



Copa do mundo é uma coisa engraçada. Reúne todas as pessoas de todos os times para torcer apenas pela sua seleção, aqui para nós, o Brasil, claro.
Mesmo não gostando de futebol, copa era uma coisa que sempre me fazia querer assistir, com exceção da de 2002, a última que ganhamos (o penta), pois era de madrugada.
A copa de 98 foi na França e, depois de uma ótima copa, perdemos de 3 a 0. Alguns diziam na época que a copa havia sido comprada e tal. Nesta copa, a vencedora foi a própria França. Hum.
Era engraçado pensar que eu sabia toda a escalação da seleção, até alguns da reserva. A gente comemorava mesmo, eu tinha camisa, saía pelas ruas comemorando e tal. E isso que eu ainda era uma criança de 8 anos.
Acredita que nem assim eu passei a gostar de futebol?
A final, assistimos na casa de um tio nosso. Todos ficaram tristes naquele dia. Lembro que, no jogo contra a Holanda, que ganhamos de 4 a 2 nos pênaltis, eu cheguei a fazer uma redação para escola e até cheguei a fazer desenhos (eram os meus desenhos, então pra mim estava maravilhoso).
E você? Assistiu?
Futebol nunca foi uma das minhas paixões. Até tentei jogar em algumas escolinhas de futebol, mas, por exemplo, na escola eu não jogava. Na verdade, só fui querer praticar alguma coisa na educação física a partir da quinta série e, não, futebol não estava entre eles.
Por não gostar de futebol, eu também não sabia fazer embaixadinhas. Me arriscava, mas não passava de duas ou três, isso por conta de ter um vizinho que fazia algumas e, como criança, às vezes a gente quer imitar, né?
Pra não dizer que eu era um 0 no futebol, vamos dizer que eu brincava na rua, com poucos amigos, só por brincar mesmo. Fazíamos os chinelos de trave de gol e mandávamos ver. E, sim, sempre fui muito ruim.
O problema foi uma vez que eu tentei fazer algumas embaixadinhas, num sábado com ventos. Eu batia o joelho na bola e na outra ela batia no chão. Na minha cabeça, aquilo valia, mas eu contava só as que eu batia no joelho.
Quando ia bater minha 10ª embaixadinha, não deu outra. Escorreguei na areia e beijei o chão. Mas, acho que é assim que os jogadores profissionais fazem, não é? Não? Então, tá!
Todo nerd necesita una habitación para llamarla de suya