Metallic do terceiro andar.

Mas, não foi nada fácil derrotar o robozão.

E no quarto andar é a vez de derrotar o Sargento-Mor Murasaki

Que possui uma incrível técnica de camuflagem.

Incrível mesmo!

Ai, na boa…

Um orgulho esse ninja!

Com o fim do mangá, a luta não chega ao fim. Então, esperamos vocês no próximo resumão de Dragon Ball. Será que Goku vai resgatar o prefeito?

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Dia da criança no trabalho do papai

O mundo corporativo, para uma criança, é completamente diferente. Parece um mundo mágico, mais divertido, mais criativo e gigante. Isso, talvez aconteça por sermos aquelas crianças que conseguem tirar a diversão de todos os lugares.

Quando era criança, meu pai me levava, às vezes, para o seu trabalho. Era uma viagem de quarenta (e poucos) quilômetros até a cidade onde ele trabalhava. Uma cidade pequena, de pouco menos de 5 mil habitantes, onde ele tem (até hoje) um escritório de contabilidade.

É aquilo: computadores antigos, máquinas de escrever, cheques, poucos funcionários e etc. Eu, às vezes, conversava com os colegas de trabalho e, quando queria passar o tempo, brincava com rascunhos, desenhando, escrevendo, datilografando na máquina de escrever, desenhando no paint e etc. Cheguei a desenhar cheques, escrever histórias e até fazer revistas. Claro, tudo perfeito na cabeça de uma criança.

A gente almoçava numa pensão (a única) que tinha ali. Era uma comidinha bem caseira e bem gostosa e éramos sempre muito bem tratados pelos donos de lá. Eu achava um máximo me servir e ainda ouvir da cozinheira, por exemplo, que eu poderia pedir um ovo que ela imediatamente fritava pra mim (me achava um rei por conta disso).

Antes de voltarmos ao escritório, dávamos um passeio pela cidade a pé mesmo. Depois, no fim da tarde, voltávamos para casa.

Bons tempos.