Almoçando na casa dos avós

2009, infelizmente, foi o ano que eu perdi meu avô materno (meu avô paterno já tinha falecido em 2003 e minha avó paterna eu não conheci, pois faleceu quando meu pai ainda era moleque). Sim! Meu avô faleceu no início deste ano. Agora, só tenho minha avó materna.

Talvez por um destino, passei o último ano da vida dele visitando-o e almoçando quase todos os dias com ele. E, antes que me perguntem, meu avô foi saudável até seus últimos dias de vida. Estava lúcido (era bem briguento, mas ok, hehe) e tinha todas as faculdades em bom estado. Ninguém imaginaria que de uma hora para outra ele bateria as botas.

Agora, por que o destino?

Como comecei a trabalhar ano passado e meu trabalho era próximo à casa da minha avó e eu ainda não havia tirado carteira de motorista (estava em processo), não era fácil me locomover, visto que eu tinha a percorrer cinco quilômetros de caminhada. O único carro que temos, meu pai usa para se deslocar para o serviço (lembra quando contei que ele trabalhava em outra cidade?). Por conta disso, era mais fácil almoçar lá e tomar banho logo após, pois eu iria pra faculdade de lá (que também era perto).

A minha rotinha mudou nesse ponto depois que, finalmente, comprei minha moto (cerca de três meses). E agora eu posso voltar para casa tranquilamente.

Ah, antes que me perguntem, minha avó está muito bem, obrigado. Claro que ela sente falta, mas são coisas da vida e isso a gente cura com o tempo.

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