Joãozinho na padaria

Joãozinho chega na padaria e pergunta:
– Moço, tem pão?
O padeiro responde:
– Só tem pão dormido.
– Ah, então acorda cinco aí pra mim.

Orkut e comunidades

Um tempinho aí, eu fiz um post sobre Twitter, se eu deveria ou não fazer um. Mas, e o Orkut, que já tem um tempinho que eu tenho?

Orkut é uma rede social, ou seja, um lugar que parece um fórum gigante onde pessoas entram em comunidades específicas onde podemos fazer amigos pelos interesses. Tem umas comunidades lá bem legais, inclusive, que eu participo.

Qual a sua favorita?

Além disso, podemos encontrar músicas de cantores que gostamos, lugares onde vemos sobre nossos livros favoritos e ainda conversar muita abobrinha.

Tem uns tópicos inúteis também como: Beija ou passa a pessoa de cima e etc.

Também tem a disputa do topo do depoimento para falarmos o quão importante tal pessoa é para nós. Muitos recursos bem divertidos. Já encontrei uns amigos por lá.

E, você, tem orkut?

Muse – Uprising

A banda Muse apresentou no último MTV VMA [apresentado neste domingo, 13] uma de suas músicas do novo album The Resistance . O trio, formado por  Matthew Bellamy, Christopher Wolstenholme e Dominic Howard, é britânco e está na estrada há mais de 10 anos. Pra quem curte um rock mais alternativo, essa é uma boa pedida.

Como não temos o vídeo, vejamos o clipe:

The paranoia is in bloom, the PR
The transmissions will resume
They’ll try to push drugs
Keep us all dumbed down and hope that
We will never see the truth around

Another promise, another scene, another
A package not to keep us trapped in greed
With all the green belts wrapped around our minds
And endless red tape to keep the truth confined

They will not force us
They will stop degrading us
They will not control us
We will be victorious

Interchanging mind control
Come let the revolution take it’s toll if you could
Flick the switch and open your third eye, you’d see that
We should never be afraid to die

Rise up and take the power back, it’s time that
The fat cats had a heart attack, you know that
Their time is coming to an end
We have to unify and watch our flag ascendThey will not force us
They will stop degrading us
They will not control us
We will be victorious

Tabuada de 9

Vamos fazer a tabuada de 9?

9×1
9×2
9×3
9×4
9×5
9×6
9×7
9×8
9×9
9×10

Para o resultado, escrevemos em ordem de 0 a 9, assim:

9×1=0
9×2=1
9×3=2
9×4=3
9×5=4
9×6=5
9×7=6
9×8=7
9×9=8
9×10=9

Agora escrevemos na ordem inversa: de 9 a 0:

9×1=09
9×2=18
9×3=27
9×4=36
9×5=45
9×6=54
9×7=63
9×8=72
9×9=81
9×10=90

Pronto! Você acabou de aprender a tabuada do 9.

O Charmander abandonado

Quando você está jogando Pokémon Yellow no seu velho gameboy, ao fim de uma rota próxima à cidade de Cerulean, você encontra um treinador que, educadamente, informa que tem um pokémon que não consegue evoluir, pois ele não se considera um bom treinador. Você, como bom samaritano (e de olho no seu futuro Charizard) aceita cuidar dele e o integra em sua equipe, certo? Certo.

Só que esse treinador bonzinho só existe nos jogos. No anime, a história é completamente diferente.

Indo para Vermilion, Ash, Misty, Brock e Pikachu, perdidos, como de costume, encontram um Charmander deitado em uma pedra.

Charmander, cansado, diz que está a espera de seu dono. Então, eles vão embora e partem para o Centro Pokémon mais próximo para se protegerem da chuva. Lá eles encontram seu treinador, que admite que o abandonou por conta da fraqueza da lagartinha.

Brock é o mais preocupado do trio, pois acredita que ele realmente foi abandonado, o que já percebemos que ele estava certo.

“Vai buscar! Aquele Charmander ainda está te esperando, vai buscá-lo agora!”

A gente pensando que ia rolar briga e a enfermeira Joy vai lá e aparta. Poxa!

E lá vão nossos heróis a fim de resgatá-lo.

Como Charmander está sob chuva e ataque de Spearows, ele acaba ficando muito fraco para poder se defender. Por sorte, nossos amigos o levam para a enfermaria para que Joy possa cuidar dele.

Ok! Tudo muito lindo, mas na manhã seguinte, Charmander vai atrás de seu antigo treinador. Orgulho? Vingança? Não sei, mas que ele vai atrás, ele vai.

Aí, a Equipe Rocket aparece (não estava fazendo falta) faltando 6 minutos para o episódio acabar para… cavar um buraco?

Os nossos heróis, com exceção de Pikachu, caem no buraco. Aí, eles sequestram o amarelinho usando roupas de borracha e os bobões, ao invés de usar outro pokémon, não! Ficam lá esperando um herói aparecer. Por sorte, ele aparece.

Demasiado poder provindo de um pokémon nível 10 (que só aprende um golpe de fogo – Ember) desperta o sentimento de retorno do treinador antigo que admite que só voltou por ver potencial no pequeno lagarto de fogo.

Charmander até fica balançado, mas prefere não ir com ele. No fim, ele e Pikachu o atacam. Charmander vai para o time dos nossos heróis.

Por fim, uma última curiosidade: Brock é o que mais preocupa e o que mais motiva Charmander a seguir lutando bravamente, além de convencer o pequeno pokémon de fogo o que seu antigo treinador é capaz de fazer. Então, por que ele foi com Ash e não com Brock. Protagonismo, talvez?

Atualização: Veja o episódio completo abaixo:

O relógio de infância

Eu achava o máximo ter um relógio que eu tive na minha infância. Ele tinha as funções: despertador, mostrava o dia da semana na parte superior das horas, tinha cronômetro e ainda tinha luz para poder ver a hora durante a noite. Pra criança, aquilo era perfeito. Tentei repetir o feito na adolescência, mas nem era a mesma coisa.

Em tempo: eu tinha um primo que tinha um compartimento para guardar chiclete. Ele guardava moedas também (esse eu até queria por um tempo).

Tela em branco

Às vezes, fica um pouco difícil imaginar: o que posso por aqui?

Passam os dias, vejo uma tela em branco e passo horas pensando no que digitar, mas nada vem. Tem uma mente criativa é diferente de ativar o modo criativo, seja ele em qual momento for. E, aí, a gente fica horas sem pensar e sem escrever nada. Já até perdi o rumo.

Manter um blog nem é fácil, quando nem sempre os assuntos vêm à luz. O jeito é deitar, relaxar e, quem sabe, no dia seguinte, aparece algo.

Sopro de tranquilidade

Imagine, por um instante, que tudo ao seu redor desacelera. A noite fica mais macia, o ar parece mais leve, e você sente como se estivesse sentado em um lugar seguro, onde nada exige pressa. A minha voz chega até você como um sussurro calmo, quase como o som de uma brisa passando por entre folhas. Não há cobranças aqui, nem relógios correndo. Só um espaço silencioso onde você pode simplesmente existir.

Enquanto respira fundo, a tensão do dia começa a se desfazer, como se cada preocupação derretesse devagar. A correria, o trabalho, as expectativas — tudo isso fica lá fora, distante, pequeno. Aqui dentro, só importa o seu bem-estar. É como se o mundo desse uma pausa para que você pudesse se reencontrar consigo mesmo, sem peso, sem pressa, sem ruído.

E, nesse instante de quietude, você percebe que a paz não é algo que precisa ser buscado longe. Ela se revela quando você permite que o corpo descanse e a mente se aquiete. Fique um pouco mais nesse lugar suave. Deixe que essa calma te envolva como um cobertor morno. Você merece esse respiro, essa leveza, essa sensação de que, por alguns minutos, tudo está exatamente onde deveria estar.

Chão – Skank

Chão que desliza
Noite de ilusões à deriva
Groove, groove, groove, hey negrita
Teu prazer me cai na saliva

Céu que convida
Onde o som bater eu me encaixo
Groove, groove, groove na medida
Eu te espero em cima ou embaixo?

Dentro da noite do mundo
Vamos brindar à solidão
E acordar nas tábuas desse chão, oh

Não, não vacila
Vem aqui mostrar sua arte
Groove, groove, groove na medida
Teu prazer é o meu estandarte
(Runaway)

Dentro da noite do mundo
Vamos brindar à solidão
E acordar nas tábuas desse chão, oh

Por que é assim?

Você sabe diferenciar os porquês? Saber qual usar em determinada situação sempre é algo complicado de se fazer, não é? Hoje, irei te ensinar de forma rápida como usá-los:

Por que: É o mais comum utilizado em perguntas.
Exemplo: “Por que você não foi à escola ontem?”
Note que, neste exemplo, o porquê vem ao início da frase.

Por quê: Usado no final de perguntas
Exemplo: “Ouvimos a bronca sem saber por quê”.
Normalmente, próximo a pontos. Pode também aparecer em perguntas indiretas, sem ponto de interrogação.

Porque: Usado em respostas
Exemplo: “Falo isso porque me importo com você”.

Porquê: Tem valor de substantivo e indica o motivo ou a razão.
Exemplo: “Qual é o porquê de toda essa festa?”
Note que, neste exemplo, você pode trocar “o porquê” por “a razão” ou “o motivo”. Também note que este porquê é usado com um artigo antes.

Aprendeu? Então comenta um exemplo aqui nos comentários!