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Meras crianças

O que pensar de jovens maiores de idade quando vemos uma foto como essa?

Fig. 1: Gangorra, amigos, crianças e pirulitos

É claro! Nem precisa dizer. Subindo numa gangorra dessas, com um pirulito na boca e cheio de crianças, você poderia mesmo imaginar que todos não tínhamos mais nada a fazer e que realmente somos crianças, estou certo?

Fig. 2: João e eu disputando quem tinha o maior peso

Pois bem. Nesse dia, fomos até o orfanato, chamado “Casa de Passagem”, onde muitas crianças realmente são órfãs e outras foram separados dos pais por algum motivo (geralmente judicial). Ir para um lugar desses faz com que nosso lado humano cresça, provando que sempre é bom levar alegria às pessoas, mesmo que sejam tão desconhecidas (já viu aquele ditado: “Fazer o bem sem olhar a quem.”?).

Com certeza, foi um grande dia. Ter me divertido com essa galera toda foi muito prazerosa. E nem venha me dizer que isso é “coisa pra criança”, afinal, quantas pessoas hoje deixamos de ajudar, de certa forma, para perdermos tempo com futilidades ou coisas do tipo. (Brincar com crianças é feio, mas falar mal dos outros, ah, isso é bonito, não é?).

E entre tantas brincadeiras, é bom sermos chamados de tios e ver que aquelas crianças realmente apreciavam todo aquele carinho. Não só bom para nós, como para elas, principalmente.

Fig. 3: Se a casa não se quebrar, estamos no lucro

Aproveito pra agradecer ao pessoal que me levou lá: Letícia, Larissa, João e Paulinha, já que nem sempre posso ter a oportunidade de fazer um programa como esse.

Às vezes podemos não ter oportunidade ou tempo, mas quando tivermos é sempre bom fazermos esse tipo de coisa. Assim, podemos ver que nossa vida também se baseia em ajudar quem mais precisa e não apenas de reclamarmos de nossos problemas ou de julgarmos aqueles que nem sequer faz parte de nossas vidas. Reflita sobre isso!

Um ótimo fim de semana a todos.

Rotina na infância

Já pararam pra pensar como nossa rotina mudou depois que ficamos mais velhos? Se a gente estudava de manhã, basicamente poderíamos assistir aos desenhos mais animados na parte da manhã, estudar a tarde e brincar no quase início da noite. Depois, passou a depender de trabalho, desde o início do dia até o fim da tarde.

Quando eu era criança, minha rotina dependia de qual turno eu estudaria. Durante o ensino fundamental, com exceção da terceira e da quarta série, meus estudos eram vespertinos. Então, eu poderia assistir desenhos na parte da manhã, certo? Certo, mas nem sempre. Na minha infância, existia algo chamado conservatório (como se não existisse ainda hoje, não é mesmo?) e lá eu aprendia a tocar piano, teclado e violão, além de aulas de musicalização e karatê. Mas, isso não ocupava tanto minha rotina, era bem tranquilo.

Depois das aulas, a gente ia pra rua pra brincar com as crianças da vizinhança. Pique-esconde, pega-pega, vivo ou morto, detetive, assassino e vítima, jogos de tabuleiro, bandeirinha e bete eram algumas das inúmeras brincadeiras que tínhamos em nossas ruas. Até futebol, usando os chinelos como trave de gol e, em certa época, o tal do videogame.

Ah, a infância. Dela eu sinto falta.