Barsa x Google

É impressionante como as coisas têm evoluído de uns anos para cá. Há 10 anos, quando eu ainda estava no ensino fundamento (4ª série), vinha uma galera na minha escola pra vender um kit completo da Barsa, que era uma coletânea de livros com vários conteúdos escolares para nos ajudar a fazer pesquisa.

E quem faz isso hoje? Exato, o google. Você apenas digita o que você quer e já consegue o resultado.

Agora, imagine-se pesquisando vários conteúdos em vários livros diferentes.

Um adendo: não era nem um pouco barato (motivo que meu pai nunca me deu dinheiro pra comprar um).

Suficiente para serem moldados

Um soldado não identificado apanhou galhos – maduros o suficiente para serem espinhos, maleáveis o suficiente para serem moldados – e os transformou em uma coroa de escárnio, uma coroa de espinhos.

Os espinhos simbolizam, nas Escrituras, não o pecado, mas a consequência dele.

Retirado de “Eu vos amei o suficiente para tornar-me um de vós”, do livro “Ele escolheu os cravos”, de Max Lucado.

Peso e Alívio

Às vezes eu só queria que o mundo diminuísse o ritmo por um instante. Sinto como se tudo ao meu redor estivesse sempre correndo, sempre exigindo algo, e eu só desejasse um pouco de silêncio dentro de mim. Não é cansaço físico, é aquela vontade de respirar fundo sem sentir o peso do dia grudado nos ombros. Pedir para o mundo parar para eu poder descer, entende?

Tem momentos em que eu paro e percebo que preciso de paz, de um espaço onde minha mente não esteja sendo puxada para mil direções ao mesmo tempo. Eu queria conseguir me desligar da correria, das expectativas, das cobranças que eu mesmo coloco sobre mim. Só queria um intervalo, um respiro, algo que me lembrasse que eu também mereço descanso.

E, no fundo, eu sei que esses pequenos instantes existem — às vezes num gesto simples, num silêncio breve, numa pausa que quase passa despercebida. Talvez eu só precise aprender a enxergá-los melhor. Porque, sinceramente, tudo o que eu quero agora é um pouco de calma, um pouco de leveza e daquele tempinho comigo mesmo.

Letras que tem outros sons

Palavras com S que tem som de Z: análise, aplauso, cheiroso, coisa, francesa, gasosa, japonesa, quiser, paralisia, pesquisar, repouso.

Palavras com Z que tem som de S: acidez, atriz, imperatriz, mesquinhez.

Palavras com G que tem som de J: geladeira, gesto, girafa, viagem.

Palavras com C que tem som de S: acender, acessório, cetim, coice, foice, vacilo.

Palavras com X que tem som de Z: exagero, exame, exato.

Agora, me fala: pra quê isso?

Duas com Toddy

Vocês também têm aquela receitinha que vocês fizeram quando eram crianças e sentem uma certa nostalgia por se lembrarem dela? Sabe quando, por exemplo, você aprendeu a fazer brigadeiro de colher e hoje, sendo adulto, só faz para trazer um pouco a infância de volta? (E também porque é gostosa), mesmo que não seja tão saudável?

Não, não estou falando de receitas como macarrão instantâneo, é coisa de criança mesmo. E hoje estou afim de compartilhar com vocês duas que eu fazia quando criança.

No café da manhã, eu gostava de uma que era assim: eu pegava um prato fundo e enchia de bolacha maizena. Esquentava o leite (não gostava dele exatamente quente, morno já era bom). Antes de colocá-lo sobre as bolachas, eu jogava toddy em cima delas até cobri-las (criança gosta de tudo doce, não é?). Depois jogava mel e terminava com o leite. Esperava um pouco para a bolacha amolecer e depois só dava uma amassadinha e comia. Tomava no café da manhã antes de ir pra escola (aquele friozinho das 6h da manhã, sabe?). Hum, deu até vontade de fazer novamente.

A tarde, uma que eu gosto é assim: Você pega um pão, tira o miolo e passa margarina. Depois joga toddy e espalha pelo pão, sacudindo. Manda vê!

Ah, ser criança é tão bom!

Karatê na infância

Um esporte que eu praticava na minha infância era o Karatê. Talvez, sendo incentivado pelo meu irmão que também fazia, esse foi um esporte que eu pratiquei até pegar a faixa verde (a 5ª faixa, na época). E, por algum motivo, eu parei.

Claro que não me lembro de muitos nomes de golpes, eram todos japoneses e, talvez, eu passe um pouco de vergonha ao escrevê-los, mas eu tenho lembranças de sempre chegarmos, tirarmos nossos relógios e chinelos, fazermos um alongamento e depois começarmos as lutas. Também tinha a luta imaginária e também a luta de sumô entre os companheiros.

Na troca de faixa, no fim do ano, toda a escola (estudávamos, acredite, em um conservatório municipal) se reunia para apresentar frente a muitos pais e amigos (geralmente, no estádio poliesportivo da cidade).

Todo ano era um professor diferente, trazido de outra cidade. Cada um com sua técnica.

Acho que não tenho muito mais o que falar sobre. Você praticava algo na infância?

Novembro aí

Novembro chegou trazendo uma energia diferente, quase como um sopro novo que toca a alma. É o mês em completo 20 anos e isso por si só já carrega um brilho especial. A sensação é de recomeço, de portas que se abrem, de caminhos que começam a ganhar forma sob a luz divina que acompanha cada passo.

Há algo de abençoado em novembro — uma calma que se mistura com expectativa, uma fé silenciosa de que dias melhores estão vindo. É como se o universo inteiro conspirasse para que este mês fosse leve, próspero e cheio de boas surpresas.

Que novembro seja um mês de conquistas, de momentos marcantes e, claro, de muitos posts que registrem tudo isso. Que a luz divina ilumine seus planos, fortaleça seus sonhos e faça desse ciclo um dos mais especiais da sua vida. Que venha um mês bonito, cheio de fé, alegria e novas histórias para contar.